segunda-feira, 19 de maio de 2014

Somente através das lutas que conquistamos objetivos!

          “Oh, vai rezar!”. “O seu Rafael, não estou me sentindo bem. O senhor pode medir minha pressão?” “Vim agradecer por ter ajudado meu pai a se curar.” “Muito obrigado seu Rafael pelo pirulito”. Nestes mais de dez anos de jornalismo, nunca me deparei com uma pessoa tão querida e popular como o Rafael da Farmácia. Ao fazer a entrevista, no seu local de trabalho, a Farmácia Comunidade, eram comuns os pedidos de “fiado” para amanhã; um analgésico para a dor nas costas e o mais surpreendente: famílias vindas de outras cidades, com os olhos lacrimejantes, agradece-lo pelo cura de males como a picada de aranha ou o ânimo a um idoso que já não tinha mais esperanças de vida. Assim é um pouco a história de vida da liderança comunitária Rafael Nascimento de Oliveira, o Rafael da Farmácia. Em 2 de julho de 1962, ele veio de Centenário do Sul, com os pais Simão Roque de Oliveira, Lourdes do Nascimento e mais dois irmãos, onde o progenitor iria trabalhar no plantio de algodão nas terras da família Kogima, na Água das Abóboras.
            
          Foram dois anos de trabalho árduo, quando em outubro de 1964, por indicação do comerciante de secos e molhados, Proença de Carvalho, o pai de Rafael foi trabalhar como ajudante geral, na roçagem, capina, varrição e limpeza, pela prefeitura de Ibiporã. O então prefeito era Ciro Ibirá de Barros e no mesmo período sua mãe trabalhava na Comaves.
            
          Nesta época, Rafael, aos seis anos de idade, mudou-se com a família para a Vila Rosana, onde estudava no Rotary. Foi uma infância bonita e inocente, onde as brincadeiras no poeirão das ruas sem asfalto variavam entre o futebol, pipa, esconde-esconde, bolinha de gude, peão e outras mais. Ali, na Vila Rosana, ele se destacava como um líder do grupo, ao organizar as brincadeiras. Com tamanha agilidade, ganhou o apelido de “perninha”, devido ser rápido no que fazia.
            
          Sua trajetória de vida na Vila Rosana foi até os 11 anos, quando a família se mudou, em outubro de 1969 para a Rua Parigot de Souza e, aos 13 anos começou a trabalhar de entregador e balconista na farmácia do Olegário Mendes Borges, ao lado do Hospital Santa Terezinha, ao mesmo tempo que exercia a liderança popular organizando eventos comunitários e religiosos, como as quermesses, festas juninas, julinas e bingos.
            
          Aos 22 anos, ele se casa e foi morar no Serraia, onde teve as filhas Rafaela, Regiane e Rebeca. Ali deu-se a organização, junto a associação de moradores, da Festa do Caminhoneiro, em julho de 1979. Os desfiles, que cortavam Ibiporã por mais de vinte anos, chegou a reunir mais de 500 caminhões, além de arrecadar fundos para a Igreja São Cristóvão, no Serraia.   
            
          Já articulado politicamente, em 1983 compra um terreno na região oeste, hoje Jardim San Rafael. “Na época não havia asfalto e as lâmpadas nas ruas eram a cada cem metros. Mesmo assim fazíamos quermesses e reuniões em terrenos vazios”, lembra.
            
          Mostrando-se uma liderança, foi convidado pela diretora Idalina Borsato a ser o primeiro presidente da Associação de Pais e Mestres do bairro. “Juntávamos ferro velho, afim de obter benefícios aos alunos. Haviam dificuldades, pois a população era muito carente”, diz.
            
          Exercendo o papel de líder, ia atrás de melhorias ao bairro. Foi assim que organizou-se a construção da Igreja San Rafael. “Era preciso apoio da população para construirmos a igreja. Improvisamos um altar na escola e para enchermos a “igreja”, íamos aos bairros, de ônibus, procurando fieis para rezar”, cita.
            
          Com o tempo, empresários e políticos aderiram a idéia, dando início as doações. Para aterrar e nivelar o terreno, eram precisos 480 caminhões de terra. “Foi até engraçado. Pedimos as doações no meio da missa. Na época, o então prefeito José Maria, levantou-se entre os fiéis e disse que faria a doação. Porém, ele não imaginava que seriam 480 caminhões de terra. Mesmo assim, ele fez a doação”, relembra o líder comunitário. 
            
