sábado, 26 de outubro de 2013

Projeto ambiental da escola Alberto Spiaci, em Ibiporã, preserva a natureza.

Você sabia que um litro de óleo pode contaminar um milhão de litros de água? Sabendo disso e com o objetivo de conscientizar os alunos da escola Alberto Spiaci e a comunidade que vive ao seu entorno, foi criado um projeto de reciclagem de óleo, que consiste na coleta e destinação deste resíduo domestico. Conforme uma das idealizadoras do projeto, a professora Leonir Aparecido Pedro, o projeto ajuda a natureza ao transformar o óleo em biodiesel e recebe em troca produtos de limpeza. “A cada cem litros arrecadados, a escola recebe em troca uma caixa de detergente com 24 unidades. E, em breve, levaremos os alunos para conhecer o processo de reciclagem do óleo”, afirma a professora.                               
Tamanha a importância deste trabalho, que foi realizada uma experiência na escola, onde havia dois pneus com terra: um contaminado com óleo e o outro não. O resultado mostrou que a terra do pneu contaminado não fertilizou ou produziu o que fora plantado, algo diferente do pneu livre de óleo. “Os alunos aprovaram a iniciativa e observaram na pratica que é preciso cuida na natureza. Outro fator positivo foi a mudança de comportamento das famílias a partir do projeto que surgiu na escola. Podemos chamar tudo isso de educação ambiental”, ressalta Leonir.                                             
O projeto não se restringe apenas a coleta de óleo, mas se estende a coleta de pneus, usados no paisagismo e nas hortas, onde são plantadas as mais variadas espécies de verduras, usadas posteriormente como reforço na merenda.

Cemitério São Lucas é exemplo na destinação de resíduos sólidos.

Um grande problema enfrentado pelos cemitérios é a destinação de resíduos oriundos da reforma e embelezamento de túmulos. Mas, Paulo Ribeiro, coordenador da Divisão de Cemitérios, arrumou uma solução com o aluguel de caçambas. O resíduo, material de construção civil, é depositado numa caçamba licitada, localizada fora do cemitério, evitando transtornos a famílias que visitam os jazigos. “A taxa de R$25,84 para construir, refere-se à coleta de entulho. A empresa licitada os recolhe e destina. Em breve, os resíduos irão para a Kurica Ambiental, com sede em Londrina”, afirma Paulo.
Com a proximidade do Dia de Finados, a demanda para construção, reforma e embelezamento dos túmulos deve aumentar. A licença para construir deve ser paga nas lotéricas e existe um padrão de construção: são até três gavetas com um metro e quinze de largura por dois metros e quarenta de comprimento. “Qualquer um pode construir no cemitério, desde que paga a licença e siga as vistorias, que determinam a destinação do entulho”, ressalta.
Com quatro zeladores, um coveiro, cerca de dezoito mil sepultamentos, sete mil túmulos e a media diária de dois a três sepultamentos, Paulo afirma que existe pouco espaço para os futuros. Uma das soluções apontadas pela prefeitura foi à cessão de gavetas, emprestadas por três anos. Após o período, onde está autorizada a exumação, caso a família não tenha condições de acomodar os ossos, junto a outro tumulo, eles são colocados num ossário particular.
Apesar do exemplo relacionado à limpeza e manutenção, o Cemitério São Lucas, fundado em 1936, sofre com a falta de mapeamento, devido à informatização ocorrer após 1995. Outro problema, por causa de sua antiguidade, são os túmulos construídos de forma irregular, dificultando os sepultamentos.
Paulo cita que a população deve ficar atenta em decorrência da burocracia dos cartórios. “Existe uma lei federal, obrigando as famílias a lavrar a certidão de óbito imediatamente após o falecimento. Sem a certidão de óbito não sepultamos o corpo. Muitos cartórios informam à família que o prazo é de até quinze dias, porém, antes disto, podem ocorrem inúmeras fraudes junto ao INSS. Quando um aposentado falece, caso não haja a certidão de óbito, alguém pode receber a aposentadoria ou fazer empréstimos em nome do falecido”, alerta o coordenador de cemitérios.
Buscando melhorar o serviço a população, Paulo diz que existem diversos projetos, entre eles a construção de mais uma capela no São Lucas (hoje o contribuinte é isento ao usá-la). Outro projeto é a discussão da construção de um crematório em sistema de consórcio entre as cidades da região. 

