terça-feira, 17 de setembro de 2019

Queijo Canastra é comercializado nos principais mercados de Ibiporã.


O Queijo Mineiro Laticínio Canastra está com nova embalagem e disponível nos principais mercados da cidade, como Montana e Super Sul. Em breve será vendido no Viscardi e Almeida. Segundo o produtor Maurílio Leite, isto foi possível graças à certificação do SIM (Selo de Inspeção Municipal). “O queijo canastra é embalado a vácuo ou normal, rotulado e entregue nos mercados. Negocio a comercialização junto às doze lojas do Viscardi e oito Almeida em outras localidades. Isto representa crescimento e aumento na compra do leite do produtor”, cita.                                                                                    

A produção do canastra possui critérios de qualidade, como o leite ser retirado e entregue imediatamente no laticínio, ser A e sem acidez. “Presto assistência técnica e extensão rural a fim de seguir normas. Tenho quatro fornecedores e conforme a aceitação do produto vou ampliar este número e diminuir a margem de lucro para aumentar as vendas. Todos ganham neste processo”, declara.                                                                                                   
Maurílio Leite ressalta que o produtor entrega o leite na cooperativa a R$ 0,95 o litro. Mas o leite A, especifico na produção do canastra é comercializado a R$ 1,20. Adquirindo cem litros por dia, a tendência é aumentar e o próximo projeto é conseguir a certificação estadual, nacional e internacional para ampliar o nicho. “Quem compra o queijo canastra leva para casa a beta-lactoglobulina, uma das principais proteínas do leite e que existe apenas nas vacas Caracu e Gir”, pontua.


José Daniel e Roseli Daniel reafirmam união de 50 anos com cerimônia religiosa na Igreja Matriz de Cambé


O último dia 24 de outubro foi uma data especial para José Francisco Daniel (72) e Roseli Rita de Sousa Daniel (67). Eles comemoraram 50 anos de casados e, para celebrar a união, os filhos realizaram uma cerimônia religiosa que reuniu cerca de 150 pessoas entre familiares e amigos na Igreja Matriz. Eles de casaram em 23 de outubro de 1965 em Uraí, após Roseli, natural de Exú (PE) e prima de 3º grau do cantor Luiz Gonzaga, ir morar na fazenda de café administrada por seu pai. “Começamos a namorar em 62 e o segredo da união é o respeito mútuo. Infelizmente os casamentos atuais não são duradouros devido às relações serem distantes”, declara.                                       
Além da união de meio século, ele se orgulha de ter atuado em diversas rádios como locutor. Em 1963 foi trabalhar em Cornélio Procópio e era locutor em Uraí, nas missas e festas nos distritos Primavera e Serra Morena. “Conheci o Hermínio Barbosa que me convidou para atuar na Rádio Cruzeiro”, recorda Daniel, que tem o apoio de Roseli. Ela se dedica ao trabalho Vicentino da Igreja Nossa Senhora da Aparecida. Pai de nove filhos (Maria José, Pedro Francisco, Milton, Maria do Carmo, Valdenice, Valquíria, Reginaldo, Romildo e Paulo), 17 netos e dois bisnetos, além de agricultor e radialista, ele foi metalúrgico, soldador e funcionário público da Prefeitura, onde se aposentou em 2009 após 21 anos de trabalho. “Conciliava o rádio com outras atividades nas horas vagas. Atuei desde 1989 no departamento de esportes, educação e na Associação dos Funcionários”, recorda.                                                             
As memórias do rádio são muitas, sendo que ainda transita em sua mente o “Sabadão dos Pampas”, em 1997 junto com Nilson Barbosa, ou os programas na antiga rádio R5 de Cornélio Procópio, hoje a Rádio Graúna. “Fui convidado para ser locutor do Programa Mensageiro e Mexicano. Trabalhei com o Zé Tapera na Rádio Cruzeiro e também com a dupla Regente e Rangel, onde apresentava vários artistas e tinha o seguinte slogan: ‘Eles com vocês e vocês com eles’. Tamanho era o sucesso que até hoje as pessoas me cumprimentam na rua e repetem o slogan”, afirma Daniel, em referência ao reconhecimento do trabalho. Outra memória é o futebol, onde atuou no União de Rancho Alegre, Ferroviária de Uraí, na Algodoeira Pernambucanas de Sertanópolis, na Farmácia Santa Luzia de Cambé e no time da Fazenda Scaloni da Warta, quando a TV Coroados foi implantada em Londrina. Hoje, após 40 anos no município, Daniel e a família participam dos eventos religiosos, onde atua em muitos como locutor.

Há mais de 50 anos o Sindicato dos Ensacadores de Cambé preserva a memória do ciclo do café, além de representar a categoria dos “saqueiros”



É na Rua Belo Horizonte, em meio a apitos e o som da locomotiva nos trilhos que funciona o Sindicato dos Ensacadores de Cambé. Manoel Francisco Ramos Neto, presidente da entidade, se associou em 1973, vindo do KM 9 para atuar como carregador avulso. De 1989 a 1996 foi tesoureiro e depois assumiu a presidência. O sindicato intermedia a mão-de-obra para as empresas, que recolhem INSS e outras contribuições. “O Sindicato dos Ensacadores é um órgão de classe que defende a categoria e presta serviços nas áreas de carga e descarga, movimentação, acomodação, limpeza do local, arrumação, empilhamento e transporte de mercadorias enlatadas, a granel, ensacadas, pallets e demais produtos. Surgido para representar os ‘saqueiros’, hoje são em torno de 200 filiados e 70 estão na ativa atendendo dez empresas de movimentação focadas na soja, trigo, adubos, milho e óleo enlatado. Estas mercadorias chegam e saem de Cambé por caminhão ou trem, sendo este, detentor de um terminal na Rua Belo Horizonte”, declara.                                                            

