domingo, 24 de fevereiro de 2019


O dia 9 de fevereiro foi marcante na vida do casal Irenita e Irineu Severino. Eles comemoraram as “Bodas de Ouro” ao completar 50 anos de casamento. Esta união é um exemplo para os casais levarem para o casamento, pois eles viveram muitas alegrias e tristezas, mas as superando todas juntos. É uma felicidade vê-los juntos em qualquer situação, proporcionado um lar onde sempre prevalece o amor, a compreensão, a amizade e o apoio incondicional. Foi um dia lindo, onde as filhas Valéria Severino e Valdinéia Fernandes, além de netos e bisnetos agradeceram a todos que compareceram e os ajudaram a preparar a comemoração. Que Deus abençoe essa união e ela dure o tempo necessário, mas sempre com saúde, paz e amor.

In Natura, em Ibiporã, oferece itens para saúde e qualidade de vida


Os interessados em fazer regime, dietas e emagrecer com saúde, podem ir a In Natura – Produtos Naturais e conhecer alguns produtos. A loja oferece chás a granel como alfafa, angelica, catuaba, eucalipto, hibisco, cavalinha e erva doce. Além disso a In Natura comercializa tererê, farinha de linhaça (indicada para o intestino), quássia ou pau de tenente (bom para dor no estômago, azia e diabetes), jatobá (para próstata, infeção intestinal e ajuda a recuperar o fígado), catinga da mulata (para artrite, artrose, gota e diurético), catuaba (um energético e estimulante sexual). A loja também comercializa arruda (ela aumenta a resistência dos vasos sanguíneos), cabelo de milho (diurético que elimina o ácido úrico), espinheira santa (para gastrite, úlceras e cicatrizante), além da losna (para falta de apetite, diabetes, fígado e usado como vermífugo).

Em relação ao tratamento da diabetes, colesterol e triglicérides, há bastante procura devido as pessoas saírem dos produtos químicos, tendo os remédios naturais como algo preventivo. Nessa linha, a In Natura também oferece os florais, criados em 1920 por Edward Bach e que trata tensão, menopausa, ansiedade, dor de estômago e até depressão.

A In Natura está ao lado da Igreja Matriz, na Rua Primeiro de Maio, 328. O contato é no 31581666 ou 984247014.

Professor e escritor Eduardo Baccarin lança o livro “Solitário do 406” em 29 março no SESC da Fernando de Noronha, em Londrina.

O professor e escritor londrinense Eduardo Baccarin tem uma proximidade grande com Ibiporã. O pioneiro Lourenço Baccarin era primo do seu avô, Archangelo Baccarin. Quando vieram do Estado de São Paulo, parte da família ficou em Ibiporã, outra em Londrina e alguns seguiram a Umuarama. Primo do ex-prefeito e atual vice, Beto Baccarin, em 2004, na campanha para prefeito, ele ajudou a escrever um esboço relacionado a cultura, como a melhoria da escola de teatro, onde buscou informações na Funcart, em Londrina. “Ibiporã se destacava nas artes com a Casa de Artes do Henrique Aragão e o Cine Teatro José Zanelli. Mas não havia um calendário. Junto com o Henrique Aragão amadurecemos o Festibi, algo de muito sucesso hoje”, cita.
Formado em Letras, com pós-graduação em Língua Portuguesa e estudante de Mestrado na UEL, Eduardo Baccarin lançará em 29 de março o livro “Solitário do 406”, um romance próximo a espiritualidade que conta a relação do homem com Deus através. “O personagem Davi Peres é um homem rico e dono da rede de supermercados Canaã. Trabalhando muito, como o personagem bíblico Labão, ele transforma uma mercearia na rede de mercados. Mas sua vida não era apenas trabalho, pois ele gostava de poesia e literatura. Em meio a isso sua esposa morre de câncer e ele entra em depressão, indo morar num bairro pobre e distante do centro, onde ninguém o conhecia. Posteriormente ficou conhecido por João Só. Nesse bairro ele procura sentido para a vida e aos poucos arruma a casa onde morava, plantando flores e dando vida ao lugar. A partir daí começam os diálogo com Deus, lhe indicando o caminho da redenção”, cita o escritor.
Esse não é o primeiro livro de Eduardo Baccarin. Poeta desde os anos 70, ele se inspira em Paulo Leminski para escrever epigramas, poemas curtos, diretos e subjetivos publicados no Facebook. “Escrevi mais de mil epigramas. As inspirações são diversas, mas o amor é a principal. As pessoas não falam mais de amor e liberdade. Amar é uma forma de liberdade e redenção. O amor edifica”, declara. Em 1983 ele publicou em parceria com Rosby Queiroz, da Jovem Pan, um livro de poesias intitulado “Três anos”, em referência ao período que se conheceram. Em 1984 escreveu “Caminhada” e meados do ano 2000 começou a escrever teatro em Arapoti, quando professor do Colégio Positivo. “Fizemos uma revolução cultural em Arapoti, que reflete até hoje no município através da Luana Cordeiro, coordenadora de festivais ligados a dança, literatura e teatro”.
E foi lá, em Arapoti que Eduardo Baccarin buscou a inspiração para fazer o “Solitário do 406”, quando foi almoçar na casa de um amigo e viu um velhinho mal encarado na rua. “Esse senhor não cumprimentava as pessoas e sempre estava só, com um livro e olhando para o nada. Mas no último dia que estava em Arapoti, o senhor, parecendo alcoolizado, cantava e dançava com um parceira imaginária. Pensei: será meu personagem. Entre 2001 a 2013 fiquei com isso na memória e em 2013 fiz três parágrafos de um conto com o João Só, no entanto não desenvolvi o texto. Em 2015 retomei o trabalho inspirado no Espirito Santo. Devido a isso, o personagem do “Solitário do 406” tem uma conversa com Deus e o Espirito Santo, uma espécie de meta literatura. O livro tem a proposta de edificar e mostrar a visão redentor. A partir do relacionamento com Deus, existe a possibilidade de mudar”, pontua.
O lançamento do “Solitário do 406” será em 29 março, as 19hs no SESC da Fernando de Noronha, em Londrina. A venda virtual começa em 1º de março, no site da Editora Leia Livros.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Conto: Somos feitos de pequenos momentos e de lembranças


