segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Dia 13 de novembro tem Encontro de Carros Antigos e Customizados na Praça Pio XII


A Praça Pio XII sedia em 13 de novembro o 27º Encontro Mensal de Carros Antigos e Customizados. Segundo Flávio Eduardo Cardoso, Presidente do Motor Clube, o encontro é de veículos com mais de 30 anos; de carros customizados e tunados com som, rodas, rebaixados e turbo; triciclos, motos, tratores e caminhões.                                                                                                      
Flávio Eduardo é presidente do Motor Clube desde agosto e dá continuidade a gestão do ex-presidente Fábio Petri, que levou o motorclube a uma posição elevada na região. “Somos em 18 membros e todo 2º domingo do mês é feito o encontro mensal. O anual em agosto irá para a 3ª edição e reúne em média 600 veículos. Feito em dois dias é um atrativo que ajuda o comércio movimentando hotéis, mercados, postos de combustível e restaurantes. Espero que isto se torne algo tradicional”, relata.                                                                           
Proprietário de uma picape Willys 1969, comprada nova pelo seu avô e que trabalhou muito no campo e na cidade, ele afirma que a cultura do carro antigo cresce e o evento possibilita convívio e confraternização de colecionadores para divulgar e reviver histórias do passado. “Há mais de cem anos os veículos ajudam a transformar e evoluir a sociedade através do transporte de cargas e pessoas. Além disso, ter um carro antigo hoje em dia não é tão caro como se imagina”, ressalta.                                                                       
O Motor Clube de Ibiporã já ganhou seu espaço de representatividade e está presente em eventos como do livro “Contos e Causos”, além de irem a encontros em Jataizinho, Londrina, Cambé, Rolândia e demais localidades. “Outra tendência destes eventos é a exposição de antiguidades como máquina de escrever, panelas, máquina registradora, bicicletas e itens antigos. Isto preserva a história e a memória”, finaliza.   

domingo, 30 de outubro de 2016

Com 694 votos, Augusto Semprebom agradece a expressiva votação para vereador em Ibiporã


Augusto Semprebom começou no judô precocemente aos quatro anos. Hoje, aos 39 ele comemora 35 anos de artes marciais. Mas antes de abrir a Academia Augusto Semprebom há seis anos, desde os 15 ele estudava mecânica diesel no SENAI e trabalhou na Viação Garcia cinco anos. Posteriormente foi almoxarife numa indústria de salgadinhos; por cinco anos na manutenção de caminhões da Vega Ambiental, a antiga Vega Sopave que coletava de lixo em Londrina e; mais cinco anos na Paraná Equipamentos na manutenção de tratores e esteiras. Paralelo ao trabalho de mecânico, os estudos em Física na UEL em 1998, de eletromecânica no SENAI e a graduação recente em Direito, Augusto obteve cerca de 150 títulos nas artes marciais, como 15 vezes campeão paranaense e o Open Brasil.                                                                                               
Com dedicação e trabalho, Augusto abriu a academia e oferece musculação, danças (jump, zumba e ritmos), atividades aeróbicas e lutas (kickboxe, boxe, judô, muay thay, karate, kung fu, jiu jitsu e tae kon do) para idades a partir de três anos. Os instrutores são formados em Educação Física, graduados e federados nas modalidades, além de haver parceria com federações de artes marciais. A academia possui estagiários da UEL, UNOPAR e UNIFIL, visando abrir espaço e oportunidades aos estudantes. Outra abertura da academia é a aula experimental gratuita e fundamental aos pais para identificar a aptidão esportiva dos filhos.  