O Sindicato dos Ensacadores se iniciou em julho de 1963, através do grupo que trabalhava para a Família Codato, grandes cafeicultores da época. Posteriormente tiveram como base o IBC (Instituto Brasileiro do Café). O 1º presidente foi Waldomiro Komaneski e a sede era na Belo Horizonte, próxima a rua Brasil. O imóvel atual, também na Belo Horizonte desde 1991, era de madeira e deu lugar para o de alvenaria.                                                                    
Manoel Neto ressalta que a mudança no modelo de serviço fez os trabalhadores saíram da base sindical para atuar nas empresas. Algo impensável no passado, uma vez que o ganho diário do saqueiro podia ultrapassar o salário mínimo, mas com jornadas de 12 a 16 horas entre sacarias de 60 quilos. “Hoje, o trabalho feito por trinta homens, no passado se fazia com dez, que carregavam doze vagões com 700 sacas de café cada. Não existia horário especifico, se ganhava por produção e as jornadas iam da cinco da manhã a meia noite. Apesar do trabalho árduo, a atividade era digna e os trabalhadores braçais, em pouco tempo, compravam carros, terrenos e casas para suas famílias. Era muito rentável, diferente de hoje, onde o piso é pouco maior que mil reais”, afirma.                                                                                                     
A categoria, que nasceu nos portos, teve seu crescimento em Cambé graças aos IBC, que funcionava onde hoje é a Secretaria de Educação. Com sua desativação em 1989 houve declínio no trabalho. “Em 1988 mudaram a Constituição e em meio a isto, ouvíamos o rádio desembarcando o café dos caminhões e embarcando nos trens. Quando o IBC acabou, a Cacique Solúvel tinha um grande estoque para consumo interno e exportação”, recorda.                        

Por mais antigo que seja o Sindicato dos Ensacadores, ele mantém no arquivo documentos com mais de 50 anos, como o de Francisco Luis Souto, já falecido. Ainda existe a carteira de sócio com normas aos sindicalizados, ficha cadastral, registro de ganhos, contribuições ao INPS (Instituto Nacional de Previdência Social) e dados de aposentadoria. Sua filha, Eronisa de Souto Severino, mora em Londrina e lembra que todos os anos no Natal havia festa aos associados, onde os familiares eram presenteados. “Morávamos na Belo Horizonte, em frente ao atual Restaurante Brasília. Meu pai tinha orgulho de trabalhar para o IBC, pois ali fez muitos amigos. Estudei no Olavo Bilac de manhã e à tarde, os filhos dos saqueiros iam ao sindicato para ter aulas de reforço com professores particulares contratados pela entidade”, recorda Eronisa.

Com a proximidade do verão, Doido Sorvete oferece de 700 sabores de milk shake.


O verão está chegando e com ele o calor. Nesta época do ano, nada melhor que um sorvete refrescar e, porque não, se divertir. Em Ibiporã há um local que associa tudo isto: o Doido Sorvete, do Valdenir Sandro Piedade. Com uma variedade de produtos, o Doido Sorvetes oferece mais de 700 sabores de milk shake, casquinha, cascão, mix de sorvetes, palitos, refrigerantes e crepe suíço com massa leve, crocante e sabor doce (Prestígio, Batom, Nutella) e salgado (presunto e presunto e queijo).                                                                                               
Com preços acessíveis e fornecedores líderes de mercado, o Doido Sorvetes é imbatível ao oferecer os menores de Ibiporã. “Os produtos são de primeira linha, acessíveis e populares”, afirma Valdenir.                                  

Localizado na Avenida Paraná (531), o estabelecimento aceita cartão de crédito, débito e funciona das 13 às 22 horas. “Tenho wifi grátis e ambiente familiar com espaço kids para crianças, além de brindes. Os pais devem trazer os filhos conhecer o Doido Sorvetes, pois sorvete não é apenas um alimento, mas uma brincadeira e diversão a ser cultivada”, pontua.

O sonho de ter o próprio negócio.


Aos poucos a comerciante Rosivan Bergamin Barbosa (35) realiza o sonho de empreender. Natural de Jataizinho, ela já foi vendedora e sempre desejou ter o próprio negócio. Para colocar isto em prática abriu uma lanchonete e comercializa pasteis, sorvetes, salgados, tortas, panquecas, cerveja, refrigerantes e sucos. “O local é familiar e também ponto de encontro entre amigos. Além disso, o atrativo são os pasteis com sabores variados, apreciado por alunos do Colégio Adélia Antunes ou por quem vai ao Posto de Saúde. Outra opção são os sorvetes, ótimo nas tardes de calor. Graças a Deus a lanchonete está dando certo”, diz a comerciante.

Aos 69 anos, Cesira Fagá recorda que na adolescência preferiu se casar ao invés de ser freira.


A história da tradicional Banda Sete de Setembro se mistura com diversos acontecimentos na vida de Cesira Fagá (69). Em plena saúde ela trabalha no Restaurante Kyosen e mora na Rua Joaquim Francisco Lopes. Nascida em Maringá, chegou a Jataizinho com dois meses e da infância transita na memória fatos como os índios que viviam na Praça Frei Timóteo, a diversão na adolescência que eram os passeios em volta da mesma praça e as festas tradicionais animadas pela Banda Sete de Setembro, que tinha os irmãos Francisco e Sérgio Fagá, o pai Thomas Antônio Fagá e o avô Pedro Taiatele como integrantes. Os irmãos e o avô tocavam bumbo. O pai clarinete.     

Mãe de Fábio Semprebom (em Londres), Anderson Semprebom (de Curitiba) e Antônio Carlos Semprebom (de Jataizinho), quando solteira por nove anos auxiliou o Padre José Cerdan em trabalhos domésticos na igreja. Com isto, em 1971 desenvolveu a vocação para ser freira, algo que não se concretizou após uma difícil escolha: ser dedicar à igreja ou casar. “Não segui a vida religiosa após uma conversa com uma irmã do Colégio Mãe de Deus. Mesmo assim colaboro na igreja e participo no Apostolado da Oração, Coral e Pastoral da Acolhida”, cita.      ]                                                                         

Quanto às recordações da Sete de Setembro elas são inúmeras, sendo que a banda tocava em seu aniversário e nas quatro noites de carnaval, onde o pai Thomas Fagá e Nerino de Freitas, hoje com 80 anos, animavam a cidade junto com o Rei Momo no antigo Clube Naútico. Também era comum irem a outras localidades tocar em atividades cívicas, onde há várias fotografias guardadas. “Lembro do cinema e da Tia Luci da TV Coroados, que se apresentava no local. Fazíamos teatro, organizado na casa de Eliane Diana, onde hoje funciona o museu. Fui atriz de peças infantis, como Chapeuzinho Vermelho”, pontua.  

O esporte como ferramenta do desenvolvimento social.


