sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

No primeiro mandato, vereador Marcos da Ambulância já se torna reconhecido pelo notório trabalho junto à população.

O envolvimento com as questões de Ibiporã fazem Marcos da Ambulância ter o notório conhecimento de seu trabalho. Elogios não faltam ao mesmo, que sugere e indica ao executivo municipal diversas ações e providências. Nas ultimas sessões, o vereador solicitou junto ao Executivo Municipal e a Secretaria de Serviços Públicos, Obras e Viação, o desentupimento do bueiro na Rua Boa Esperança, devido o entupimento deste causar transtornos aos moradores em dias de chuva; melhorias na iluminação pública do Centro Comunitário do Jardim Pinheiro, que se encontra em má conservação, devido ao decurso do tempo; a implantação de uma lombada na Rua Manoel Pereira, esquina com a Rua Gregório Kroll, no Conjunto José Messias. “Os motoristas não reduzem a velocidade no cruzamento e a implantação da ferramenta dará mais segurança à região”, afirma Marcos da Ambulância. Outras solicitações do vereador foram a melhoria do asfalto na Rua Guarani, que se encontra em estado de desgaste com vários buracos; a revitalização das Praças dos Jardins Pinheiro e da Vila Verde, para que estes espaços públicos sejam atrativos aos moradores dos bairros.
            Mas, o trabalho do vereador Marcos da Ambulância não para por ai. Recentemente ele solicitou, junto ao vice-presidente da Câmara dos Deputados, o deputado André Vargas, a liberação de um caminhão adaptado para o recolhimento de resíduos dos bueiros. A concessão, através do Ministério das Cidades e por meio do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), ajudaria Ibiporã no serviço de desentupimento e limpeza das bocas de lobos. “Devemos melhorar a qualidade de vida do ibiporãense, que pode sofrer com o lixo acumulado, principalmente em dias de chuva”, declara.
            Muito atuante, o trabalho de Marcos da Ambulância já mostra resultados, como na Taquara do Reino, onde foi lançado o Projeto de Construção da Rede de Esgoto e Tratamento do SAMAE, em 25 de novembro. O vereador protocolou a indicação da construção da rede de esgoto, junto ao Executivo Municipal, que estudou o projeto e sua viabilidade. “Em breve os habitantes da Taquara do Reino terão este direito básico em suas vidas”, afirma.

            Outro resultado foi o Programa Mais Médicos, onde Ibiporã foi contemplada com um médico, que começa a atender em janeiro e mais três, que virão a cidade em abril. A solicitação dos médicos teve apoio do vereador Marcos Da Ambulância, que entregou um oficio, em julho, ao deputado federal André Vargas. “No oficio, pedi ao deputado para Ibiporã ser incluída no programa. Além destes médicos, mais oito serão contratados pelo município, para trabalharem nas Unidades Básicas de Saúde”, finaliza. 

As menores taxas do mercado, crédito fácil e rápido é no Paraná Banco.