Com a visão de formar campeões dentro e fora dos tatames, Augusto Semprebom dedica parte do seu tempo a projetos, como o “Mais Educação”, que ensinava artes marciais em oito escolas municipais para mais de mil alunos do ensino fundamental. Com o encerramento de algumas atividades do projeto, Augusto levou alguns alunos para sua academia. “O Mais Educação era no contra turno ou no intervalo do almoço. Há para 2017 perspectivas de implantar o projeto em locais descentralizados, como San Rafael, Vila Esperança, Bom Pastor e na academia. A descentralização evita o deslocamento a área central”, diz. Outro projeto é ensinar judô aos alunos da  APAE portadores de autismo e da Síndrome de Down. “Estas atividades transformam diretamente a vida do aluno em relação a aspectos sociais e físicos”, complementa Augusto, que graças aos projetos levou centenas de crianças para torneios e campeonatos em localidades até fora do Estado.                                                                                                                             
Quanto às últimas eleições, Augusto Semprebom foi candidato a vereador e o convite surgiu do prefeito José Maria. Ele obteve 694 votos, foi o 13º mais votado e ficou de 2º suplente. “A votação expressiva foi devido os pais encararem o projeto como algo bom e que desenvolve as crianças em muitos aspectos. No entanto, a maior motivação da candidatura foi criar projetos e leis para ampliar trabalhos no esporte e com retorno social desde as crianças a idosos, uma que desejo atingir, pelo esporte, qualidade de vida às famílias. Independente do resultado, projetos e trabalhos continuam”, ressalta Augusto, que no próximo 30 promove no Munhecão, junto com a Associação Yang de Kung Fu, um evento com artes marciais, arco e flecha, exposições variadas (armas, cerâmica, bisais, livros e vídeos) apresentações e comidas típicas. Informações sobre o evento e a Academia Augusto Semprebom (localizada na Avenida 19 de Dezembro 1691), podem ser obtidas nos telefones 32581918 ou 91915355. Tanto a academia, quanto o Augusto tem perfil no facebook. 

Infância, juventude e os livros da Cosac & Naify (Por Aldo Moraes)

No mês da criança, vamos direto ao ponto: num país que clama por leitores e formação de novos apaixonados pelo livro (esse objeto que leva ao sonho e ao impalpável, culto da mente e da alma), iniciativas de grupos culturais pelo Brasil contrastam em dificuldades e falta de estrutura com a editora paulista Cosac & Naify (que fechou as portas este ano) e cuja direção, declarou recentemente ter o interesse em incinerar cerca de 100 mil títulos. Uma das mais importantes no mercado, a empresa argumenta que doar custa caro e ainda acarretaria em diminuição futura no valor comercial de seus autores.                                                        
Ocorre que o Brasil é grande e a doação destes títulos a bibliotecas, centros culturais, coletivos e escolas públicas ajudaria na divulgação dos autores e na formação de público para novos lançamentos. Pensamos ser fundamental estimular o gosto pela leitura e torná-la acessível a todas as camadas e faixas etárias. Reclamar que o Brasil é um país com baixo índice de leitura e ter uma atitude deste nível é um enorme paradoxo. Tanto quanto divagar no valor comercial dos autores no futuro e não avaliar o futuro de crianças e jovens impactados pelo livro e com a cidadania e o alcance intelectual limitados pela falta de bibliotecas e melhor estrutura nas escolas do país.                                                  
A formação de leitores, o gosto pelo livro, música e artes ganha muito quando começa na infância e se consolida na juventude. Estes livros (com produção extremamente caprichada e de bom gosto) poderiam ser inseridos no cotidiano de espaços culturais, comunidades e escolas e promover aventuras e paixões através de enredos, versos e imagens. Pois quem nega a imensa e por vezes dolorosa aventura em Clarice Lispector? A dureza estética e o sofrimento em Graciliano Ramos? Ou as desventuras de Vadinhos, Tietas e Arcanjos nos textos imprevisíveis de Jorge Amado? O que seríamos sem o universo mágico de Monteiro Lobato, Ana Maria Machado e Ruth Rocha? Nesta matéria fina e tão sólida ao mesmo tempo se concebem retratos do Brasil rural e urbano; lendas e nossa cara de índio, negro e branco. Ainda mais: No Brasil, o rigor e a beleza da MPB e do samba agregam conteúdo poético e estético a literatura. Obras para teatro, cinema e muitos da nova geração completam os mares aos quais temos acesso e que só podemos desfrutar com quando iniciados nas águas do livro, um batismo para o que há de na cultura.                                                                            
Num contraponto ao anúncio da editora, projetos e coletivos culturais nos quatro cantos do Brasil produzem leitores, autores e uma moçada politizada que quer discutir e ir de encontro ao país real. Estas iniciativas sobrevivem de apoios, doações e da clara certeza de seus realizadores de que fazem a parte para as mudanças que o povo merece e precisa. No contexto das comunidades, o livro é ferramenta de estudo, conhecimento, aventura e possibilidade de novas estradas para crianças, adolescentes e jovens que enxergam na cultura o elo com a educação e a cidadania para dias melhores e iguais para todos.

