quarta-feira, 17 de junho de 2015

Você conhece a função da Câmara dos Vereadores?

A Câmara dos Vereadores tem a função de elaborar leis, além de exercer tarefas constitucionais, como a apresentação de temas de interesse dos cidadãos; o debate sobre reivindicações, agregando-as sob o interesse geral e; a fiscalização doexecutivo.  A função do vereador é muito importante, pois ele “fala” em nome do povo. Para exercer este papel, ele é inviolável, no exercício do mandato, por suas opiniões, palavras e votos. O vereador formula queixas ou denúncias em nome do povo, as quais em geral obtêm repercussão na imprensa e causam alterações no estado da opinião pública. Desta liberdade de conduta, decorre a função de fiscalizar e de trazer o debate público sobre questões de interesse de grupos da cidadania que reclamam solução.                  
A capacidade de resposta social proporcionada pelo vereador deve caminhar para soluções não conflitivas, junto ao poder executivo (prefeito), reforçando a legitimidade do sistema democrático. Assim, a função legislativa da Câmara é exercida com a colaboração do Prefeito. Os projetos de lei que ela aprova precisam da sanção dele.                       
Outra função da Câmara dos Vereadores é a de executar o processo legislativo, onde as leis são elaboradas. As diretrizes gerais para o processo legislativo são fixadas na Lei Orgânica do Município e ele compreende a elaboração de emendas à Lei Orgânica, leis complementares, leis ordinárias, leis delegadas, decretos legislativos e resoluções.Para que exista a lei, primeiramente deve ser feito o “Projeto de Lei”, que tem sua publicidade obtida mediante leitura na sessão da Câmara. A partir daí o projeto começa sua tramitação: vai à Comissão de Constituição e Justiça, que o aprecia quanto à sua constitucionalidade e juridicidade; depois, passa pelas Comissões Técnicas a ele relacionadas.Por exemplo: se o projeto visa disciplinar o funcionamento de bares e restaurante, é examinado pela Comissão de Saúde.Ao receber o parecer favorável nas comissões, ele é discutido e votado em plenário por duas vezes, mais a redação final. Aprovado, o mesmo é remetido pelo presidente da Câmara ao prefeito para apreciação. 

Cuidado: Golpes das mais variadas espécies se difundem.

As práticas de golpes se difundem a cada dia, devido a ganância pelo “dinheiro rápido e fácil”. Para ter alguma noção, vou citar os mais comuns:

- Bilhete premiado: Este é um golpe tradicional e antigo no Brasil. Os primeiros casos remontam os anos quarenta.Funciona assim:O golpista, com jeito humilde, pede informações sobre a agência da Caixa Econômica, dizendo que irá receber o prêmio de um sorteio.As vítimas, é mostrado o falso bilhete premiado, junto com um documento do banco, também falso, constando o número do bilhete e o valor do prêmio.A caminho do banco e após muita conversa, o golpista propõe à vítima vender o bilhete por um valor menor do prêmio, como alternativa para resolver problemas.

- Golpe do Sequestro: Este faz parte da safra de "novos" golpes tipicamente brasileiros, que desfrutam peculiaridades sociais e econômicas do país. Funciona assim: criminosos ligam para a vítima contando que um familiar foi sequestrado e, caso não for depositada uma quantia, ela será ferida ou morta.A performance teatral inclui gritos e fornecimento de detalhes do suposto sequestrado. Na realidade, o membro da família não foi seqüestrado, mas provavelmente recebeu um telefonema com alguma desculpa (participação em concurso ou programa de TV, sorteio, cadastro de algum tipo, suposta clonagem de cartões de crédito ou celular), usadas para convencer parentes que a pessoa foi sequestrada.

- Recarga de Celular: O objetivo é fazer que a vítima compre recarga de celular e passe o código ao golpista.Entre as histórias mais utilizadas, vale mencionar: Falsas promoções e concursos de companhias telefônicas (TIM, Oi, Claro, Vivo); Falsos concursos e sorteios de empresas como Nestlé, Coca-Cola, Bradesco, Itaú, Caixa Econômica, Volkswagen, Ford. Neste caso, o suposto prêmio é um carro. Para ter direito ao prêmio a vítima deve fornecer números de cartões pré-pagos.

