domingo, 2 de fevereiro de 2020

Projeto ambiental da escola Alberto Spiaci, em Ibiporã, preserva a natureza

Você sabia que um litro de óleo pode contaminar um milhão de litros de água? Sabendo disso e com o objetivo de conscientizar os alunos da escola Alberto Spiaci e a comunidade que vive ao seu entorno, foi criado um projeto de reciclagem de óleo, que consiste na coleta e destinação deste resíduo domestico. Conforme uma das idealizadoras do projeto, a professora Leonir Aparecido Pedro, o projeto ajuda a natureza ao transformar o óleo em biodiesel e recebe em troca produtos de limpeza. “A cada cem litros arrecadados, a escola recebe em troca uma caixa de detergente com 24 unidades. E, em breve, levaremos os alunos para conhecer o processo de reciclagem do óleo”, afirma a professora.                                                             
Tamanha a importância deste trabalho, que foi realizada uma experiência na escola, onde havia dois pneus com terra: um contaminado com óleo e o outro não. O resultado mostrou que a terra do pneu contaminado não fertilizou ou produziu o que fora plantado, algo diferente do pneu livre de óleo. “Os alunos aprovaram a iniciativa e observaram na pratica que é preciso cuida na natureza. Outro fator positivo foi a mudança de comportamento das famílias a partir do projeto que surgiu na escola. Podemos chamar tudo isso de educação ambiental”, ressalta Leonir.                                               
O projeto não se restringe apenas a coleta de óleo, mas se estende a coleta de pneus, usados no paisagismo e nas hortas, onde são plantadas as mais variadas espécies de verduras, usadas posteriormente como reforço na merenda.

                                            

Ibiporã ganhará três rotatórias

Uma boa noticia para quem trafega pela Mario de Menezes, no cruzamento da Eugênio Sperandio e João Barreto, logo em frente à ferroviária e onde em breve serão construídas casas populares; Avenida Prudente de Moraes, esquina com a Vitoriano Valente e Luis Ferrari, próximo ao Hospital Cristo Rei e; na confluência da Mario de Menezes com a Avenida Paraná, saída para Jataizinho. Nestes locais, segundo o novo secretário de obras, Alexandre Casagrande, serão construídas rotatórias com a finalidade de desafogar o trânsito e melhorar o fluxo viário. Além destas medidas, o secretário de obras, que também é funcionário de carreira do SAMAE, do departamento de operações, há 23 anos, cita que a prefeitura realizará um grande trabalho de sinalização vertical e horizontal e irá adquirir, a principio por comodato por trinta dias e aprovado seu uso, por cinqüenta e cinco mil reais, um maquinário que irá agilizar o processo de sinalização das ruas. “A ordem de serviço já foi assinada. Além das três rotatórias há um projeto para mais quatro ou cinco, que visão a mobilidade urbana ao interligar as quatro facetas de Ibiporã”, afirma.  
                                                                                                                                  Questionado sobre a possibilidade da implantação de semáforos, Alexandre Casagrande, cita que o recurso só é aplicado em último caso e Ibiporã, como outras cidades do norte paranaense, sofre pelo fato de serem planejadas, no passado, para poucos habitantes, tendo as ruas centrais pequenas e estreitas.
                                                                                                                
Entretanto, apesar das dificuldades arquitetônicas, a secretaria de obras vêem desenvolvendo um trabalho de restauração da malha asfaltica, com o trabalho de dez operários da prefeitura, duas maquinas e a aquisição de trinta e cinco mil quilos de massa asfaltica. “Nesta semana, caso o tempo ajude, estaremos nas ruas e o recape do asfalto será conforme a demanda. E, a população que necessite do recape, da limpeza das bocas de lobo, varrição e sinalização das vias, pode entrar em contato com o departamento de obras, das 8 às 17 horas, pelo telefone 3178 8440, para agendamento.

Quanto a Alexandre Casagrande: Casado, pai de dois filhos, funcionário de carreira do SAMAE há 23 anos, Alexandre Casagrande assumiu a Secretaria de Obras a menos de um mês, porém tem vasta experiência na área operacional. Nascido e criado em Ibiporã, sua família, de pioneiros, foi detentora da primeira fábrica de refrigerantes da cidade, que funcionava na Mario de Menezes e tinha o nome de Comércio e Indústria de Bebidas Ibiporã Ltda. Casagrande e Filhos.