domingo, 23 de outubro de 2016

Museu preserva a história de Jataizinho


Formado em História pela Universidade Estadual de Maringá, Alysson Meyer de Lima é curador do Museu há três anos. Com amplo conhecimento da história local, ele cita que o espaço é dividido cronologicamente desde a colonização com a Colônia Militar e Aldeamento de São Pedro de Alcântara e há itens do período como cacos de cerâmica indígenas datadas de 1850. Nesta época houve a Guerra do Paraguai (1864-1870) e Jataizinho era entreposto militar que alojava munições, armas, remédios e alimentos mandados para as batalhas do Mato Grosso. O Paraná era emancipado de São Paulo, mas regido pelo Império. Para enriquecer a história, o espaço tem moedas, balas de canhão, espadas, machados de pedra, lamparina, alicate e documentos duma época em que a maioria dos habitantes era formada de escravos e indígenas. “A Colônia Militar ficava do outro lado do rio, em Ibiporã. A atual Jataizinho era o aldeamento e o território da cidade era extenso, havendo apenas ela e São Jerônimo da Serra no Norte Paranaense e Campo Mourão a oeste. Eram terras desabitadas, mas antes povoadas por Caiuás  e Guaranis”, cita Alysson Meyer.              
Numa segunda sala do museu se conta a história religiosa do município a partir de Frei Timóteo, fundador da colônia, líder político e religioso que era italiano e denominado Capuchinho. Ele viveu na região de 1855 até seu falecimento em 1895. Também há peças do padre José Cerdan, um dos principais párocos que ficou mais de 25 anos na igreja. Alysson cita que a Colônia tinha caráter militar e religioso.                                                   
O corredor do museu ilustra a história política desde a emancipação em 1947, com a galeria de todos os prefeitos, desde José Moraes Neves a Élio Batista. Nesta galeria cita-se que Jataizinho teve duas emancipações: Em 1929 era a Colônia Militar de Jatay em homenagem as abelhas que faziam colméias nas arvores de Jatobá. Mas, em 1938 foi rebaixada por Manoel Ribas a condição de vila de Assaí. Segundo Alysson Meyer, isto foi uma vingança política devido à inimizade com os mandatários locais da época, o farmacêutico e líder político Osvaldo Ramalho. Era o período da ditadura do Getulio Vargas e Ramalho não o apoiava. No entanto, o fato justificou-se na baixa arrecadação e o pequeno crescimento populacional. “Assaí tinha o mesmo tamanho de Jataizinho. Mesmo com olarias, plantações de algodão, produção e venda da carne de porco, não havia o porquê da retaliação. Com o surgimento de Jatay em Goiás, em 1943 mudou-se o nome para Jataizinho e o município emancipou-se em 10 de outubro de 1947”, recorda. Mesmo com a independência de Assai, em 1955, quando se completou os 100 anos da cidade, houve um movimento buscava as origens e valores históricos, liderado por João Martins Dutra, vereador e cartorário que propôs a mudança para o nome Jatay de Alcântara em homenagem a Dom Pedro II. Isto não aconteceu e a população reclamou, justificando que o nome atual é diminutivo e inferioriza a cidade. 
O museu também relata a história da ponte, da estação de trem, da balsa e das cerâmicas, a primeira indústria local e algo que vem desde Frei Timóteo. Há também um espaço dedicado as famílias tradicionais e que expõe objetos de uso urbano e rural cotidiano como rádios, cortador de cabelo, toca disco e documentos que relatam histórias de pioneiros, como por exemplo, um salvo conduto, uma permissão para circular no país. Para incrementar a galeria, há folders com histórias de pioneiros como Benedito Furlan e Benito Galli, ainda vivos e personagens da Folha de Jataizinho em edições passadas. Muitas escolas visitam o museu numa espécie de aula de historia, algo importante na formação educacional e que propicia ao aluno conhecer o passado, além de ser comum a identificação de antepassados.                                      
Quanto à casa que hospeda o museu, há uma lenda que Dom Pedro II veio a Jataizinho e se hospedou nela. No entanto não há documentos que confirmem isto. Segundo Alysson Meyer, o imóvel foi construído em 1935 e a suposta visita ocorreu em 1855, por conta da doação das imagens de São Pedro de Alcântara e da Nossa Senhora da Imaculada Conceição, além dos sinos da igreja. “São Pedro de Alcântara era o padroeiro do aldeamento e Dom Pedro II seu devoto. Com a doação da imagem da Nossa Senhora da Imaculada Conceição pela Princesa Isabel, ela tornou-se padroeira. Muitos não crêem que Dom Pedro II ficou na casa, mas a construção data 44 anos após sua morte”, relata. Quanto ao imóvel, de 81 anos e todo em peroba, seu primeiro dono foi Joacir Palhano, agrimensor e engenheiro que viveu nela por dez anos. Posteriormente foi vendido para Domingos Diana, ex-proprietário da cerâmica em frente ao imóvel e que hoje se chama Cerâmica Douro. Ele morou 30 anos na casa e nos anos 70 a vendeu para Esmeralda Vieira, que viveu ali até falecer.              

