terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Iniciada em meados dos anos 70, a feira livre do centro de Cambé se tornou referência e é um tradicional ponto de encontro que oferece produtos variados e de qualidade.


Muitos acordam bem cedo para consumir o pastel da Banca do Alcides, levar para casa ou saborear junto com os amigos do trabalho. É na feira que encontramos as pimentas afrodisíacas de Vicente Forte ou os cereais de Pedro Naves. Mais que isso, a feira valoriza o produtor, oferece produtos não encontrados em mercados, além de ter mais qualidade e menos agrotóxicos. Ela é fundamental ao município e viveu muitos períodos, onde aumentou e diminuiu. Agora ela está maior, pois a clientela dos mercados viram que seus produtos são mais em conta, frescos e de qualidade.                           
Antônio Massuda (62) é de Rolândia e vende ovos, mandioca, chuchu, rúcula, cebolinha, alface, rabanete e hortaliças, todos cultivados na propriedade familiar da Barra Grande. “Meu pai foi um dos primeiros feirantes de Cambé em meados dos anos 70. Durante o dia cultivamos e colhemos os produtos para comercializar no dia seguinte. De madrugada, às cinco da manhã a banca já está montada”, relata. Ele observa que a feira está aumentando e o local possibilita a venda direta ao cliente, sem intermediários.
Donizete Ventura (49) é feirante em Cambé e Rolândia. Ele vende alface, abobrinha, tomate, chuchu, cenoura e legumes variados. Há 20 anos no ramo, ele começou com uma banca de dois metros, oferecendo produtos de cultivo próprio. “A feira é tradicional e fundamental ao município. Foram vários períodos, onde ela aumentou e diminuiu. Agora está maior, pois a clientela dos mercados viram que os produtos da feira são mais em conta, frescos e de qualidade”, relata.                             
Com a família no ramo de pasteis há 32 anos e banca em Cambé há 18, Alcides Andrian Júnior (36) cita que sua rotina começa às 4 da manhã, onde carrega a Kombi e prepara o café. “Chego à feira às cinco horas e monto a barraca em 40 minutos. Muitas pessoas acordam cedo para consumir nossos produtos, além de levar para casa. Há quem está a caminho do trabalho e vem aqui”, declara. Com a banca ele gera sete empregos e o sustento de três famílias. “A feira valoriza o produtor, oferece produtos não encontrados em mercados, além de ter mais qualidade e menos agrotóxicos”.
Vicente Forte está na feira há três anos e comercializa pimenta malagueta, dedo de moça, mexicana, jurubeba, gengibre, alho em conserva e mostarda. “A feira tem mercadorias variadas e pequenas lembranças. A pimenta é de produção própria e tenho clientes antigos. Com inúmeros benefícios, ela queima calorias, aumenta a circulação e é afrodisíaca”, relata.
Pedro Vicente Naves está na feira há mais de 20 anos, após assumir o lugar de outro cerealista. Ele vende arroz, feijão, café, linhaça, quinoua, lichia, amaranto, aveia, milho, arroz integral, grão de bico, amendoim e castanha do Pará. “A alimentação natural e o uso adequado de grãos é excelente para a saúde”, declara.
Apesar do sucesso da feira, ele diz que os feirantes vão se organizar e pretendem implantar melhorias como energia elétrica própria, banheiro para feirantes e clientes, cadastro próprio e segurança particular. “A Secretaria de Agricultura nos ajuda em diversos aspectos, porém temos que se organizar para melhor atender Cambé”, finaliza.


Praça CEU do Jardim Tarobá oferece cursos gratuitos a comunidade


A socióloga e pedagoga Sandra Savegnago é ligada a projetos sociais há 18 anos. Ela coordena a Praça CEU (Centro de Artes e Esportes Unificado), um projeto do Ministério da Cultura que abriga ações das Secretarias de Cultura, Esporte, Ação Social e CRAS (Centro de Referência e Assistência Social). O CEU é aberto à comunidade e propicia oficinas de balé, capoeira, street dance, teatro, histórias em quadrinhos, taekondo, futsal, capoeira, confecção de máscaras e bonecos, roda de leitura para a 3ª idade e alongamento. As atividades são gratuitas e, neste último, mais de 70 pessoas participam.                                                                                                                          
Ela ressalta que no último sábado do mês há o “CEU conta estória”, onde profissionais e voluntários narram estórias para crianças, incentivando-as a ler. Já no 2º sábado acontece das 15 às 19 horas a “Feira do CEU”, onde 52 expositores apresentam artigos de artesanato e culinária. “A Praça CEU fomenta quem produz e é um local de exposição, divulgação e um atrativo cultural de sociabilização. Nos dias de feira são feitas campanhas donativas que beneficiaram a Santa Casa, a Pastoral da Saúde e o Hospital do Câncer”, diz.                                                                                                                                       
Interessados em conhecer o CEU ou se matricular num curso devem ir a Rua Genésio Geraldo dos Santos, 451, no Jardim Tarobá e levar o RG, CPF ou Certidão de Nascimento, mais uma foto 3x4. O contato é pelo 31740578 e a página no facebook é: Praça CEU Cambé. Em breve serão ministradas oficinas a jovens interessados em se inserir no mercado de trabalho. 