Aos 44 anos, Rildo Ataliba tem dois orgulhos: trabalhar para um dos maiores empresários locais, que é o Benedito Furlan e atuar com futebol há mais de 22 anos com times e jogadores de idades variadas. “Já treinei muitas pessoas e daqui saiu muitos jogadores, como o Celsinho, que atuou no Paraná Clube e hoje está na China”, relata.
                                                                          
Usando o campo da Vila Pavão para treinamentos, ele comanda os “Gaviões da Vila”, que já participaram de inúmeros torneios e campeonatos. “Sou focado nas crianças porque o futebol tira elas das ruas e do mal caminho. Pratico o voluntariado e cerca de 40 pessoas, com idades variadas, treinam comigo”, diz Rildo, que tem o apelido de Canelinha devido a dificuldade na perna decorrente de um acidente com motocicleta.       

Esta dificuldade o motivou a praticar esportes e o futebol, onde atua como goleiro. “Meu esforço é enorme. Se houvesse umas vinte pessoas que incentivasse a prática esportiva aos adolescentes, a cidade se destacaria no Paraná e, porque não, no Brasil. Os políticos devem ter este olhar, não apenas ao esporte, mas também a fatores como pesca e turismo”, pontua.


Quando vereador, Sebastião Bernardo dava todo o salário para o povo.


Foi com seis anos que Sebastião Bernardo (71) veio de Itajubá (MG) para trabalhar no Distrito do Pirolo, que hoje pertence a Rancho Alegre. Era a lavoura de milho, café e feijão, vendidas nos armazéns de Urai. Mas, a vida de Sebastião Bernardo não se resumiu ao campo e se enveredou no comércio e na política, onde atuou como presidente de bairro e vereador. “Minha luta foi grande por conta do desejo de vencer. Para isto fiz muitos cursos e ao sair da lavoura atuei como vendedor na loja de tecidos Marisol de Cambé, que tinha José Fernandes como proprietário”, recorda Sebastião Bernardo, que posteriormente foi para Apucarana e depois Marechal Cândido Rondon, onde trabalhou um ano na antiga SUCAN no combate a esquistossomose, a popular “barriga d água”. Ao retornar, o prefeito Evilásio Rangel o chamou para ser fiscal de rua. “Com o fim do mandato, fui trabalhar de saqueiro, na colheita do algodão e na Branorte como Supervisor de Vendas. Após dois anos, em 1986 fui convidado por Sadao Hoshino para montar um comércio de materiais elétricos e hidráulicos. Ele entrou com espaço e madeira para fazer as prateleiras. Emprestei 50 mil cruzados e comprei a mercadoria. Estou no ramo há 25 anos”, relata.                                 
Mas a verdadeira paixão de sua vida, a política, começou em 1982, quando foi presidente do conjunto José Correia Lacerda e depois presidente do Rotary por nove gestões, o qual participa há mais de 25 anos. Nesta época tornou-se vereador pelo PMDB e a Doutora Terezinha Sanches ganhou para Prefeitura. “Fui eleito com 250 votos. Com o salário ajudava as famílias necessitadas, doava cesta básica, comprava remédios para enfermos, dava passagem de ônibus e óculos. Devido o trabalho, recebi em Brasília o reconhecimento como um dos melhores vereadores do Brasil. Sempre fui rotariano e tenho amizade com os governadores de Rotary.                              

Foi numa destas gestões que ele criou o forró na Casa da Amizade. Com a verba reformou o espaço e comprou móveis novos. O baile acontece até hoje. Ele foi presidente do movimento do Concílio e outras federações da igreja. Atualmente ajuda a organizar festas religiosas, como a Junina e da Padroeira. No dia a dia fica no comércio de materiais elétricos e hidráulicos, ponto de distribuição da Folha de Jataizinho, que segundo o comerciante, é o melhor da cidade e tem boa procura. “A Banca São Bernardo solta vários jornais e ajuda a desenvolver a comunicação. A Folha de Jataizinho tem identidade e integra o grupo da Rádio Nova Geração, algo fundamental em Jataizinho, que mantém a história do município e é a ferramenta que amplia a voz de diversos grupos locais”, pontua.

Vindo do circo, Nerino de Freitas foi cantor, vereador e carpinteiro


Questionado a respeito de sua origem, Nerino de Freitas (87) cita que é do mundo. Isto se deve ao fato do pai ser artista no Circo Garcia, onde foi trapezista, acrobata, palhaço e aos doze anos era ator e tinha 14 papéis em dramas. “A cada 15 dias mudávamos de cidade, minha mãe cuidava do lar e era atriz no circo. Com a morte do meu pai em Campo Grande, em 1954 chegamos à região” recorda. 
                                                                                    
Em Jataizinho, ele conheceu a esposa Dulce de Souza Freitas, filha de Agenor de Souza, ex-tesoureiro da prefeitura que morava em frente ao Colégio Parigot de Souza. Aqui aprendeu o oficio de marceneiro e carpinteiro, atividade que exerce até hoje. Além do trabalho com madeira, jogou no Jatay Futebol de Regatas com o ex-prefeito Evilásio Cordeiro. Integrou “Os Carbex”, uma das melhores bandas da região, que tocava sucessos da Jovem Guarda e composta por Osvaldo Laba, Paulo Cavalcante, Chico Serra, Batista Fidelix e José Arlindo Pires. Nerino de Freitas foi vereador, onde assumiu a primeira vez em 1966 e teve quatro mandatos com os prefeitos Dionísio Stricker, Antônio Brandão, Evilásio Rangel e Orlando Sticker. “Presidi a Câmara dos Vereadores e com afinco ajudei a estabelecer a Branorte no município. Fico triste em saber que ela foi para Ibiporã e transformou-se na AmBev, gerando muita renda ao município vizinho”, declara Nerino, que é rotariano há mais trinta anos e também ajudou a fundar a APAE.
                                                                             
Amigo do Frei Frigo, por 47 anos ele cantou no coral da igreja e muitas pessoas lhe confidenciaram que iam à missa a fim de apreciar seu canto. Tamanho o sucesso da sua voz, que gravou jingles para campanhas políticas, sendo um dos mais famosos o seguinte: “Estamos na campanha do tostão contra o milhão. A campanha em que trocamos a espada pela cruz, o ódio pelo amor e a soberba pela humilde. Votar em Evilásio é devolver o que ele tem prestado ao município”, recorda. Ele diz que a voz é tudo e bem imposta é representativa. “Quando o carro de som com o jingle passava, as pessoas iam ao portão escutar. Em um comício li e gravei passagens da bíblia e, com a Praça Frei Timóteo lotada com mais de seis mil pessoas, recebi uma salva de palmas e o candidato em si, a prefeito, foi eleito com uma expressiva votação”, pontua.

Com as portas do gabinete “abertas ao povo”, vereador Magnata se mostra atuante na indicação de projetos que melhore a infra-estrutura.