Festa das Crianças já é tradição no Conjunto Antonio José Vieira, em Jataizinho


A fé e a esperança em curar o filho Gabriel Lázaro de Campos, hoje aos 14 anos, fez Valmir de Campos (50) prometer a Nossa Senhora uma festa para as crianças por nove anos. Com a recuperação do filho que tinha problemas nos pés, a fé renovou-se e Valmir, conhecido por “Cigano”, mantém a tradição.                    
Morador de Jataizinho há 19 anos, ele fabrica churrasqueiras, cria bois e cavalos ali mesmo perto de sua casa, no Conjunto Antônio José Vieira. Quanto ao apelido, ele obteve aos 12 anos, quando iniciou a compra e venda de cavalos. “Pensei em acabar com a festa mas não tive forças devido às crianças e os amigos insistirem para continuar. Com isto muitos começaram a ajudar. Quando chega perto do Dia das Crianças, pessoas da Família Vieira, o Paulo Pelisson, a Casa dos Doces, o prefeito eleito Dirceu Urbano e os vereadores Clóvis (que doa chocolates) e Jorge (que cede sorvetes e o carro de som) e demais pessoas ajudam com pão, carne moída, doces e sorvete. O bolo faço junto com minha família e a cunhada Adriana Bigati”, relata Cigano. Tamanha a grandiosidade da festa que nesta edição foram quatro mil pães, 500 litros de refrigerante, 600 sorvetes, 120 quilos de carne moída e salsicha, maionese, tomate e pimentão vindo de verdureiros e do Ceasa, além do bolo que usa 70 quilos de farinha, 50 litros de leite e pesa 280 quilos. Além disso, antes da festa ele manda um bolo de sete quilos, pães, doces e refrigerantes na Casa de Repouso e para a Casa de Recuperação.                                                                  O evento interdita a Rua Agenor da Silva, começa meio dia e vai até as seis da tarde. Ali tem caminhão de som com música e locutor, brinquedos e até corte gratuito de cabelo. No dia, os pais aproveitam para se divertir e recordar os tempos de infância. “Deus prepara tudo. Organizar este evento foi uma nova etapa em minha vida. Meu filho está curado e é uma benção”, pontua Cigano, que em 2017, se tudo der certo e for da vontade de Deus, presenteará as crianças com brinquedos.