          Hoje a Paróquia San Rafael é uma das mais bonitas da cidade e na inauguração, um coral de Presidente Prudente veio cantar. Já o padre Antônio Palermo, chamou Rafael ao altar e disse: “Já que o Rafael, junto à comunidade, se esforçaram na construção desta obra, porque não a chamar a capela de San Rafael?”, brincadeira ou não do padre, é certo que Rafael tem muito orgulho de carregar o nome do bairro e da igreja.
            
          Com os resultados, os esforços de Rafael para melhorar a região não pararam por ai. O maior exemplo está na BR 369, próximo ao Santa Paula. Ali haviam atropelamentos e acidentes com mortes. As autoridades ficaram cientes do perigo, mas nenhuma medida concreta era tomada. Rafael tomou a liderança e realizou um protesto que bloqueou a BR 369, das 16 às 21 horas numa sexta feira. Ela só foi liberada após a negociação com o ex-governador Jaime Lerner. “Foi um dos maiores protestos que aconteceu no Paraná.  Demos 30 dias para o início das obras, senão, iriamos parar novamente a rodovia. A obra foi executada e os acidentes nunca mais aconteceram. Isto representa uma conquista”, ressalta.
            
          Outra vitória, foi na rua Porecatu, numa área de 1000 m², onde se localiza um fundo de vale. “Ali se formava uma invasão. Solicitamos a retirada das pessoas e junto com as crianças do bairro foram plantadas 1363 mudas de árvores frutíferas e outras espécies. Isto transformou o local numa reserva ecológica”, cita com orgulho.
            
          Mas, ainda há um fato marcante na vida de Rafael: a criação do que seria a primeira farmácia popular. Foi ali, na cozinha de sua casa, que existia uma farmácia comunitária. Durante a manhã buscava doações e na parte da tarde fazia atendimentos, que já chegou a uma fila com mais de 50 pessoas. “Atuamos na farmácia comunitária por mais de três anos na cozinha de casa. Com quarenta anos de farmácia e formado em Técnico de Farmácia, nunca vi algo parecido. Chamamos a atenção do poder público e com isso nos doaram um terreno para a construção da farmácia. Tamanho foi o reconhecimento, que em 2004 fomos ao Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, palestrar sobre as dificuldades que as populações carentes tem em obter medicamentos”, ressalta.

          Seu reconhecimento não demorou a chegar. Com louvor, foi aprovada pela Assembléia Legislativa do Paraná, junto a Universidade Estadual de Londrina, a lei que instituía a primeira farmácia popular, assunto no qual debateu em 2007 nas 3ª Conferencia das Cidades e expôs propostas para a disseminação das farmácias populares pelo Brasil afora.

Tatuagem: idéias e sentimentos representados pela imagem.


Foi o tempo que a tatuagem era vista de maneira preconceituosa. Hoje é comum e, até pessoas de mais idade as possuem com os mais diferenciados desenhos. Ela tornou-se uma marca pessoal, atinge diversas faixas etárias, econômicas e sociais, demonstrando idéias, sentimentos e, porque não, o amor a família e amigos. Por ser uma profissão diferente, o empresário e tatuador Jhonatan Ribeiro Barboza, lembra que foi difícil conseguir espaço devido o preconceito. Mas, pelo reconhecimento do trabalho bem feito, ele conquistou espaço e confiança dos clientes. O tatuador cita que a profissão necessita de constante aperfeiçoamento e por isso realizou cursos de tatuagens, dermo pigmentação, body piercing e henna. “O tatuador vive da arte e exerce a criatividade com o seu trabalho. Muitos o procuram pelo valor cobrado e não pela qualidade da obra oferecida. Optar pelo menor preço aumenta a chance da insatisfação”, ressalta.  


Uma das técnicas exclusivas do Studio Fish Tattoo é a cobertura de tatuagens, constituída na sobreposição em desenhos mal feitos, manchas ou cicatrizes. Funciona como uma tatuagem, onde se usa a melhor estética com desenhos exclusivos e também é indicado a quem fez uma tatuagem, se arrependeu e gostaria de tapar ou fazer outra no local. Outra exclusividade do Studio Fish Tattoo, segundo Jhonatan, são os piercings genitais, aplicados nos mamilos, glande e lábios vaginais. “É um procedimento mini cirúrgico que requer cuidados especiais. Há muita segurança, pois se estuda anatomia humana, estética corporal e aplica-se a técnicas em modelos. Além disso, explicamos os cuidados pós cirúrgicos, que consistem na assepsia, bandagem local e a proibição de fluidos e relações sexuais durante quatro meses”, finaliza.      
Jhonatan diz que os interessados ou curiosos, acerca das tatuagens, devem estar cientes da demora, devido haver uma série de cuidados nos procedimentos. Outra dica legal é solicitar o portfólio do tatuador. Ele possui vários e convida a todos para visitar o Studio Fish Tattoo, localizado na Avenida Souza Naves, 82, sala dois, na sobreloja. O telefone de contato é o 84267334 ou 32587161.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Sanepar implanta sistema automatizado para atendimento telefônico, a URA (Unidade de Resposta Audível).