Era cinco horas da manhã e novamente o despertador tocou. A rotina começava outro dia afora. Nada além do normal: acordar, pegar o ônibus lotado e escutar a conversa rouca das pessoas do dia que tinha começado e da noite que a pouco se acabara. Ir ao trabalho e esperar a hora do almoço para dormir um pouco nos mínimos minutos que restavam, voltar a trabalhar e esperar a tarde chegar ao fim, obviamente trabalhando muito para o tempo escorrer mais rápido. Ao fim da tarde um banho e iniciar a nova marcha a escola. Era assim todos os dias, a rotina incessante que maltrata as pessoas e as desfigura do mundo, algo muitas vezes necessário.

- Acorda! Dizia o despertou. Está na hora de trabalhar. Cuidado para não se atrasar como ontem e levar uma advertência.

Era a voz da minha consciência. Ontem cheguei atrasado e quase levei uma advertência, por pouco. Se levasse minha ficha funcional provavelmente estaria “suja” e quando tivesse a oportunidade para uma promoção de cargo na empresa, provavelmente o atraso traria grandes chances de não ser promovido. Levantei depressa, mas ainda tinha sono, pois estudei até uma e meia da manhã devido uma realidade: não conseguia passar no vestibular e me esforçava para conseguir uma vaga na universidade pública. Levantei e fui tomar banho. Enquanto me ensaboava, na minha cabeça passava um filme com vários personagens, como a professora de literatura que conversava com José de Alencar e explicava a origem do indianismo no Brasil. Acordei em pé, acho que sonhava. Ia perder o ônibus. Tinha que arrumar a roupa e comer algo.
Sai rapidamente do banheiro e me troquei. Bem depressa saí correndo comendo um pedaço de pão qualquer e levei sorte do ônibus estar no ponto:

- Ufa! Não chego atrasado hoje!

Embarquei depressa e como em todas as manhãs tinha a impressão de que todos olhavam para mim. Não podia ser paranóia ou coisa parecida, mas não sei, as pessoas tinham em seus semblantes um olhar estranho, me deixavam tímido. Devia me acostumar com aquilo, pois não tinha grana para comprar carro e nem para tirar carteira de motorista, mas deixa para lá, um dia tudo se resolve.

A viagem de ônibus era difícil, parecia que todos entravam no trabalho às sete da manhã e sempre escolhiam o ônibus mais lotado para ir como uma lata de sardinha. O curioso era que muitos preferiam ir na porta. Não sei porque, mas iam escoradas, talvez para serem as primeiras a descer ou por outro motivo qualquer. Eu me enquadrava nisso e tinha a preferência de ir na porta, talvez pelo mesmo motivo de todos: ser o primeiro a descer do coletivo, correr para a superfície e embarcar em outro ônibus. Se demorasse, provavelmente já haviam chegado mais ônibus, trazendo mais pessoas para se deslocar rumo aos seus trabalhos, aumentando o trânsito e congestionando os corredores do Terminal Urbano. Os mais afoitos desciam do ônibus alimentador e corriam para embarcar no que ia ao centro. Muitas vezes o coletivo fechava as portas e os passageiros ficavam do lado de fora, batendo na porta, reclamando e xingando o motorista. Diziam para abrir a porta, senão chegariam atrasadas no trabalho. Mas era impossível. Muitas vezes era impossível fechar a porta do coletivo, de tanta gente que tinha lá dentro.