Casa da Sopa evangeliza e atende pessoas vulneráveis

O NALMA, Núcleo Assistencial Alimentação Maior, popularmente conhecido como “Casa da Sopa”, existe oficialmente desde 22 de Junho de 1993 e funciona em um prédio de 250 metros quadrados, situado na Rua Pe. Vitoriano Valente, 2.331, em Ibiporã, ao lado da Fraternidade Espírita Mensageiros da Luz, sendo um órgão que complementa o trabalho de evangelização realizado na Fraternidade.
           Segundo a atual presidente, Patrícia Lopes, que está no mandato há seis anos, desde a sua fundação, o NALMA tem a função de atender famílias em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, da fragilização de vínculos familiares e sociabilidade visando suprir as necessidades básicas dos indivíduos menos favorecidos, tanto social como nutricional, e melhorar sua estima promovendo cursos de capacitação e desenvolvimento pessoal e profissional visando sua inclusão na sociedade e no mercado de trabalho.
           A Casa da Sopa tem todo seu quadro funcional formado por trabalhadores voluntários que dispõe de seu tempo para ajudar o próximo sem remuneração financeira alguma.
           A Casa oferece almoços gratuitos a todos os necessitados, às segundas, quartas e sextas, chegando a atender mais de 1.000 pessoas por ano com a intenção de combater a fome e passar alguns preceitos básicos sobre higiene pessoal, além de capacitar os que a procuram para a inserção no mercado de trabalho através de vários cursos profissionalizantes desenvolvidos pelo próprio Núcleo e também com parceria da Prefeitura e do SENAI. Entre os cursos estão o de Corte e Costura, Panificação, Manicure, Pedicure, Cabeleireiro, Aulas de Violão, entre outros.
           O Núcleo se sustenta através de doações de alimentos e materiais para serem utilizados em suas diversas atividades, doações financeiras de pessoas solidárias com a causa da inclusão social e combate a pobreza, além de promover um Bazar de Roupas Usadas que são arrecadadas e vendidas em sua própria sede com todo dinheiro sendo convertido na compra de mantimentos.
           Como trabalho nunca falta e a caridade é lema fundamental da Doutrina Espírita, o Núcleo solicita a todos que possuam roupas em bom estado e não utilizem mais, que doem para o ajudar o Bazar e a Casa da Sopa, que necessita sempre de ajuda para poder desenvolver seu trabalho assim como precisa também de pessoas dispostas, voluntários que tenham tempo livre e queiram aproveitá–lo trabalhando em prol de uma causa nobre.
           Para quem quiser ajudar financeiramente a Casa da Sopa em seu trabalho assistencial também pode depositar qualquer quantia no Banco do Brasil – Agência 2110–5 / Conta Corrente 20.675–X
           A Casa está sempre aberta para a comunidade. Faça uma visita, conheça o trabalho, participe dos cursos, seja um voluntário e faça parte deste importante trabalho social.


Realizado nas cidades de maior porte, recadastramento biométrico ainda não tem previsão para ocorrer em Cambé, Ibiporã e Jataizinho.

Ainda não há previsão para o recadastramento biométrico em Cambé, Ibiporã e Jataizinho. Segundo o técnico judiciário do Fórum Eleitoral de Ibiporã, Leandro José de Souza, a prioridade está nas grandes cidades, como aconteceu em Londrina.                               
No entanto, ele diz que os fóruns eleitorais estão regularizando o título de quem não votou nas ultimas três eleições, ou que tenha alguma pendência. O prazo máximo para a regularização é dia 7 de maio de 2014, 180 dias antes das eleições para presidente, governador, senador e deputados.                                
Em Ibiporã, maiores informações podem ser obtidas no Fórum Eleitoral, localizado na Rua Alberto Spiacci, esquina com Antônio Ludovico. O funcionamento é do meio dia às dezenove horas, de 2ª a 6ª. O telefone de contato é o 32585598. 

