domingo, 16 de abril de 2017

Aqui tem história - Por Antônio Padilha

          Em junho de 1934, o povoado de Ibiporã contava com 13 casas de madeira. Em 1935 é concluído o trecho de linha férrea ligando Jataizinho a Londrina e no mesmo ano, precisamente em 28 de julho é inaugurada a ponte férrea sobre o Tibagi e a Estação Ferroviária em Londrina. Foi neste ano que Dr. Alexandre Beltrão instalava em Londrina o escritório da Sociedade Técnica e Colonizadora Beltrão Ltda, dando inicio aos trabalhos de divisões das glebas, mapeamento do traçado urbano, além de vendas de lotes urbanos e rurais em Ibiporã.
            Em 1936, no dia 15 de julho foi inaugurada a Estação Ferroviária de Ibiporã. Neste ano era instalada a primeira escola, inaugurada pela professora Bárbara Machado de Oliveira. No ano seguinte, em 6 de janeiro, o escritório da STC Beltrão é transferido para o município. Foi em 1938, no dia 2 de fevereiro que se instala o Cruzeiro, símbolo da Cristandade celebrada com uma missa campal pelo padre Carlos José Dietz, vindo de Londrina à cavalo. Neste ano, em 2 de março, celebrou-se a primeira missa interna na residência do pioneiro José Uilli, com o padre palotino José Kandziora, vigário da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Londrina. No ano corrente, em 20 de outubro, o povoado de Ibiporã foi elevado à categoria de Distrito Administrativo de Sertanópolis. Após dois dias chegava o médico Doutor Élio Boneto, que permaneceu alguns meses e se transferiu para Apucarana. Ainda em 1938, no dia 30 de novembro foi instalada a farmácia de Antonio Alves dos Santos, tendo como responsável pelo atendimento José dos Santos, grande desportista que anos depois foi homenageado “in memorian” com nominação do estádio municipal.
            Em 1939, no 1º de maio, Ibiporã foi elevada a Distrito Judiciário de Sertanópolis e após concluir o traçado urbano do município, Alexandre Beltrão aceita o convite do Governo do Paraná e coordena a construção dos primeiros grupos escolares nas principais cidades da época, inclusive o grupo escolar de Ibiporã, inaugurado em 1942 com a nominação de Grupo Escolar Engenheiro Francisco Gutierrez Beltrão, numa homenagem “in memorian” prestada por Alexandre Beltrão ao irmão, que visitou o mesmo no município em 1939 e veio a falecer em 1940 em Ponta Grossa.

            Em 1940, a chegada do primeiro médico a fixar residência no povoado foi o Doutor Mauro Feu Filgueiras, que instalou o Hospital Santa Terezinha. Em 1941 inaugurava-se a Agência dos Correios, tendo como primeira agente postal Ercília Machado Ferreira. Em 1941 houve a instalação da paróquia em 8 de dezembro e o primeiro pároco foi o saudoso Padre Vitoriano Valente. Com o advento de 1947 cria-se o Município de Ibiporã em 10 de outubro através da Lei Estadual nº 2. A instalação solene ocorreu em 8 de novembro com a posse de José Pires de Godoy, prefeito nomeado.