- Golpe espiritual: Vários estelionatos exploram necessidades espirituais, crenças e superstições para obter ganhos ilícitos. Se trata de um campo delicado, pois diz respeito as liberdades e necessidades individuais inalienáveis, como a religião, crença e fé. Mas, que por outro lado oferece oportunidades para estelionatários as explorem no intuito de se enriquecer de forma ilícita. Exemplos: Falsos curandeiros que cobram altos valores para ministrar curas inexistentes as doenças de vários tipos; Pais e mães de santos, verdadeiras ou falsas, e outros operadores espirituais que pedem dinheiro em quantidades excessivas (bem além das custas e de uma remuneração razoável pelo tempo empregado) para supostamente fazer ou desfazer “trabalhos”, macumbas ou similares; Ciganos, médiuns, operadores do oculto, magos e astrólogos, todos cobrando, adiantados, valores excessivos para os serviços e prometendo em troca resultados maravilhosos; Pastores/igrejasque arrecadam dinheiro alegando ser para obras de bem ou para a sustentação da igreja ou ministério e, depois usam o dinheiro em proveito pessoal.Geralmente as vítimas se encontram fragilizadas e com problemas de saúde, econômicos,afetivos (separações) ou de ordem pessoal (depressão).

Segundo o investigador da Policia Civil de Ibiporã, Aparecido Donizete Lima, estes golpes são aplicados por oportunistas que se aproveitam e lubridiam, através de conversa, para obter vantagens. “Se você não conhece a pessoa que lhe oferece a vantagem, entre em contato com a polícia. Outra recomendação é que ao ir ao banco receber, sendo valor médio ou alto, o bom é ir acompanhado, principalmente se tratando de idosos. Dependendo das circunstancias, o golpista pode ser autuado pelo crime de estelionato. Caso haja agressão será classificado como furto ou roubo”, declara. 

O trabalho apenas começou: Com vários projetos, Luana Gabriella prevê a gravação de músicas, clipes e shows com famosos.(texto antigo)

Quem acompanhou a cantora Luana Gabriella no Festival Sertanejo do SBT, não precisa ficar com saudades. Em breve, começarão novos trabalhos, como a gravação de novas músicas, clipes para a internet e shows. O estilo: sertanejo romântico, algo diferenciado que fez a música “E agora diz” repercutir em todo o Brasil. “Ela foi mostrada em rede nacional. Diversas pessoas me procuraram através das redes sociais. No Youtube, para se ter uma idéia, são mais de cem mil acessos, com a média diária de mil pessoas visualizando-a. Para alguém desconhecida, fico surpresa com a repercussão e resultados alcançados. Tenho outras composições românticas e quero trazer isto para minha vida. Gosto do que faço e vou levar meu trabalho a diante”, relata.                     

De uma vida comum a ser conhecida nacionalmente, Luana Gabriella diz que sua vida mudou completamente, achando até engraçado, pois não sabia o que se passava aqui fora durante quase três meses de programa. No entanto, o que mais lhe agradou foi a repercussão e a mídia conquistada. “É difícil mostrar seu trabalho na TV. A dimensão atingida foi enorme”, diz.

Apesar da fama, ela não esqueceu dos amigos e logo que chegou foi a UEL, onde cursa o 3º ano de Letras, visitar amigos e professores, além das muitas amizades de Ibiporã. “Ir São Paulo foi gratificante ao mesmo tempo que engraçado. Vivo uma realidade e nunca imaginei o convívio com artistas de renome. São muitas as barreiras para se aproximar destas pessoas. Tive oportunidade de conhece-los e mostrar meu trabalho. É algo surpreendente que choca um sonho com a realidade. E, apesar do estrelato, eles (artistas) são simples e humildades. Me indagava se eles dariam “bola” para mim, algo que aconteceu naturalmente. O Leonardo foi um deles. Apesar da fama, mostrou-se simples e a todo momento ficou conosco nos palcos. Lembro aos risos o instante que a banda passava a música e ele brincava conosco, fazendo com que os músicos lhe chamassem a atenção. Percebi isto no Pedro, seu filho. É algo familiar e extremamente bom, demonstrando caráter de ambos”, cita. Tamanha proximidade com Leonardo e seu filho Pedro, se vê quando a cantora relatou que no próximo dia 22 de novembro, será realizado um show no Cine Teatro Padre Zanelli, onde há grandes possibilidades da vinda de Pedro.