A partir de agora, o cliente que ligar para o 115 da SANEPAR, além de receber um número de protocolo único, poderá consultar débitos e verificar falta d´água programada de forma automatizada, ou seja, sem a necessidade de conversar com o atendente. Para recebimento de informações automatizadas sobre falta d’água, a matrícula deverá estar com cadastro operacional registrado no Sistema Comercial.

A nova ferramenta está em processo de homologação e pode sofrer ajustes. A idéia é oferecer o serviço automatizado as localidades que a Sanepar atende, de forma centralizada em Curitiba e Londrina.

O cliente, ao ligar para o 115, deve digitar o número da matrícula e escolher as alternativas:
1- Para serviços emergenciais referentes a vazamentos;
2- Para informações, e, neste caso, se abrem novas opções para débitos pendentes, falta de água, corte/religação, outras informações e para direcionar para o atendente;
3- Solicitação ou cancelamento de serviços;
4- Reclamações;
5- Atendente.

A USCM e a USAT, com a automatização do 115, querem diminuir o tempo de espera, oferecendo um serviço mais ágil e com mais qualidade para todos os clientes.

Fonte: Sanepar.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Obra do Sistema Tibagi afeta abastecimento de Londrina e Cambé

                 População deve usar a água de forma racional, evitando desperdícios.

Caixa dágua da Sanepar em Curitiba - Poty Lazzarotto.
A Sanepar comunica que, neste domingo (16), será realizada mais uma das etapas da obra de ampliação do Sistema Tibagi, o que irá afetar o abastecimento de água em todos os bairros das regiões Norte, Sul e Leste de Londrina e de toda a cidade de Cambé. A paralisação da produção é necessária para que seja feita a interligação das obras já concluídas ao sistema existente.
O serviço terá início às 7 horas e será concluído por volta das 15 horas. O retorno do abastecimento está previsto para as 20 horas. Cerca de 100 mil imóveis serão atingidos com o desabastecimento, mas os clientes que possuem caixa-d’água não ficarão desabastecidos.

             Para este domingo estão programadas as seguintes obras:

- Interligação de duas adutoras (tubulações de grande porte) já existentes à nova tubulação, na saída da Estação de Tratamento de Água (ETA) Tibagi;
- Preparação para interligação de um novo reservatório hidropneumático na ETA Tibagi;
- Interligação de um anel (tubulação de maior diâmetro que alimenta a rede distribuidora) na Avenida Salgado Filho para possibilitar a ampliação da pista do Aeroporto.
A ampliação do Sistema Tibagi irá garantir a duplicação da produção de água de Londrina e Cambé para os próximos 20 anos. Os investimentos são de R$ 84 milhões.
Para o dia 30 de março, está programada mais uma paralisação no abastecimento para a realização de novas interligações.

RECORDE DE PRODUÇÃO – Apesar das altas temperaturas registradas neste verão, não houve problemas de abastecimento de água em Londrina e Cambé graças à antecipação de algumas etapas da obra do Tibagi ocorrida em novembro. Isso foi possível com as interligações de adutoras realizadas em setembro, que exigiram paradas no abastecimento.  .
Esse aumento na produção do Tibagi permitiu que a Sanepar atingisse o recorde de produção na história do saneamento de Londrina e Cambé. Nos 31 dias do mês, foram produzidos 5,4 bilhões de litros de água, 130 milhões de litros a mais do que em janeiro de 2013. No primeiro dia do ano, foi registrada a maior produção de água da história da Sanepar em Londrina - 218 milhões de litros.
         
USO RACIONAL – A Sanepar pede a colaboração de todos e orienta para que a população utilize a água com racionalidade, evitando desperdícios. A Sanepar lembra que, de acordo com norma da ABNT, cada imóvel deve ter caixa-d’água com capacidade para atender as necessidades por, no mínimo, 24 horas. O reservatório domiciliar deve armazenar pelo menos 500 litros.