Que todos sejam um


O projeto “Que todos sejam um” é uma iniciativa de ação do Grupo Valorizando a Esperança, junto a entidades civis atuantes em Ibiporã e que possuem como objetivo comum o atendimento, acolhimento e inserção social de adolescentes, jovens e adultos envolvidos com o submundo das drogas. “A idéia foi lançar um projeto e juntar as forças das seis entidades que fazem o trabalho de prevenção, tratamento e inserção social de dependentes químicos, com atividades culturais e esportivas abertas a comunidades”, afirma o coordenador Julio Henrique Conceição.                                                                         
Com nove anos de atuação e há dois anos funcionando num amplo espaço no Jardim Municipal, o projeto “Que todos sejam um”, não traz nenhuma novidades em relação ao trabalho interno realizado pelas entidades envolvidas, mas sim uma nova forma de efetivação deste trabalho. “Busca-se através do projeto a unidade e harmonia entre as entidades envolvidas, não só entre si, mas junto ao poder executivo, legislativo, judiciário, as instituições religiosas e a sociedade civil organizada”, afirma.                                                    
Julio Henrique cita que muitas mães se apavoram em pensar no futuro dos filhos frente às facilidades oferecidas pelos caminhos das drogas. “A toxico dependência não prejudica apenas o usuário, mas toda a sociedade. Não podemos fechar os olhos à falta de oportunidades, à prostituição, à ação dos traficantes, a destruição dos lares e dos sonhos dos jovens. Nossa missão é dar uma segunda chance. Muitos, após anos no inferno das drogas, encontram aqui sua última esperança do retorno à vida. Da união entre as entidades descobriu-se um caminho para ajudar os dependentes a reconquistarem sua liberdade. Graças ao apoio dos voluntários é possível oferecer uma oportunidade aos jovens”, ressalta o coordenador.                                                      

Vindo do Tocantins em 2011, Túlio André Silva, de 22 anos, descobriu na Fazenda da Esperança a maneira de se libertar das drogas. “O projeto mudou tanto a minha vida, que acabei vindo a Ibiporã como missionário. A maldita droga rouba o caráter e a personalidade do ser humano, além de levar embora nossos princípios e entristecer as famílias”, diz o missionário.                                  

Recuperado, superada as dificuldades e com o retorno da confiança familiar, Túlio vê que o trabalho de recuperação é difícil e quem pede ajuda deve se apoiar no tripé trabalho, espiritualidade e convivência. E, ele dá um conselho a quem deseja se “aventurar” pelo caminho das drogas: “A juventude deve se afastar das más companhias, da bebida e das drogas, além de trabalhar, estudar e ouvir o conselho de seus pais”, finaliza.    

Executivo sanciona lei que cria e organiza políticas públicas, além de instituir conferência e Conselho da Juventude. (Publicado em Janeiro de 2013 no jornal Nossa Terra de Ibiporã)

Foi sancionada a lei 2591/13 que cria e organiza a Política da Juventude; institui a Conferência da Juventude e; cria o Conselho da Juventude. A lei, de iniciativa do vereador Marcos da Ambulância, se baseia num olhar voltado ao segmento, que carece de espaços para debater.                    
O assessor parlamentar, Rodrigo Franciscon, cita que a política da juventude se norteia por diversos princípios: a inclusão e participação por meio de representação dos setores e segmentos da juventude; o respeito à cultura, às diferenças, às opções sexuais, religiosa e partidária dos jovens; liberdade de pensamento e palavras, respeitada a integridade e a honra dos demais indivíduos; entre outros.                                                           
Entre as diretrizes, voltadas a desenvolver a juventude, estão: a articulação e parceria com os órgãos públicos e privados, para a execução de políticas da juventude; participação ampla da inclusão dos jovens nas iniciativas governamentais que visem seu bem estar; procura por meios que busquem a ampliação do acesso e a melhoria da Educação e da qualificação profissional assim como a inserção na rede de emprego; repúdio a todas as formas de corrupção que maculem o Poder Público e que lesem a sociedade e os bens públicos e; a promoção de condutas antidiscriminatórias, assim como o combate a qualquer ação que discrimine o jovem seja por sua opção religiosa, sexual, partidária ou condição social ou racial.                          
Quanto ao Conselho da Juventude, ele é colegiado, permanente, autônomo, consultivo, deliberativo, avaliador e fiscalizador das ações que envolva o segmento. Entre as suas competências estão à promoção e organização de congressos, seminários e eventos que atraiam o jovem ao debate político e social e; mobilizar e organizar movimentos de combate à corrupção, ao desrespeito dos direitos humanos e aos direitos dos jovens.                    
O assessor lembra que o conselho é formado por diversos segmentos sociais, possibilitando a oxigenação das idéias. “O Conselho Municipal da Juventude será composto por jovens, com mandato de dois anos, permitida uma reeleição ou recondução. Os representantes serão eleitos entre os membros da sociedade civil, vindos de estabelecimentos educacionais públicos e privados; associações de moradores; movimento negro; portadores de necessidade especial; movimentos em geral e; representantes do Poder Público, ligados as secretarias de Educação, Esporte e Lazer, Assistência Social, Cultura e Saúde”, diz.
                                                                  
Rodrigo Franciscon cita que um dos objetivos da lei é trazer o jovem a política, afastado dela por causa de escândalos. “A juventude deve se aproximar e participar da política, com o intuito de modificá-la e a transformar em algo melhor para o futuro”, finaliza. 

Jataizinho: Uma das principais fontes da construção da identidade histórica e cultural do Norte Paranaense.