Aqui tem história, por Antonio Padilha

Na primeira eleição Municipal de Ibiporã, concorreram ao cargo de Prefeito, Alberto Spiaci, agricultor e comerciante de cereais pela Coligação PTB – PSD e, o cafeicultor Luiz Sempre Bom, pela UDN. A eleição foi realizada em 16 de novembro de 1947. Não houve grande rivalidade entre os candidatos e o resultado apontou a vitória de Alberto Spiaci, diplomado Prefeito pelo presidente da Junta Eleitoral da 40ª Zona Eleitoral da Comarca de Sertanópolis, onde a posse ocorreu em 6 de dezembro de 1947.
Poder Legislativo: A primeira composição da Câmara Municipal, teve Hiro Vieira como presidente, José Pires de Godói, Gino Peretti, Ângelo Maggi, Indalécio Teixeira, Ronat Walter Sodré, Otacílio Manoel da Costa, Voltareno Figueira e José de Almeida Paiva.
Fatos inusitados e engraçados da Campanha Política: A inexperiência de candidatos resultou em gafes que se tornaram célebres como anedotas. Recorda-se que os candidatos percorriam a área rural que detinha o maior número de moradores, em torno de 15999. Na área urbana a população era de 3543 pessoas. Entretanto as estradinhas eram apenas carroçáveis, a maioria intransitáveis para veículos. Candidatos utilizavam jipe ou cavalo para fazer as visitas. Geralmente, no veiculo motorizado ia o candidato ao lado do motorista e na parte traseira os cabos eleitorais, como seguranças e para ajudar a retirar o veículo do atoleiro quando encalhava. Também era comum, na volta para a cidade, eles pararem num rio e tomar um banho refrescante. Muitas vezes, quando o pessoal estava se divertindo, chegaram algumas vacas e começaram a mascar as roupas deixadas no gramado. Era um perereco dos diabos eles correndo atrás das vacas.
Candidato esclarecido: Dona Cotinha, uma viúva que recebeu um candidato a vereador com fama de inteligente, perguntou ao mesmo se não haveria problemas, por parte dos filhos com a venda da propriedade. O político deixou a oportunidade para apresentar seu profundo conhecimento das leis e respondeu que não haveria problema algum, pois os filhos da Dona Cotinha, já eram “municipados”.
Doces salgados e bebidas: Nas vendas (estabelecimentos comerciais geralmente instalados na beira das estradas), o pessoal se reunia e passava o tempo jogando truco, “sete e meio” e caxeta. Os candidatos e os cabos eleitorais chegavam distribuindo cigarros e balas. O dono da venda a princípio não gostava muito da concorrência gratuita, mas se acalmava quando os candidatos começavam a pagar refrigerantes e cachaça, amplamente consumidas e que alegravam ambiente. Nas casas, os candidatos chegavam com uma bacia grande repleta de sanduíches de pão com mortadela feitos para o povo da roça. As crianças ganharam refrigerantes e os adultos garrafas de pinga.
A campanha na cidade: Os candidatos visitavam todos os botecos e canchas de bocha, pontos de maior concentração de eleitores. Nesses locais era necessário muito cuidado para não entrar em choque com eleitores de candidatos adversários. Muitas vezes o pau quebrava entre eleitores. Tinha candidato que se reunia com eleitores na casa do líder local, onde era distribuído pão com carne moída, “o famoso boi ralado”, polenta frita, refrigerantes e muita pinga, está sempre presente e garantindo a animação.



Por que anunciar em momentos de crise? (Por Haroldo Cavalcante)

Sair da mídia não é a melhor decisão quando os negócios não estão bem e as vendas em baixa. Na mente do empresário sempre aparece uma dúvida relacionada a investimento em “marketing” (que envolve idéias com vários conceitos e no sentido estrito é o conjunto de técnicas e métodos destinados ao desenvolvimento das vendas mediante quatro possibilidades: preço, distribuição, comunicação e produto).
É comum o dono do negócio, gerentes e diretores se perguntam o que fazer para manter a empresa em destaque e em evidência. Se pensarmos nas conseqüências no momento que a conta está negativa, a primeira atitude é praticar o efeito “pé no freio” e suspender tudo, a começar pela propaganda, achando que esta não dá retorno e custa caro. Nem sempre este é o melhor caminho a ser tomado. Além da propaganda, assinatura de jornais e revistas com informativos sobre o setor de negócios que atuam, alguns empresários diminuem o uso de produtos de limpeza ou cafezinho, julgando necessária esta atitude. Quem atua na relação “vendedor/cliente” deve usar a publicidade tradicional e os resultados aparecerão a longo prazo num processo de divulgação e fixação da marca no mercado dos produtos e serviços prestados.
A decisão de fazer economia a qualquer custo leva a medidas tomadas sem estudos, pesquisas, ou critério técnico, tendo como resultado o efeito chicote ou bumerangue: que “vai e volta”. Ou seja, cortar investimentos na imagem da empresa faz o negócio “desaparecer” do mercado. Seus antigos clientes vão manter uma relação de fidelidade. Mas com certeza os demais potenciais “clientes novos” passam a considerar no imaginário, para efeito de negócios futuros, que sua empresa está quebrada e falida, além de que fechará as portas e não terá suporte para atender demandas. Neste exato momento, o que o concorrente faz? Numa manobra pensada, analisada e racional ele realinha investimentos focando oportunidades disfarçadas e ocupa o espaço vazio deixado por você, pegando os negócios que surgem.
Além disto há o risco eminente de você perder os clientes antigos, uma vez que o desaparecimento da sua marca, associado a boatos que você quebrou, fará eles migrarem para quem aparece no mercado com novas propostas de negócios. Quando você pensar em procurá-los, fazendo anúncios, ligações ou enviar mala direta, eles ficarão indignados porque foram esquecidos.
A propaganda é a maneira mais fácil de mostrar ao mercado e dizer a todo o momento que você está forte e confiante, pois já enfrentou recessões piores. Certamente, novos e importantes momentos estão chegando para sua empresa. Planeje melhor as aparições, defina veículos de comunicação que irá utilizar para divulgar sua empresa. Não deixe de aparecer, isto faz diferença nos negócios.