Surgido na década de 40, Estrela do Norte mantêm viva suas memórias

A história de Ramon Louzado se entrelaça com o Estrela do Norte, time de futebol que marcou Ibiporã, ao ser o primeiro profissional da cidade. Segundo Ramon, o Estrela surgiu a partir da força de vontade de amigos, que compraram bolas e uniformes para montar a equipe. “Na época não havia o campo fechado, como é hoje. Em 1948 ganhamos perobas e o fechamos. Já na década de 50 estávamos inscritos na Federação Paranaense e na Confederação Brasileira de Futebol, a CBF.”, lembra. A veracidade da informação se confirma numa pesquisa dos arquivos da Federação Paranaense, de 1965, onde o Estrela do Norte figura inscrito no campeonato, disputando contra os times do Grêmio Maringá, Nacional de Rolândia, Londrina Futebol e Regatas, São Paulo de Londrina e União Bandeirantes.

Apesar do esforço e pioneirismo de Ramon Louzada, as coisas não eram fáceis. “Ibiporã possuía cerca de dez mil habitantes e tínhamos pouca verba para tocar o time. O improviso se via na escalação, onde ora o mesmo jogador atuava como goleiro ou centroavante”, cita.   
Fã do São Paulo Futebol Clube, time que inspirou a camisa e as cores do Estrela, antes de iniciar nos campeonatos da federação paranaense, era comum os jogos nas “fazendas”, onde em cima de caminhões eles iam ao Patrimônio Regina, Sertanópolis, Cambe e Londrina, além das disputas de torneios.                       
                                                                                
Saudosista e esperançoso pela volta de um time e das alegrias passadas, Ramon lembra que o trabalho como caminhoneiro, ainda nos anos 50, não permitiu mais a sua participação nos jogos e aos poucos o time foi acabando. E, aos 87 anos, ainda sonha em ver a volta dum time que abrigava mais de mil torcedores em seu estádio.



Projeto “Cabeças quentinhas, Corações aquecidos” humaniza e leva solidariedade.

Com a chegada do inverno as pessoas idosas sentem com mais intensidade o frio. Observando a dificuldade e sensibilizada, a enfermeira do HZN, Ivone Aparecida Soares Mendes, criou o projeto “Cabeças quentinhas, Corações aquecidos”, que consiste na doação de toucas, meias, luvas e cachecóis a pacientes.                     
Ligada a área de geriatria, a enfermeira reuniu voluntários e começaram a confeccionar toucas aos internados. E, com o surgimento de mais voluntários e a doação de linhas e agulhas, começou a produção de cachecóis, luvas e meias, também para as crianças. “São quatro voluntários entre mães e tias de funcionários, que participam da Comissão de Humanização, formada por uma equipe interdisciplinar. Há um funcionário, também cabeleireiro, que doa um dia da semana para cortar cabelo. Outra atividade é feita no primeiro sábado do mês, aonde voluntários vem ao hospital cantar para os doentes”, diz.      
Ela explica que a comissão também atua no pós operatório de ouvido e garganta em crianças. “Devido o sangramento, elas realizam uma dieta fria com sorvete. É algo bom e barato. Tudo isso somado ajuda a melhorar a estima das pessoas”, afirma.                                    
A enfermeira cita que o atendimento no hospital público deve ser diferenciado e a equipe do HZN busca humanizar as condutas para amenizar a dor dos pacientes. “O pouco que temos para doar e oferecer é muito para eles. Quando recebem uma touca, cartão ou lembrança, numa data especial, dão muito valor. Isto é humanizar o atendimento”, relata.                                  
Ivone lembra que a comunidade externa interessada em doar linhas e agulhas ao projeto “Cabeças quentinhas, Corações aquecidos”, pode deixar na portaria do hospital aos cuidados da Comissão de Humanização.                              