Fundada em 1855, Jataizinho é o berço norte paranaense. Na década de 20, do século passado, ela abrangia as atuais Londrina, Rolândia, Arapongas, Mandaguari, Maringá, Ibiporã, Cornélio Procópio, Uraí, Sertanópolis, Jaguapitã e Rancho Alegre. Banhada pelo rio Tibagi, a cidade ainda guarda riquezas histórias que constroem a identidade cultural da região.            
Segundo o diretor municipal de educação e cultura, Celso Ribeiro, o município passou por diversas fases e a história dessa localidade entrelaça-se com a História do Brasil. Foi palco da redução jesuítica de São José, onde pertencia a coroa espanhola, no século XVII e porto comercial de exploração de diamantes, na mesma época; Colônia Militar de Jataí, em 1851, por ordem de Dom Pedro II e de fundamental importância na Guerra do Paraguai; Aldeamento São Pedro de Alcântara, em 1855, com Frei Timóteo; sede da Vice Prefeitura do Sul Brasileiro em 1865; e ponto de partida da colonização do Norte do Paraná.                                                                                            
Secular, vivenciou os três regimes: Monarquia, Império e República. Variados, também, foram os personagens: escravos, índios, imperadores (D. Pedro II), princesas (Isabel), freis, militares, agricultores, políticos e pessoas comuns. Todos contribuindo para constituir a identidade cultural da colônia militar que, em quase 100 anos depois, se tornaria município, passando pelo status de aldeamento indígena, freguesia e distrito.                
No início do século XVII, após o Brasil se tornar colônia da Espanha, a Coroa Espanhola decidiu estabelecer, às margens do Rio Tibagi, uma Redução Jesuítica. Isso se deu por conta das ações dos exploradores Bandeirantes que iam atrás de desbravar novas terras, índios e pedras preciosas. O local se tornou um pequeno porto comercial ligado à exploração de diamantes. Dois séculos mais tarde, em virtude de conflitos com países fronteiriços, D Pedro II estabelece a criação da Colônia Militar de Jataí (1851). Joaquim Francisco Lopes foi o encarregado para a construção de vias de acesso. A Colônia foi de suma importância na resolução da Guerra do Paraguai, na qual os países que formavam a Tríplice Aliança (Brasil, Uruguai e Argentina) saíram vencedores. Documentos relatam que a Colônia Militar era entreposto entre a Província de Curitiba a Cuiabá, prestando relevantes serviços à pátria. De grande importância também, é a localidade na esfera religiosa. Na segunda metade do século XIX, o Imperador traça orientações para catequizar os aldeamentos indígenas. Assim, entra em cena um dos principais personagens da história local: Frei Timóteo de Castelnuovo. O frei Italiano foi enviado para Jataí e passou a catequizar os índios recolhidos da selva. Em 1865, instalou-se a vice-prefeitura do sul brasileiro em São Pedro Alcântara, sob a direção de Frei Timóteo. Sabe-se que a construção da cidade deu-se através da ajuda de 111 índios caíuas e 12 escravos da nação. Entre as etnias indígenas, além dos caíuas vindos do Mato Grosso, viviam aqui os coroados (kaingangs) e guaranis. Nesta mesma época instalou-se uma escola de primeiras letras e no seu perímetro urbano construiu-se uma igreja, uma ferraria, uma estrebaria, uma olaria, senzala e diversas casas cobertas com telhas. Porém, a sua derrocada deu-se com o fim da monarquia, pois a República já não apoiava o sistema e aldeamento.                                                                                              
Esquecida até 1920, “Jatahy”, como se grafava na época, teve extrema importância para a efetiva colonização e progresso do Norte do Paraná. Ela tornou-se o portal de entrada de muitas famílias que vinham de varias regiões do Brasil e do exterior, em busca do próprio pedaço de chão para plantar as sementes de um futuro melhor. Os imigrantes vinham atraídos pelas propagandas da alta qualidade das terras, que eram vendidas a prazo longo e baixos preços.                                                                                    
A travessia sobre o Tibagi, em direção ao “norte novo”, terá feita por balsa ou canoas, não havendo rodoviária ou ponte ferroviária, sendo esta chegando em 1932 e inaugurada em 1935, transpondo a barreira entre o passado e o presente e viabilizando o extraordinário progresso da região.                                                                        
Graças à argila e areia do Tibagi, as margens de Jataizinho, foi possível a construção dos municípios da região nas décadas de 40 e 50, aonde a cidade chegou a ser considerada a “capital Nacional das cerâmicas”, exportando manilhas, telhas e tijolos para todo o Brasil.                                                
Tamanha é a importância de Jataizinho, que fora criado recentemente um museu para resgatar a história da região. “Desde 2001 faço o trabalho do resgate histórico”, revela Celso Ribeiro. Além do valor histórico ele cita que pesquisadores vêem a região em busca do resgate cultural indígena. “Foram realizadas escavações e encontramos artefatos indígenas as margens do Tibagi”. Conforme Celso Ribeiro, para que a história local não se esvaia, sempre que possível alunos das escolas municipais, estaduais e das universidades visitam o museu para conhecer um pouco mais. “Isto agrega conhecimento e a valorização da cidade. O aluno se insere e cria uma identidade cultural”, finaliza. 


