terça-feira, 30 de agosto de 2016

Parque Estadual de Ibiporã se mostra como uma opção de turismo ecológico.


Em meados de 1974 o engenheiro agrônomo Iolder Colombo chegou a Ibiporã, vindo de Santa Catarina. A cidade era diferente de hoje e havia em posse do IAPAR uma área de mata com 92 hectares. “Não existiam guardas no local, era comum a caça de animais silvestres e o desmatamento de peróbas e angico”, recorda Iolder. Ele era caçador e numa investida na mata avistou um inhambu-xintã e, antes de atirar com a espingarda, se arrependeu e lhe surgiu a idéia de criar um movimento para salvar o espaço verde dentro da cidade. “Procurei o Helio Dutra no ITC (Instituto de Terras e Cartografia) e fui orientado a falar com o Renato Johnsson, Secretário do Interior no governo de Ney Braga. Fiz um documento em 1976 com as principais idéias do que era possível. Como as cerâmicas produziam muito na época, sugeri a implantação de um viveiro com eucaliptos para lenha e árvores nativas para reflorestar as vertentes dos rios. Após três meses foi solicitado um projeto. Sentei com o Hélio Dutra e o fizemos, com previsão de um milhão mudas e o apoio de uma associação ambientalista. Assim criou-se a Associação de Proteção ao Meio Ambiente em 1977 e em 30 de abril de 1980 nascia Parque Estadual de Ibiporã”, relata.                                                                                                                         
Iolder Colombo cita que no meio do processo, o Doutor Justino Alves Pereira soube que o município ganharia o espaço e deu a idéia de colocar a APAE junto ao parque, uma vez que a ação ajudaria muitas pessoas. Dos 92 hectares, 18 foram desmembrados e cedidos a APAE.                                             
Com o parque e a APAE estabelecidos, o viveiro produzia e doava mudas aos agricultores para reflorestamento e produção de lenha para as cerâmicas. “Pessoas de Ibiporã, Londrina, Jataizinho e Sertanópolis levavam mais de 50 mil mudas de uma só vez. Além do eucalipto havia mudas frutíferas e exóticas, que servem de alimento aos animais, como araçá, goiaba, abacate e figueira. Também foram soltos animais como curió, inhambu-xintã, cotia e jacu, este último chegou a ter mais de 130 espécies no local”, cita.                             
Foi somente em 1990 que o IAP (Instituo Ambiental do Paraná) instalou a sede para coordenar o parque com uma mentalidade organizada, além de plantar outras espécies e acompanhar o cultivo nas propriedade. “A mata é uma zona de amortecimento para o Tibagi e a fauna, que a usa para chegar aos rios e na Bacia do Jacutinga, como o guará, a onça, o quati, a paca e o tatu”, declara.                                                                                                                        
Atuando numa propriedade em Sertanópolis, Marcos Wendel de Bonfim levou 4500 mudas de peróba, pau d'alho e frutíferas para reflorestar as nascentes de um sitio. “É uma área de lazer familiar abundante em água. Deve existir o equilíbrio ecológico para beneficiar as gerações futuras”, alerta.                      

Raiane de Sá, estagiária de Biologia que atua no Parque Estadual de Ibiporã, afirma que as visitas são de 2ª a 6ª das 8 às 18 hs, onde se conhece a trilha de ida com 2600 metros e de volta 1300 metros. No trecho se aprecia árvores nativas e uma mina. “O local é excelente para educação ambiental, desenvolve a criticidade e é o pulmão de Ibiporã. No passeio mostramos que é necessário preservar a natureza e muitas escolas e universidades vêm aqui. Para as crianças é importante ter consciência ambiental e preservar a natureza para o futuro”, pontua. O telefone para agendar visitas é o 3258 4366. 

Uma homenagem aos 90 anos de Moacir Baggio.