A vida é assim: pegar ônibus, ir ao Terminal de bairro e novamente embarcar no coletivo para o Terminal Central e pegar outro ônibus. Neste último o aspecto era diferente. Iam pessoas que trabalhavam comigo e havia maior familiaridade com elas. Mesmo assim, era apertado. Devido a isso e com o passar dos tempos, fiz muitos pensamentos e filosofei o porque dos ônibus sempre estarem lotados e muitas pessoas ficarem na porta não sei fazendo o que, pois muitas vezes descem num ponto longe e ficam na porta conversando. Não fujo da regra, fico na porta conversando bobeiras, ainda mais se estiver com amigos.
Após descer do ônibus e entrar no local de trabalho era comum ir correndo desde a rua até o cartão ponto. Muitas vezes não era raro esquecer o cartão e havia a necessidade de fazer um comunicado por escrito para trabalhar. Após tais procedimentos burocráticos, era autorizada a entrada.

- Bom dia Dayane.
- Bom dia meu filho.

Lá estava ela majestosamente, com mais de quarenta anos de profissão. A idade não era revelada, mais desconfiava que tinha uns 70 anos. Admirava suas histórias a respeito de casos clínicos e de como a medicina era há alguns anos, com métodos de cura e tratamento, algo diferente de hoje, pois as poções e emplastros eram comuns. Ficava de boca aberta quando contava suas histórias. Certa vez disse que no passado não existiam as construções de hoje e onde era o local de trabalho havia um grande campo, onde ela passeava, ainda moça, de bicicleta.

Disso tudo, cheguei a conclusão de que os passam e guardamos na memória as histórias de vida e amizades, lembrando que cada pessoa e situação vivida tece uma espécie de colcha de retalhos. Viva o hoje, planeje o amanhã e guarde no coração as pessoas e momentos únicos vividos.




Rotary Clube de Ibiporã, comemora 60 anos



O Rotary trabalha para transformar a vida de pessoas em todo o mundo. Nossos associados investem tempo e dinheiro em uma grande variedade de atividades humanitárias, mas precisamos mensurar com mais precisão os resultados e conquistas deste trabalho. Para garantir que nossa organização continue atraindo associados, parceiros e doadores, vamos focar nossos programas e produzir evidência do impacto duradouro que estamos causando. Desta forma, o Plano Estratégico é uma estrutura para nosso futuro, visando garantir que o Rotary continue sendo reconhecido como organização respeitada e dinâmica que trabalha para o bem de comunidades em todo o mundo.
A missão do Rotary é servir ao próximo, difundir a integridade e promover a boa vontade, paz e compreensão mundial por meio da consolidação de boas relações entre líderes profissionais, empresariais e comunitários. Além disso, sua visão é: "Juntos, vemos um mundo onde as pessoas se unem e entram em ação para causar mudanças duradouras em si mesmas, nas suas comunidades e no mundo todo."
Doar para o Rotary significa fornecer água limpa e saneamento, levar saúde e esperança para comunidades afetadas por doenças como a pólio, gerar desenvolvimento econômico e criar novas oportunidades. Sua contribuição faz com que tudo isso, e muito mais, se torne realidade.
É importante citar que os rotarianos se dedicam a ajudar a humanidade há mais de 110 anos. A organização composta de 1.200.000 associados, começou com a visão de Paul Harris. O advogado formou o Rotary Club de Chicago em 23 de fevereiro de 1905 para que profissionais de diferentes setores pudessem interagir, fortalecer vínculos de amizade e ajudar diferentes comunidades. Paul Harris deu a entidade o nome de Rotary, devido a prática inicial de fazer rodízio das reuniões entre os escritórios de cada associado. Dessa forma, a eficiência do Rotary vem do interesse e generosidade de pessoas de diferentes culturas e históricos de vida. Em comum, nutrem o desejo de repartir o que tem para impactar positivamente a vida de outros seres humanos.
Em Ibiporã, o Rotary Clube tem 24 associados de diferentes áreas profissionais, que já fizeram várias doações ao Hospital Cristo Rei, além de manter R$ 500,00 mensais para compra de café e açúcar. Também foram doados R$ 3.300,00 em fraldas ao Asilo e em dezembro haverá o Natal Solidário na Creche Menino Deus, da Vila Kenedy, onde por três anos consecutivos há distribuição de brinquedos as crianças e festa com salgados, bolos e refrigerante. Outro projeto relevante é o “Aluno Nota 10” com a Escola Municipal Rotary Club, no qual os 5 melhores alunos, do ano do 1º ao 5º ano, são presenteados com um jantar para os pais, professores e uma bicicleta a cada um. Na Páscoa são distribuídas caixas de chocolate para a escola e no Dia das Crianças, sorvete. Em breve, será finalizado um projeto para doar uma máquina de fazer fraldas, dando trabalho a jovens dependentes químicos, que irão confeccionar as fraldas, que serão doadas aos asilos.

