terça-feira, 17 de setembro de 2019

Queijo Canastra é comercializado nos principais mercados de Ibiporã.


O Queijo Mineiro Laticínio Canastra está com nova embalagem e disponível nos principais mercados da cidade, como Montana e Super Sul. Em breve será vendido no Viscardi e Almeida. Segundo o produtor Maurílio Leite, isto foi possível graças à certificação do SIM (Selo de Inspeção Municipal). “O queijo canastra é embalado a vácuo ou normal, rotulado e entregue nos mercados. Negocio a comercialização junto às doze lojas do Viscardi e oito Almeida em outras localidades. Isto representa crescimento e aumento na compra do leite do produtor”, cita.                                                                                    

A produção do canastra possui critérios de qualidade, como o leite ser retirado e entregue imediatamente no laticínio, ser A e sem acidez. “Presto assistência técnica e extensão rural a fim de seguir normas. Tenho quatro fornecedores e conforme a aceitação do produto vou ampliar este número e diminuir a margem de lucro para aumentar as vendas. Todos ganham neste processo”, declara.                                                                                                   
Maurílio Leite ressalta que o produtor entrega o leite na cooperativa a R$ 0,95 o litro. Mas o leite A, especifico na produção do canastra é comercializado a R$ 1,20. Adquirindo cem litros por dia, a tendência é aumentar e o próximo projeto é conseguir a certificação estadual, nacional e internacional para ampliar o nicho. “Quem compra o queijo canastra leva para casa a beta-lactoglobulina, uma das principais proteínas do leite e que existe apenas nas vacas Caracu e Gir”, pontua.


José Daniel e Roseli Daniel reafirmam união de 50 anos com cerimônia religiosa na Igreja Matriz de Cambé


O último dia 24 de outubro foi uma data especial para José Francisco Daniel (72) e Roseli Rita de Sousa Daniel (67). Eles comemoraram 50 anos de casados e, para celebrar a união, os filhos realizaram uma cerimônia religiosa que reuniu cerca de 150 pessoas entre familiares e amigos na Igreja Matriz. Eles de casaram em 23 de outubro de 1965 em Uraí, após Roseli, natural de Exú (PE) e prima de 3º grau do cantor Luiz Gonzaga, ir morar na fazenda de café administrada por seu pai. “Começamos a namorar em 62 e o segredo da união é o respeito mútuo. Infelizmente os casamentos atuais não são duradouros devido às relações serem distantes”, declara.                                       
Além da união de meio século, ele se orgulha de ter atuado em diversas rádios como locutor. Em 1963 foi trabalhar em Cornélio Procópio e era locutor em Uraí, nas missas e festas nos distritos Primavera e Serra Morena. “Conheci o Hermínio Barbosa que me convidou para atuar na Rádio Cruzeiro”, recorda Daniel, que tem o apoio de Roseli. Ela se dedica ao trabalho Vicentino da Igreja Nossa Senhora da Aparecida. Pai de nove filhos (Maria José, Pedro Francisco, Milton, Maria do Carmo, Valdenice, Valquíria, Reginaldo, Romildo e Paulo), 17 netos e dois bisnetos, além de agricultor e radialista, ele foi metalúrgico, soldador e funcionário público da Prefeitura, onde se aposentou em 2009 após 21 anos de trabalho. “Conciliava o rádio com outras atividades nas horas vagas. Atuei desde 1989 no departamento de esportes, educação e na Associação dos Funcionários”, recorda.                                                             
As memórias do rádio são muitas, sendo que ainda transita em sua mente o “Sabadão dos Pampas”, em 1997 junto com Nilson Barbosa, ou os programas na antiga rádio R5 de Cornélio Procópio, hoje a Rádio Graúna. “Fui convidado para ser locutor do Programa Mensageiro e Mexicano. Trabalhei com o Zé Tapera na Rádio Cruzeiro e também com a dupla Regente e Rangel, onde apresentava vários artistas e tinha o seguinte slogan: ‘Eles com vocês e vocês com eles’. Tamanho era o sucesso que até hoje as pessoas me cumprimentam na rua e repetem o slogan”, afirma Daniel, em referência ao reconhecimento do trabalho. Outra memória é o futebol, onde atuou no União de Rancho Alegre, Ferroviária de Uraí, na Algodoeira Pernambucanas de Sertanópolis, na Farmácia Santa Luzia de Cambé e no time da Fazenda Scaloni da Warta, quando a TV Coroados foi implantada em Londrina. Hoje, após 40 anos no município, Daniel e a família participam dos eventos religiosos, onde atua em muitos como locutor.