Com uma porta imensa aberta a seu talento, Luana Gabriella sabe que a batalha pelo reconhecimento agora será maior. “Tive muitos contatos com pessoas do meio artístico, como a dupla César Menotti e Fabiano, interessados em minhas composições. Com frequência visito e dou entrevistas a rádios, televisão, jornais e sites. Nosso trabalho não acabou e ainda temos muita coisa pela frente”, finaliza. 

Cemitério São Lucas convoca famílias para regularizar túmulos irregulares e despadronizados. Por ser antigo, há construções de readequação.

          Com a proximidade do Dia de Finados, em 2 de novembro, espera-se que na data do evento, mais de 30 mil pessoas visitem o Cemitério São Lucas em Ibiporã. Segundo Paulo Ribeiro, coordenador da divisão de cemitérios de Ibiporã, atualmente se realiza o trabalho de varrição, capina, roçagem, retirada de entulhos e vasos antigos. Outra medida, segundo ele, é a pintura de meio fio e calçadas.
          Além da manutenção para o Dia de Finados, Paulo cita que estão sendo marcados com um X branco os túmulos em estado de abandono ou de construção irregular. “Até o Finados nenhum proprietário será notificado. Quem visualizar amarcação no jazigo deve procurar a administração do cemitério para regularização. Em janeiro será lançado um edital convocando as famílias para que se tomem as medidas cabíveis. Antes de janeiro e sem que ocorra os tramites legais não haverá desapropriação”, cita. Ele frisa que o objetivo não é apenas consertar os túmulos abandonados, mas também padronizar as construções irregulares no cemitério.
          Já as famílias interessadas em reformar ou embelezar os túmulos com pintura, mármore, piso, granito, ou mesmo levantar mais uma gaveta, terá até 27 de outubro. A licença para custa R$25,84 e deve ser retirada no Setor de Tributação da prefeitura, com apresentação obrigatória do título de aforamento do terreno. Quanto ao pagamento, ele será feito numa lotérica. Tendo a autorização, qualquer um pode executar a obra.
          Após 28 de outubro não será permitida nenhum tipo de reforma ou construção no Cemitério São Lucas. Do dia 28 a 1º de novembro é permitida a pintura e lavagem dos túmulos. Lembrando que todo o resíduo gerado será destinado a uma caçamba localizada na parte exterior do cemitério.
          Paulo Ribeiro finaliza dizendo que “tudo isso é importante para os visitantes encontrarem um local limpo e organizado para os receber”. 

Após 70 dias, Luana Gabriela é uma das três semifinalistas do Festival Sertanejo do SBT. (texto antigo)

