sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
O homem e seu ninho
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Gafanhotos Blindados
Com formação recente, mas integrantes experientes a Gafanhotos Blindados é alusão a uma poesia do artista plástico londrinense Agenor Evangelista, que a batizou num bate-papo ao fim de tarde na praça em frente ao Teatro Ouro Verde, no calçadão de Londrina. A Gafanhotos Blindados tem Flávio Lira, 21, o Carioca, que mora em Londrina há menos de um ano, na guitarra; Tiago Nirvana, baixista de 27 anos e morador do Semiramis; a vocalista Vanusa Carvalho, 20, também do Semiramis e Diego Rodrigues, 18, baterista e morador do Parque das Indústrias.Segundo Tiago Nirvana, a banda surgiu após uma conversa com Flávio, no bar Potiguá. Flávio veio do Rio de Janeiro para Londrina depois de fazer muita musica no bairro de Guadalupe, na Cidade Maravilhosa. ”Na minha rua muita gente tocava violão. Aprendi só de olhar”, comenta Carioca. “Toquei na banda de garagem Descontrole, que adotava o estilo mais agressivo”. Com ensaios ao menos uma vez por semana, eles ainda não se apresentaram e esperam se entrosar para subir aos palcos. “A música é meu mundo. Gosto do cheiro do estúdio. Fiz muitas amizades em Londrina, logo no primeiro encontro houve empatia e simpatia entre todos ao mesmo tempo”, completa Carioca.
Outro músico da Gafanhotos Blindados é Diego Rodrigues. Para ele, tudo começou cedo, logo aos 13 anos, quando escutou Basket Case do GreenDay. “A bateria se destaca muito nessa música”. Porém, o que chama atenção foi sua entrada inusitada para a banda. “Conversava com o Tiago a respeito de música e percebemos o mesmo gosto. Cada um estava com seu instrumento e decidimos, naquele momento, entrar num estúdio. Afinamos os instrumentos e começamos a tocar. Essa parceria já dura mais de um ano”, lembra Diego, ao lado da única mulher do grupo, Vanusa Carvalho. Com passagem por algumas bandas de garagem, muitas vezes o público a chama de Pitty, porque ela interpreta algumas canções da cantora de rock que faz muito sucesso entre os adolescentes. “Com doze anos tocava violão e meu pai sempre gostou. É diferente uma mulher fazer isso”, diz.
“Nosso som busca a critica social e alerta a sociedade contra as desigualdades. O que vemos, fazemos como historia de vida”. Essas são as palavras de Tiago da Silva Moreira, conhecido como Tiago Nirvana e que passou por diversas bandas, como a Garage 38, Nirvana Cover, The Back Three e Crau. Tiago toca desde os 16 anos. “Tinha um mini-sistem quebrado e o troquei por um baixo Magnus vermelho. Nele tirei minha primeira musica: Polly, do Nirvana”, recorda-se. “Cresci ouvindo músicas de Roberto Carlos, Alice Copper, Beatles, Creedance e ABBA. Meu pai ainda tem todos esses vinis guardados em casa”. Com influências do grunge, ele tem o seguinte pensamento: “Você tem que ter atitude. Não pode existir medo de expressar o que pensa e sente, já que na vida nunca pode existir preconceitos”.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Pedras Ruivas e seu Rock Intenso
Com músicas próprias, abordam fatos sociais e filosóficos sobre a vida, amores e coisas afins. Quanto as apresentações, foram muitas. “Em 2002 tocamos no Rock das Mangueiras para mais de 300 pessoas, mas nosso período mais intenso foi em 2004, quando tocávamos quase todos os fins-de-semana no MPB Bar”, recorda Ruivo.
Das vinte músicas do grupo, “Segunda Pagina”, versão de “Jornais”, de Nenhum de Nós, é a que mais faz sucesso. A banda se orgulha de ter participado de programas na Universidade FM e na Cincão FM, onde cantaram ao vivo.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Never Land - Terra do Nunca
Num estilo comedido e voltado ao comercial, está a NeverLand. Formada em 2004 por Bruno Sanches, guitarra; Ronalt Sanches, baixo; Robson Mancini, bateria e; Jefferson Melão, vocal, eles tocam músicas covers que possuem grande recepção do público. Conhecidos na região, se apresentam em festas de adolescentes até em inusitados casamentos. Bruno, 19 e morador do Luis de Sá afirma que influenciado por amigos, escutou seu primeiro rock há cinco anos. Foi a música “Come as you are”, da banda grunge norte-americana Nirvana. Apesar do gosto pela bateria, tornou-se guitarrista a partir das aulas de violão. “Sou primo do Ronalt e quando vim de São Paulo, ia a todos os ensaios, até que um integrante saiu e entrei em seu lugar”.domingo, 23 de dezembro de 2007
Fora do Tempo - HardCore Agressivo
A musicalidade na Região Norte de Londrina é diversificada e há várias bandas que tocam músicas próprias. Com o hardcore agressivo, letras de vanguarda engajadas na crítica social, a Fora do Tempo é independente e prefere não se rotular. O grupo é composto por César Galvão, 24, vocal; Tiago Ravache, 21, guitarra; Alessandro Pereira, 23, baixo; Tiago Scarelli, 22, guitarra e; Andrey Hudson, baterista de apenas 14 anos. O nome Fora do Tempo surgiu posteriormente. No inicio chamava-se Fratura, algo que lembra uma queda. “O nome deu-se porque cada integrante gostava de um estilo musical. Nos ensaios, sempre havia um músico que não era afinado com os outros e a música ficava fora do tempo”, diz Scarelli, pioneiro na banda e morador do Aquiles. Para não haver divergências, todos dizem que gostam de rock. “Ele uma ‘árvore’ com várias vertentes”, completa Andrey.