Moradores do José Fávaro reivindicam pavimentação da Rua Emilio Barizon.

O crescimento pujante e industrial de Cambé é positivo e aumenta as demandas infra-estruturais. Uma delas é a pavimentação da Emilio Barizon, uma via que liga o Ana Rosa ao Jardim União, através do Jardim José Fávaro. A liderança comunitária Pedrinho do SOS e moradores das imediações, encaminharam um ofício a Administração Pública para se fazer estudos, no intuito de implantar o asfalto na via. “O fluxo de veículos, de quem se desloca pela região, causa transtornos a moradores devido à alta velocidade, poeira e barro. A rua é pioneira e solicitamos aos órgãos competentes que tomem as devidas providências”, diz Pedrinho. 
                                                                                            
Com 1200 metros de extensão sem asfalto, o trecho é fundamental para logística e deslocamento. Com a pavimentação, moradores do Ana Rosa, Parque Manella, Jardim União, Santo Amaro, Novo Bandeirantes e José Fávaro serão os principais beneficiados. 

Academia Black Fight oferece uma gama de esportes.


Cambé ganhou a academia Black Fight, do Roberval Damião Vitorino de Souza. Ela oferece Jiu Jitsu, Taekondo, Muay Thai e condicionamento físico. Formado em Educação Física pela Universidade Estadual de Londrina e professor da rede pública municipal em Cambé e Londrina, desde a infância ele pratica atividades esportivas. Ao concluir a graduação foi para São Paulo, obteve títulos no Jiu Jitsu, graduou-se professor e trabalhou em várias academias. “Estou há mais de 10 anos nas artes marciais. Na academia Black Fight minha trajetória é vista através das mais de 70 medalhas e troféus expostos”, afirma. Ele ressalta que as artes marciais estão ganhando adeptos por formar o caráter e a conduta do cidadão, além de muitos brasileiros se destacarem no exterior.                                                                 
Com 80 alunos, a Black Fight abrirá novas modalidades e tem um projeto para se tornar pólo de formação em lutas. Isto é um sonho que Roberval aos poucos começa a realizar. “Vou desenvolver um grande projeto esportivo em Cambé. Sou cidadão e tenho a obrigação de contribuir com o desenvolvimento do esporte local. Vivemos numa cidade com mais de 110 mil habitantes e enorme potencial. Este ano vários atletas daqui se destacaram como medalhistas em vários campeonatos de artes marciais”, afirma.                   
Alçando vôos mais altos, no 2º semestre ele montará a Associação Brazilian Jiu Jitsu de Cambé, no intuito de oferecer suporte aos praticantes. “Houve um diálogo com a Secretaria de Esportes e ela nos apoiará no intuito de difundir as artes marciais no município, além de ajudar quem luta e participa de campeonatos e torneios”, finaliza.                                                                                    
A Academia Black Fight está na Avenida Roberto Conceição, 300. Funciona das seis a meia noite e o telefone de contato é o 30352703.

Estilos Estofados e Móveis Usados oferece itens retro para mesclar a decoração com requinte e bom gosto.

Para quem não sabe, Ibiporã e região possuem uma loja com itens como mesas, cadeiras, sofás, poltronas, geladeiras, tapeçaria, cristaleiras, cômodas, fogões e tudo que se imagine para o lar, com o diferencial retro. Trata-se da Estilos Estofados e Móveis Usados, da Vanessa Góes.                                                    
Inaugurada há seis meses, ela comercializa estofados e tapeçaria, fabrica sofás sob medida e reforma móveis usados. “A tendência são os móveis retro. Os clientes procuram estes artigos, mas não encontram facilmente. A Estilos Estofados e Móveis Usados têm estes móveis e aceita o usado na entrada”, diz.                                                                                                                
Tendo clientes em vários segmentos, Vanessa Góes alavanca seus negócios pela internet. “Os grupos de venda tem muitos acessos e os utilizo com freqüência. O diferencial é que ofereço o menor preço e estas mobílias dão o diferencial ao lar, com classe e glamour, deixando a casa elegante e com um toque especial”, relata.                                                                                                          
A Estilos Estofados e Móveis Usados aceita cheques e parcela no cartão de credito. A loja está na Avenida Mário de Menezes, 1497. Contato pelos telefones 32583779/84210269/84447726. 

Projeto Laboratório de Música faz Sarau na Zona Norte de Londrina.