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Secretaria da Indústria e Comércio prevê criação de 4200 vagas de emprego.

É muito positiva a expectativa da criação de empregos para Ibiporã nos próximos anos. Segundo o secretário da Indústria e Comércio, Thiago Eik, estão previstas 1200 vagas diretas, mais 3000 empregos indiretos, nos dois loteamentos industriais. Serão 22 empresas dos mais diferenciados segmentos: rodas esportivas para motos, telhas térmicas, correias, recicladora de plástico, corte e dobra de aço, confecção de vidros, chicotes elétricos, transportadora, beneficiadora de couro e outras afins.   
Com cinco meses a frente da pasta, Thiago Eik sabe que resultados se conquistam através do trabalho, da organização e dinamização dos atos. “Um dos condomínios, o Nenê Favoreto, receberá uma empresa voltada ao couro e a expectativa de faturamento gira em torno de 70 milhões ao ano. Isto demonstra a soma de esforços para o crescimento local e a geração de renda e riqueza”, afirma.
O secretario cita que antigamente os terrenos eram doados, mas, houve mudança de postura. Hoje se avalia o preço do imóvel, afim de não descapitalizar o município e, mesmo vendido a preço de mercado, ele atrai os empresários. “Um exemplo foi o terreno destinado a construção de uma escola na região do Terra Bonita. Devido a uma grande pedra no subsolo, era inviável para a construção da mesma. Procuramos outro terreno para a escola e o que era inviável para o município, foi excelente a uma empresa”.  Outra medida, em razão da possível falta de terrenos nos condomínios empresariais, é a existência do combo de benefícios e isenções fiscais, como o IPTU por dez anos, terraplanagem e taxas municipais, tornando Ibiporã atrativa.  Segundo o mesmo, as empresas que estavam com terreno doado, tiveram os prazos das obras analisados. Quem estava em atraso foi notificado. Os que não iniciaram as obras tiveram revogadas as doações e os terrenos foram passados a outros interessados. 
Este trabalho de industrialização já mostra resultados: entre as cinqüentas maiores cidades do Paraná e da região, Ibiporã teve o maior crescimento econômico, elevando seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), beneficiando diretamente a saúde e a educação.
Visualizando um futuro, onde haverá falta de mão de obra, Thiago Eik cita que se criou uma parceria junto a Secretaria do Trabalho e o SENAI, para atender aos empresários que precisam capacitar funcionários. Outra medida foi à capacitação dos empregados das empresas de terraplanagem, agilizando o processo da construção. Além disso, existe um projeto junto ao SESI, afim de levar os alunos para conhecerem fábricas e o processo de produção, para desenvolver o espírito empreendedor. Futuramente, pretende-se levar alunos das escolas públicas para conhecer as linhas de produção.
Aos 26 anos, formado em Direito e fazendo MBA em Gestão Estratégica de Empresas, Thiago Eik vê com satisfação seu trabalho. “Todo dia é um desafio novo, onde há reuniões com empresários e projetos otimistas que visam o crescimento econômico de Ibiporã, que nos próximos anos será contemplada com excelentes resultados. Temos a obrigação de fazer um crescimento industrial diversificado e principalmente dar oportunidades a quem deseja empreender.” Ele afirma que para desenvolver melhor seu trabalho buscou direcionamento profissional, além do respaldo do prefeito José Maria e de toda uma equipe solicita a seus pedidos. 

Marcos da Ambulância pede instalação de pontos de ônibus e alargamento de rua.

O vereador de Ibiporã, Marcos da Ambulância, protocolou junto ao executivo municipal a instalação de pontos de ônibus no Jardim Afonso Sarábia. A solicitação foi motivada pela grande procura de munícipes junto a seu gabinete. O vereador afirma que recebeu um oficio, dizendo que a prefeitura está elaborando o projeto para a implantação dos mesmos.