O mais experiente é César Galvão, que mora no Jardim dos Alpes e passou por diversas bandas, entre elas a Surface, onde tocou guitarra. Galvão ouviu muito Ramones, Dead Fish, Dance of Days e é autor das letras e arranjos. “São diversos os estilos e influências que resultaram em baladas a sons progressivos. Algumas julgo confessionais, ao mesmo tempo subjetivas e com múltiplos sentidos. Ao todo, possuímos sete composições e a de maior destaque é “Ilusões”, que aborda a vontade de ficar com uma pessoa”.
Outro integrante da Fora do Tempo é Tiago Ravache, que vive no João Paz e é professor de violão. Com influências de Offspring e músicas clássicas, acha errônea a discriminação de alguns estilos. “Quando se define que existe uma tribo, é porque há divisão”. Apesar da técnica, ele entrou na banda inusitadamente. “Havia um show marcado para o sábado e estavam sem guitarrista. Isso era quarta-feira. Fui convidado, ensaiei e no sábado subi ao palco”, relembra. Guitarrista há seis anos, aprendeu muito através de Mozart e Beethoven. “Eles expressam sentimentos e emoções”. Quem toca baixo, guitarra e violão é Alessandro Pereira, morador do Luis de Sá. “Conheci o César em 1998, quando andávamos de skate e em pistas de madeirite na Saul. Nessa época escutava muitas bandas e sempre tive o gosto eclético”. Como Ravache, ouve Vivaldi, Bach, Mozart e ao mesmo tempo CPM 22. “A música clássica é mais formal. Mas há transições. Música é algo muito aberto”, recordando-se que pegou num violão muito cedo. “Era um Tonante com cordas de aço, do meu avô, que tocava na Folia de Reis. A Folia é tradição e cultura popular relacionada ao violeiro caipira”, diz. Scarelli, do Aquiles e Andrey, do Luis de Sá tem a mesma opinião. Ambos sabem que a banda tem um futuro promissor, pois tocam em escolas e ensaiam todos os sábados. Scarelli completa: “Falta, em Londrina, mais espaços públicos e privados para as bandas mostrarem seus trabalhos. Em compensação, as novas tecnologias, como o celular, mp4 e a internet, possibilitam que mais pessoas conheçam nosso trabalho”.
sábado, 22 de dezembro de 2007
Dark Flames - Guerreiros que vão a batalha
Horda é um termo que significa guerreiros que vão à batalha e Dark Flames, segundo o guitarrista Murmur, significa “fogo e o lado escuro da mente, que são dois símbolos do Black Metal”. A formação original da Dark Flames deu-se no ano 2000, por Murmur (guitarra), Beemoo (bateria), Mammon (guitarra), Ukobach (baixo) e Behemoth (vocais). Ficaram até 2004. Em 2002, lançaram a demo “O iluminar da morte”. Na introdução, “O Guarani” de Carlos Gomes. “Isso é um símbolo do nacionalismo e as músicas são cantadas em português”, diz Murmur. Na trajetória, consta à saída do vocalista e do baixista, mas os remanescentes mantiveram a chama da banda acesa por mais dois anos, quando por motivos pessoais, Beemoo e Mammon não puderam mais dividir o palco com a Dark Flames. Durante dois anos buscaram novos membros e no ano de 2005, o horda deu uma nova guinada na sonoridade com a entrada de dois novos guerreiros: Lord Fúria (vocal) e Daemon Hael (teclados). Em 2006 entra Tormentor (baixo), e em 2007 Obscure Abaddon (bateria). Todos os integrantes são moradores da Zona Norte. O pseudônimo e a pintura do rosto são práticas comuns do Black Metal, referência a “guerreiros que vão à batalha”. quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Projetos analisam segurança alimentar
Os alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado dos cursos de Ciência de Alimentos, Farmácia e Bioquímica, Veterinária e Química, estudam como controlar toxinas de fungos (micotoxinas) e cianobactérias. "Isso ajuda os profissionais saírem preparados para o mercado de trabalho e atuar conforme as necessidades nas áreas analíticas, microbiológica, instrumental, biotecnologia e de reagentes", diz.