O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 115, 24 horas por dia. Ao ligar, tenha em mãos a conta de água ou o número de sua matrícula. Acompanhe mais informações pelo Twitter e Facebook.
www.sanepar.com.br e www.twitter.com/sanepar_pr

Fonte> Sanepar.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Com 14 anos, Associação de Moradores do Santa Paula é exemplo de organização popular.


            As associações de moradores se consolidam por lutas e conquistas observadas com a implantação de melhorias e benefícios aos moradores. Assim acontece no Santa Paula, que desde 1999 tem organizada a sua associação.
            Seu primeiro presidente, José Luiz da Silva, de 45 anos, revela que todas as diretorias, inclusive a atual, com o presidente José Aparecido Lemes, lutaram junto ao poder público afim de obter beneficies, como a construção da quadra poliesportiva, campo de futebol, escola, melhorias na BR 369, asfalto, creche, além de eventos esportivos, sociais, comunitários e culturais. “O trabalho da associação do Santa Paula não se resume apenas ao bairro, mas vai adiante. Quem mora no San Rafael e no Terra Bonita, com frequência vem aqui disputar partidas amistosas de futebol ou participar de algum evento, demonstrando a integração da região oeste. Outro fator positivo é o incentivo às crianças a praticar esportes, por uma escolinha mantida pela associação. Este trabalho ajuda na formação pessoal e psicológica delas, dando-lhes caráter e disciplina. Aqui não há atos de vandalismo, como pichações ou destruição de lâmpadas e orelhões. Outro ponto positivo, é que ajudamos os adultos a manter a saúde com o time veteranos, os Amigos do Santa Paula, que reúne, aos sábados à tarde, mais de quarenta atletas amadores para jogos treinos”, afirma.
            Projetos, organização popular e comunitária, além da boa vontade é o que não falta no Santa Paula. O Portal de Entrada, próximo à rotatória do PIME, na BR 369, é um exemplo. Ele tem por objetivo embelezar e identificar a região, com o tema “Rota do Café”. A obra será em parceria da prefeitura com empresas locais. Outro projeto é a reforma do centro esportivo e a cobertura da quadra. “O deputado Gilberto Martin encaminhou o projeto a Curitiba. Ele prevê iluminação, cobertura e troca da grama do complexo esportivo. Em breve, conforme o secretário de esportes, Jaime Lino, com a troca da iluminação do Carecão, a fiação substituída será destinada ao campo de futebol, sendo de grande valia a região. Atividades culturais, sociais e esportivas, como bingo e festival de prêmios são todas feitas ali”, afirma José Luiz.
            E são eles, os eventos de cunho popular, o grande orgulho da Associação de Moradores do Santa Paula. “Na quadra é montado um palco para a apresentação de violeiros e as mais diferenciadas festas, como a das mães, junina, crianças e natal. Em novembro, estuda-se a possibilidade de um rodeio. Isto é atuação e participação popular, onde as decisões, tomadas em conjunto, visam obter benefícios coletivos”, finaliza José Luiz.


quarta-feira, 5 de março de 2014

Comunidade pede atenção a quem trafega pela Ibrahim Prudente Silva, nas proximidades do CAIC.


         
 Professora Leonir junto a placa que indica embarque e desembarque dos alunos
O fluxo de veículos e pedestres na Rua Ibrahim Prudente Silva, cada dia se acentua devido o crescimento populacional da região. Por isto, em frente ao CAIC da Vila Esperança, foi reformulada a sinalização viária para coibir e evitar acidentes de trânsito e atropelamentos.

A aposentada Lourdes Pedroso, de 66 anos e moradora da Vila Verde, todos os dias vai ao CAIC buscar os netos. Ele vê que os motoristas não têm paciência e colocam em risco a vida das crianças. 
Conforme a diretora da Escola Alberto Spiaci, Leonir Aparecida Pedro, a prefeitura realizou toda a sinalização no entorno do CAIC, mas cabe aos pais e motoristas que trafegam pela região respeitar os pedestres. “Alguns pais vem buscar os filhos e param na vaga destinada ao coletivo, desrespeitando o embarque e desembarque e afetando a segurança dos alunos. Cabe aos mesmos a educação no trânsito, dando o exemplo as crianças”, afirma. 
Fiquem atentos: isto ocorre quando há ligação irregular de água pluvial na rede de esgoto. Se nos dias de chuva acontece algo parecido na sua região, entre em contato com a Sanepar e denuncie.


Precisou? A Azevedo Comercial tem.