“É um sonho impossível. Algo que jamais imaginei em nossas vidas”. Estas são as palavras de Carlos Cândido, pai de Luana Gabriella, uma das três semifinalistas do Festival Sertanejo do SBT, que tem por objetivo descobrir e revelar um novo talento da música sertaneja.
Segundo Carlos, Luana revela grandes chances de faturar o festival, mas, mesmo classificada entre os três melhores do Brasil é algo satisfatório que agradece a Deus pela conquista. “Tenho os pés no chão e não podemos criar expectativas. Até onde ela chegou está ótimo, mas caso ganhe, será melhor ainda”, afirma
Mas não pense que o trabalho de Carlos Cândido é apenas torcer pela filha. A rotina é dura e consiste na divulgação constante através de um carro de som e uma equipe de cinco pessoas que vão de Bandeirantes e Apucarana. “Não temos dinheiro para gastar, mas sentimos que o pessoal assiste ao programa e vota nela. Além do carro de som, há divulgação nas rádios, televisões, cartazes e panfletos, além de camisetas. Outro meio de divulgação é a internet, pelo facebook e youtube. Este último passou dos noventa mil acessos. Há pessoas dos Estados Unidos e do Japão que reconhecem o trabalho e o mérito dela”, diz o pai orgulhoso.
Nas conversas diárias, Carlos pergunta a Luana se ela está bem e se precisa de algo, como roupas. Porém, ele ressalta que a filha vive um sonho de artista, devido estar num hotel cinco estrelas, além de cantar e trabalhar com artistas famosos. Apesar do sonho, a filha não perdeu a humildade. “No penúltimo fim de semana ela esteve em Ibiporã. A Luana continua a mesma pessoa. Foi ao mercado, na missa e numa escola sortear uma rifa. Foi até engraçado as pessoas nos pararem na rua para conversar. A simpatia das pessoas deve ser porque ela leva o nome de Ibiporã a todo o Brasil. Em troca a cidade e o Paraná abraçaram a causa”, ponteia.

 Conhecida em Ibiporã e em todo Brasil, Luana se torna querida pelo seu carisma. Pensado nisto, saímos às ruas para saber o que a população acha:


- Conheço a Luana a um ano, do grupo de jovens. Ela é competente e está sozinha, disputando com duplas. A música, a letra e o arranjo são excelentes. Ela é única. Até aprendi a tocar. Quanto toco para a minha namorada, ela fica mais apaixonada. Túlio André Silva, educador social de 22 anos e morador do Jardim Municipal.




- Acompanho o Festival Sertanejo pela TV e gosto muito da música. Uma vez a vi cantar junto com o pai. Torcemos e votamos para ela ganhar, pois canta bem e representa Ibiporã. Maria Vitória Pereira, aluna de dez anos da 5ª série do Alberto Spiacci e moradora da Vila Esperança.







- Já a vi cantar na TV. É legal uma pessoa da cidade mostrar seu talento. Tenho-a no facebook e sempre leio suas atualizações. Mateus Felipe de Souza, de 11 anos, aluno da 5ª série e morador do Afonso Sarábia.



- Para Ibiporã é um orgulho uma filha da cidade nos representar em rede nacional. Ibiporã é destaque nas artes plásticas, música e dança. Isto nos enriquece e demonstra o valor da cultura. Conheço toda a família da Luana e para o pai, em especial, é uma grande realização. Se ela chegou lá é porque tem o apoio e o suporte familiar. Independente se chegue à final ela já é uma vencedora. Silvia Aparecida Moya, coordenadora pedagógica de 54 anos e moradora do Lourenço Bacarin. 

Após 50 dias, Luana Gabriela possui chances de vencer o Festival Sertanejo. (texto antigo)