A marca da sua empresa deve estar na mente do consumidor - ANUNCIE

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Sociedade e Internet - Por Aldo Moraes

A interação entre os fatos relevantes da sociedade e o universo on line estabelece laços cada vez mais fortes e capazes de provocar mudanças.
Nos últimos sete anos, a consolidação das redes sociais e a internet como recursos da vivencia diária se tornaram importantes para a mudança de conceitos e paradigmas nos meios sociais em todo mundo. Desde então houve a “Primavera Árabe”, a aproximação entre público e personalidades artísticas e também a discussão em tempo real sobre eleições de âmbito nacional no Brasil e nos Estados Unidos. Outro exemplo foi em 2012, quando o sucesso da campanha pela prorrogação dos impostos sobre os mais ricos nos EUA só foi possível graças à mobilização do governo através do site da Casa Branca e cujos internautas pressionaram o Congresso.
Os grandes veículos de comunicação abrem espaço para que leitores comentem e decidam o que deve ser veiculado. A revolução da internet obrigou os complexos de comunicação a ouvirem o leitor. A opinião do cidadão da pequena cidade tem o mesmo peso do que mora na capital.
Este é o poder de uma democracia social que os governos não imaginavam, pois dá independência de escolha e debate ao cidadão. Diariamente ouvimos histórias sobre parentes distantes que se reencontram; casais que se apaixonam; talentos revelados; campanhas em prol de causas sociais; ambientais e de animais que viram sucesso. Tudo numa rapidez incrível e sem limites geográficos por conta desse novo veículo global.
Cito o caso do cacique Almir, da aldeia Suruí, eleito pela Fox Company um dos homens mais criativos do mundo. Embora não saiba manipular o computador, entendeu o valor da tecnologia e colocou a selva brasileira em contato com pessoas idealistas em todo o globo numa parceria com o Google. Ele quer salvar a cultura de seu povo e os benefícios que a selva traz para o mundo. E os idealistas, a maioria dos quais nunca esteve pessoalmente com ele, querem colaborar com ações e recursos financeiros para ampliar o projeto.
A internet pauta jornal, rádio, revista e televisão. Porém ela é campo fértil para espalhar mentiras, boatos, imagens de mau gosto e a vida íntima das pessoas. Como todo veículo que dá liberdade e voz ao anônimo, é preciso ter cautela e saber onde se pisa quando tratamos de redes sociais e internet.
Por fim, entende-se que a facilidade para pesquisa e acesso a arquivos do passado faz com que a educação, cultura e política tenham que rever metodologias e conceitos. Se a realidade do Brasil ainda não se deu conta de que o cidadão mudou, algo deve ser transformado. Caso não ocorra, o país ficará obsoleto e distante das gerações que nascem com o tablet nas mãos.