Publicado no jornal Nossa Terra de Ibiporã, em janeiro de 2012

No último dia 13, o prefeito José Maria Ferreira foi eleito presidente do Consórcio Intermunicipal dos Serviços Municipais de Saneamento Ambiental do Norte do Paraná (CISMASA) para o Biênio 2012/2013.

Para José Maria, “será uma honra presidir o Consórcio” e ele se comprometeu a prosseguir com todo empenho para fortalecer os serviços municipais de saneamento e buscar, cada vez mais, parcerias e recursos.

O atual presidente e prefeito de São Jerônimo da Serra, Carlos Sutil, afirmou que se sente confiante ao passar o cargo.

Para a direção executiva, foi indicado o Diretor Presidente do SAMAE, Claudio Buzeti, que agradeceu a confiança depositada e prometeu muito trabalho junto aos municípios da região visando um consórcio cada vez mais unido.

Outra boa noticia foi a aprovação, pela Assembléia Legislativa do Paraná, do projeto de lei que cria a Vara de Infância e Juventude, Família, Registros Públicos, Acidentes de Trabalho e Corregedoria do Foro Extrajudicial e o Juizado Especial, Criminal e da Fazenda Pública em Ibiporã.

O projeto foi enviado ao governador Beto Richa para ser sancionado ou rejeitado. No segundo caso, retorna à Assembléia Legislativa para eventuais modificações.

Além da criação da vara e do juizado, o projeto propõe a criação de dois cargos de juiz de Direito de entrância final. Os profissionais vão atuar no Foro Regional de Ibiporã.

A criação da Vara da Infância e Juventude consiste no desmembramento da Vara Criminal e da Vara Cível. Se for criada, ela atenderá Ibiporã e Jataizinho.

O Conselho Tutelar divulgou os nomes dos conselheiros eleitos para a gestão 2013/2015. São eles: Ana Paula Visnardi, Bianca Soares de Farias, Gragiani Cardin Botelho, Sueli Aparecida Macedo Gomes e Vanderson Batista Pinheiro. A presidência do Conselho ficou com Sueli e os conselheiros foram eleitos por votação popular, além de realizarem provas sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.

O Conselho Tutelar informou o novo horário de funcionamento para 2013: das 8h às 12h e das 14h às 18h. No horário de almoço e nos finais de semana, os conselheiros podem sem chamados pelo celular 8421 7200.

O Setor de Tributação da Prefeitura informa que ficará fechado para atendimento ao público entre os dias 26 e 28 de dezembro. O sistema utilizado pelo setor irá mudar e os funcionários passarão por treinamento. Após o dia 28, o atendimento será normalizado e estará à disposição da população das 8h às 17h.

A Associação de Pais e Amigos dos Surdos de Ibiporã, APASI, formou sua 6ª Turma de Libras, onde houve a cerimônia de entrega de certificados. O curso foi ministrado por Lucas Botti, Milton Junior Ferreira e Rogério Orlando dos Santos, sob coordenação da professora teórica em libras Ivete Pereira Semprebom.

Ibiporã está mais sorridente. Isto porque o município recebeu em dezembro, o certificado pelo 2º lugar do “Prêmio Paraná Sorridente”, por conta das práticas adotadas em saúde bucal em 2011.

A administração já havia recebido a notícia de que havia alcançado, mais uma vez, a boa colocação, mas ainda não tinha recebido o certificado. Este é o terceiro ano consecutivo que Ibiporã fica entre as primeiras do Estado; em 2010 o município ficou em 2º lugar e em 2009 em 1º.

O prêmio é uma iniciativa do CRO-PR, em conjunto com a Coordenação Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde e a Divisão Estadual de Saúde Bucal da SESA/PR. É referente à “Gestão em Saúde Bucal” na esfera municipal, e visa contribuir assim para a valorização profissional e o fortalecimento da classe odontológica.

Por fim: o mundo não acabou e que todos tenhamos um excelente 2013.