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Gato Zé do Bar e Mercearia Progresso morre envenenado após a fama nas páginas da Folha de Jataizinho


Após a fama na Folha de Jataizinho que contou sua história, o gato Zé, de Dolores Ferreira Carvalheiro, do Bar e Mercearia Progresso no Conjunto Antônio José Vieira, foi envenenado junto com outro gato. Ambos morreram. Zé tinha 6 anos e saia pouco de casa. Mesmo assim era querido e muitos o fotografavam. “Deram um veneno forte e ele chegou babando no portão. Coloquei-o no tapete para vomitar, mas não deu certo. Muitos estão revoltados pois criamos os bichos com amor e carinho. O individuo que fez isto não tem coração e vai pagar, seja no inferno ou perante a justiça. Se souber quem foi vou denunciar a polícia. Os animais são indefesos e bons”, diz revoltada.                

Ainda indignada, ela recorda que também mataram o galo Chico a pauladas e um terceiro gato a tiros. Ambos morreram com requintes de crueldade. “Eram animais dóceis que brincavam e pulavam nas pessoas”. Apesar do susto, ela cita que no bar nunca houve ameaças ou homicídio. Com a morte do Zé, Dolores ainda cria o gato Juvenal e as gatas Pipoca e Neguinha. Após cirurgia de cesariana elas operaram para não criar.                                    
Enterrado no quintal, numa caixa e envolto em tecidos, o Zé vai deixar muitas saudades. E para não haver tristeza no Bar e Mercearia Progresso, Dolores Ferreira adestrará outro gato. No entanto há receio que possam fazer maldade contra ele.


Além do happy hour com presença do público de todas as idades, Bom Bife de Ibiporã tem variedade de açougue e restaurante com marmitex a partir de 8 reais.


O Bom Bife é uma empresa familiar e tradicional há mais de 22 anos em Ibiporã. Os esforços do comerciante Carlos Bruneli se iniciaram com o açougue. Anos depois ampliou o estabelecimento com um mini mercado, lanchonete e restaurante, que surgiu para agregar valor e inovar a partir do espaço ocioso. O restaurante está aberto de 2ª a sábado, das 11 hs às 14hs30min e aos domingos tem marmitex a retirar no balcão ou entrega, onde motociclistas levam a qualquer ponto de Ibiporã em menos de 15 minutos. Popular em virtude da diversidade de carnes, o Bom Bife tem almoço a partir de R$15,00 e as marmitex são as mais pedidas, como a de R$ 8,00, com opção de três a quatro tipos de misturas. Outra grande procura são os pratos executivos de 10 reais. Carlos Bruneli diz que o valor em conta se deve ao fato de agregar o açougue ao restaurante, propiciando produtos de qualidade e menor preço. “Graças a isto forneço condições facilitadas a grupos ou empresários que desejam comprar em maiores quantidades, como por exemplo, pagamento mensal ou quinzenal”, diz.
O Bom Bife é um ponto de encontro e happy hour, que funciona desde 1994 e música ao vivo a partir de 2003. Uma opção a mais de entretenimento aos ibiporãenses. A lanchonete recebe duplas com o melhor do sertanejo universitário e de raiz. Além da música ao vivo, o diferencial é o cardápio, com chopp, cervejas, sucos e refrigerantes. Há vaca atolada, porco no tacho, costela assada na tábua (acompanhada de mandioca e salada), frango, coxão mole, alcatra, contra file e demais. Outra opção são os espetos, nos sabores carne, frango, cafta, linguiça toscana, calabresa, porco, coraçãozinho, pão de alho, tulipa, carneiro e queijo mussarela. O público é variado e vem de Londrina, Jataizinho, Cambé, Rolândia, Sertanópolis e Bela Vista do Paraiso. O Bom Bife preza pelo ambiente familiar e grande presença de jovens. O happy hour é das 17 hs a meia noite e música ao vivo a partir das 20 hs.                             
A tradição do Bom Bife é lembrada principalmente aos domingos, onde a variedade de carnes assadas é grande e com preços acessíveis devido à compra direta. É possível encontrar, a partir das 10 hs, costela, maminha, frango assado recheado ou desossado, coxa desossada ou recheada, cupim, costela recheada, carnes suínas, lombo recheado e outras variedades alimentícias como maionese e farofa.
Carlos Bruneli tem perfil no facebook além da página do Bom Bife, com muitos seguidores, o comerciante interage com os clientes através de fotos e comentários. Aceitando cartão de crédito e débito, ele está na Avenida Paraná 1149. O telefone de contato é o 32585133.