Últimas semanas para as inscrições do casamento coletivo em Ibiporã e Jataizinho

A Secretaria de Assistência Social de Ibiporã informa que estão abertas até 20 de abril, as inscrições para o casamento civil coletivo, que será celebrado em 27 de maio, às 18 horas, no Cine Teatro Padre José Zanelli. A benção ecumênica e cerimônia civil integram a programação do programa “Justiça no Bairro SESC Cidadão", que acontecerá em 26 e 27 de maio na Paróquia Nossa Senhora da Paz, a Igreja Matriz.
O evento, promovido pelo Poder Judiciário, Sistema Fecomércio, SESC SENAC e prefeituras de Ibiporã e Jataizinho, tem cunho social e voltado à população vulnerável economicamente, proporcionando a conciliação por meio de audiências prévias em várias áreas do direito (Divórcio, Alimentos, Guarda e Responsabilidade, Reconhecimento de Paternidade e de Maternidade, Reconhecimento de União Estável ou Dissolução, DNA, Retificação de Registro Civil, Interdição), possibilitando com a presença das partes envolvidas a imediata solução para moradores de Ibiporã e Jataizinho. Durante o evento também será feita a emissão da Carteira de Identidade para alunos da Rede Municipal de Ensino e Carteira de Trabalho. As secretarias municipais realizarão orientações sobre serviços, programas e benefícios.

            Segundo a secretaria de Assistência Social, somente será possível participar do casamento os casais de Ibiporã e Jataizinho que providenciarem sua inscrição e documentação antecipadamente. Para isso, os interessados deverão procurar os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Ibiporã e Jataizinho até 20 de abril.

Para a inscrição é necessária a apresentação de carteira de identidade, CPF, certidão de nascimento atualizada, comprovante de renda de até dois salários mínimos por noivo e comprovante de endereço. O casamento coletivo conta com o apoio dos Cartórios de Registro Civil de Ibiporã e Jataizinho.

Serviço

Inscrições para Casamento Coletivo
Período: Até 20 de abril
Locais

Ibiporã
CRAS: Rua João Barreto, 105 - Centro. Fone: 3178-0398
CRAS Gino Peretti: Rua Cianorte, 216 - Residencial Terra Bonita. Fone: 3178-0401
Horário de funcionamento: 2ª a 6ª feira, das 8 às 17 horas

Jataizinho
CRAS: Rua Antonio Pavão, 15 - Centro. Fone 3259-2207

Horário de funcionamento: 2ª a 6ª feira, das 8 às 12h e das 13h30 às 17h

Em Ibiporã, população vive momentos de horror após fuga de presos e pede transferência da delegacia

Trinta presos fugiram da cadeia de Ibiporã em 28 de março. De acordo com a Polícia Civil, os detentos cavaram um buraco na cela e tiveram acesso ao pátio externo. O número de fugitivos foi contabilizado após os policiais analisarem as imagens das câmeras de segurança. A unidade tem capacidade para abrigar 36 presos, no entanto estava com 158 no momento da fuga.
Insatisfeita, a população das imediações diz que alguma atitude deve ser tomada, pois o risco é enorme. Uma moradora que preferiu não se identificar relata que esta foi a segunda fuga em um curto período e desta vez os detentos se esconderam nos imóveis. “Da primeira vez um fugitivo pulou no quintal, mas os cães o afugentaram”, diz a moradora, que também ouviu tiros e viu carros ajudando na fuga, o que ressalta a hipótese de uma ação premeditada. “Está se tornando difícil morar aqui por conta da situação e uma solução viável é a transferência da prisão para um local afastado do centro”, diz.
            Outro morador que compartilha a idéia é Haroldo Cavalvante, que mora quase em frente à delegacia. Ele cita que as fugas acontecem na madrugada e que houve grande susto com os tiros, explosões e correria de presos e policiais. “Meu quarto é de frente para a rua e ficamos expostos. É uma situação tensa, pois os fugitivos podem a qualquer momento entrar nas casas e fazer os moradores de refém”, disse Haroldo, que mostrou marcas de sangue na calçada, provavelmente oriundas de presos feridos. Ele, que participa das reuniões do CONSEG (Conselho de Segurança) e dos debates que envolvem segurança pública, cita que é comum as pessoas jogarem drogas no pátio da cadeia. Isto gera insatisfação da comunidade.