ORTOGRAFIA PORTUGUESA


Divide-se a história da ortografia portuguesa em 3 períodos: o fonético, o pseudo-etimológico e o simplificado:
 
1) Período fonético_ Começa com os primeiros documentos redigidos em português e termina no sec. XV; as palavras escrviam-se como eram pronunciadas; coincide esse período com a fase arcaica do idioma. Não havia um padrão uniforme na transcriçào das palavras. O i era representado também por y e j . Quando semivogal era freqüentemente precedido de h. A nasalação das vogais era representada de diversas maneiras: por ~ , por dois pontos, por m, ou por n. M e n empregavam-se indistintamente no interior ou no final das palavras: be~ , bem ou ben. O grupo lh, de origem provençal, aparece sob a forma ly (filya > filha). O grupo qu antes de a, o tem valor do k velar (quada, riquo). O ditongo ão era representado on (amaron). O moderno sufixo -vel grafava-se -vil, ou -bil. Era comum o uso do hiato, que se desfez em ditongo, ou crase (feia, ser). A língua era escrita para o ouvido, não se fazia crase na escrita (seer). Havia confusão entre b e v. C e z antes de qualquer vogal podia representar a sibilante surda. O c no grupo ct vocalizou-se (outubro, noite). A letra g pode evoluir para oclusiva ou fricativa (mangar, manjar) O grupo gn palatizou-se ou formou ditongo com a vogal anterior (linho, reino). Usava-se o h medial para separar hiatos (sahir) Havia oscilação no uso de todas as consoantes duplas, inclusive iniciais e finais. A escrita, por normatização deficiente, apresentava variações até dentro do mesmo texto.
 
2) Período pseudo-etimológico_ Inicia-se no sec XVI e vai até o ano de 1904, quando a Ortografia nacional de Gonçalves Viana foi publicada. Dentro desse período, as palavras eram escritas de acordo com a grafia de origem, reproduzindo-se todas as letras do étimo, mesmo quando não pronunciadas. Esse período é fruto do Renascimento da Cultura Clássica e da influência das letras greco-romanas. Com o advento do Romantismo, verificou-se novo surto etimológico. Buscou-se a origem do vocábulo através do francês, que se imitava largamente. Assim escrevíamos: sepulchro, thesoura, cysne, systhema, Ignez etc. Não havia padrão uniforme de ortografia.

3) Período simplificado_ Principia com a publicação da Ortografia nacional e chega até nossos dias. A reforma de Gonçalves Viana foi baseada na fonética histórica, daí o sistema simplificado ser o verdadeiramente etimológico. A reforma ortográfica proscrevia:
a) prescrição absoluta e incondicional de todos os símbolos da etimologia grega: th, ph etc.
b) redução das consoantes dobradas a simples, com exceção de rr e ss mediais, que têm valor específico.
c) eliminação das consoantes mudas, quando não interferem na pronúncias das vogais que as precedem.
d) regularização da acentuação gráfica.
 
            Em 1911, o governo português tornou obrigatória a rerforma ortográfica. Em 1931, as Academias de Letras do Brasil e de Portugal celebraram um acordo ortográfico, visando a solucionar as divergências ortográficas entre os dois países. Em 1943, há um novo entendimento entre os dois países e a Academia Brasilera de Letras publica o Pequeno vocabulário ortográfico da língua portuguesa, usado oficialmente até nossos dias e visa a dar solução a várias indecisões ortográficas, entre as quais temos;
_ emprego do h : não tem valor fonético em português, como não o tinha em latim; só o empregamos quando a etimologia o exige (homem, hoje, hélice); quando medial, só é empregado como componente de um dígrafo e nos compostos em que o segundo elemento, com h inicial, se une ao primeiro por meio de hífen.
_ emprego do ch : digrama inexistente em latim, é resultado da evolução fonética dos grupos latinos pl, cl, fl.
_ emprego do x : corresponde a palatização do x latino, ou dos grupos sc e ss.
_ distinção entre s e z: escrevem-se com s : as palavras procedentes de palavras latinas escritas com s; os sufixos esa, isa, quando indicam títulos nobiliárquicos e profissões: escrevem-se com z : quando resultante dos grupos de ti, ci, e ce latinos (razão, vizinho, azedo);
_os abstratos derivados de adjetivos; o sufixo -izar de origem grega e seus derivados;
_ emprego do til : surgiu na Idade Média, abreviação de m, ou n, era um recurso usado pelos copistas; fixou-se para o em ditongo e a final ou em ditongo; o uso de m ou n para nasalização já era resolvido em latim;
_ emprego do ss : provém de ss latino ou de uma assimilação;  
_ emprego do ç : provém da evolução de um ditongo (lança, paço);
_ emprego do j : provém da consonantização de uma semivogal, ou da palatização dos grupos se, si, di (majestade, queijo, beijo, hoje);
                        
O acordo ortográfico mantém a supressão de k, w, y.
De acordo com o parecer conjunto das Academias Brasileira e Portuguesa de Letras, ficam abolidos: o trema nos hiatos átonos; o acento circunflexo diferencial de timbre à exceção de pôde/pode e outros casos que não pegaram; (nos demais casos não há distinção de timbre) o acento grave com que se assinalava a sílaba subtônica dos vocábulos derivados em -mente, ou sufixos iniciados por  z.  

HISTÓRIA DA ORTOGRAFIA PORTUGUESA - Prof. David Gonçalves Lavrado


A história da ortografia da língua portuguesa compreende três períodos
 1º - FONÉTICO, das origens medievais (século XII) até meados do século XVI; 2º - PSEUDO-ETIMOLÓGICO, de meados do século XVI até os primeiros anos do século XX;3º - HISTÓRICO-CIENTÍFICO, de 1904, data da publicação da Ortografia Nacional de Gonçalves Viana, até nossos dias.