Luarte Artesanato disponibiliza itens para segmentos variados.


A professora de Artes Rosângela Aparecida Bergamin da Luz (50) é formada há 26 anos e leciona no Colégio Teotônio Brandão Vilela, em Ibiporã. Ela produz artesanato há mais de 9 anos. Suas peças são expostas e comercializadas no Centro de Artesanato, nas redes sociais e escolas. Na produção constam itens em MDF (caixas decoradas, porta-jóias, caixa de giz escolar e quadros), pachtwork (bolsas e tapetes) feitos com retalhos, bordados e peças desenvolvidas com produtos reciclados, mostrando uma arte engajada e com responsabilidade ambiental através da sustentabilidade. “Aplico a reciclagem com os alunos da rede pública com garrafas de vidro decoradas que servem de presente”.                                                                                                                        
Além de Ibiporã, sua arte chega a localidades como Maringá, Curitiba e São Paulo através da internet. “Acredito na valorização do artesanato. Meus trabalhos estão no Centro de Artesanato e na Rota do Café. Isto gera renda aos envolvidos e torna Ibiporã um pólo de artesanato que valoriza o ser humano e agrega valores”, ressalta. Rosângela Aparecida diz que há uma grande valorização da arte e dos artistas locais, como Henrique Aragão, que sempre recebeu muito bem a todos, além do envolvimento da Secretaria de Cultura, que traz coisas boas ao município.                                                                
Os produtos, decorativos e únicos, são feitos por encomenda. Em especial é disponibilizada uma coleção de apagadores comercializados nas escolas. “Exerço a criatividade e o retorno é satisfatório. Antes de fazer o trabalho observo o perfil do cliente para fazer algo personalizado”, cita. Maiores informações podem ser obtidas na página Luarte Artesanato no facebook, ou pelos telefones 32581929 e 99338863. As compram são parceladas no cartão de crédito. 

Legado das artes para cultura universal, deixada por Henrique Aragão é recordada e celebrada na Casa de Artes e Ofícios Paulo VI, em Ibiporã


Um ano após a morte de Henrique Aragão, em 25 de agosto, houve um evento no Cine Teatro Padre José Zanelli e na Casa de Artes e Ofícios Paulo VI, para lembrar o legado que o artista deixou não só para a cidade, mas para as artes e cultura universal.                                                                                                          
Na ocasião, o secretário municipal de Cultura e Turismo, Julio Dutra, apresentou como se deu o processo de transferência do imóvel e do patrimônio ao Município, via Fundação Cultural de Ibiporã, ocorrido este ano. Após o falecimento de Henrique, houve um grande período de espera por trâmites jurídicos até que fosse definido o destino da Casa de Artes, para que se soubesse quem ficaria responsável por sua manutenção, inventário e destino das obras, documentos e objetos que pertenciam ao artista. As pessoas que conheciam a Casa de Artes e Ofícios Paulo VI poderão observar que o município faz a manutenção geral do imóvel, como limpeza, consertos, organização dos espaços e da biblioteca do artista. Talvez não seja do conhecimento de todos, mas desde o último dia 28 de abril de 2016, o imóvel passou aos cuidados do Município. Assim, Júlio leu a prestação de contas minuciosa da manutenção, dos consertos e melhorias feitas no imóvel após a transferência.                                                                                                                     
A memória de Henrique de Aragão deve ser celebrada e recordar o legado que deixou para Ibiporã nas várias artes. No evento foi apresentada ao público uma obra produzida por Henrique em 1973 para a família Canziani, doada em 24 de agosto pelo médico de Londrina, Severo Canziani, ao acervo da Casa de Artes e Ofícios Paulo VI. A noite foi dedicada à arte e ao artista com o espetáculo OVO da Cia Agon, dirigido por Renato Forin Jr. que também atua na peça. O espetáculo colocou o público como atores e foi encenada de forma intimista, onde público e atores ocuparam o palco do Cine Teatro. Após a peça todos foram à Casa de Artes e lá a Escola de Dança da Fundação Cultural também prestou sua homenagem ao artista. Um filme gravado com o próprio Henrique foi exibido também no Teatro Eutália Aragão, nos fundos da Casa de Artes, onde no passado, ele encenava suas peças. Estiveram presentes amigos, artistas e pessoas que conviveram e contribuíram com a Casa de Artes e com o Artista. 