O CRAS do José Giordano (Londrina) foi palco do “Sarau – Laboratório de Música”. Organizado pelo Leandro Palmeiras, o evento é parte do Projeto MH2, que ensina música e hip hop no Jardim Vista Bela, numa parceria com o Movimento dos Artistas de Rua de Londrina.                                                             
 Integrante do grupo de rap IML, Leandro Palmeiras cita que o hip hop é arte popular e manifestação artística. “A música é um protesto contra o racismo, a pobreza e a miséria. Uma voz que aborda e discute a realidade. O rap nasceu nas periferias, é engajado e propõe a reflexão para transformar o meio social”, declara.                                                                                                       
Édio Egon integra o MH2 e afirma que os projetos sociais criam uma visão avançada ao jovem. Estes movimentos crescem nos bairros periféricos e no Vista Bela ele ensina hip hop, expressão cultural e corporal. “O corpo fala e a música penetra na alma, fazendo o corpo se movimentar”, diz.                                        
Leandro Palmeiras ressalta que os movimentos sociais e culturais são fundamentais aos bairros. “Há muitos debates acerca da juventude, como por exemplo, a redução da maioridade penal. Mas, não vemos essa discussão mais ampla com os jovens, seja nos bairros ou nas escolas”, finaliza. 

Projeto de Responsabilidade Social e Ambiental é aprovado na Câmara dos Vereadores.


Após a realização da audiência pública com mais de 150 pessoas no último dia 6 de novembro com o palestrante e professor Takaschi Yamauchi, abordando a “Implantação do Projeto de Lei Municipal de Responsabilidade Social e Ambiental”, numa parceria com o Instituto Apoio Brasil (Campinas) e do Instituto São José (Londrina), o vereador Magnata protocolou na Câmara Municipal três projetos: 65/2015, 77/2015 e o 78/2015. Eles se baseiam no Decreto Federal 7.746/12 e na S-A 8000, uma norma internacional de avaliação da responsabilidade social para empresas fornecedoras e vendedoras, baseada em convenções da Organização Internacional do Trabalho e das Nações Unidas. A S-A 8000 incentiva as organizações a desenvolver, manter e aplicar práticas socialmente aceitáveis no local de trabalho e investimentos nas organizações sociais.                                                                
O vereador Magnata explica que Cambé, com a implantação do 3º Setor, ganhará em relação ao desenvolvimento e crescimento, dando melhores condições de vida a população. Especificamente trata-se da volta de alguns impostos, que serão investidos no intuito de ampliar projetos e atender a Lei Federal 13.019, o Marco Legal do 3º Setor. Algumas entidades e associações estão se organizando junto a Federação de Apoio ao Movimento Social (FAMS). “Anualmente, cerca de doze milhões são perdidos devido não haver projetos. Ao atender a lei 13.019, junto à implantação de leis municipais, as entidades organizadas obterão recursos para dar andamento a trabalhos que visam investimentos em saúde, educação, segurança, esportes e demais segmentos”, cita.                                                                                                                      
Ele cita que sem o aval do Ministério Público não há como destinar os recursos. Para isto a Promotora de Cambé, Adriana Lino, foi convidada para ajudar futuramente na fiscalização do capital. Magnata ressalta que nas sessões extraordinárias de 22 e 23 de dezembro, os projetos 65/2015, 77/2015 e 78/2015, com o parecer das Comissões Permanentes, entraram em votação e obtiveram a maioria dos votos. Agora cabe ao Executivo Municipal sancionar a lei em até 180 dias. 








Este é o Davi Brandini e sua mãe Regiane Brandini, que moram no Vista Bela em Londrina. Desde a nascença ele foi diagnosticado com mielomeningocele, também conhecida como espinha bífida aberta, uma malformação congênita da coluna vertebral em que as meninges, a medula e as raízes nervosas estão expostas. Graças ao esforço dos familiares, Davi estuda na APAE, onde realiza atividades pedagógicas, de fisioterapia, e acompanhamento psicológico. Além disso, são freqüentes as consultas na AACD de São Paulo, algo que demanda custos.                                                                  

Com a esperança de melhorar a saúde através da diminuição do peso, com a implantação de um balão intragástrico no estômago, Davi e a mãe irão para São Paulo no dia 31 de janeiro, onde realizarão uma consulta. No entanto eles precisam de recursos para custear hospedagem, café da manhã, almoço, jantar e transporte. Os interessados em ajudar podem depositar qualquer valor na conta 64899-0, Banco 1284 (Caixa Econômica Federal), Operação 013. Quem desejar saber mais sobre o caso e conversar com o Davi pode ligar no 43 9903 0051. Toda ajuda é bem vinda. 