PERÍODO FONÉTICO
A grafia da fase arcaica da língua portuguesa representava exclusivamente os sons da fala, inexistindo a preocupação de escrever-se consoante a origem das palavras. Assim, por exemplo, escrevia-se omem, honrra, liões, etc. Contudo, a grafia não era, por falta de sistematização, absolutamente fonética, porquanto havia palavras com mais de uma grafia, indecisões, emprego de um mesmo sinal com valores diversos: haver/aver; nõ/nom/non; hidade/idade/ydade; homem/omem/ome. O h, por exemplo, podia indicar tonicidade da vogal: he (é); a existência de hiato: sahida (sa-í-da), trahedor(traidor; o som i : sabha (sabia); e, às vezes, era usado sem função definida: hua (uma). Conquanto não houvesse um padrão uniforme na escrita, a tendência era indiscutivelmente fonética: Escrevia-se não para a vista, mas para o ouvido.

PERÍODO PSEUDO-ETIMOLÓGICO
Os estudos humanísticos no século XVI levaram os eruditos a procurarem sistematizar a grafia portuguesa, aproximando-a da latina. A grafia etimológica nessa época consistia em conservar as letras de origem das palavras, mesmo que não tivessem valor fonético algum. São incorporados ao nosso léxico com aspecto gráfico do Latim não só os vocábulos novos mas também os que já possuíam formas vulgares resultantes da evolução do Latim para o Português. Assim, por exemplo, ocorreu com os vocábulos história, digno, benigno, maligno, os quais, segundo a pronúncia antiga, eram grafados estória, dino, indino, benino, malino. Não sendo usado o método da pesquisa etimológica, por desconhecimento na época, a grafia proposta continha complicações inúteis, porquanto estava cabalmente desvinculada dos princípios de evolução do idioma. As palavras de procedência grega apresentavam, então, grafias pretensiosas: PH: philosophia, nympha; TH: theatro; RH: rheumatismo; CH (velar): chimica, technico; Y: hydrophobia, nympha. Os eruditos, influenciados  pelos modelos latinos que procuravam imitar, grafavam approximar, abbade, bocca, secco etc. por ignorarem que, na evolução para a nossa língua, essas consoantes se simplificaram.
Conquanto tivesse a pretensão de ser etimológica, tal grafia estava eivada de equívocos e de formas absurdas, sem respaldo etimológico: hontem ( ad noctem>ontem); pecego (persicu>pêssego);geito (iactu>jeito); Nictheroy (grafia inconcebível uma vez que o nome locativo  Niterói é de origem indígena). 
O eminente filólogo e foneticista português Aniceto dos Reis Gonçalves Viana, a quem se devem as bases da simplificação ortográfica fixadas em Portugal em 1911, assim se manifestou sobre esse sistema: Estou de há muito convencido, e várias vezes o tenho dito pela imprensa, de que a denominada ortografia etimológica é uma superstição herdada, um erro científico, filho do pedantismo que na época da ressurreição dos estudos clássicos, a que se chamou Renascimento, assoberbou os deslumbrados adoradores da antigüidade clássica e das letras romanas e gregas, e pôde vingar, porque a leitura e a conseqüente instrução das classes pensadoras e dirigentes só eram possíveis a pequeno círculo de pessoas, cujos ditames se aceitavam quase sem protesto.