Comerciantes e moradores do Santo Amaro e Parque Manella tem muito a comemorar neste fim de ano com a revitalização da Avenida Gabriel Freceiro de Miranda. Segundo o vereador Magnata, a execução da obra é decorrente do Ofício 015/2015, onde mais de 130 mil metros quadrados de rua serão recapeados, além do corte da grama, poda de árvores, limpeza de bueiros e rebaixamento de meio fio para beneficiar portadores de necessidades especiais. “Ouvi a reivindicação de moradores e comerciantes. Após isto conversei com o prefeito João Pavinato e foi estabelecida a revitalização entre a PR 445 e a BR 369. A construção das rampas de acesso, poda de árvores e roçagem da grama estão em andamento e em breve se inicia o recape”, declara. O vereador ressalta que a obra valoriza e fortalece o comércio local e dá uma “nova cara” a região, uma vez que outras ruas do bairro, como a Amazonas, já foram contempladas com o CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente), que tem grande durabilidade. 
                                                                      
Priorizando o mandato popular e tendo o “gabinete aberto”, Magnata se preocupa com a infra-estrutura. Por conta disto encaminhou projetos como a construção de várias rotatórias no Santo Amaro; reforma do Posto de Saúde e da Casa de Velório; cobertura na quadra da Escola Municipal Pe. Symphoriano Kopf; a luta pela implantação da rede coletora de esgoto nos Jardins São Caetano, São Paulo, Ana Luzia, Boa Vista, Santo André, Monte Castelo e na rua rio Tefé; recape na Rua 11 de Outubro no Jardim União; construção de calçada, Academia ao Ar Livre e parque infantil nas imediações da creche do Jardim Santo André e; o projeto de revitalização da Rua Pirapó, que liga o Santo Amaro ao Jardim São Paulo. “Obtive votos da região e devo honrar meus eleitores. Não apenas no Santo Amaro, mas em toda Cambé. Convoco a todos da comunidade para acompanhar meu trabalho, uma vez que sou atuante e estou à disposição na Câmara dos Vereadores, na rua, comércio ou mesmo na minha casa”, pontua o vereador.                                                                   
Questionado sobre o trabalho na Gabriel Freceiro de Miranda, o Secretário Municipal de Obras, Osmarino Manzoni, ressalta que a Prefeitura, após a economia de recursos em 2015, contratou uma empresa a fim de executar o recape em várias localidades, sendo a região do Santo Amaro contemplada. “O recape ajudará o comércio e o trânsito, uma vez que a via é movimentada e com a melhoria haverá maior fluxo de veículos e pedestres, o embelezamento da região e a valorização dos imóveis. Além do Santo Amaro e Manella, serão recapeadas vias importantes no Ana Rosa, Bandeirantes e Castelo Branco”, pontua

O líder comunitário Osvaldo Ferreira da Silva, o popular Cabeção, elenca as principais conquistas do Novo Bandeirantes e região quando presidente da Associação de Moradores


Líder comunitário e morador do Novo Bandeirantes há 39 anos, Osvaldo Ferreira da Silva é popularmente conhecido por Cabeção. Ele foi Presidente da Associação de Moradores entre 2009 a 2012 e as principais conquistas para o bairro foram o recape asfáltico em diversas ruas, implantação da Feira Livre, horta comunitária, posto de saúde, creche, sinalização e rede de esgoto.                          
Osvaldo Cabeção lutou junto à comunidade para a duplicação da PR 445 e a implantação de uma passarela. O bairro também possui ginásio de esportes, campo de futebol, Centro de Convivência para Idosos, creche e posto de saúde, inaugurado recentemente. “Hoje, mesmo não sendo presidente do bairro ainda trabalho  pela comunidade. A Região do Novo Bandeirantes e Silvino só tem a agradecer ao prefeito João Pavinato e a toda sua equipe pelo grande trabalho realizado aqui e em toda Cambé”, finaliza.

Jataizinho constrói 299 casas populares. Em breve, mais 200 serão feitas


A administração de Jataizinho demonstra empenho no que faz. Umas das ações que resulta em melhoria da qualidade de vida a população é a construção de casas populares. Atualmente há três segmentos sendo executados: a sub 50, onde os futuros moradores não terão custo algum com prestações e feitas numa parceria da prefeitura com a União. Ao todo são 40 casas. Outro segmento são 49 novos imóveis, numa parceria da Cohapar, Caixa Econômica Federal e prefeitura. No novo bairro, o SAAE (Serviço Autônomo de Agua e Esgoto), instalou redes de água e esgoto, além do meio fio e rede pluvial. Por fim, mais 200 casas estão sendo preparadas, onde toda a infraestrutura está concluída.
O objetivo, segundo o prefeito Élio Batista, é contemplar quem não tem condições de arcar com prestações e famílias que consigam paga-las, mas com valores menor que o aluguel. “As 49 famílias foram sorteadas e sabemos quem vai morar nas casas. Quanto as outras 200, primeiramente serão construídas 100 e depois mais 100 casas. As primeiras 100 famílias estão assinando o contrato junto a Caixa Econômica Federal. Apesar do montante, a demanda é grande e vamos trabalhar para construir mais imóveis. Devido a isto, recentemente estive em Curitiba, atrás de verbas para a construção de mais 200 casas”, declara o prefeito. 
Élio Batista cita que o emprenho relacionado as casas populares, deve ser acompanhado pelo fornecimento de infraestrutura. "Uma das nossas dificuldades é o fato de possuirmos poucas indústrias, o que prejudica o crescimento do faturamento com impostos e arrecadação. Com as casas temos demanda de posto de saúde, escola e centro de educação infantil”, afirma.
O prefeito relata que obteve verbas para construir um centro de educação infantil, num terreno de três mil metros.“Muitos confundem centros infantis com creches. Mas são diferentes devido a maior estrutura e atuação psicólogos, nutricionistas e professores. Em Jataizinho, professores da rede municipal ganham conforme o piso nacional, valorizando o profissional”, declara.