Há mais de 50 anos o Sindicato dos Ensacadores de Cambé preserva a memória do ciclo do café, além de representar a categoria dos “saqueiros”



É na Rua Belo Horizonte, em meio a apitos e o som da locomotiva nos trilhos que funciona o Sindicato dos Ensacadores de Cambé. Manoel Francisco Ramos Neto, presidente da entidade, se associou em 1973, vindo do KM 9 para atuar como carregador avulso. De 1989 a 1996 foi tesoureiro e depois assumiu a presidência. O sindicato intermedia a mão-de-obra para as empresas, que recolhem INSS e outras contribuições. “O Sindicato dos Ensacadores é um órgão de classe que defende a categoria e presta serviços nas áreas de carga e descarga, movimentação, acomodação, limpeza do local, arrumação, empilhamento e transporte de mercadorias enlatadas, a granel, ensacadas, pallets e demais produtos. Surgido para representar os ‘saqueiros’, hoje são em torno de 200 filiados e 70 estão na ativa atendendo dez empresas de movimentação focadas na soja, trigo, adubos, milho e óleo enlatado. Estas mercadorias chegam e saem de Cambé por caminhão ou trem, sendo este, detentor de um terminal na Rua Belo Horizonte”, declara.                                                            

O Sindicato dos Ensacadores se iniciou em julho de 1963, através do grupo que trabalhava para a Família Codato, grandes cafeicultores da época. Posteriormente tiveram como base o IBC (Instituto Brasileiro do Café). O 1º presidente foi Waldomiro Komaneski e a sede era na Belo Horizonte, próxima a rua Brasil. O imóvel atual, também na Belo Horizonte desde 1991, era de madeira e deu lugar para o de alvenaria.                                                                    
Manoel Neto ressalta que a mudança no modelo de serviço fez os trabalhadores saíram da base sindical para atuar nas empresas. Algo impensável no passado, uma vez que o ganho diário do saqueiro podia ultrapassar o salário mínimo, mas com jornadas de 12 a 16 horas entre sacarias de 60 quilos. “Hoje, o trabalho feito por trinta homens, no passado se fazia com dez, que carregavam doze vagões com 700 sacas de café cada. Não existia horário especifico, se ganhava por produção e as jornadas iam da cinco da manhã a meia noite. Apesar do trabalho árduo, a atividade era digna e os trabalhadores braçais, em pouco tempo, compravam carros, terrenos e casas para suas famílias. Era muito rentável, diferente de hoje, onde o piso é pouco maior que mil reais”, afirma.                                                                                                     
A categoria, que nasceu nos portos, teve seu crescimento em Cambé graças aos IBC, que funcionava onde hoje é a Secretaria de Educação. Com sua desativação em 1989 houve declínio no trabalho. “Em 1988 mudaram a Constituição e em meio a isto, ouvíamos o rádio desembarcando o café dos caminhões e embarcando nos trens. Quando o IBC acabou, a Cacique Solúvel tinha um grande estoque para consumo interno e exportação”, recorda.                        

Por mais antigo que seja o Sindicato dos Ensacadores, ele mantém no arquivo documentos com mais de 50 anos, como o de Francisco Luis Souto, já falecido. Ainda existe a carteira de sócio com normas aos sindicalizados, ficha cadastral, registro de ganhos, contribuições ao INPS (Instituto Nacional de Previdência Social) e dados de aposentadoria. Sua filha, Eronisa de Souto Severino, mora em Londrina e lembra que todos os anos no Natal havia festa aos associados, onde os familiares eram presenteados. “Morávamos na Belo Horizonte, em frente ao atual Restaurante Brasília. Meu pai tinha orgulho de trabalhar para o IBC, pois ali fez muitos amigos. Estudei no Olavo Bilac de manhã e à tarde, os filhos dos saqueiros iam ao sindicato para ter aulas de reforço com professores particulares contratados pela entidade”, recorda Eronisa.

Com a proximidade do verão, Doido Sorvete oferece de 700 sabores de milk shake.


O verão está chegando e com ele o calor. Nesta época do ano, nada melhor que um sorvete refrescar e, porque não, se divertir. Em Ibiporã há um local que associa tudo isto: o Doido Sorvete, do Valdenir Sandro Piedade. Com uma variedade de produtos, o Doido Sorvetes oferece mais de 700 sabores de milk shake, casquinha, cascão, mix de sorvetes, palitos, refrigerantes e crepe suíço com massa leve, crocante e sabor doce (Prestígio, Batom, Nutella) e salgado (presunto e presunto e queijo).                                                                                               
Com preços acessíveis e fornecedores líderes de mercado, o Doido Sorvetes é imbatível ao oferecer os menores de Ibiporã. “Os produtos são de primeira linha, acessíveis e populares”, afirma Valdenir.                                  