Elisa afirma que devido o Brasil depender muito do agrobusiness, precisa agilizar a qualidade do controle das pragas agrícolas e o desenvolvimento de tecnologias para garantir a segurança sanitária dos alimentos.
Um problema enfrentado pelo país é a aquisição de kits, específicos por exame, usados em laboratórios químicos para detectar contaminação em alimentos. O Brasil é muito dependente desta tecnologia estrangeira, tendo seu valor muito elevado, com preços que variam de R$1.000,00 a R$10.000,00 a caixa para trinta análises. "O preço é muito alto para os padrões da nossa agricultura".
Outro objetivo da pesquisa é a formação de recursos humanos capazes de criar este tipo de produto, além da importância da tecnologia visar à melhoria do controle de microrganismos e toxinas sobre gêneros de consumo interno e para exportação. "Queremos criar a mentalidade profissional para o cientista discutir e debater o assunto com a comunidade externa à universidade".
Fungos e bactérias, segundo Elisa, são comuns e crescem no meio-ambiente. No entanto, se a situação ficar favorável ao microrganismo, ele pode produzir toxinas nos alimentos e gerar doenças cancerígenas. Estudos procuram descobrir formas de controlar e evitar a contaminação a todos os tipos de alimentos e principalmente da água.
Toxinas em alimentos de origem vegetal
A farmacêutica Simone Fujii, doutoranda em Ciência do Alimento desenvolve o projeto "Produção de Imunoreagente, visando ao desenvolvimento de Coluna de Imunoafinidade para diagnósticos de Ocratoxina". O objetivo é desenvolver kits de colunas de imunoafinidade para análise de micotoxinas em alimentos.
Micotoxinas, segundo Simone, são classificadas como toxinas naturais, principalmente em alimentos de origem vegetal. Produzidas desde o início da cadeia produtiva, a micotoxina gera toxicidade crônica, como a ocratoxina, causada pelo do Aspergillum ochraceus e Penicillium verrucozum. Presente no café, as ocratoxinas podem gerar câncer e deficiência nos rins em longo prazo. "O projeto prevê o desenvolvimento de uma coluna (kit) reutilizável capaz de realizar trinta exames. Isso irá reduzir o custo e a dependência da importação", afirma Simone.
O método usado é o cultivo de células de camundongo (conforme o Código de Ética), para posteriormente produzir o anticorpo que dará possibilidade da criação da coluna. Testes preliminares com a coluna de imunoafinidade conseguiram reter a toxina do ocratoxina, porém, a quantidade de experiências deve ser muito grande para confirmar o método. Simone diz que “esta análise é”
importante para manter e controlar a qualidade dos alimentos, devido os compradores exigirem a análise de micotoxina".
Ela recomenda que o agricultor deve prestar atenção e cuidado com a colheita, armazenamento, manejo e análise dos produtos agrícolas, esses procedimentos, quando feitos corretamente, diminuem a contaminação e proliferação de fungos. Os benefícios da pesquisa são inúmeros, devido o controle, através de metodologias confiáveis e de custo acessível ser essencial para garantir fornecimento de alimentos isentos de contaminação por toxinas.
Monitoramento de água contaminada
Elisabete Hiromi Hashimoto, doutoranda em Ciência de Alimentos, trabalha com monitoramento de água contaminada por microcistinas, toxinas produzidas por cianobactérias freqüentes em água e desenvolve o projeto “Imunohistoquímica, visando ao controle de cianofíceas na piscicultura”. A doutoranda diz que o enriquecimento de água, por descarga de esgoto; lixiviação de solo fertilizado; e piscicultura que enriquece o meio com nutrientes, favorece o florescimento de cianobactérias que produzem cianotoxinas, algumas apontadas como promotoras de tumor. O limite permitido é de 1mg/l.
Elisabete Hashimoto se dedica aos estudos com a tilápia (uma espécie de peixe) devido o uso de ração na piscicultura, que favorece o enriquecimento da água. A cianobactéria produtora de toxina é consumida pelo peixe e afeta a saúde humana através da cadeia alimentar. Para descobrir se o peixe está contaminado, existe a técnica da imuno-histoquímica, que consiste numa reação antígeno-anticorpo diretamente no tecido do peixe. Esta mesma toxina (microsistina) foi encontrada no reservatório de água que abastecia uma clínica de hemodiálise em Caruaru, em Pernambuco no ano de 1996.