Moacir Baggio nasceu em 20 de março de 1926 na Fazenda Santa Clara, em Ribeirão Claro. Filho de Ângelo Baggio e Ida De More, ele teve por avós paternos Marco Baggio e Lúcia Campanholi. Sua família chegou a região de Cambé em 1940 para atuar na cafeicultura e em 1946 ele se casou com Genoefa de Júlio, já falecida. Para comemorar estes 90 anos, seus filhos escreveram uma carta em sua homenagem.
“É impossível falar do pai Moacir sem pensar nas inúmeras passagens bíblicas que retratam sua caminhada de 90 anos, comemorada e festejada em 20 de março. Em Mateus sete, versículo 24, Jesus ensina que quem ouve suas palavras e as praticam é como um homem prudente que construiu sua casa sobre a rocha. Ele foi movido por este ensinamento em meio a tantas dificuldades e desafios. 
Este grande homem construiu uma grande e sólida família composta pelos filhos Valter, Ivone, Valdir, Elisabete, Odete, Rosana e Ângela, além dos 18 netos e 19 bisnetos. A vida iniciada a dois resultou numa grande família de 56 pessoas e seus familiares tem muito orgulho de um pai que foi capaz de constituir uma família, educar seus filhos, ensinar valores e os orientar no caminho do Pai. Moacir Baggio é um homem ungido que desempenha tão bem seu papel de pai, avô e bisavô, onde todos seguem o exemplo de fé, honestidade, caráter, integridade, sabedoria e doação. Que o Espírito Santo de Deus nos dê a graça de permanecer muito mais tempo ao seu lado.               
Pai, obrigado por ter plantado a sementinha do amor em cada coração da linda família que você construiu. Obrigado Senhor Jesus pela graça deste momento de muita alegria e por nos presentear com essa pessoa boa e generosa que tanto bem nos fez, faz e fará. Estes são os votos sinceros de seus filhos, genros, noras, netos e bisnetos”.


17ª Regional de Saúde está em alerta com o Aedes Aegyptis


Com o objetivo de minimizar os efeitos do mosquito Aedes Aegyptis, o Hospital São Camilo e a 17ª Regional de Saúde, através da Dra. Terezinha Sanches, diz que a população jatainhense deve ficar alerta para controlar e erradicar as doenças causadas pelo mosquito. “Não podemos ficar a mercê de um mosquito que traz a dengue, chicungunha e zika vírus. Esta última doença é prejudicial e clinicamente compromete a inervação da coluna, causando a paralisia Guillain-Barré no feto, que destrói o cérebro e não o deixa evoluir, causando a microcefalia. O perímetro encefálico normal mede em torno de 32 centímetros e com a doença ele não se desenvolve, fazendo a criança ser portadora de necessidades especiais devido a problemas mentais”, afirma.          

Desde setembro de 2015 a população de Jataizinho é orientada pela 17ª Regional de Saúde quanto às ações de combate ao mosquito, sendo isto uma orientação da Promotoria de Saúde, que questiona a situação de risco, número de funcionários e agentes de endemias e comunitários envolvidos para atender o município. Além disso, agentes federais foram cedidos e o Governo do Paraná forneceu recursos no intuito de ampliar as ações da Vigilância Sanitária através do VigiaSus. Isto envolve contratação de pessoal e obtenção de medicamentos para ser distribuído à população. A doutora ressalta que o Governo Federal anunciou que em breve, as gestantes inseridas nos programas sociais receberão repelentes, porém alguns municípios já compraram o produto com verba própria e distribuiu para as gestantes de situação sócio econômica carente. “Isto varia de município e Jataizinho tem condições de realizar esta ação. Há cerca de 140 grávidas no município e acredita-se que algumas não precisam da assistência pública, mas outras sim. As grávidas devem andar vestidas adequadamente para evitar contato com o mosquito, usando calças compridas e claras, uma vez que ele prefere roupas escuras”, ressalta. Ela complementa informando que a 17ª Regional de Saúde realiza ações contundentes através do trabalho de campo para eliminar criadouros, como um check list e o apoio da sociedade civil organizada, representada por igrejas e comerciantes. “O morador deve eliminar focos e criadouros de sua casa e acompanhar o agente de saúde, que deve ser rigoroso nas vistorias”.                                                                                                        

Além da limpeza dos quintais e a retirada dos entulhos, outra medida é a aplicação do fumacê costal e por caminhonetes. São dez máquinas costais que atuam na cidade e atendem a demanda numa ação que não pode ser interrompida. “A coleta do entulho e a limpeza pública de ruas e praças são fundamentais e é de competência do Poder Público, instituído na figura do município. Quanto ao fumacê, a população deve abrir portas e janelas, além de fazer a limpeza do quintal para a aplicação costal, uma vez que as equipes vão a todas as casas”, diz. Atualmente Jataizinho possui dois casos de zika, nenhum de chicungunha e 40 casos de dengue, todos confirmados por exames laboratoriais. Quanto ao diagnóstico, tratamento e notificação, as unidades de saúde e funcionários do município se destacam, sendo uma das melhores da 17ª Regional de Saúde. “O doente é acompanhado e não fica sem assistência, mostrando que há solução para um problema que antes a população não sabia tratar”, pontua.