Após arrecadar 3870 garrafas pets, Anielly Fernandes foi premiada com uma bicicleta

A sorridente Anielly Fernandes foi uma das crianças que mais arrecadaram garrafas pet para os enfeites de Natal. Ela arrecadou 3.870 garrafas, ficando em 11º lugar e ganhando de presente uma bicicleta. Muitas pessoas a ajudaram, como os padrinhos Nalva e Paulo, que trouxeram inúmeras garrafas de Londrina; a tia Valéria Fernandes, seus irmãos André e Amanda, o pessoal do Supermercado Viscardi, o porteiro do condomínio em frente à casa dos seus avós e principalmente a mãe Valdinéia Fernandes, que parecia uma louca carregando sacos e sacos de garrafas nos braços. “Valeu a pena. Faria isto mil vezes para ver minha filha feliz”, diz.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Projeto Valorizando a Esperança, em Ibiporã, inicia atividades, focado nos jovens e na prevenção as drogas


            O Projeto Valorizando a Esperança, ativo há nove anos, realiza ações para atrair os jovens a um estilo de vida que os afaste do mundo das drogas. Além do foco, o projeto trabalha junto a dependentes e ex-dependentes, com o intuito da prevenção e ressocialização.

Segundo Júlio Henrique, coordenador do projeto (situado na Rua Ibraim Prudente da Silva, 627 e com telefone 31582665), para este ano estão previstas atividades de skate, bike, jiu-jitsu, dança, violão, futebol e capoeira. Além do Jardim Municipal, o projeto tem pontos no John Kennedy e Centro de Eventos. Este último, voltado ao skate, terá instrutores e fornecimento de equipamentos. “O projeto no Jardim Municipal é amplo e abrangente. Atende o bairro, a Vila Esperança, o Lourenço Bacarin, a Vila Verde, o Azaléia, o Afonso Sarábia, além dos novos conjuntos da região. A idéia é buscar parceiros nos bairros e implantar atividades do projeto. Para ingressar, o aluno não tem custo algum. No John Kennedy são três professores e o apoio da paróquia nos permite os trabalhos, além de empresários e prefeitura, nos ajudar, formando um conjunto de ações que incentivam futebol, skate, dança e capoeira”, declara Júlio.

Com mais de 130 alunos matriculados, o Valorizando a Esperança tem a intenção de começar um programa aos sábados, na TV, em busca de maior visibilidade e ajuda da população. Uma ação para se desenvolver, é a parceria com o SAMAE, onde se doa a partir de cinco reais na fatura de água, valor revertido à própria comunidade, através de ações preventivas e internação de dependentes. “Para doar é preciso ligar no projeto. É feito um cadastro junto ao SAMAE e, a partir daí é acrescido o valor na fatura. Pagar cinco reais a mais, para muitos não faz diferença, mas ao projeto é importante”, cita.

Na parte de recuperação, o projeto mantém um local com ex-dependentes, oriundos de casas de recuperação terapêuticas e que buscam se reinserir na sociedade através do trabalho. Na Vila Esperança, funciona o trabalho preventivo e encaminhamento as comunidades terapêuticas. Aos sábados, há reuniões com ex-dependentes, onde existem depoimentos e os mesmos recebem conselhos para não “recaírem”. Nestas atividades são feitas orações e louvores, além da troca de experiências. São ações efetivas que mudaram a vida de muitas famílias, onde o trabalho do poder público, sociedade civil e voluntariado são indispensáveis.

1º Encontro de Carros Antigos na Praça Pio XII de Ibiporã


         
Em 2014 foi realizado, em Ibiporã, o 1º Encontro de Carros Antigos, promovido pelo Motor Clube de Ibiporã. Segundo Fábio Petri, um dos organizadores do evento, o objetivo é promover encontros, sempre no segundo domingo de todos os meses, onde serão expostos carros de Ibiporã e região. “Atualmente são cerca de 40 veículos e o encontro será na Praça Pio XII, em frente à Igreja Matriz”, afirma Fábio Petri.


Ele cita que o Motor Clube de Ibiporã foi criado recentemente, em 1º de agosto. No seu estatuto consta que seu objetivo é social e sem fins lucrativos, além de promover a cultura do carro antigo e unir apaixonados por veículos automotores. “Proprietários de ônibus, caminhões, motos e automóveis, estão convidados a participar do evento. Além dos encontros, haverábailes temáticos, como dos anos 60,em que a verba arrecada será revertida às instituições”.

Outra finalidade é resgatar e promover a “Rota do Café”, pois os veículos fizeram parte da história e criação da região, como caminhões, caminhonetes e tratores. “O diferencial são os veículos modificados que poderão participar”, ressalta.

Fábio Petri, que é mecânico, tem um Fusca 86 da última série e entre os carros que estarão no evento, constarão o Ford Rural, Willys, um Bianco 78, Adamos, Fuscas e uma moto Amazonas, de 1600 cilindradas. Atualmente o Motor Clube de Ibiporã tem 15 membros. Os interessados em se filiar devem procurar o Fábio Petri no dia do evento.

Retratando a história


Noel de Oliveira fez mais de dez mil fotografias em Jataizinho.


O aposentado Noel de Oliveira é uma lenda viva em Jataizinho. Nascido em 1945 e hoje, aos 68 anos, se dedica a venda de caldo de cana. Porém, no passado era conhecido pelas fotografias. “Meu irmão tinha uma máquina fotográfica e sempre admirei seu trabalho. Quando se mudou para São Paulo, comprei a máquina e fazia fotos em pequenos binóculos, algo popular na época, mas raro hoje em dia. Com a digitalização e maior acesso as novas tecnologias, a atividade caiu, me obrigando a mudar de ramo”, lamenta.

Aos 23 anos, em 1968, Noel trabalhava num frigorifico, conciliando com a atividade de fotógrafo ambulante, de casa em casa, vendendo binóculos. Ele fazia a foto, revelava o filme em Londrina e cortava os internegativospara colocar nos binóculos. “Muitos ainda têm e as fotos são as mais variadas possíveis. Os jovens e adolescentes nem imaginam como se fazia, pois hoje as imagens são digitais e instantâneas, obtidas a partir do celular”. Tamanha era a popularidade do binóculo, que nas festas da igreja, Noel cobrava para as pessoas olharemnele. “A era digital findou os fotógrafos tradicionais, pois os trabalhos estão concentrados na internet. Não existe glamour, mas o celular faz uma foto de excelente qualidade. Não se contrata fotógrafos como antigamente, pois muitos têm seus meios e recursos. Estamos na Era Digital”, diz.
Mesmo com a Era Digital pujante Noel é remanescente da “Era Analógica” e ainda oferece seu trabalho pelas ruas de Jataizinho, atuando como fotógrafo ambulante. Em sua bolsa, carrega a máquina fotográfica analógica. É uma Zênite 300 com flash, onde os filmes revelados em Londrina. “Com a Zênite 300 registrei aniversários, casamentos, batizados e as mais variadas festas, que viraram álbuns de excelente qualidade. A foto antiga era de menor qualidade. Mas, os laboratórios melhoravam o trabalho”, conta.
Noel diz que não foi o primeiro fotografo da cidade. Antes dele havia um japonês, chamado Maeda, que trabalhava na praça central, com imagens em preto e branco. “Nunca fiz foto 3x4, usadas em documentos. O comum são os tamanhos 9x13 e 10x15. As ocasiões que motivavam as pessoas a tirarem fotografias, eram diversas, como crianças que vestiam roupa nova, ou uma formatura. Fiz mais de dez mil fotografias e tenho muitas em casa. Mas, devido o tempo, elas estragaram”, relata.
Entre as curiosidades relatadas, está a dos queapós anos, vêm a sua procura afim de resgatar fotografias antigas, algumas com mais de 40 anos. Outra curiosidade são os clientes que solicitavam a retirada de centenas de fotos, mas no momento de pagar não tinham dinheiro, ou pediam fiado.