A doutoranda diz que muito pode ser feito para controlar as cianobactérias, como a atuação consistente de cada segmento, integrado com o setor produtivo a partir do controle, higienização e monitoramento da água e do pescado.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Ciclistas percorrem mais de seiscentos quilômetros em busca de um sonho
De Londrina e São Paulo. Na mochila a esperançaNa noite de treze de setembro deste ano, os ciclistas Jean Lima Moreira, 24 e Edielson Costa, 18, ambos do Maria Celina, Carlos Rodrigo Ferreira de Oliveira, 18, do Jardim Tocantins e Abiel Santos, 21, do José Giordano, saíram de Londrina para São Paulo numa aventura inesquecível a duas rodas. Percorreram 617 quilometros em três dias e duas horas. Nas bicicletas, com garupeiras adaptadas, muita água, mantimentos e uma carta que seria entregue a um possível patrocinador. “Não conseguimos entregar a carta e a jornada não foi fácil. No caminho paramos três vezes para dormir. Fazíamos isso debaixo de àrvores na estrada e em postos de combustíveis. O que vale é a experiência. Tudo que se faz na vida tem que ser com esforço”, diz Jean.
Todos integrantes da viagem compõe a equipe Bike Radical Show, que está junta há três anos. Eles se apresentam em escolas e participam de campeonatos por todo Paraná, onde realizam saltos em obstáculos e acrobacias em rampas.
A equipe, composta por seis integrantes, treina aos fins de semana no fundo de Vale do Maria Celina, em Londrina, Paraná. O patrocínio, que não foi conseguido, seria para a compra de uma Kombi ou uma Van para a logística do material esportivo, que é composto por rampas, obstáculos e bicicletas aro 20. Hoje o frete custa em torno de R$60. “Quando pedimos ajuda a órgãos públicos, como ambulâncias, policiamento e material de sinalização das ruas, raramente somos atendidos. Se a escola não ajudar, temos que tirar dinheiro do próprio bolso”, lamenta o esportista.
Quem quiser contratar ou conhecer o trabalho da equipe Bike Radical Show, pode entrar em contato com Jean, no (43) 84114592 ou (43) 33382241.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Trabalhadores perdem empregos

sábado, 15 de dezembro de 2007
Conto - Piranã
Cauã saiu muito cedo de casa para estudar. Era antropólogo e vivia na Amazônia, o “pulmão” da humanidade. Lembra-se com saudades da família e da longa viagem, feita de avião, ônibus e barco, que o levou até onde mora, nos confins da Amazônia, muito próximo a divisão do Brasil com o Peru e a Colômbia. Viu botos cor-de-rosa, que, segundo a lenda, transformam-se em belos e sedutores homens, índias que viviam nuas como no período pré-histórico, as belas matas brasileiras, animais e aves em perigo de extinção, a Pororoca (encontro entre os rios Negro e Solimões) e a exuberância de Manaus. Apesar disso tudo, perdera a visão romântica da vida devida sua obstinação pela antropologia e pelo modernismo, que conheceu em São Paulo, a grande Selva de Pedras. Morava na Amazônia há dois anos e lá fez muitas amizades com nativos, índios, bolivianos, venezuelanos, colombianos, peruanos e até europeus e norte-americanos que iam lá à pesquisa ou a turismo.Além da antropologia, Cauã era fotógrafo, profissão na qual tirava grande parte de sua renda. Enviava as fotos, via internet, para serem publicadas em revistas especializadas em São Paulo e também para pesquisas científicas, dessas, onde descobria, aos poucos, fatos inéditos e surpreendentes daquele local. Uma delas foi que numa região isolada da Amazônia, próximo ao Peru, havia há cerca de 400 anos, uma população indígena evoluída em relação às outras tribos, quanto às ciências e cultura. Pesquisas e relatos históricos captados por entrevistas, manuscritos e pictografias, apontam para o conhecimento e uso da roda na produção agrícola e de animais, parentes da lhama, no transporte de mercadorias. O comércio entre as tribos era intenso, eles irrigavam as plantações via dutos subterrâneos e se comunicavam, na forma escrita, por códigos e sinais compostos de letras e números. Alguns desenhos mostram traços físicos diferentes. Se pareciam muito com pássaros, seus lábios eram alongados e seus corpos revestidos de penas. Produziam instrumentos musicais e a sociedade era organizada politicamente de forma igualitária. No entanto, a população desapareceu. Restaram poucos sobreviventes e sabe-se que foram extintos pela gana de conquistadores que os escravizaram até a morte. Alguns remanescentes escaparam e se esconderam na mata densa. Muito do que se conhecia virou lenda, transmitida oralmente para futuras gerações de outras tribos. Cauã viu ali um fato inédito que deveria ser pesquisado mais a fundo e que renderia uma publicação científica. Foi aí que ele conheceu o elo perdido e a lenda de Piranã.