Da olaria para os tribunais: Advogado Renato Cruz de Oliveira se orgulha de ter atuado em diversas cerâmicas.


O advogado Renato Cruz de Oliveira (73) atua no ramo desde 1982, quando se formou na Universidade Estadual de Londrina. Natural de Santo Antônio da Platina ele chegou a Jataizinho em 1946 e antes de estudar Direito atuou em olarias, como alfaiate e na coletoria de impostos municipais. Casado com Marisa Matos de Oliveira e pai de Renato Oliveira Júnior, Leandro Cruz de Oliveira e Renata de Oliveira, um de seus maiores orgulhos foi os filhos terem seguido o caminho da advocacia, como por exemplo, Renato Júnior, que é juiz em Londrina e substitui um magistrado em Rolândia, atuando na área Cívil, Criminal e no Juizado Especial.                                                                                           Bem conhecido, ele cita que os casos mais comuns no município se relacionam a área criminal e por doze anos foi advogado da Câmara dos Vereadores, dando parecer jurídico das comissões e nos projetos apresentados pelo Executivo e Legislativo Municipal. Quanto ao trabalho de alfaiate, ele durou 13 anos, onde fazia calças, camisas e paletós sob medida. Hoje ele se entristece ao saber que a profissão é rara.                                                     
Quanto às olarias, ele atuou na área de serviços gerais nas cerâmicas de Domingos Diana e Medardo Galli. “Tenho orgulho do meu passado nas cerâmicas. Elas construíram o desenvolvimento imobiliário, da construção civil em várias localidades e geraram riquezas para Jataizinho. Com o declínio da argila as cerâmicas seguiram o mesmo caminho. Guardo estas memórias e isto me faz dar valor a que faço hoje”, diz. Ele complementa afirmando que as circunstâncias da vida o fez estudar e entrar na universidade aos 35 anos. Maiores informações a respeito do trabalho do advogado Renato Cruz de Oliveira podem ser obtidas na Rua Carmela Dutra 541, ou pelo telefone 32591335. Ele atende a todas as áreas do direito.


Em funcionamento há quatro anos, Associação de Artesãos de Jataizinho oferece produtos variados


A Associação dos Artesãos de Jataizinho é constituída por Irene Gomes Barreto, Maria Machado, Eliane Machado e Helena Brandão, atual presidente. A associação, que funciona como cooperativa, surgiu através do curso de Empreendedorismo Rural, uma vez que todas são agricultoras e cada uma tinha experiência em áreas distintas, como bordado, crochê, produção de conservas e demais atividades. “Tínhamos que fazer um projeto referente ao que se produz nas comunidades a fim de ser apresentado em Curitiba pelo Senar. Com a afinidade do grupo deu-se inicio aos trabalhos da cooperativa e funcionamos há cerca de quatro anos”, relata.   
                                                                 
No espaço elas comercializam sabão em pedra, conservas, pano de prato, tricô, artesanatos em geral, toalhas, chinelos, crochê e bordados com retalhos. As cooperadas têm produtos a mostra e aceitam encomendas. “As conservas são de pepino, legumes variados, pimenta, mel, temperos, batata e demais itens produzidos nas propriedades rurais. Temos clientes na cidade e já expomos na Festa Junina da Praça Frei Timóteo”, afirma Irene Barreto. Ela ressalta que o trabalho divulga a cidade através de lembranças e produtos. “Deve-se investir no turismo local, seja o ecológico ou rural. Recentemente recebemos os alunos do SENAI de Ibiporã e em breve ofereceremos cursos de tricô, crochê e bordados direcionado a todas as idades”, diz.                              