Atualmente há propostas de montar um abaixo-assinado e iniciativas para transferir a delegacia, como a dos vereadores e do Pastor José Vilande Neto, presidente do CONSEG, que em 31 de março entregaram ao Governador Beto Richa um pedido em prol da delegacia. Segundo a vereadora Mari de Sá, foi solicitada a transferência de presos condenados aos presídios, remanejamento para acabar com a superlotação e a necessidade de transferir a estrutura para outro local

Lourenço Baccarin, Pedro Baize e Milenium empossam nova Associação de Moradores


Foi eleita em 23 de fevereiro, para a gestão de dois anos a nova diretoria da Associação de Moradores do Lourenço Baccarin, Pedro Baize e Milenium. Denominada “Juntos somos mais fortes”, ela tem como presidente Celso Aparecido Galdino.
Mostrando-se dinâmica, a associação já tem vários projetos em andamento, como o Vizinho Solidário, que abrange cerca de 80% dos bairros, além do Jardim São João demonstrar interesse em participar; criação do Portal da Transparência, perfil no Facebook e conta no whatsapp, onde são divulgadas ações, vídeos explicativos, convites para Missas, cultos e festas, além do canal possibilitar ouvir a comunidade e direcionar ações; implantação de academia ao ar livre no centro do Lourenço Baccarin, em um terreno público; ginástica para idosos em parceria com a Secretaria de Esportes; e recape asfáltico, redutores de velocidade e melhoria da sinalização de transito nos três bairros.
Quanto aos problemas, Celso Galdino elenca vários, como na segurança pública, onde há roubos e arrombamentos nos imóveis e comércios. “Foi protocolado um ofício ao 5º Batalhão da Policia Militar solicitando maior frequência nas rondas da policia e uma palestra com o vereador e policial militar Kleber Machado para explicar e implantar o vizinho solidário. Outra situação é o mato em terrenos públicos e privados, que favorece o crime e a proliferação de insetos, pragas e doenças”, relata. A iluminação pública também é uma questão a ser resolvida e por isto, observou-se a necessidade de trocar lâmpadas incandescentes. Ambas as situações foram encaminhados ofícios a Secretaria de Obras. Neste contexto, o líder comunitário ressalta que não circula ônibus nos bairros, sendo o Pedro Baise mais prejudicado em função da distância do ponto de ônibus. Para solucionar isto foi protocolado um oficio junto empresa responsável pelo transporte público. Na parte baixa dentre bairro não existe telefonia fixa e internet, mas foi protocolado um ofício junto a Sercomtel solicitando ambos.
Celso Galdino diz que as Associações de Moradores são fundamentais por aproximar a comunidade da Prefeitura e ficar a parte das decisões que serão tomadas. “Há situações que a associação toma iniciativa sem necessitar do poder público, otimizando a máquina administrativa. Fazer parte disto é gratificante por sermos a diferença onde moramos, ajudar as pessoas, aumentar o ciclo de amizades, conquistar respeito e admiração”, diz o líder que possui na comunidade um ciclo de eventos com bingo, missas, cultos, torneio de truco, Festa Julhina, Dia das Crianças, Bailes dos Pais e Mães, além de atividades variadas feitas no centro comunitário e quadra coberta.

Em relação à participação da comunidade, ele ressalta que a interação é fundamental e ocorre também pelas redes sociais. “A associação de moradores agradece a oportunidade de divulgar seu trabalho através do Jornal Nossa Terra. Estamos num momento bom da gestão, onde há centro comunitário e quadra coberta. Ambos foram reivindicações no passado. Mesmo com as conquistas a luta não pára. A comunidade deseja mais uma praça, academia ao ar livre, asfalto, internet, transporte público, redutores de velocidade e sinalização de transito eficaz. Outro problema a ser solucionado é o transito congestionado na Ibrahim Prudente da Silva, único acesso a Zona Sul e que é um caos. Somos parceiros da Administração Pública, mas queremos o respeito aos nossos direitos”, pontua. 