Nunca foi tão fácil, para aposentados, pensionistas no INSS e servidores públicos, obter empréstimo consignado. Com as menores taxas praticadas no mercado e o melhor atendimento, o Paraná Banco é um atrativo para quem precisa de dinheiro. Concentrado na oferta de crédito, sua missão é oferecer, com competência, soluções nesta área, satisfazendo expectativas de clientes.
Com a visão de estar entre os 30 maiores grupos financeiros do país em ativos de crédito e lucro, o Paraná Banco tem como valores o foco em resultados; cumprimento de metas e melhoria contínua de processos; ética nos negócios; conhecer o cliente e superar suas expectativas; constante inovação tecnológica e; respeito a normas e governança.
            Segundo o gerente do Paraná Banco, de Ibiporã, Hostílio Fernando de Freitas, de 44 anos, e que há sete veio de Morretes, a agência local acompanha as mudanças do mercado. “Fomos o pioneiro no ramo do consignado, em meados dos anos 80 com a Policia Militar. Outro diferencial é que no caso da morte, o empréstimo não será cobrado da família, pois o contrato é quitado, diferente dos outros bancos”, afirma.
            Em relação aos juros, Fernando cita que o Paraná Banco tem as menores taxas e compete diretamente com bancos estatais. Além disso, ele cita que fazer empréstimo tem suas vantagens. Um exemplo é a compra do veiculo seminovo ou usado, onde as taxas do consignado são mais atrativas que o financiamento junto à concessionaria. Outra vantagem é o veiculo não ficar alienado e os valores descontados em folha não incidirem juros, pois não atrasam. “Na compra de um veiculo, com dinheiro em mãos, o valor pode ser negociadoe pago à vista”, pontua. Com larga experiência no setor financeiro, ele lembra que o Paraná Banco não cria restrições para quem está negativado nos órgãos de proteção ao crédito. “A inadimplência não é empecilho para obter empréstimo. O consignado é uma opção para quitar as dividas. Não ter restrição no CPF é importante não apenas ao mercado, mas é uma questão de ética, onde se prova que não se deve”, ressalta.
            Além do empréstimo, o Paraná Banco realiza consultorias financeiras aos endividados no cartão de crédito, cheque especial e agiotas, onde para este último, geralmente os juros são exorbitantes. “Temos uma campanha para aposentados, pensionistas do INSS e funcionários públicos, com a finalidade de quitar as dividas e “limpar” o nome. O Paraná Banco temuma taxa de juros menor para o cliente negociar pendências financeiras”, declara.
Mas, para quem acha que o Paraná Banco atua apenas no setor financeiro está enganado. A solidez da empresa é tamanha, que abrange uma rede nacional de 413 correspondentes bancários, 61 correspondentes bancários exclusivos, 20 lojas própriase mais de 700 convênios formalizados, propiciando a eficiência necessária para manter a qualidade dos ativos, os índices de crescimento e a rentabilidade alcançada pelas mais de 50 empresas do Grupo J. Malluceli, no qual o banco está inserido. E, para quem conhece esporte, sabe que uma destas empresas é o clube de futebol J. Malluceli, antigo Corinthians Paranaense. O incentivo e patrocínio ao esporte também é visto no Londrina Esporte Clube.
            Com curso em Gestão de Negócios e reafirmando mais uma vez a solidez do Paraná Banco, Fernando lembra que a partir de fevereiro de 2014 nenhum correspondente bancário atuaráse não tiver a certificação de correspondente bancário junto ao Banco Central do Brasil. A certificação consiste na prova que verifica o conhecimento do correspondente em relação ao mercado financeiro, além de avaliar se ele não engana ou ludibria clientes com promessas absurdas.


Focada na Gestão Ambiental, Londrina elegeu delegados e definiu as prioridades do CONSEMMA na VII Conferência do Meio Ambiente.


No último dia 7, na Câmara dos Vereadores de Londrina, foram discutidas e elaboradas as diretrizes para o CONSEMMA (Conselho do Municipal do Meio Ambiente) para o biênio 2014-2015.Com o tema “Gestão Ambiental Compartilhada: os desafios de uma sociedade sustentável”, também foram eleitos os 58 delegados que representarão ao diferenciados segmentos da sociedade. O CONSEMMA é um órgão normativo, consultivo, deliberativo e fiscalizador das questões ambientais de Londrina, composto por representantes da sociedade civil e do poder público. Sua função é discutir e propor políticas públicas relacionadas à preservação e valorização do meio ambiente.
            O secretário municipal do Ambiente, Cleuber Moraes Brito, afirmou que antes da conferência, foram realizadas seis pré-conferências, onde se levantou e discutiram-sepropostas relacionadas a resíduos sólidos, educação ambiental, fauna, flora e legislação.
            O secretário estadual de meio ambiente, Luiz Eduardo Cheida, esteve presente e citou que a primeira conferência, em 2001, o elegeu presidente do CONSEMMA. “Várias ações voltadas ao meio ambiente, em Londrina, foram originadas das conferências. Hoje a questão ambiental tornou-se social, não a resolvendo apenas com a tecnocracia, mas com envolvimento e participação das comunidades”, afirma.

            Representando o poder público, a superintendente da ACESF (Autarquia de Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina), Sônia Maria Nobre Gimenez, que é doutora em Química e atua como docente na Universidade Estadual de Londrina, afirmou que a conferência traz uma série de itens referentes à questão ambiental. “Deve haver a inserção dos cemitérios na discussão devido os resíduos que produzem, como micro e macro organismos, bactérias, insetos, baratas e escorpiões, além do ambiente propicio a proliferação de ratos, ocupação e contaminação de áreas. A educação ambiental e a gestão de resíduos devem ser observadas nos cemitérios”, ressalta. A superintendente afirma que a gestão compartilhada do meio ambiente deve ser levada as comunidades, colocá-laem prática e obter resultados. 