Chiquinho Sorvetes inaugura loja em Ibiporã, de olho no mercado da região.

A Chiquinho Sorvetes, maior rede de sorveterias do Brasil, inaugurou sua primeira unidade em Ibiporã. A loja está na Av. Santos Dumont, 102. São 65m² de construção, gerando dez empregos diretos e cerca de 40 indiretos. O proprietário da unidade, Josiel Barbosa Cordeiro, cita que a marca abriu recentemente 63 lojas, que somadas às existentes perfazem um total de 400 unidades. A empresa emprega mais de 3.000 colaboradores e tem cerca de 21 milhões de consumidores/ano, tendo entre as mais de 90 variedades de combinações de produtos, o Milk-Shake como campeão de vendas.


            
Com a loja modelo localizada em São José do Rio Preto (SP), a marca busca expansão constantemente, com a elaboração de novos produtos e desenvolvimento de sabores. Em São Paulo a marca tem 110 unidades e já desponta no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Santa Catarina e Rondônia. “O segredo está no padrão de excelência do sorvete, variedade, combinações e opções temáticas. Com um produto irretocável, temos o número crescente de clientes e solicitações de novas lojas”, afirma Isaias de Oliveira, presidente da marca.
Franquias: O investimento varia entre R$ 270 e R$ 300 mil reais, sendo que a cidade deve ter no mínimo 50 mil habitantes. A área de instalação mínima é de 35 m².O faturamento anual da empresa em 2013 foi de R$ 104 milhões de reais e a projeção para 2014 é de R$ 190 milhões. Diariamente, a central da Chiquinho Sorvetes recebe cerca 15 a 20 solicitações interessadas em novas franquias.
História: A Chiquinho Sorvetes teve início em 1980, quando Francisco Olímpio de Oliveira (Chiquinho) mantinha uma modesta sorveteria e casa de sucos em Frutal-MG. A decisão de transformar o empreendimento em sorveteria partiu do filho Isaiasde Oliveira. Foram tempos difíceis: aos 18 anos, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite. Em 1984, o pai lhe passou o comando da sorveteria e a partir daí os negócios expandiram. Ezequiel, um dos onze filhos de Francisco de Oliveira, em 1986 propôs a abertura da primeira filial em Guaíra (SP). Quatro anos mais tarde, a Chiquinho Sorvetes estava em Orlândia, Sertãozinho, Barretos e Araraquara.Quando a rede completou 45 unidades, Isaias inovou: “Demos padrão as lojas e mostramos a qualidade dos produtos. Foi quando decidimos investir em marketing e demos o passo que faltava para consolidar a marca da Chiquinho Sorvetes”, afirma.  

Maria Alice, da “The Champ” é escolhida para o “The Voice”.


“Fui escolhida”. É assim que Maria Alice resume o papel da música em sua vida. A ibiporãense incendiou o palco do “The Voice Brasil”, da Rede Globo, com "You Ought Know", sucesso de Alanis Morissette. Além de Lulu Santos, escolhido como técnico, Cláudia Leitte e Daniel se renderam à bela voz de Maria Alice.


Com 15 anos de carreira, ela define seu estilo como pop. Viajando pelo interior de São Paulo e Paraná com a “The Champ”, além de vocalista, Maria Alice produz o figurino, trabalho que une lápis e microfone, ou seja:música e moda. “O gosto por desenhar surgiu na escola, quando aprendi a quadricular desenhos para ampliá-los.Além do curso técnico em moda e de três semestres na faculdade de Desenho Industrial, os filmes da Disney ajudaram a aperfeiçoar meus traços”, afirma. Além de roupas, ela faz bijuterias, brincos, maxicolar, pulseiras e desenvolve o projeto “Jumpers”, onde toca música eletrônica nas baladas.

Vinda de Bauru aos sete anos, Maria Alice afirma que a cidade é acolhedora e sente orgulho em levar seu nome para todo país. “Peço apoio aos que puderem ajudar nesta caminhada. Em breve haverá uma votação que decide quem fica no programa”, finaliza.

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Treinamento e desenvolvimento


Oficialmente, o termo treinamento surgiu no contexto norte-americano, com a criação da American Society for Training and Development – ASTD que é uma Associação Americana de Treinamento e Desenvolvimento (VARGAS, ABBAD, 2006). Nesta época, os Estados Unidos viviam um momento de guerra e foi necessário treinar pessoal para atender a necessidade de aumento de produção nas indústrias e recolocação dos funcionários que iriam assumir as vagas dos indivíduos que foram enviados a guerra.
            
Sendo assim, a palavra treinamento é utilizada para referenciar todo esforço que as organizações fazem para estimular o aprendizado dos funcionários, objetivando a mudança de comportamento permanente, sendo focado em objetivos de curto prazo (MILKOVICH; BOUDREAU, 2000; BOHLANDER; SNELL; SHERMAN, 2003).
            
Os treinamentos têm o objetivo de provocar mudanças no comportamento do funcionário, para que ele trabalhe de acordo com os princípios da empresa. Assim, normalmente, o conteúdo do treinamento pode envolver quatro tipos de mudanças: a transmissão de informações; o desenvolvimento de habilidades; o desenvolvimento ou modificação de atitudes e; o desenvolvimento de conceitos.
            
O treinamento possibilita, segundo Carvalho (2000), a adaptação do trabalhador em sua área de atuação, fazendo com que este desenvolva suas tarefas com mais confiança, pois estará realizando-as com responsabilidade e conhecimento, além de se sentir mais integrado com a filosofia da empresa. Já Robbins (2000), acrescenta que o treinamento pode ser muito importante no resultado financeiro de uma organização, pois com profissionais altamente qualificados pode-se enfrentar o aumento da competição e concorrência, os avanços tecnológicos e as demandas por aumento de produtividade.
            