Os dez anos do Jornal Nossa Terra de Ibipora

O jornal Nossa Terra surgiu em agosto de 2008, quando a experiente jornalista Zolaine Stochero Zubinski conheceu o repórter Marcelo Souto, que atuava na Rádio Comunitária Cincão FM. O repórter, formado pela Universidade Estadual de Londrina já atuou no impresso “Notícia”, da mesma universidade e na Folha Norte, um semanário de muito sucesso na Região do Cinco Conjuntos, em Londrina.
Nestes dez anos o Nossa Terra mostrou a população de Ibiporã três eleições municipais e o trabalho de quatro gestões. Suas páginas registraram esta transformação, notada através de novos prédios públicos, casas populares, empresas e indústrias nos Parques Industriais, a UPA, o moderno projeto viário que de inicio foi polêmico, mas mudou a cidade (principalmente na confluência da Santos Dumont, Souza Naves e 19 de Dezembro, onde havia um semáforo que congestionava o trânsito), a reforma da Rodoviária e a verticalização residencial. O Nossa Terra sempre foi entusiasta destas e de outras ações que acrescentam ao município e renovam o compromisso com o desenvolvimento em vários segmentos.
Por dez anos tivemos a oportunidade de conhecer a riqueza cultural de Ibiporã, expressa no teatro, música, balé e artes plásticas. Em especial a vida e a obra do renomado artista plástico Henrique Aragão, que nos deixou uma extensa obra de quadros, mosaicos, painéis e esculturas, que também obteve reconhecimento da comunidade acadêmica.
Se Ibiporã evoluiu, tivemos a oportunidade de crescer juntos e nos tornamos a Editora Nossa Terra, responsável pela Folha de Jataizinho, Gazeta de Ibiporã, Folha de Cambé e da Revista Aqui tem História. Isto foi possível graças à população e comerciantes como o Supermercado Montana, Dentistas Rubis e Issa Mustafá, Açougue Bom Bife, Sucatão, Soma Contabilidade, Fish Tattoo, IN.fluência, Muffato e demais comerciantes que confiam e acreditam no trabalho sério e integro. Agradecemos também a quem já foi noticia, como pioneiros, atletas, políticos, estudantes, professores e demais segmentos que somaram e enriqueceram nosso trabalho para brindar a edição 122.
É importante frisar que nada disto seria possível sem a dedicação e amor da jornalista Zolaine Stocchero Zubinski, que merece um capitulo a parte nesta história. Dinâmica, empreendedora e feliz, essa geminiana herdou do avô e do pai o talento pela política do bem. O avô, Pedro Stocchero, pioneiro e político de Jataizinho no primeiro ciclo da emancipação foi vereador e Presidente da Câmara, na legislatura 51/54. Participou na formação do município de Paraíso do Norte e foi eleito o primeiro prefeito. O pai, Pedro David Stocchero, participou ativamente nos movimentos políticos em Paraíso do Norte. A trajetória de Zolaine na política teve início como Técnica Administrativa no Cerimonial do Palácio Iguaçu-Curitiba, onde conheceu figuras da política paranaense na época. Após concluir o curso de Designer Gráfico, iniciou a sua trajetória jornalística como editora de jornais que marcaram época: Folha Atlântica e Nosso Litoral em Matinhos, Livre Paraná com divulgação em Curitiba e região metropolitana. Em Matinhos, teve marcante participação nos movimentos comunitários, foi segunda suplente de vereadora e assessora de comunicação da Prefeitura e do deputado Lourenço Fregonesi, em Curitiba. Na Câmara de Londrina foi assessora da vereadora Elza Correia e continuou na função quando a vereadora tornou-se deputada Estadual. Ela foi responsável pela Gestão de Pessoas do Hospital Zona Norte de Londrina de 2007 a 2011. Em 2007, paralelamente voltou a exercer o jornalismo, sua grande paixão. Como designer ela elaborado informativos para sindicatos, cooperativas, igrejas, livros e revistas, incluindo-se duas edições da história de Ibiporã e a edição especial das “Admiráveis mulheres de Ibiporã”.  


segunda-feira, 10 de abril de 2017

O Conselho Regional de Biblioteconomia da 9ª Região – Paraná abriu concurso público destinado a contratar e formar cadastro reserva de profissionais em nível médio e superior. As oportunidades são para Auxiliar Administrativo e Agente de Orientação e Fiscalização - Bibliotecário Oficial (1). A carga horária varia de 30h e 40h semanais e salários de R$ 1.300,00 e R$ 2.594,00, além de benefícios pretendidos aos cargos. As inscrições, feitas no site  www.quadrix.org.br, vão até 4 de maio e as taxas são de R$ 55,00 para nível médio e R$ 70,00 o nível superior. A prova será em 21 de maio.