Cantora Luana Gabriella, de 19 anos, nascida e criada em Ibiporã, é uma das participantes do programa Festival Sertanejo, do SBT.A atração mistura reality e programa de auditório com musicais e artistas famosos.                
Escolhida inicialmente entre quase quatro mil pessoas e estando entre os seis que ainda continuam na disputa, Luana Gabriela apresenta a canção “E agora diz”. O festival irá eleger a melhor música sertaneja inédita de 2013, a partir de votação pública.                                                                                                      
Apresentado por Helen Ganzarolli e Pedro Leonardo, todos os sábadosa dupla recebe nomes da música sertaneja e conduz as apresentações dos competidores.O programa, em rede nacional, elimina o candidato com a música menos votada.                                                                                                          
Segundo o pai de Luana Gabriela, o comerciante Carlos Candido, para chegar entre os seis, foram várias etapas, como a audição em Campo Grande. Após foram a São Paulo, ficando os 16 candidatos que se classificaram.            
Mas não acredite que a vida da Luana Gabriela é apenas fama. Segundo o pai, há uma rotina a ser cumprida. “Durante o dia eles ficam na Casa Sertaneja ensaiando, participam de shows de duplas famosas e fazem gravações para a TV”, afirma.                                                                                                
Orgulhoso, Carlos diz que a filha, aos cinco anos, começou aulas de teclado, influenciada pelo pai, antigo cantor sertanejo.Após três anos, Luana dedicou-se ao violão e tornou-se instrumentista emcordas“Quando cantava, deixava o microfone mudo e passava a ela. Se descobrisse queestava semsom, começava a chorar”, diz aos risos.
Pessoa de caráter exemplar, Luana cursa o 3º ano de Letras na UEL.  “Ligada a música, ela compõe e possui gosto variado, mas sempre apreciando o sertanejo romântico e duplas como Zezé de Camargo e Luciano, Bruno e Marrone, Fernando e Sorocaba e Jorge e Mateus. Outra paixão é o sertanejo de raiz, como Tião Carreiro e Pardinho”, ressalta.
Carlos lembra que Ibiporã e região abraçaram a causa da Luana Gabriela e até a equipe de TV, de São Paulo, veio filmar a cidade. Quanto aos internautas, eles podem votar na musica “E agora diz” pelo site  sbt.com.br/festivalsertanejo.      

           

Arlindo Nunes sagra-se campeão de MMA em Cornélio Procópio.

Numa disputa emocionante, o lutador de MMA (Mixed Martial Arts, ou Artes Marciais Mistas) Arlindo Contato Nunes, trouxe para Jataizinho o título de campeão do CP Fight (categoria 71 quilos), realizado em Cornélio Procópio. Ele derrotou o apucaranense Alexiano Caubói, que tem 33 lutas profissionais.                       
A luta foi decidida por conta das técnicas de boxe e muay thai, além da preparação física que durou cerca de vinte dias, aliada a uma dieta que o fez eliminar 16 quilos. “A preparação foi intensa e profunda. Eram três treinos diários e musculação, numa média de quatro horas. Para chegar ao peso é difícil e no último dia baixei cinco quilos correndo 15 quilômetros e pedalando, vestindo roupa térmica, outros cinqüenta. Neste vinte dias, em jejum corria 40 minutos. Tomava o café da manhã rico em proteína e carboidrato, tendo o cardápio feito de clara de ovos, Albumina, shakes, frutas e cereais. Às dez horas ia para Londrina treinar na Academia Iron Works com os mestres Cléber Pit Bull e Orestes Betran, que lutaram no exterior. Ao retornar o almoço consistia em 50 gramas de carboidrato e 100 de proteína, divididas em arroz integral, carne branca, legumes e salada à vontade. Às 16 horas treino de muay thai na Academia Júnior Vidal e encerrava o dia com a musculação na Academia Dinho Team Figth”, afirma.                                                                                 

Com duas lutas profissionais e grande repercussão nas redes sociais, Arlindo Nunes surpreendeu-se com a empolgação da platéia em Cornélio Procópio. E, mesmo com poucas lutas de MMA no currículo, desde os sete anos ele pratica artes marciais. “Pratico MMA há oito anos. Dos sete aos dez anos aprendi taekwondo em Rondônia, na cidade de Vilhena. Retornei para Jataizinho e fiz karatê por cinco anos. Passei para o Jiu Jitsu e queria lutar Muay Thai, porém não havia instrutores na região. Estudando no Colégio Agrícola de Apucarana descobri o Kick Boxe e para custear as aulas usava a verba destinada para a semana. Retornando para Jataizinho descobri o Muay Thai em Londrina. Sou faixa preta e treino há oito anos. Levo para o octógono a experiência que me ajuda a se defender e ter resistência”, relata.                         

Após o CP Fight, Arlindo Nunes manterá os treinos num ritmo menor, mas tendo a mesma dieta. Com varias propostas e outras agendadas, ele estuda a possibilidade de lutar na Inglaterra em novembro. Em junho, dia 9, haverá o Desafio G1 Fights em Siqueira Campos. Para setembro ele aguarda uma vaga para o Figth Team, em Londrina. “Praticar artes marciais no Brasil não é barato. Por isso agradeço a Cerâmica Planalto, Viva Leve, Mega Life Suplementos, Sucos e Sopas Naturais Saudox, Júnior Vidal Team, Horse Jiu Jitsu Team, Academia Iron Works e Petiscaria Havan, que me apóiam”, diz.             