Em relação ao termo desenvolvimento, ele é utilizado para a ampliação de habilidades dos funcionários, fornecendo subsídios para o aumento da responsabilidade e para a tomada de decisões. Na visão de Nadler (1984 apudVargas: ABBAD, 2006), o desenvolvimento está relacionado com o crescimento individual, sem uma relação específica com o trabalho realizado. Em contrapartida, o desenvolvimento de recursos humanos é um conceito global, que envolve outras funções da administração de pessoal.
            
O desenvolvimento deve ter o principal objetivo de promover as pessoas naquilo que se sentem mais propensas a fazer, crescendo e tornando-se mais fortes individualmente. Sendo assim, os programas de desenvolvimento de pessoal devem permitir a atualização do potencial intrínseco de cada participante, mudando a intenção de ação para ações efetivas e comportamentos objetivos.

Planejamento de um programa de treinamento
       Graceffi (2006, p. 24) argumenta que o planejamento do treinamento consiste em quantificar; escolher quando e como suprir as necessidades já definidas; quais recursos humanos, materiais e financeiros serão necessários mobilizar. Ele cita que é preciso seguir o seguinte roteiro:

a)    Quantificar o treinamento necessário;
b)    Definir a época ideal para o treinamento;
c)    Classificar as necessidades quanto ao conteúdo;
d)    Eleger a metodologia para cada necessidade de T&D;
e)    Documentar os eventos de treinamento;
f)     Programar os eventos de treinamento;
g)    Identificar os recursos internos e externos a serem mobilizados;
h)   Orçar os investimentos;
i)     Apresentar o plano de treinamento – obter a aprovação.

Cada um desses itens deve ser planejado com cuidado para que assim programa de treinamento atinja as reais necessidades da organização, por meio de um planejamento sério, competente e focado na empresa.

Além disso, na concepção do treinamento, devemos nos atentar para quatro aspectos importantes, que são: os objetivos instrucionais; a prontidão e a motivação dos treinandos; os princípios de aprendizagem e; as características dos instrutores.

Tipos de treinamento que podem ser utilizados por uma empresa
Sampaio e Tavares (2001) afirmam que, normalmente, a tipologia do treinamento é dividida de acordo com o local de realização. Neste sentido, os autores dividem os programas em treinamentos on the jobe treinamentos out the job.

Os treinamentos on the job, ou dentro do ambiente de trabalho, são feitos dentro do próprio serviço, com conteúdos profissionalizantes. Ele é frequentemente usado para cargos não gerenciais e possui a vantagem de permitir experiências práticas sob condições do trabalho e propiciar a construção de relacionamentos entre funcionários (BOHLANDER; SNELL; SHERMAN, 2003). As variações desse tipo de treinamento englobam o treinamento introdutório; rotação de cargos e; programas de estágios e trainee.

Já os treinamentos out the job, ou fora do ambiente de trabalho, são mais formais e realizados em sala de aula, laboratório ou locais alugados para a sua realização. Ele pode acarretar benefícios a empresa à empresa, pois é mais formal e permite a imersão total do funcionário nos ensinamentos. Dentre as técnicas mais utilizadas estão as palestras; seminários e conferências; simulações; dramatizações; estudos de casos e; jogos de empresa.
      
Diferença entre dinâmica de grupo e jogos aplicados em treinamentos e suas vantagens.
    Jogos aplicados em treinamentos são métodos de ensino e treinamento objetivos, que visam transportar o treinamento no tempo e no espaço para situação semelhante à problemática operacional que ele efetivamente irá encontrar nas empresas em que trabalhar. (http://www.portalgerenciais.com.br/jogos-de-empresa.php)

Dinâmicas de grupo são atividades com objetivo de descontrairos candidatos a uma vaga e servem para o recrutador conhecer melhor os participantes. Nesta atividade, as pessoasdeixam transparecer características pessoais e, portanto, é possível saber quem é empreendedor, metódico, ágil ou criativo. Também se nota, com facilidade, quem tem dificuldade em trabalhar em equipe. Não existe melhor ou pior candidato no desenvolvimento de dinâmicas de grupo, e sim, quem tem o perfil adequado à vaga.

Nas dinâmicas de grupo, os candidatos enfrentam situações desafiadoras e precisam representá-las de diversas formas, onde tudo o que fizer será avaliado. (http://www.curricular.com.br/artigos/entrevista-emprego/dinamicas-de-grupo.aspx)
            
Avaliação dos resultados do treinamento
A avaliação dos resultados do treinamento acontece em quatro níveis. A primeira é a reação, onde se analisa as opiniões ou a satisfação dos participantes sobre vários aspectos do programa de treinamento (BORGES-ANDRADE, 2006ª). O segundo nível é a avaliação do aprendizado, onde se observa se os treinados conseguem compreender e se lembram dos conceitos que foram apresentados. A aplicação de testes de habilidades e conhecimentos é uma metodologia. O terceiro nível avalia o comportamento, onde através do uso do que foi ensinado, se observa a efetividade do treinamento. Por fim, a última forma de avaliação são, conforme Bohlander, Snell e Sherman (2003) através de índices de produtividade e lucro da empresa, além da análise de queixas dos funcionários e verificação na diminuição de custos e desperdícios.
            
Responsabilidades atribuídas na ocorrência de um acidente de trabalho e exemplos.
Existe dois tipos de responsabilidades no acidente de trabalho: a Responsabilidade Civil do empregador, onde cao seja comprovada a culpa, pode gerar indenização. A outra é a Responsabilidade Criminal, que envolve a chefia e, caso seja comprovada a culpa, pode gerar pena de detenção.
            
Quanto aos exemplos que motivam os acidentes de trabalho podemos citar o descumprimento das leis trabalhistas e normas do Ministério do Trabalho; atos de negligência, imperícia ou imprudência dos empregados; ausência de ordens de serviço ou instruções de saúde e segurança no trabalho.
            