No judô, Ibiporã conquista duas medalhas nos Jogos Abertos do Paraná.

A Academia Augusto Semprebom, de judô, esteve entre os dias 27 a 30 de novembro, em Cascavel, representando Ibiporã nos Jogos Abertos do Paraná (JAPS) na fase final. Mais uma vez a participação de Ibiporã não passou em branco, pois foram duas medalhas, na competição de maior dificuldade e índice técnico do Paraná. “Os atletas estão de parabéns. Demonstraram que a cada dia alcançam maiores níveis e lutam de igual para igual com atletas de ponta”, afirma Augusto Semprebom.
O destaque de Ibiporã, do judô, nos JAPS,foi Thiago Russo. Ele obteve medalha na categoria meio médio (até 81 kg) e na categoria absoluto, a mais difícil, pois não há faixa de peso. Em ambas Thiago Russo ficou em terceiro lugar, um excelente resultado para a cidade.
Os demais atletas que representaram o município foram Arnon Henrique Ribeiro de Souza, Matheus Adriano Nunes Botelho, Lucas Fernando Vilarino, Rivalner Zanchin Welani, Pedro Henrique Freire Assmann, Andressa Lopes de Oliveira.
Augusto Semprebom cita que sem o apoio da prefeitura, do secretário de esportes Jayme Lino e do prefeito José Maria, os atletas não conseguiriam este grande resultado.


Casamento coletivo une vinte casais no San Rafael, em Ibiporã.


Numa cerimonia que contou com padre, troca de alianças, padrinhos e convidados, foi realizado em novembro na Paróquia do San Rafael, um casamento coletivo que uniu vinte casais. Valdinéia Fernandes Severino, casada com Jorge Luís Saraiva, lembra-se doanuncio, na paróquia, que haveria o casamento coletivo e, os casais interessados deveriam procurar o padre. “Após o anúncio, procuramos o padre. Levamos os documentos (com três meses de antecedência) e fizemos o curso de casais”, declara. Casada no civil há vinte anos, ela cita que o casamento na igreja traz comunhão à união do casal, além de respeitar as tradições.

Católica praticante, Valdinéia afirma que casamentos coletivos em Ibiporã são constantes e os casais que vivem a união estável devem se informar quando serão realizadas outras cerimonias. “O casamento religioso é valioso e representa muito para a minha família e filhos”, pontua. 



João Batista de Castro (55), o popular João Sanfoneiro, chegou a Cambé em 1982 vindo do Espírito Santo. Casado com Maria Aparecida dos Santos (48), ele recorda que aos 12 anos ao ver a Folia de Reis em sua casa se admirou tanto que seguiu o grupo interpretando o palhaço Bastião, num elenco composto de 12 artistas. Com o passar dos anos foi para Ibiporã e atuou até os 25 anos naquele município. “Com a morte dos integrantes idosos em Ibiporã, montei um grupo no Jardim Tupy, que permaneceu por seis anos. Geralmente a Folia de Reis atua por sete anos e após o período novos integrantes assumem”, cita João Sanfoneiro, que ainda não fechou o ciclo. Há sete anos sem se apresentar, ainda existe a esperança de formar um novo grupo. Ele guarda roupas, fardas, bandeiras e instrumentos musicais, porém não acha outros cantadores pois é difícil.                                                                        
Tradição antiga dos católicos, a Folia de Reis é uma tradição antiga que anuncia o nascimento de Jesus em 25 de janeiro. Em 25 de março um anjo disse que ia nascer o menino Jesus em nove meses, que é dezembro. Na mesma época havia muitos reis, sendo Heródes o principal. Ao saber que nasceria o grande rei da Terra não gostou disto e assim que soube da noticia começou a procurar o menino. Neste mesmo tempo, três fazendeiros ricos se interessaram e tinham interesse em dar dinheiro ao “Rei dos Reis”. Um rei, numa noite sonhou que Jesus nasceria num determinado lugar. Em outros dois locais, dois reis tiveram o mesmo sonho. Eram os três Reis Magos: Gaspar, Baltazar e Brechó, importantes na Jerusalém da época. Eles sabiam que uma estrela os guiaria até o local. Assim que Heródes soube da notícia, começou a segui-los através da estrela. Após isto, a mesma se apagou porque Heródes queria tirar a vida de uma criança. Com a estrela se apagando eles aguardaram. Heródes se cansou e foi embora. Isto culminou no retorno do brilho, levando-os e Belém, onde estava o menino Jesus e o presentearam com ouro, mirra e incenso, presentes caros na época. Ao retornarem as suas terras, os três combinaram de fazer uma grande festa nas comunidades para comemorar o nascimento de Jesus. Ali começava a Folia de Reis, baseado na historia bíblica e tendo o seis de janeiro como uma tradição religiosa.                                                                 