Quanto a Dinho Team Figth, hoje três alunos se destacam e trazem resultados positivos: Weder Antônio, Weslei Marreta e Edilaine Yasuhara. Maiores informações sobre treinos na Dinho Team Figth podem ser obtidas no 43 32591589. A academia está na Praça Frei Timóteo, em Jataizinho. 

Uma das primeiras edições do Jornal Nossa Terra de Ibiporã.


domingo, 14 de junho de 2015

Professora da CESUMAR da palestra para estudantes de jornalismo da UNOPAR. (Texto antigo)

Palestra abordou temas de interesse acadêmico.

          Rosane Verdegay de Barros é jornalista, formada pela UEL em 1984, atualmente trabalha como assessora de comunicação da Prefeitura Municipal de Londrina e é professora do Centro de Ensino Superior de Maringá (CESUMAR). Ela trabalhou em vários meios de comunicação, como a TV Coroados (pauteira), Folha de Londrina (repórter, redatora e editora), TV Tropical, na Assessoria de Comunicação do Hospital Universitário e em vários jornais de pequeno porte.

          A jornalista cedeu entrevista para os alunos do 1º ano do curso de jornalismo da UNOPAR, onde vários temas foram abordados, como Mercado de Trabalho e postura profissional perante a fonte. A entrevista foi intermediada pelo jornalista e professor universitário Reinaldo Zanardi. Numa entrevista descontraída, Barros falou sobre a sua experiência nos meios de comunicação e também abordou alguns temas polêmicos, que gerou o debate entre os alunos.

          Um tema de grande relevância foi a campanha eleitoral e os debates políticos, a jornalista criticou severamente alguns políticos, como Roberto Requião. Pois, o senador muitas vezes age de uma forma que não é favorável a entrevista do repórter ou, foge do tema. Criticou também alguns candidatos a sucessão presidencial, porém, fez vários elogios ao candidato do PT, o Lula. Outro fator abordado foi o de muitas vezes os jornalistas sofrerem pressão por parte dos donos dos meios de comunicação e até também do departamento comercial, pois, muitas vezes existem relações políticas entre os donos dos meios, e em até alguns casos, os próprios políticos são os proprietários do meio de comunicação, como é o caso do dono da Folha de Londrina, José Eduardo Vieira.

          Há casos que os jornalista podem sofrer vários processos jurídicos, afirmou Rosana. Porém, alguns meios de comunicação dão assessoria jurídica para que os jornalistas não sofram as conseqüências. Um fato que a jornalista abordou e também gerou muita polêmica, foi o fato do jornalista trabalhar com informações que geraram denúncias, ela afirmou que a denúncia não pode ser feita por jornalistas, mas sim pelo Ministério Público.

Pesquisas indicam que AIDS é um fator que gera a Exclusão Social. Segundo especialista da Saúde, exclusão gera discriminação e potencializa a gravidade da doença.

          O HIV/AIDS é responsável por favorecer estigmas e discriminações contra os portadores e suas famílias. Isso ocorre devido a fenômenos culturais e sócio-economicos. Os primeiros casos foram publicados por uma revista da Vigilância Sanitária Norte Americana, onde dizia que foi identificada uma nova epidemia em um grupo de jovens homossexuais, isto no ano de 1981. Atualmente a doença está espalhada por todo o mundo e traz conseqüências desastrosas para países da África, que em alguns casos tem mais de 1/3 da população contaminada e pode causar a destruição de toda uma cultura e também dos habitantes.