Localizado na Avenida Paraná (531), o estabelecimento aceita cartão de crédito, débito e funciona das 13 às 22 horas. “Tenho wifi grátis e ambiente familiar com espaço kids para crianças, além de brindes. Os pais devem trazer os filhos conhecer o Doido Sorvetes, pois sorvete não é apenas um alimento, mas uma brincadeira e diversão a ser cultivada”, pontua.

O sonho de ter o próprio negócio.


Aos poucos a comerciante Rosivan Bergamin Barbosa (35) realiza o sonho de empreender. Natural de Jataizinho, ela já foi vendedora e sempre desejou ter o próprio negócio. Para colocar isto em prática abriu uma lanchonete e comercializa pasteis, sorvetes, salgados, tortas, panquecas, cerveja, refrigerantes e sucos. “O local é familiar e também ponto de encontro entre amigos. Além disso, o atrativo são os pasteis com sabores variados, apreciado por alunos do Colégio Adélia Antunes ou por quem vai ao Posto de Saúde. Outra opção são os sorvetes, ótimo nas tardes de calor. Graças a Deus a lanchonete está dando certo”, diz a comerciante.

Aos 69 anos, Cesira Fagá recorda que na adolescência preferiu se casar ao invés de ser freira.


A história da tradicional Banda Sete de Setembro se mistura com diversos acontecimentos na vida de Cesira Fagá (69). Em plena saúde ela trabalha no Restaurante Kyosen e mora na Rua Joaquim Francisco Lopes. Nascida em Maringá, chegou a Jataizinho com dois meses e da infância transita na memória fatos como os índios que viviam na Praça Frei Timóteo, a diversão na adolescência que eram os passeios em volta da mesma praça e as festas tradicionais animadas pela Banda Sete de Setembro, que tinha os irmãos Francisco e Sérgio Fagá, o pai Thomas Antônio Fagá e o avô Pedro Taiatele como integrantes. Os irmãos e o avô tocavam bumbo. O pai clarinete.     

Mãe de Fábio Semprebom (em Londres), Anderson Semprebom (de Curitiba) e Antônio Carlos Semprebom (de Jataizinho), quando solteira por nove anos auxiliou o Padre José Cerdan em trabalhos domésticos na igreja. Com isto, em 1971 desenvolveu a vocação para ser freira, algo que não se concretizou após uma difícil escolha: ser dedicar à igreja ou casar. “Não segui a vida religiosa após uma conversa com uma irmã do Colégio Mãe de Deus. Mesmo assim colaboro na igreja e participo no Apostolado da Oração, Coral e Pastoral da Acolhida”, cita.      ]                                                                         

Quanto às recordações da Sete de Setembro elas são inúmeras, sendo que a banda tocava em seu aniversário e nas quatro noites de carnaval, onde o pai Thomas Fagá e Nerino de Freitas, hoje com 80 anos, animavam a cidade junto com o Rei Momo no antigo Clube Naútico. Também era comum irem a outras localidades tocar em atividades cívicas, onde há várias fotografias guardadas. “Lembro do cinema e da Tia Luci da TV Coroados, que se apresentava no local. Fazíamos teatro, organizado na casa de Eliane Diana, onde hoje funciona o museu. Fui atriz de peças infantis, como Chapeuzinho Vermelho”, pontua.  

O esporte como ferramenta do desenvolvimento social.


Aos 44 anos, Rildo Ataliba tem dois orgulhos: trabalhar para um dos maiores empresários locais, que é o Benedito Furlan e atuar com futebol há mais de 22 anos com times e jogadores de idades variadas. “Já treinei muitas pessoas e daqui saiu muitos jogadores, como o Celsinho, que atuou no Paraná Clube e hoje está na China”, relata.
                                                                          
Usando o campo da Vila Pavão para treinamentos, ele comanda os “Gaviões da Vila”, que já participaram de inúmeros torneios e campeonatos. “Sou focado nas crianças porque o futebol tira elas das ruas e do mal caminho. Pratico o voluntariado e cerca de 40 pessoas, com idades variadas, treinam comigo”, diz Rildo, que tem o apelido de Canelinha devido a dificuldade na perna decorrente de um acidente com motocicleta.       