A Associação dos Artesãos está localizada na Avenida Antônio Brandão de Oliveira, 481 (sala 2). O telefone de contato é o 96574805. A cooperativa aceita encomendas diversas e em especial o de bordados com nomes em camisetas, uniformes e fraldas.


“Bolo de Pote da Letícia” é sucesso em Ibiporã.


Devido ao grande sucesso na internet, o “Bolo de pote da Letícia” traz uma novidade a Ibiporã ao abrir a primeira doceria na cidade. Segundo os sócios Júnior César de Melo e Letícia Carine Correa, a idéia de entregar a domicilio surgiu quando viram a produção e venda de bolos expandirem para públicos diversificados e o aumento das vendas e entregas para empresas. Além dos bolos de pote, são oferecidos sonho, bombas, bolo na taça com recheio de leite ninho e trufados, excelentes para eventos como aniversários e casamentos. “Disponibilizamos bolos a partir de 150 ml com adesivo, fita e temas personalizados de acordo com a vontade do cliente. Eles são práticos e agilizam o tempo”, diz                                                                                                          
O “Bolo de pote da Letícia” tem preços acessíveis, faz entregas em Londrina, Ibiporã e Jataizinho, além de atender eventos. Maiores informações no instagram (@bolodepote_daleticia), facebook (Bolo de Pote da Letícia) ou no telefone 84259723.


SAF Bom Pastor inaugura nova sede.


O SAF Bom Pastor comemorou os 71 anos de existência inaugurando a sede própria na Rua Osvaldo Cruz 466, ao lado do Posto Cardamoni. Especializada no ramo funeral e de assessoria em saúde, nos últimos 15 anos o SAF Bom Pastor funcionou na Avenida Santos Dumont. A nova sede possui maior estrutura para atender clientes, fornecedores e colaboradores, além de comportar a parte administrativa.
                                                                        
Com uma grande quantidade de clientes, o SAF Bom Pastor disponibiliza, a partir de R$22,00, o plano funeral que atende a família de um casal e filhos solteiros, além da assessoria médica com valor inicial de R$8,80 que oferece 120 especialistas, divididos em 28 especialidades como pediatra, neuro, mastologia, obstetra, cardio, geriatra, clinica geral, otorrino e demais profissionais com consultas tendo valor inicial de R$50,00. O plano também oferece assistência de exames com até 70% de desconto para bioquímicos e de imagem como ultrasom, radiologia, tomografia computadorizada e ressonância magnética e; assistência odontológica com desconto de 60%. Há parcerias com diversos hospitais, como o Cristo Rei. Tudo isto pode ser feito por telefone junto a equipe que assessora os clientes, que também indica médicos cadastrados em Ibiporã e Londrina com custo reduzido. 

Campo de futebol do Santa Paula ganha iluminação.


Após a solicitação da comunidade do Jardim Santa Paula, junto ao gabinete do vereador Marcos da Ambulância e Secretaria de Obras, foi implantada a iluminação no campo de futebol do bairro. Segundo o Secretário de Obras, Alexandre Casagrande, o trabalho foi mais uma meta atingida pela Administração Municipal, que busca atender as reivindicações populares.                   

Quanto ao material usado, Alexandre Casagrande relata que houve uma parceria entre o poder público e a comunidade, uma vez que a prefeitura entrou com mão de obra, fiação e luminárias. Em contra partida os moradores do Santa Paula obtiveram a doação de postes junto a Copel. A iluminação do campo, conforme o Secretário de Obras, integrará a população do entorno, como por exemplo do Jardim San Rafael e Terra Bonita, pois ali se formou uma área de lazer em todos os horários. Ele ressalta que a manutenção do local é uma obrigação do poder público, mas cabe a todos colaborar evitando jogar lixo e fazendo a limpeza do espaço.




Rotatória na Santos Dumont com a José Bonifácio melhora trânsito no centro.