Outra solicitação, junto à Administração Pública, foi o alargamento da passagem que liga o Jardim Éden, Jardim Beltrão e Marajoara. O pedido se deve a reivindicação dos moradores. “O trânsito de carros no local está prejudicado devido o pouco espaço, podendo ocasionar acidentes”, afirma o vereador. 

Comunidade pede atenção a quem trafega pela Ibrahim Prudente Silva, nas proximidades do CAIC de Ibiporã.

O fluxo de veículos e pedestres na Rua Ibrahim Prudente Silva, em Ibiporã, cada dia se acentua devido o crescimento populacional da região. Por isto, em frente ao CAIC da Vila Esperança, foi reformulada a sinalização viária para coibir e evitar acidentes de trânsito e atropelamentos.

A aposentada Lourdes Pedroso, de 66 anos e moradora da Vila Verde, todos os dias vai ao CAIC buscar os netos. Ele vê que os motoristas não têm paciência e colocam em risco a vida das crianças.

Conforme a diretora da Escola Alberto Spiaci, Leonir Aparecida Pedro, a prefeitura realizou toda a sinalização no entorno do CAIC, mas cabe aos pais e motoristas que trafegam pela região respeitar os pedestres. “Alguns pais vem buscar os filhos e param na vaga destinada ao coletivo, desrespeitando o embarque e desembarque e afetando a segurança dos alunos. Cabe aos mesmos a educação no trânsito, dando o exemplo as crianças”, afirma. 

Ibiporã ganha três rotatórias

Uma boa noticia para quem trafega pela Mario de Menezes, no cruzamento da Eugênio Sperandio e João Barreto, logo em frente à ferroviária e onde em breve serão construídas casas populares; Avenida Prudente de Moraes, esquina com a Vitoriano Valente e Luis Ferrari, próximo ao Hospital Cristo Rei e; na confluência da Mario de Menezes com a Avenida Paraná, saída para Jataizinho. Nestes locais, segundo o novo secretário de obras, Alexandre Casagrande, serão construídas rotatórias com a finalidade de desafogar o trânsito e melhorar o fluxo viário. Além destas medidas, o secretário de obras, que também é funcionário de carreira do SAMAE, do departamento de operações, há 23 anos, cita que a prefeitura realizará um grande trabalho de sinalização vertical e horizontal e irá adquirir, a principio por comodato por trinta dias e aprovado seu uso, por cinqüenta e cinco mil reais, um maquinário que irá agilizar o processo de sinalização das ruas. “A ordem de serviço já foi assinada. Além das três rotatórias há um projeto para mais quatro ou cinco, que visão a mobilidade urbana ao interligar as quatro facetas de Ibiporã”, afirma.



Questionado sobre a possibilidade da implantação de semáforos, Alexandre Casagrande, cita que o recurso só é aplicado em último caso e Ibiporã, como outras cidades do norte paranaense, sofre pelo fato de serem planejadas, no passado, para poucos habitantes, tendo as ruas centrais pequenas e estreitas. 

Entretanto, apesar das dificuldades arquitetônicas, a secretaria de obras vêem desenvolvendo um trabalho de restauração da malha asfaltica, com o trabalho de dez operários da prefeitura, duas maquinas e a aquisição de trinta e cinco mil quilos de massa asfaltica. “Nesta semana, caso o tempo ajude, estaremos nas ruas e o recape do asfalto será conforme a demanda. E, a população que necessite do recape, da limpeza das bocas de lobo, varrição e sinalização das vias, pode entrar em contato com o departamento de obras, das 8 às 17 horas, pelo telefone 3178 8440, para agendamento.

                                                          Quanto a Alexandre Casagrande.

Casado, pai de dois filhos, funcionário de carreira do SAMAE há 23 anos, Alexandre Casagrande assumiu a Secretaria de Obras a menos de um mês, porém tem vasta experiência na área operacional. Nascido e criado em Ibiporã, sua família, de pioneiros, foi detentora da primeira fábrica de refrigerantes da cidade, que funcionava na Mario de Menezes e tinha o nome de Comércio e Indústria de Bebidas Ibiporã Ltda. Casagrande e Filhos.