Esta dificuldade o motivou a praticar esportes e o futebol, onde atua como goleiro. “Meu esforço é enorme. Se houvesse umas vinte pessoas que incentivasse a prática esportiva aos adolescentes, a cidade se destacaria no Paraná e, porque não, no Brasil. Os políticos devem ter este olhar, não apenas ao esporte, mas também a fatores como pesca e turismo”, pontua.


Quando vereador, Sebastião Bernardo dava todo o salário para o povo.


Foi com seis anos que Sebastião Bernardo (71) veio de Itajubá (MG) para trabalhar no Distrito do Pirolo, que hoje pertence a Rancho Alegre. Era a lavoura de milho, café e feijão, vendidas nos armazéns de Urai. Mas, a vida de Sebastião Bernardo não se resumiu ao campo e se enveredou no comércio e na política, onde atuou como presidente de bairro e vereador. “Minha luta foi grande por conta do desejo de vencer. Para isto fiz muitos cursos e ao sair da lavoura atuei como vendedor na loja de tecidos Marisol de Cambé, que tinha José Fernandes como proprietário”, recorda Sebastião Bernardo, que posteriormente foi para Apucarana e depois Marechal Cândido Rondon, onde trabalhou um ano na antiga SUCAN no combate a esquistossomose, a popular “barriga d água”. Ao retornar, o prefeito Evilásio Rangel o chamou para ser fiscal de rua. “Com o fim do mandato, fui trabalhar de saqueiro, na colheita do algodão e na Branorte como Supervisor de Vendas. Após dois anos, em 1986 fui convidado por Sadao Hoshino para montar um comércio de materiais elétricos e hidráulicos. Ele entrou com espaço e madeira para fazer as prateleiras. Emprestei 50 mil cruzados e comprei a mercadoria. Estou no ramo há 25 anos”, relata.                                 
Mas a verdadeira paixão de sua vida, a política, começou em 1982, quando foi presidente do conjunto José Correia Lacerda e depois presidente do Rotary por nove gestões, o qual participa há mais de 25 anos. Nesta época tornou-se vereador pelo PMDB e a Doutora Terezinha Sanches ganhou para Prefeitura. “Fui eleito com 250 votos. Com o salário ajudava as famílias necessitadas, doava cesta básica, comprava remédios para enfermos, dava passagem de ônibus e óculos. Devido o trabalho, recebi em Brasília o reconhecimento como um dos melhores vereadores do Brasil. Sempre fui rotariano e tenho amizade com os governadores de Rotary.                              

Foi numa destas gestões que ele criou o forró na Casa da Amizade. Com a verba reformou o espaço e comprou móveis novos. O baile acontece até hoje. Ele foi presidente do movimento do Concílio e outras federações da igreja. Atualmente ajuda a organizar festas religiosas, como a Junina e da Padroeira. No dia a dia fica no comércio de materiais elétricos e hidráulicos, ponto de distribuição da Folha de Jataizinho, que segundo o comerciante, é o melhor da cidade e tem boa procura. “A Banca São Bernardo solta vários jornais e ajuda a desenvolver a comunicação. A Folha de Jataizinho tem identidade e integra o grupo da Rádio Nova Geração, algo fundamental em Jataizinho, que mantém a história do município e é a ferramenta que amplia a voz de diversos grupos locais”, pontua.

Vindo do circo, Nerino de Freitas foi cantor, vereador e carpinteiro


Questionado a respeito de sua origem, Nerino de Freitas (87) cita que é do mundo. Isto se deve ao fato do pai ser artista no Circo Garcia, onde foi trapezista, acrobata, palhaço e aos doze anos era ator e tinha 14 papéis em dramas. “A cada 15 dias mudávamos de cidade, minha mãe cuidava do lar e era atriz no circo. Com a morte do meu pai em Campo Grande, em 1954 chegamos à região” recorda. 
                                                                                    