João Sanfoneiro integrava o Grupo Estrela do Oriente no Jardim Tupi e relata que após julho eles se juntam e começam a treinar as músicas. Em 25 de dezembro após a meia noite, se inicia a cantoria no presépio e nas casas, onde o Embaixador faz o primeiro verso e depois o grupo responde cantando com instrumentos. Ao retornarem fazem uma festa onde todos são convidados. “A Folia de Reis é uma tradição que traz fé e harmonia as pessoas. Muitos devotos dos reis magos receberam milagres dos santos, pois é uma festa religiosa”, relata João Sanfoneiro, que pratica o catolicismo na Igreja Matriz. Ele ressalta que a Folia de Reis deve ser preservada para as novas gerações e não pode parar. Caso alguém se interesse em formar um novo grupo deve procurá-lo no telefone 96419369 ou mesmo no Centro, onde é muito popular. 



domingo, 17 de janeiro de 2016

No próximo dia 23, Bar Brasil em Londrina é palco do “Humor de Quinta”.

Os fãs do gênero humorístico stand-up, no próximo dia 23 podem se divertir com o “Humor de Quinta”, que será no Bar Brasil em Londrina e terá os humoristas Fillipe Câmara, André Severino, Fabinho Rodrigues, Allan Diego e Rinaldo Correia. Fillipe Câmara, que é filho do ator Lázaro Câmara, atua no teatro desde os 15 anos, já encenou várias peças e é precursor do stand-up na região. Além do gênero, ele produz vídeos para dois canais no Youtube: o Chulé Vermelho com esquetes e o Pamonha Risonha, de pegadinhas.                         



Fillipe Câmara relata que o stand-up é antigo nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil há cerca de dez anos. As piadas geralmente são sátiras ou uma espécie de “autoflagelação”, onde o humorista de autodeprecia com doses de humor e piadas, mostrando a superação dos problemas. “Também abordamos situações irônicas do cotidiano que nos faz refletir através da comédia”, diz.                                                                                                                  

Autor de roteiros para esquetes, pegadinhas e textos jornalísticos satirizando problemas locais, ele ministra workshops para quem deseja entrar no mundo do humor. Ele também ressalta que a internet, as redes sociais e o Youtube abriram espaço para inúmeros artistas dos mais variados gêneros. “O Youtube e o Facebook são ferramentas que divulgam amplamente nosso trabalho e um chamativo para os internautas irem ao teatro, uma vez que a internet tornou-se uma vitrine virtual e nossos canais tem milhares de visualizações”, diz.                                                                                                             

Sendo um dos poucos produtores de humor da região, a perspectiva é fazer apresentações mensais no Bar Brasil, através do “Humor de Quinta” e aos sábados, a partir de fevereiro, haverá no Teatro Zaqueu de Melo o “Link da Comédia”, com humoristas de renove. A primeira apresentação do “Link da Comédia” será em 12 e 13 de fevereiro, onde o ingresso a dez reais. Subirão ao palco os comediantes Lazaro Câmara, Pedro Fiori e Bruno Lemes. Além disso, quem curtir e compartilhar a os vídeos do Pamonha Risonha e do Chulé Vermelho do facebook terá desconto de 50% nos eventos. Maiores informações e compra de ingressos podem ser feitas no telefone 84987551.


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Com mais de cem anos, a figueira branca da Rua Ibrahim Prudente povoa a imaginação popular com suas estórias.