PERÍODO HISTÓRICO-CIENTÍFICO
A Lingüística em Portugal, com Adolfo Coelho, constituiu-se como ciência a partir de 1868, passando em decorrência, a ser seguros e confiáveis os resultados das investigações. O mestre Gonçalves Viana foi o primeiro a aplicar, sistematizadamente, à grafia da língua portuguesa o tratamento histórico-comparativo. Tomando por base a fonética histórica, isto é, considerando as normas a que se submeteram os sons latinos na passagem para o português (por isso o seu sistema é realmente etimológico e não aquele que, indevidamente, durante tanto tempo se utilizou desse nome), Gonçalves Viana publicou, em 1904, a sua notabilíssima Ortografia Nacional, ponto de partida de tudo quanto se fez posteriormente. Graças à grande repercussão da obra de Gonçalves Viana, O Governo português constituiu, em 1911, uma comissão para estudar as bases da reforma ortográfica.
Em 1916, O Governo oficializava a nova ortografia, praticamente toda fundamentada nos estudos de Gonçalves Viana, e, em 1931, foi ela estendida ao Brasil por acordo firmado entre a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras, com aprovação de ambos os governos.
A Constituição Brasileira de 1934, todavia, determinou a volta do sistema ortográfico anterior, denominado usual ou misto.
O golpe de Estado de 1937 restabeleceu o sistema simplificado de 1931, porém lhe acrescentou novas regras sobre a acentuação gráfica, passando a divergir, a partir de então, Brasil e Portugal em matéria ortográfica.
Tornou-se necessário novo entendimento entre os dois países para a unificação ortográfica, tendo-se realizado nova convenção luso-brasileira que revigorou o Acordo de 1931. A Academia Brasileira de Letras, aceitando unanimemente, em 29/01/1942, a sugestão do então Ministro da Educação e Saúde do Brasil, aprovou, na sessão de 12 de agosto de 1943, as instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa, que tiveram por base o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia das Ciências de Lisboa, edição de 1940.
Objetivando dirimir algumas divergências na interpretação de algumas regras, reuniram-se, em Lisboa, de julho a outubro de 1945, delegados das duas Academias, tendo resultado daí as Conclusões Complementares ao Acordo de 1931.
Em 1947, a Academia Brasileira de Letras publicou o Vocabulário Ortográfico Resumido da Língua Portuguesa, organizado com base no que foi deliberado pela Conferência Interamericana de Lisboa de 1945 e aprovado pelo Decreto-Lei nº 8.286 de 5/12/45.
Conseqüentemente, passou a  haver, no Brasil, dualidade de sistemas, acarretando grande confusão nos espíritos, até que o Congresso Brasileiro optou pela adoção do sistema ortográfico de 1943, instituindo, em caráter obrigatório, o seu uso, conforme a Lei nº 2.623 de 21/10/1955.
Em 18 de dezembro de 1971, a Lei nº 5.765 aprova a abolição do sinal diacrítico nos seguintes casos:
1ª- do trema nos hiatos átonos (anteriormente já era facultativo: saüdar/saudar);
2ª - do acento circunflexo diferencial na letra  e e na letra  o da sílaba tônica das palavras homógrafas de outras em que essas vogais são abertas, à exceção do vocábulo pôde (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito simples do indicativo) por oposição a  pode (3ª pessoa do singular do presente do indicativo); cumpre esclarecer que o acento diferencial (circunflexo ou agudo, consoante o timbre da vogal tônica) continua sendo usado na letra da sílaba tônica  das palavras homógrafas de outras inacentuadas: pôr (verbo) cf por (preposição); pára (3ª pessoa do singular do indicativo do verbo parar) cf para preposição; pêlo, pêlos (substantivos) pélo, pélas, péla (pessoas do singular do presente do indicativo do verbo pelar) cf pelo, pelos, pela, pelas (combinação da preposição arcaica per com o artigo definido masculino ou feminino do singular ou plural, conforme o caso) etc.
3a - do acento circunflexo ou do grave com que se assinala a sílaba subtônica dos vocábulos derivados em que figura o sufixo mente ou sufixos iniciados  por z: sòmente>somente; sòzinho>sozinho; instantâneamente>instantaneamente; bebêzinho> bebezinho.
Em 1998, a Academia Brasileira de Letras lança a 2a edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa enriquecido com a inclusão, de acordo com o 1º e o 2º item das Instruções do Formulário Ortográfico para a organização do VOLP do Acordo de 1943, de numerosos brasileirismos consagrados pelo uso e de estrangeirismos e neologismos de uso corrente no Brasil e necessários à língua literária.
Alguns empréstimos, a par da grafia original, já se apresentam ajustados ao que preceitua o item 12 das supraditas instruções: Todos os vocábulos devem ser escritos e acentuados graficamente de acordo com a ortoépia usual brasileira(...) Assim estão registados slide/eslaide; shampoo/xampu; ski/esqui; sheik/xeque; record/recorde; dossier/dossiê; copydesk/copidesque etc.
No caso de empréstimos com dupla grafia, deve-se preferir a vernácula.
Em 16 de dezembro de 1990, em Lisboa, foi assinado um acordo ortográfico pela Academia das Ciências de Lisboa, Academia Brasileira de Letras e delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
O Decreto Legislativo nº 54 de 18/4/1995, subscrito pelo presidente do Senado, acadêmico José Sarney, aprova o texto desse Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa:
Artigo 1º.  É aprovado o texto do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990.
Parágrafo único.  São sujeitos à apreciação do Congresso Nacional quaisquer atos que impliquem revisão do referido Acordo, bem como quaisquer atos que, nos termos do artigo 49, I, da Constituição Federal, acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.
Artigo 2º  Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.
Esse acordo ortográfico, porém, ainda não está em vigor na unanimidade das sete nações da comunidade lusófona (Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe), o que devera ter ocorrido em 1º de janeiro de 1994, porque alguns desses Estados ainda não depositaram os instrumentos de ratificação junto do Governo da República Portuguesa, como prevê o seu artigo 3º : O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1º de janeiro de 1994, após depositados os instrumentos de ratificação de todos os Estados junto do Governo da República Portuguesa.
Para não confundir os usuários do idioma português, convém que comentário algum se deva fazer sobre as instruções do Anexo I desse acordo, o qual visa à elaboração de um vocabulário ortográfico comum, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas.
Continuar-se-á, portanto, a escrever no Brasil de conformidade com o Sistema Ortográfico de 1943, aprovado pela Lei nº 2.623 de 21/10/1955 e modificado pela Lei nº 5.765 de 18/12/1971, e com o PVOLP editado pela Academia Brasileira de Letras em 1998.