É possível inscrever-se até 18 de abril no Processo Seletivo da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), destinado a contratar Professores Colaboradores. São ofertadas 53 vagas para as áreas de Administração, Artes Visuais, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Direito, Ciências Sociais, Ciências Contábeis, Economia, Libras, Língua Portuguesa, Física, Geografia, História, Matemática, Música, Pedagogia, Química, Teatro, Ciência da Computação, Secretariado Executivo e Turismo. Para jornada de 10h semanais os salários ficam entre R$ 811,45 e R$ 2.052,13; para 20h semanais entre R$ 1.622,91 a R$ 4.104,34 e; para 40h semanais ficam entre R$ 3.245,83 a R$ 8.208,58. As inscrições devem ser feitas em www.unespar.edu.br.

A Câmara de Guarapuava realiza concurso público destinado as seguintes vagas: Auxiliar Operacional Externo (1); Auxiliar de Serviços Gerais (3); Assistente de Contabilidade (1); Oficial Administrativo (1); Auxiliar Administrativo (1); Analista Legislativo (1); Analista de Licitações e Contrato (1). A remuneração varia de R$ 937,00 a R$ 4.632,61 e as inscrições devem ser feitas até 22 de maio em www.unioeste.br.


domingo, 9 de abril de 2017

Lactobacilos: os verdadeiros aliados da saúde

Você já ouviu falar de lactobacilos, mas sabe quais os benefícios que eles promovem à saúde?
            Lactobacilos são microrganismos do bem, ou alimentos funcionais, produzidos naturalmente pelo corpo. Eles desempenham funções nos processos metabólicos, nutricionais, fisiológicos e imunológicos do organismo, tornando o ambiente propício à inibição do crescimento de bactérias nocivas.
            Os lactobacilos são encontrados em maior quantidade nos alimentos pro bióticos, como leite, iogurte e o queijo mineiro canastra, este último produzido com leite cru e artesanalmente. Outrasfunções dos lactobacilos são auxiliar na absorção de nutrientes como cálcio e ferro; melhorar a digestão; fortalecer o sistema imunológico; controlar estados alérgicos em pacientes sensíveis ao leite de vaca, fazendo manutenção do intestino, evitando diarreias ou intestino preso; previne câncer de colo e; faz bem ao coração.
            O queijo canastra, rico em lactobacilos, é produzido artesanalmente, em ambiente higiênico e sem produtos químicos, o que possibilita um sabor inigualável, além de ser encorpado, macio e duradouro.
            Um dos problemas atuais, é que a alimentação é rica em produtos químicos e se consumo muita comida industrializada, onde há açucares variados, gorduras saturadas, aliadas a baixa ingestão de fibras e alto consumo de agrotóxicos, resultando no desequilíbrio de nutrientes funcionais; má digestão; disenterias; flatulência; prisão de ventre e; diarreia. Por isto, nunca foi tão importante cuidar da flora intestinal.
            Uma alimentação balanceada, acompanhada da ingestão de queijo canastra e lactobacilos, funciona como um tratamento natural, inteligente e eficaz na prevenção e no combate de diversas enfermidades, sem o risco de agredir ou intoxicar o organismo.
            É no Queijo Mineiro Canastra de alta qualidade que se encontra os itens para melhorar sua saúde. Portanto, comece agora mesmo a cuidar do seu organismo, ingerindo alimentos funcionais que colaboram para o equilíbrio e defesa imunológica.

            O Queijo Mineiro Canastra e seus derivados são encontrados na feira de domingo e na queijaria do técnico e pós graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais, José Maurílio Leite, o Mineiro. A queijaria fica na Avenida Prefeito Mário de Menezes, 1985, próximo ao Samae. O telefone de contato é o 32681870.