         
         Imagine em Jataizinho uma loja que possui a mais variada quantidade de produtos como ferramentas manuais, elétricas e à gasolina, pneus, materiais elétricos e hidráulicos, produtos veterinários, óleos, lubrificantes, pet shop, produtos para piscina e jardinagem, além de calçados, peças do vestuário masculino e EPIs?
            
       Esta loja existe em Jataizinho: é a Comercial Azevedo, que fica bem pertinho de você. Localizada na Rua Barão de Antonina, 302, às margens da BR 369, na altura do KM 130 e com o telefone de contato 3259.1000.

Seu proprietário, Gustavo Azevedo Pinto, nasceu em Londrina mas se criou em Jataizinho. Há dez anos à frente da Azevedo Comercial seu foco é atender aos clientes e satisfazer o que procuram. “Começamos as atividades no ramo agropecuário. Com o tempo acrescentamos produtos conforme a solicitação de amigos e clientes. Hoje o objetivo é atender às necessidades locais, além de atuar em órgãos públicos através de licitações e concorrência”, afirma Gustavo.

terça-feira, 4 de março de 2014

Cemitério São Lucas é exemplo na destinação de resíduos sólidos.

Paulo junto a caçamba com resíduos sólidos.

              Um grande problema enfrentado pelos cemitérios é a destinação de resíduos oriundos da reforma e embelezamento de túmulos. Mas, Paulo Ribeiro, coordenador da Divisão de Cemitérios, arrumou uma solução com o aluguel de caçambas. O resíduo, material de construção civil, é depositado numa caçamba licitada, localizada fora do cemitério, evitando transtornos a famílias que visitam os jazigos. “A taxa de R$25,84 para construir, refere-se a coleta de entulho. A empresa licitada os recolhe e destina. Em breve, os resíduos irão para a Kurica Ambiental, com sede em Londrina”, afirma Paulo.
            Com a proximidade do Dia de Finados, a demanda para construção, reforma e embelezamento dos túmulos deve aumentar. A licença para construir deve ser paga nas lotéricas e existe um padrão de construção: são até três gavetas com um metro e quinze sentimentos de largura por dois metros e quarenta de comprimento. “Qualquer um pode construir no cemitério, desde que paga a licença e siga as vistorias, que determinam a destinação do entulho”, afirma.
            Com quatro zeladores, um coveiro, cerca de dezoito mil sepultamentos, sete mil túmulos e a media diária de dois a três sepultamentos, Paulo afirma que existe pouco espaço para os futuros. Uma das soluções apontadas pela prefeitura foi a cessão de gavetas, emprestadas por três anos. Após o período, onde está autorizada a exumação, caso a família não tenha condições de acomodar os ossos, junto a outro tumulo, eles são colocados num ossário particular.
            Apesar do exemplo relacionado a limpeza e manutenção, o Cemitério São Lucas, fundado em 1936, sofre com a falta de mapeamento, devido a informatização ocorrer após 1995. Outro problema, por causa de sua antiguidade, são os túmulos construídos de forma irregular, dificultando os sepultamentos.
Paulo cita que a população deve ficar atenta em decorrência da burocracia dos cartórios. “Existe uma lei federal, obrigando as famílias a lavrar a certidão de óbito imediatamente após o falecimento. Sem a certidão de óbito não sepultamos o corpo. Muitos cartórios informam a família que o prazo é de ate quinze dias, porem, antes disto, podem ocorrem inúmeras fraudes junto ao INSS. Quando um aposentado falece, caso não haja a certidão de óbito, alguém pode receber a aposentadoria ou fazer empréstimos no nome do falecido”, alerta o coordenador de cemitérios.
            Buscando melhorar o serviço a população, Paulo diz que existem diversos projetos, entre eles a construção de mais uma capela no São Lucas (ele cita que o contribuinte é isento ao usa-la). Outro projeto é a discussão da construção de um crematório em sistema de consórcio entre as cidades da região.

            

Marcos da Ambulância pede instalação de pontos de ônibus e alargamento de rua.


O vereador Marcos da Ambulância protocolou junto ao executivo municipal a instalação de pontos de ônibus no Jardim Afonso Sarábia. A solicitação foi motivada pela grande procura de munícipes junto a seu gabinete. O vereador afirma que recebeu um oficio, dizendo que a prefeitura está elaborando o projeto para a implantação dos mesmos.

Outra solicitação, junto à Administração Pública, foi o alargamento na passagem que liga o Jardim Éden, Jardim Beltrão e Marajoara. O pedido se deve a reinvidicação dos moradores. “O transito de carros no local está prejudicado devido o pouco espaço existente. Isto pode ocasionar acidentes”, afirma o vereador.