BIBLIOGRAFIA

1.       Budin, J & Elia, Sílvio - Compêndio de Língua Portuguesa e de Literatura - 1º volume - São Paulo: Companhia Editora Nacional, 7ª edição, 1960.
2.       Lima, Rocha - Gramática Normativa da Língua Portuguesa - Rio de Janeiro: F. Briguiet & Cia. Editores, 3ª edição, 1959.
3.       Coutinho, Ismael Lima - Pontos de Gramática Histórica - Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 3ª edição, 1954.
4.       Bueno, Francisco da Silveira (org.) - Dicionário Escolar da Língua Portuguesa - Rio de Janeiro: FENAME/MEC, 6ª edição, 1969.
5.       Academia Brasileira de Letras - Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa  - Rio de Janeiro: A Academia, 2a, edição, 1998.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

35ª Festa Junina reúne milhares de pessoas na Praça Frei Timóteo


A 35ª edição da Festa Junina de Jataizinho foi sucesso de público e atraiu milhares de pessoas da região. O evento, entre 30 de junho a 9 de julho, teve a escolha da Rainha e Princesinha, parque de diversões, food trucks, barracas de alimentação e música sertaneja para animar a festa.
Uma das atrações, que visita a cidade pelo segundo ano consecutivo é o Parque Araújo, de Maringá. Israel Gonçalves de Araújo, proprietário da empresa, relatou que o parque atua no Noroeste do Paraná (Umuarama, Cianorte, Rondon, Mandaguaçu e demais municípios). “Em Jataizinho somos bem recepcionados. Entre as atrações temos o Samba, tromba-tromba, Aviões, Kamikaze, escorregador, além da Praça de Alimentação”, diz. No ramo há mais de uma década, Israel Gonçalves já fui cantor, formando a dupla sertaneja “Ricardo e Araújo”. Com 40 colaboradores nos eventos, ele também divulga artistas e cantores em rádios.
Com patrocínio da Prefeitura e da Igreja Matriz, a festa teve a participação de voluntários que ajudaram em diversas situações, como cuidar do banheiro e arrecadar fundos para o Grupo de Jovens. Os valores ajudam os grupos de dança e teatro, que encenam peças em datas especiais, como a Paixão de Cristo. “Colaborar com a igreja não tem valor”, dizem os voluntários, membros da Pastoral da Acolhida.
Outra barraca que tem voluntários da igreja é a de alimentação, coordenada pela Pastoral Vocacional. Ali foi possível encontrar carnes variadas como bisteca, picadinhos, pernil, frango frito, mandioca, quentão e demais alimentos. Nesta barraca os fundos arrecadados são destinados para reformas, construções e manutenção de veículos da igreja. A Pastoral Vocacional apóia seminaristas, padres e ajuda a descobrir vocações religiosas e matrimoniais.
Popularizado em diversos eventos, os Food trucks diversificaram a 35ª Festa Junina. Douglas Moura atua no ramo com um veiculo adaptado para vender bebidas e comidas. “O food truck complementa a renda familiar. Durante a semana trabalho com a família numa distribuidora de bebidas localizada em frente ao Colégio Adélia Antunes Lopes. Aos fins de semana ficamos no food truck. Não vamos para longe. Ficamos na região”, diz o comerciante, que vende salgados, lanches, sucos e bebidas em geral. “O food truck é recente e com boas perspectivas por ser uma refeição itinerante direcionada a eventos e a quem não possui tempo e disponibilidade de ir a um restaurante. Os produtos têm menor custo devido a menos incidência de impostos”, pontua o comerciante.  


Professora Nilva Zolandek lança na FLIP "Vidas Partidas" e “Águas que passam”


A FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) homenageou Euclides da Cunha, o emblemático escritor e autor de “Os Sertões”. No Brasil, sertão é tanto a imagem mais lembrada do Nordeste quanto o interior do Paraná e São Paulo, por exemplo, que se revestem, todos, de aspectos particulares e muito tradicionais. E a FLIP está recheada com imagens e nomes de cidades visitadas pelo romance de Cunha, mas também recebe os sertanejos do Sul.                                                                                                               

Nilva Dematé Zolandek, de Palmital, é professora da Rede Estadual de Ensino do Paraná e lança na FLIP os livros "Vidas Partidas" e “Águas que passam” pela Editora Autografia. “Vidas Partidas” é uma reunião de contos e “Águas que passam” é um romance da autora que traz para a literatura sua criatividade e experiências de vida. Nilva escreve desde a juventude e é especialista em literatura pela Unicentro. Na FLIP ela lançou e autografou seus livros, inclusive para a talentosa e conhecida atriz global Renata Sorah.