Igreja Católica de Jataizinho abre espaço para candidatos a prefeito expor idéias e propostas.


A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em 12 de setembro, abriu espaço aos dois candidatos a prefeito, Dirceu Urbano e Wilson Fernandes. Diversos segmentos da sociedade estiveram presentes e o objetivo, segundo a Pastoral da Comunicação, foi mostrar propostas. Vale citar que o candidato Wilson Fernandes não permitiu a reprodução da entrevista e há um documento protocolado que comprova a decisão.                                                                                 
Por outro lado, Dirceu Urbano agradeceu a oportunidade de mostrar as propostas de governo. Aos 59 anos e nascido na Água das Flores, ele é casado há 33 anos e ama Jataizinho. Devido a isto está na política, algo que lhe da experiência através de conversas com a população. Oriundo do ramo empresarial, entre 1997 a 2002 administrou um frigorífico com mais 500 colaboradores, além de ser gestor da APAE por 16 anos. “Quando cheguei à entidade havia muitos problemas a serem resolvidos. Eram 60 crianças, poucas condições financeiras e sem apoio do governo estadual e federal. Graças ao empenho de muitos nos tornamos uma das melhores APAEs da região de Cornélio Procópio, que tem 18 escolas”, recorda. Lutando por recursos e vendo o crescimento das despesas, Dirceu Urbano cita que a comunidade também se empenhou na causa e graças a isto a escola é bem mantida.                                                                                                                                 
Eleito para três mandatos de vereador e exercendo a presidência por duas vezes, ele diz que os mandatos foram marcados pela credibilidade e honestidade, além de ser bem aprovado e nunca promover perseguições políticas. Em sua terceira candidatura ao executivo municipal, Dirceu Urbano sonha mudar a cidade, colocando-a rumo ao futuro prospero. Mas para isto é necessário trabalhar. “Se alguém tivesse a coragem de criar o parque industrial, hoje teríamos mais fonte de receitas, além do desenvolvimento social, político, educacional e do turismo. O bom gestor não acumula despesas, mas arrecada. Sou do ramo empresarial e não tenho verbas públicas para gastar. Todo o mês arrecadava mais de meio milhão, no intuito de cobrir a folha de pagamento, além de pagar demais impostos”, relata.                                     
Dirceu Urbano explicou que a prioridade é o parque industrial e com ele a cidade diminuirá problemas como a falta de médicos, pobreza, desemprego e a migração de pessoas para o exterior ou para trabalhar em outras cidades, tendo que enfrentar ônibus lotados e retornar tarde para casa. “Temos que plantar a semente do parque industrial para aumentar a receita”. Outra proposta junto ao Consórcio de Saúde da Região Metropolitana é a agilização para acabar com filas de consultas e exames, que demoram muito. Ele também quer trazer pediatra durante a noite, pois no período as crianças têm mais dificuldades, além de ser ruim se deslocar para Ibiporã e Londrina em busca de atendimento.                                                                                                            
Propondo a gestão participativa, o candidato ressaltou o investimento no turismo, a representatividade das associações e comunidades, mais espaço aos estudantes e o incentivo das escolas no tempo integral “Algo necessário. Os pais vão trabalhar e as crianças ficam expostas na rua”. Outro ponto foi o funcionalismo público, que tem o salário defasado e o atual prefeito tem dificuldades para pagar devido a falta de recursos.