Sanepar confirma que tubulações não têm relação com tremores

A Sanepar divulgou, no último dia 25, que os estudos feitos nas adutoras do Sistema Tibagi confirmam que não há relação entre o funcionamento das tubulações de água e os tremores sentidos no Jardim Califórnia, onde passa o sistema. O relatório que aponta isto foi entregue pelo Gerente Geral da Sanepar na Região Nordeste, Sérgio Bahls, ao prefeito Alexandre Kireeff e ao coordenador da Defesa Civil, Rubens Guimarães. A reunião teve a presença do professor da UEL, José Paulo Pinese e da vereadora Elza Correia. Com 52 páginas o documento apresenta o histórico do Sistema Tibagi, que funciona desde 1991 e teve a capacidade duplicada em dezembro de 2014.                             

Após várias reclamações de que os tremores eram relacionados com as tubulações da Sanepar, a partir de 15 de dezembro a Companhia fez a verificação em campo das adutoras, da estação elevatória que bombeia a água por essas linhas e dos equipamentos de proteção das tubulações. “Fizemos simulações de paradas (liga/desliga) das bombas em diversas ocasiões para comprovar se há geração de onda de som ou movimento do fluido que pudesse causar a anomalia. Em nenhuma das simulações houve anormalidade no sistema, como golpes nas adutoras, atestando que o funcionamento das tubulações ocorre conforme previsto no projeto técnico. Isso significa que o Sistema Tibagi atua conforme as especificações de segurança”, diz Bahls.                     

Além das simulações, em 6 de janeiro a Sanepar instalou sete medidores de pressão ao longo da adutora mais nova e às 16 horas colocou a linha em máximo esforço, provocando uma queda abrupta de energia. Durante o teste, que aponta a variação da pressão, do ponto máximo para o ponto mínimo, não foi verificado som nem tremor em nenhum ponto.                                               

Após a verificação das instalações hidráulicas, adutoras, peças especiais, sistema de proteção hidropneumático da elevatória e feitas às devidas simulações, constatou-se que não há fatos que possam associar os estrondos e tremores sentidos pelos moradores com as linhas das adutoras do Sistema Tibagi que abastece Londrina e Cambé.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

“O Londrina ressurgiu das cinzas”. Uma homenagem da Aquarius Lanchonete e Choperia ao destemido Tubarão.

O Londrina Esporte Clube pode se considerar um campeão improvável. A campanha no regional foi cheia de altos e baixos. A moral que o time ganhou com o ótimo desempenho demonstrado em 2013 – quando liderou a pontuação geral, mas não chegou à final – logo diminuiu com as atuações ruins registradas no início da disputa. “Ficamos desacreditados. Tivemos de lutar para chegar longe”, declarou o volante Bidía.
Na semifinal contra o Atlé­­tico, o Tubarão era obrigado a reverter uma vantagem de dois gols de diferença no jogo de volta no Estádio do Café. Venceu por 4 a 1.
Na decisão, a missão era árdua: segurar o ímpeto do Maringá, apoiado por 18 mil torcedores no Willie Davids. Em apenas 15 minutos, o Tubarão viu o adversário acertar uma bola na trave, o goleiro Vitor fazer duas defesas milagrosas e a zaga salvar uma bola em cima da linha. O gol de Maicon Silva, aos 26 do primeiro tempo, esboçou tranquilidade. Mas logo depois, aos 29, veio o empate. Nos outros 60 minutos, o LEC aguentou a pressão e administrou o cansaço da equipe, que nos últimos 16 dias, entrou em campo 5 vezes – 4 no Estadual e 1 na Copa do Brasil.
Porém, o grito de campeão saiu da garganta após a disputa das penalidades, onde foi preciso equilíbrio emocional. Após 22 anos, o Londrina levantou o caneco.
Foi neste clima de emoção que o Ricardo Sérgio Betiati, da Aquarius Lanchonete e Choperia curtiu e torceu, junto com os fregueses, o Campeonato Paranaense de 2014. Mas a torcida não para por ai: O objetivo agora, do Londrina, é não perder o embalo e ganhar mais espaço nacionalmente, além da Copa do Brasil, no segundo semestre, a equipe disputa a Série D do Brasileiro e sonha com o acesso.
Para não perder as emoções, o Ricardo convidaos torcedores fanáticos pelo futebol, para o reduto dos “boleiros de plantão”: a Aquarius Lanchonete e  Choperia (Av. Paraná, 635 e contato pelo 32585522). Em frente ao Campo do Estrela, o Aquarius possui um telão de 100 polegadas e duas TV´s, que transmitem três jogos simultâneos, além de servir bebidas, lanches, porções, salgados, vaca atolada, dobradinha e feijoada.

Além de acompanhar o “Tubarão”, o torcedor tem opções de ir aos domingos, quartas e sábados, dias de Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores da América e Liga dos Campeões, curtir o futebol no da Aquarius Lanchonete e Choperia.