A figueira branca localizada na Rua Ibrahim Prudente da Silva esta ali bem antes de existir o asfalto, recorda Nelson Volponi (74), morador do Ângelo Maggi. “Em 1935 meu pai ia da Água das Abóboras para Jataizinho fazer compras e parava o cavalo no local para tomar água da mina”, recorda.                                    
Quem tem boas recordações da figueira é o agricultor Nelson Maruyama, que cultiva uvas. Vivendo na chácara de frente a árvore, ele recorda que a figueira, hoje fraca e com os galhos caindo, foi mais bonita quando havia mata e plantação de café nas imediações, bem antes do asfalto e o fluxo de veículos. “Viemos de Assai em 1965 e não havia energia. Estudava no Colégio Olavo Bilac e eram diversas as estórias de assombração contadas a respeito da figueira e, para complicar a situação, faziam macumba em volta dela, deixando frango e cabrito morto. Tamanho era o medo, que ao voltar da escola corria sem parar da linha do trem até a minha casa”, recorda aos risos Nelson Maruyama, que aos 52 anos cita que nos anos 70 muitas pessoas traziam roupas em bacias para lavar na mina e que as brincadeiras da época era caçar pássaros e esperar a chuva para se divertir na lama.                                
O engenheiro agrônomo da Emater de Ibiporã, Iolder Colombo, diz que no Paraná há vários tipos de figueira. Elas são da família moraceae e da espécie ficus SP, que não tem espécie definida. “Técnicos do IAP e IAPAR afirmaram que há três espécies de figueira na região, onze no Paraná e mais 1180 catalogadas. A da Rua Ibrahim Prudente da Silva deve ter mais de cem anos. Ela é a popular figueira branca e se destaca pela copa, boa para sombreamento. Porem não se adapta a mata fechada por necessitar de espaço para crescer os galhos, que nascem lateralmente num ângulo de 45 graus. Ela chega a 30 metros e em sua extensão há um ecossistema de plantas, fungos, insetos, larvas e ninhos de pássaros. É uma arvore completa e que deve ter mais valor, pois seu látex é usado na confecção de medicamentos e os frutos alimentam pássaros e animais como paca, cotia, tatu, rato do banhado, anta e cobra”, afirma Iolder Colombo, que certa vez, ao passar o dia em cima de uma figueira às margens do Tibagi viu que é grande a quantidade de animais que vão a ela em busca de alimento.                                                                                                         
Na mata do IAP há três grandes figueiras e outras menores. Ela é importante na área ecológica por ajudar no sistema radicular, uma vez que suas raízes profundas (que atingem 40 metros solo adentro) ajudam a contem as erosões. “A figueira é um ser vivo que sente estímulos e está no estado dormente. Ela tem a mesma importância cultural que a peroba e a araucária”, pontua. 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Parque Estadual de Ibiporã se mostra como uma opção de turismo ecológico.


Em meados de 1974 o engenheiro agrônomo Iolder Colombo chegou a Ibiporã, vindo de Santa Catarina. A cidade era diferente de hoje e havia em posse do IAPAR uma área de mata com 92 hectares. “Não existiam guardas no local, era comum a caça de animais silvestres e o desmatamento de peróbas e angico”, recorda Iolder. Ele era caçador e numa investida na mata avistou um inhambu-xintã e, antes de atirar com a espingarda, se arrependeu e lhe surgiu a idéia de criar um movimento para salvar o espaço verde dentro da cidade. “Procurei o Helio Dutra no ITC (Instituto de Terras e Cartografia) e fui orientado a falar com o Renato Johnsson, Secretário do Interior no governo de Ney Braga. Fiz um documento em 1976 com as principais idéias do que era possível. Como as cerâmicas produziam muito na época, sugeri a implantação de um viveiro com eucaliptos para lenha e árvores nativas para reflorestar as vertentes dos rios. Após três meses foi solicitado um projeto. Sentei com o Hélio Dutra e o fizemos, com previsão de um milhão mudas e o apoio de uma associação ambientalista. Assim criou-se a Associação de Proteção ao Meio Ambiente em 1977 e em 30 de abril de 1980 nascia Parque Estadual de Ibiporã”, relata.                                                                                                                         
Iolder Colombo cita que no meio do processo, o Doutor Justino Alves Pereira soube que o município ganharia o espaço e deu a idéia de colocar a APAE junto ao parque, uma vez que a ação ajudaria muitas pessoas. Dos 92 hectares, 18 foram desmembrados e cedidos a APAE.                                             
Com o parque e a APAE estabelecidos, o viveiro produzia e doava mudas aos agricultores para reflorestamento e produção de lenha para as cerâmicas. “Pessoas de Ibiporã, Londrina, Jataizinho e Sertanópolis levavam mais de 50 mil mudas de uma só vez. Além do eucalipto havia mudas frutíferas e exóticas, que servem de alimento aos animais, como araçá, goiaba, abacate e figueira. Também foram soltos animais como curió, inhambu-xintã, cotia e jacu, este último chegou a ter mais de 130 espécies no local”, cita.                             
Foi somente em 1990 que o IAP (Instituo Ambiental do Paraná) instalou a sede para coordenar o parque com uma mentalidade organizada, além de plantar outras espécies e acompanhar o cultivo nas propriedade. “A mata é uma zona de amortecimento para o Tibagi e a fauna, que a usa para chegar aos rios e na Bacia do Jacutinga, como o guará, a onça, o quati, a paca e o tatu”, declara.                                                                                                                        
Atuando numa propriedade em Sertanópolis, Marcos Wendel de Bonfim levou 4500 mudas de peróba, pau d'alho e frutíferas para reflorestar as nascentes de um sitio. “É uma área de lazer familiar abundante em água. Deve existir o equilíbrio ecológico para beneficiar as gerações futuras”, alerta.                      
Raiane de Sá, estagiária de Biologia que atua no Parque Estadual de Ibiporã, afirma que as visitas são de 2ª a 6ª das 8 às 18 hs, onde se conhece a trilha de ida com 2600 metros e de volta 1300 metros. No trecho se aprecia árvores nativas e uma mina. “O local é excelente para educação ambiental, desenvolve a criticidade e é o pulmão de Ibiporã. No passeio mostramos que é necessário preservar a natureza e muitas escolas e universidades vêm aqui. Para as crianças é importante ter consciência ambiental e preservar a natureza para o futuro”, pontua. O telefone para agendar visitas é o 3258 4366.