Nos últimos anos Ibiporã avançou muito na questão viária. Isto se vê com a implantação do sentido binário em algumas ruas centrais e a construção das rotatórias. Quanto ao último quesito, recentemente foi concluída uma obra na esquina da Rua José Bonifácio com a Santos Dumont. No local havia uma praça com um pequeno redondo e alguns problemas viários. Conforme o Secretário de Obras, Alexandre Casagrande, a partir de estudos técnicos foi possível construir a rotatória e melhorar o trânsito com nova sinalização e luminárias. “Ibiporã tem ruas planejadas para um trânsito de 50 anos atrás. O crescimento urbano, populacional e de veículos e pedestres não permite o modelo antigo. A princípio as mudanças podem gerar desconforto e reclamações, no entanto as adequações funcionam há alguns meses e não existem incidentes nos locais”, relata.                                                     
Na nova rotatória foram instalados guarda corpos, faixa de pedestres e devido a reclamações no ponto de vista da segurança pública, feita por comerciantes e população, foi destinado na Santos Dumont um local para as viaturas da policia militar. “A sinalização viária é fundamental no desenvolvimento das cidades e ajuda na organização do trânsito. Até junho toda Ibiporã estará sinalizada, inclusive com placas que determinam o trânsito de caminhões. Outra novidade é a pintura de 60 rampas para cadeirantes na Rua Souza Naves. Isto trará melhoria para quem possui alguma deficiência física”, pontua.




Cultura e Esporte como instrumento social e de pacificação (Por Aldo Moraes)


Quando tivemos a iniciativa de realizar o “Batuque na caixa”, a amplitude da proposta na área da cultura era até então inédita em Londrina. O objetivo era percorrer os bairros e atender gratuitamente crianças e adolescentes com oficinas de música, literatura, teatro e ainda fornecer instrumentos, camisetas e material didático. Instituições sociais, religiosas e clubes já realizavam grandes trabalhos de inserção social desde a fundação da cidade. A mudança de visão naquele final dos anos 90 é que a atuação migrava para áreas como o Direito, cultura, esporte e meio ambiente, se consolidando com caráter de profissionalização e inserção real para os jovens.    
                                                                
A oportunidade de conhecer projetos iniciados ainda nos anos 80 em São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro nos deu a certeza de que era preciso abrir frentes nesse processo. Sendo que nossa região correspondeu às expectativas da comunidade, inclusive porque ações nesse campo já eram desenvolvidos como na Fundação Cultural de Ibiporã e Cambé.                                      

A cultura é fundamental como instrumento social pois agrega valores como trabalho em conjunto; concentração; disciplina; melhora na estima e criatividade que se expande para o cotidiano de crianças e jovens. Sabemos dos efeitos positivos que os cursos das Fundações em Ibiporã e Cambé trazem aos alunos das comunidades. Iniciativas como a Rede Cidadania (em Londrina) e projetos em várias áreas desenvolvidos por ONGs e artistas tem como retorno principal a cidadania e o acesso ao rico patrimônio cultural e histórico que faz o Brasil encantar o mundo.                                                                                           

O hip hop se destaca neste contexto e podemos citar iniciativas recentes que tem chamado a atenção: Hip Hop na Escola (coordenado por Banana Flow); Festival Hip Hopé Vermelho (coordenado por Mc Rei e Dj Fran) e Hip Hop sobre Rodas (Valdir Sujin e Banana). O “Som das Ruas” foi concebido na Zona Sul de Londrina e ganhou o país. São ações que motivam a juventude, profissionalizam e agregam uma ampla discussão sobre a sociedade atual.                 

O esporte é parceiro fundamental da educação e da cultura em projetos livres ou de contraturno. Sabemos que traz junto o conceito de uma vida saudável; a disciplina e o conhecimento de regras; a superação e um fator que o jovem leva para a vida toda: saber ganhar e saber perder. Além disso, muitas vezes projetos esportivos precisam de pouca estrutura para acontecer.                          

Para além do sucesso nas artes e do alto rendimento no esporte, projetos que democratizam o acesso transformam o conceito de uma geração e tem o poder de estimular a vontade para o livro, a prática de uma vida saudável, o cuidado com o meio ambiente e o respeito ao próximo. Ou seja, estas iniciativas ajudam na cultura de paz e do convívio respeitoso entre as pessoas, principalmente no respeito às diferenças. Acreditamos que o exercício da cidadania eleva a cordialidade e quebra barreiras de preconceitos onde vivemos.                                                                                                                                      
Por isso, saudamos a todos que colaboram para que a cultura e o esporte sejam instrumentos de transformação social. Esse é o poder concreto que a sociedade pode exercer unida no dia a dia de nossas cidades.