Em Jataizinho, ele conheceu a esposa Dulce de Souza Freitas, filha de Agenor de Souza, ex-tesoureiro da prefeitura que morava em frente ao Colégio Parigot de Souza. Aqui aprendeu o oficio de marceneiro e carpinteiro, atividade que exerce até hoje. Além do trabalho com madeira, jogou no Jatay Futebol de Regatas com o ex-prefeito Evilásio Cordeiro. Integrou “Os Carbex”, uma das melhores bandas da região, que tocava sucessos da Jovem Guarda e composta por Osvaldo Laba, Paulo Cavalcante, Chico Serra, Batista Fidelix e José Arlindo Pires. Nerino de Freitas foi vereador, onde assumiu a primeira vez em 1966 e teve quatro mandatos com os prefeitos Dionísio Stricker, Antônio Brandão, Evilásio Rangel e Orlando Sticker. “Presidi a Câmara dos Vereadores e com afinco ajudei a estabelecer a Branorte no município. Fico triste em saber que ela foi para Ibiporã e transformou-se na AmBev, gerando muita renda ao município vizinho”, declara Nerino, que é rotariano há mais trinta anos e também ajudou a fundar a APAE.
                                                                             
Amigo do Frei Frigo, por 47 anos ele cantou no coral da igreja e muitas pessoas lhe confidenciaram que iam à missa a fim de apreciar seu canto. Tamanho o sucesso da sua voz, que gravou jingles para campanhas políticas, sendo um dos mais famosos o seguinte: “Estamos na campanha do tostão contra o milhão. A campanha em que trocamos a espada pela cruz, o ódio pelo amor e a soberba pela humilde. Votar em Evilásio é devolver o que ele tem prestado ao município”, recorda. Ele diz que a voz é tudo e bem imposta é representativa. “Quando o carro de som com o jingle passava, as pessoas iam ao portão escutar. Em um comício li e gravei passagens da bíblia e, com a Praça Frei Timóteo lotada com mais de seis mil pessoas, recebi uma salva de palmas e o candidato em si, a prefeito, foi eleito com uma expressiva votação”, pontua.

Com as portas do gabinete “abertas ao povo”, vereador Magnata se mostra atuante na indicação de projetos que melhore a infra-estrutura.


Comerciantes e moradores do Santo Amaro e Parque Manella tem muito a comemorar neste fim de ano com a revitalização da Avenida Gabriel Freceiro de Miranda. Segundo o vereador Magnata, a execução da obra é decorrente do Ofício 015/2015, onde mais de 130 mil metros quadrados de rua serão recapeados, além do corte da grama, poda de árvores, limpeza de bueiros e rebaixamento de meio fio para beneficiar portadores de necessidades especiais. “Ouvi a reivindicação de moradores e comerciantes. Após isto conversei com o prefeito João Pavinato e foi estabelecida a revitalização entre a PR 445 e a BR 369. A construção das rampas de acesso, poda de árvores e roçagem da grama estão em andamento e em breve se inicia o recape”, declara. O vereador ressalta que a obra valoriza e fortalece o comércio local e dá uma “nova cara” a região, uma vez que outras ruas do bairro, como a Amazonas, já foram contempladas com o CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente), que tem grande durabilidade. 
                                                                      
Priorizando o mandato popular e tendo o “gabinete aberto”, Magnata se preocupa com a infra-estrutura. Por conta disto encaminhou projetos como a construção de várias rotatórias no Santo Amaro; reforma do Posto de Saúde e da Casa de Velório; cobertura na quadra da Escola Municipal Pe. Symphoriano Kopf; a luta pela implantação da rede coletora de esgoto nos Jardins São Caetano, São Paulo, Ana Luzia, Boa Vista, Santo André, Monte Castelo e na rua rio Tefé; recape na Rua 11 de Outubro no Jardim União; construção de calçada, Academia ao Ar Livre e parque infantil nas imediações da creche do Jardim Santo André e; o projeto de revitalização da Rua Pirapó, que liga o Santo Amaro ao Jardim São Paulo. “Obtive votos da região e devo honrar meus eleitores. Não apenas no Santo Amaro, mas em toda Cambé. Convoco a todos da comunidade para acompanhar meu trabalho, uma vez que sou atuante e estou à disposição na Câmara dos Vereadores, na rua, comércio ou mesmo na minha casa”, pontua o vereador.                                                                   
Questionado sobre o trabalho na Gabriel Freceiro de Miranda, o Secretário Municipal de Obras, Osmarino Manzoni, ressalta que a Prefeitura, após a economia de recursos em 2015, contratou uma empresa a fim de executar o recape em várias localidades, sendo a região do Santo Amaro contemplada. “O recape ajudará o comércio e o trânsito, uma vez que a via é movimentada e com a melhoria haverá maior fluxo de veículos e pedestres, o embelezamento da região e a valorização dos imóveis. Além do Santo Amaro e Manella, serão recapeadas vias importantes no Ana Rosa, Bandeirantes e Castelo Branco”, pontua