          Várias são as classes e segmentos que sofrem discriminação e exclusão devido a AIDS. Os homossexuais são um dos grupos que tendem a sofrem maior vulnerabilidade perante as pessoas, isso devido a fatores que levam ao preconceito, como escolha sexual. Além dos homossexuais, os desempregados, analfabetos, pessoas que estão na prostituição, são pessoas que já estão de certa formas excluídos, e com o agravante da AIDS, o problema tende a aumentar, fazendo com que o individuo fique a margem da sociedade.

          Segundo o Dr. Kenneth Camargo Jr. Que é médico do Instituto de medicina Social da UERJ, no Rio de Janeiro, a doença tende a se expandir dos grandes centros para as cidades do uinterior, sendo que a média atual é de 2 homens contaminados para 1 mulher. Está estatística já foi maior, sendo que nos anos 80 a media era de 13 homens infectados para 1 mulher. Este aumento significativo de mulheres se deu devido a condutas inadequadas do homem, fora do casamento, que ajudou a proliferar a doença.

          Outro portadores da doença, como usuários de drogas injetáveis, homossexuais e prostitutas, são os mais excluídos, pois no caso dos usuários de drogas, pois eles acabam sendo criminalizados, o que gera mais exclusão.Isso ocoore não somente na sociedade, mais entre os peroprios usuários. Este fator dificulta na hora de se fazer a prevenção, pois o uso de drogas é um crime e muitas vezes a pessoas não pode fazer tratamento, pois a possibilidade dele ser preso é muito alta. Já no casa das prostitutas, a exclusão também é muito grande, isso devido ao trabalho que elas fazem.

          Em Londrina, a Avenida Leste Oeste é um local muito frequentado por estas profissionais, sendo as 14:00 horas, muitas já estão nas ruas. Patrícia, de 19 anos, que trabalha como prostituta, afirmou que os riscos de se contaminar são muito grandes, isso devido a quatidade de parceiros, que é em torno de 4 por dias. Ela disse no período de 3 meses sempre vai ao médico ginecologista e expõe seus problemas. Ultimamente, está fazendo um tratamento nos seios, pois encontrou um caroço em um mamilo. Foi perguntado se era câncer, porém não soube responder. No mesmo local em que Patrícia estava, tinha outra mulher, que trabalhava na rua. Seu nome fictício era Silvia, tinha 32 anos e mora em Cambe. Silvia disse que já trabalha na prostituição há 11 anos e que só faz sexo com camisinha. Perguntado se possuía alguma doença ou se foi contaminada, ela afirmou que não, respondendo novamente que em todas as relações usava camisinha. Porém, Silvia disse que já conheceu uma moça que trabalhava na prostituição e que se contaminou e morreu com 28 anos. Segundo as duas, a concorrência com travestis é muito grande. A prioridade é criar grupos de pressão para construir organizações civis que diminuam os preconceitos. Estes organismos já forma criados nos Estados Unidos, tendo resultados positivos.

          Segundo pesquisas realizadas, os excluídos sabem quias são os fatores e os indicadores que apontam os problemas. Alguns escpecialistas, afirmam que devem ser criadas políticas de combate a exclusão, sendo que a principal delas é a criação de empregos. O peso da exclusão é enorme, sendo que no mundo o número pode variar entre 30 a 40 milhoes.

          Um agravante da exclusão é que a doença tende a piorar , sendo que o apressamento da morte é maior de preconceito, algo que pode ser contornado se os familiares cuidarem melhor do doente. Outras formas de exclusão, como o confinamento, devem ser combatidas. Isto é feitos através de ONG´S, o Programa Saúde da Família e através de outros projetos

          Em Londrina, o tratamento dos portadoras é feito pelo COAS, Centro de Orientação de Apoio Sorológico, pelo ambulatório do Centro da Saúde e Hospital das Clínicas, da UEL. Segundo Vanda Matias Gonçalves, Assistente Social, o problema do HIV está aumento em Londrina, isso devido a maior infecção de adolescentes que morma nas regiões mais carentes, segundo Vanda, o adolescente está mais preocupado em se proteger da violência, que acaba ficando vulnerável a doença. Outro fator que leva a exclusão dos mais carentes e o aumento da doença, é o machismo.