Programa de Saúde e Segurança no Trabalho e estruturação na empresa
O Programa de Saúde e Segurança no Trabalho (PSST) é uma proposta multidisciplinar, com ações integradas e abrangentes para prevenção de riscos ambientais e controle médico da saúde ocupacional. Sua estruturação se baseia na integração entre o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA); Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)e outros serviços relacionados à saúde e segurança. O PSST une uma série de atividades que oferecem mais qualidade de vida ao trabalhador, reduzindo o número de faltas, aumentando a produtividade da equipe, diminuindo custos e atendendo às exigências legais. Fonte: http://www.fieb.org.br/sesi/Pagina/202/Programa-de-Saude-e-Seguranca-no-Trabalho-%E2%80%93-PSST.aspx
            
Liderança
Liderança é a habilidade de inspirar confiança e apoio entre as pessoas de cuja competência e compromisso depende o desempenho. A liderança é um ingrediente essencial para o sucesso de uma empresa. De acordo com Griffin (2007), a liderança é tanto uma ação quanto um atributo. Como atributo, é um conjunto de características esperadas daqueles que são tidos como líderes.
            
Autoridade Formal
A autoridade formal se fundamenta nas leis aceitas e de comum acordo, que criam figuras de autoridade dotadas de poder de comando. O seguidor obedece a lei incorporada na figura de autoridade, mas não a pessoa que ocupa o cargo. A lei é o instrumento que possibilita a convivência social e se limita no tempo e no espaço geográfico, social ou organizacional, onde os limites definem a jurisdição da autoridade e inclui o poder de forçar a obediência das regras aceitas para a convivência.
            
Autocracia
Na autocracia, o líder fixa as diretrizes, as formas de execução das tarefas e as atribuições de cada um no grupo. O líder centraliza as decisões e impõe suas ordens ao grupo, desenvolvendo a agressividade, tensão, frustração e nenhuma espontaneidade do grupo, impedindo o relacionamento interpessoal. Entre eles, o trabalho só desenvolve com a presença do líder.
            
Liderança Democrática
O líder conduz e orienta o grupo incentivando a participação democrática das pessoas. Líder e subordinados desenvolveram comunicações espontâneas, francas e cordiais. Há grande integração grupal dentro de um clima de satisfação.
            
Liderança Carismática
É o tipo de liderança que provoca forte impressão nos seguidores. Com influência a partir da identificação e percepção de um modelo (estilo e traços), os líderes carismáticos afetam profundamente seus seguidores, porque os encorajam e inspiram para que eles vejam os problemas de maneira diferente, dêem o máximo e apresentem novas idéias.
            
Liderança Transacional
Este é o tipo de liderança baseada na autoridade, recompensa e troca entre líderes e seguidores, enquanto ambos acreditam que isso irá beneficiá-los. O líder transacional é aquele que apela aos interesses, especialmente às necessidades primárias dos seguidores. Ele promete recompensas ou ameaças para conseguir que os seguidores ou subordinados, trabalhem para realizar as metas.

Acompanhando as tendências da moda, Zuazen abre loja conceito em Ibiporã.

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A Zuazen trás para a cidade um novo conceito de loja, que oferece novas experiências ao consumidor, num ambiente moderno e com projeto arquitetônico inovador. Além de novo e moderno, cada detalhe traduz um ambiente repleto de alegria, feito como nossa casa e para acomodar a família. A loja conceito esbanja criatividade e soluções inovadoras, com revestimentos em madeira, luzes em led e manequins modernos. Um equilíbrio perfeito para virar passarela e transformar a vitrine de coleçõesno perfil da moda das famílias brasileiras. A unidade de Ibiporã é pioneira em lançar o modelo, que será feito em outras unidades do grupo e nas futuras lojas. Isto é inovação, que oferece um novo tempo para a moda paranaense.

Em relação à história do Grupo Zuazen, ele surgiu em 1996, quando a dona de casa Sônia Aparecida Bergamini Schiavonresolve ter um ateliê de costura na sua casa. Com o tempo o ateliê se tornou grande e a casa pequena para as criações. Seu esposo, LuizGonzaga Schiavon, viu potencial de crescimento nos negócios e começou a investir no projeto. Com isso, Sônia fazia a criação de peças e modelagens e ele atuava no financeiro. O que para Sônia era um espaço de costura se transformou na loja de confecções Zuazen, fundada em 03 de março de 1997. Além da loja conceito em Ibiporã (Avenida Santos Dumont, 116), a Zuazen tem duas unidades em Assai, uma em Jataizinho e a loja virtual (www.zuazenmagazine.com).  

Além dos fundadores, a Zuazen tem como futuros gestores Givago Bergamini Schiavon, formado em Marketing e Propaganda pela UNOPAR, atualmente cursando Pós-Graduação na PUC-PR em Planejamento e Gestão de Negócios, além de pretender cursar MBA de Gestão Comercial e, Raphael Bergamini Schiavon, formado em Administração pela PUC e MBA de Gestão Estratégica EmpresarialFocada em oferecer produtos de qualidade, as melhores marcas com os menores preços e condições, a Zuazen oferece atendimento personalizado da venda a pós venda. Assim, o cliente sente-se em casa para realizar suas compras, garantindo nosso principal objetivo: satisfação total. Com perspectivas de nove lojas no Norte do Paraná, a Zuazen tem como missão ser a loja da família, comercializando produtos variados, de qualidade, com preços competitivos, primando pela excelência no atendimento, visando à satisfação dos clientes, fornecedores, colaboradores e investidores.

Entre os valores da rede, genuinamente local, estão a inovação: inovar para não envelhecer; respeito a clientes, colaboradores, fornecedores e ao patrimônio da empresa; trabalho em equipe para atingir metas e superar desafios; comprometimento com regras e resultados da empresa; honestidade e ética nas atitudes e relações de trabalho; humildade para reconhecer os próprios erros, inspiração para mudar e incentivar mudanças positivas. Trabalhando desta forma, o Grupo Zuazen, busca oferecer o melhor para a comunidade onde está inserida. Apoia campanhas locais e comunitárias de cunho social, solidárias ou que tenham como objetivo a consciência e preservação ambiental. Outra iniciativa é o incentivo a projetos culturais e esportivos nas diversas localidades, além do apoio e parceria do SEBRAE, que sempre orientou suas atividades empresariais em busca de melhorias e inovação.Assim é a Zuazen. Vestindo você, sua casa e sua família!

Lojas Zuazen:
Jataizinho: Magazine. Av. Antônio Brandão de Oliveira, 460, Centro. Fone: 3259-1612.
Ibiporã: Calçados e confecções. Av. Santos Dumont, 116, Centro. Fone: 3158-1204.

Assai: Loja 1 - Confecções. Av. Rio de Janeiro, 841, Centro. Fone: 3262-4331.

Assai: Loja 2 - Calçados. Av. Rio de Janeiro, 875, Centro. Fone: 3262-0409

Virtual: Desde 2012 - Calçados e brinquedos. www.zuazenmagazine.com