Vereador Marcos da Ambulância, de Ibiporã, recebe a Medalha Tiradentes


Pelo 2º ano consecutivo o vereador Marcos da Ambulância foi um dos três vereadores agraciados com a “Medalha Tiradentes – Colar de Ouro”, uma homenagem outorgada pelo Instituto Tiradentes a políticos que obtiveram aprovação em pesquisa de opinião pública, que possuam ilibada idoneidade moral e relevantes serviços prestados em prol da comunidade. A consulta telefônica aos munícipes apontou os vereadores Marcos da Ambulância (38%) Hugo Furrier (35%) e João Odair Pelisson (30%) como os mais atuantes.                 

O estudo é organizado pelo Instituto Tiradentes, criado em 2003 por um grupo de vereadores da Zona da Mata, em Viçosa (MG) e utiliza o Sistema Sentio, um software de pesquisas telefônicas com a indagação: “O Instituto Tiradentes realiza uma pesquisa popular para saber qual é o vereador mais atuante de sua cidade”. Ao atender a chamada o cidadão ouve a mensagem solicitando a escolha pela tecla do telefone, uma das alternativas mencionadas.         
            
Marcos da Ambulância, que teve a maior votação, relata que isto se deve ao trabalho de muitos anos, não apenas na área da saúde, mas em outros campos. “Independente da política ou ano eleitoral, sempre fui atuante e isto me fez conquistar espaços. O resultado também se deve ao trabalho na saúde”, diz. O vereador ressalta que a apresentação de projetos em variados segmentos, como o do “Doador de Sangue”, ou a “Lista de Medicamentos”, que disponibiliza os remédios em vários canais do município, ajudaram a dar maior visibilidade a suas ações. Marcos da Ambulância cita que as indicações de infra-estrutura nos bairros, como recape, sinalização e outras medidas, também ajudaram a expor seu trabalho.                                                                                            

Outro vereador agraciado com a medalha, João Odair Pelisson, diz que isto é o reconhecimento do seu trabalho e o fato de ser vereador por várias legislaturas também influenciou. “Procuro atender a população, independente se tenho ou não votos na localidade. Outro fator é minha ligação com o futebol, onde atuei muitos anos; os eventos populares, como a festa do Dia das Crianças e; o trabalho na Câmara dos Vereadores, onde procuro ajudar o prefeito e a cidade. É algo que ao longo dos anos deixa uma marca”, pontua.  


Já Hugo Furrier relata ser uma honra o reconhecimento. “Isto mostra nosso trabalho junto à população, onde levamos as reivindicações dos munícipes ao executivo”, declara. Furrier diz que faz trabalho de base junto às comunidades, visita igrejas, escolas, creches, empresas e demais segmentos. “Ouço o cidadão, suas reivindicações e necessidades. Atuo na base do prefeito e ajudo na aprovação de projetos enviados pelo executivo ao legislativo. Isto é comprometimento com a Administração Pública”, finaliza.