Neide Maria Cunha – Presidente do Rotary Clube de Ibiporã

Escola Criativa está com matriculas abertas para Berçário, Maternal e Níveis 1, 2 e 3


A Escola Criativa está com matriculas abertas e preço diferenciado a quem contratar os serviços antes de janeiro. A professora Simone Gomes de Toledo, cita que os pais devem agendar a visita antes de terminar o período letivo para conhecer o funcionamento da instituição. “A Criativa recebe crianças de quatro meses a cinco anos e onze meses. O aluno sai pré-alfabetizado devido os trabalhos pedagógicos e didáticos relacionados a leitura e escrita. Visitar a escola possibilita conhecer o cronograma e material como livros e apostilas, além de ver como é o funcionamento das atividades no ano letivo.
Por conta de priorizar a qualidade no ensino, a Criativa oferece meio período e ensino integral, compreendido entre as 7hs30 as 18hs30, sendo que crianças a partir de 4 meses já podem ser matriculadas. “A adaptação dos bebês não é difícil, devido as crianças, principalmente as menores, receberem dos pedagogos muito carinho, atenção, alimentação em horário correto e banho. O trabalho feito pelo mesmo profissional mantem a criança segura. Outro ponto é a não existência de estagiários, mas de pedagogos formados e auxiliares de sala. Outra profissional é a nutricionista, que organiza um cardápio saudável com frutas, legumes e verduras”, relata.
A Criativa prima a qualidade de ensino ao desenvolver, em todos os segmentos educacionais, música, alfabetização, fala, dicção, Contação de estórias e atividades que geram uma rotina voltada na formação e no futuro da criança. “O aluno evolui o aprendizado desde o berçário. A partir de três anos são inseridas apostilas e material didático no ensino e através do lúdico ensinamos cores, formas geométricas, letras, números e situações que contribuem com o aprendizado. Aos cinco anos ele está pré-alfabetizado. Isso é um diferencial que pais e mães devem procurar na educação dos filhos e remete a que a escola está disposta a oferecer. Por isso, há uma diferença muito grande entre deixar a criança com a babá ou na escola”, pontua Simone de Toledo. 
Quanto a matricula, ela é um contrato de 12 meses parcelado em 12 meses. Não há taxa de matricula e o pagamento é via boleto bancário. A Escola Criativa está localizada na Rua Vitoriano Valente 931, esquina com a Xavier da Silva e próxima ao Colégio Olavo Bilac. Mais informações no telefone 32587289.

Com repertório variado, cantor João Marques é mais um sucesso de Ibiporã



Se você for a uma festa ou apresentação do Ademilson Felix de Oliveira, talvez não saiba quem seja. Mas se disser que é o João Marques, a história muda. Um dos cantores populares atuais de Ibiporã, ele é sucesso de público em festas e shows da região. “Quando montei a primeira dupla com o Jonny, achei o nome João Marques forte. Era melhor que Ademilson e Jonny”, diz aos risos.
João Marques recorda que a música surgiu dentro da família, onde o pai, Ademir Felix de Oliveira, fazia dupla com o Zé Borges, além dos tios interpretarem clássicos da música sertaneja de raiz em eventos e rádios. Isso o motivou a cantar e tocar em aniversários por hobby até os 23 anos. Após isso começou se apresentava em barzinhos.
Alçando voos mais altos, em 2008 gravou um CD com o Jonny e posteriormente fez a dupla João Marques e Fernando, sendo este, seu sobrinho. A dupla cantou por quatro anos e fizeram músicas autorais. Porém o Fernando, devido trabalho e estudo, não deu continuidade a dupla e João Marques retornou as apresentações solo.
Ligado na modernidade, o cantor se aproveitou das novas tecnologias e lançou três músicas no Youtube. A primeira é “Olha onde eu tô”, com a participação do Aristeu Gambaroto. Ela conta a história de um casal onde o namorado vai ao carnaval. A mulher procura um Pai de Santo e faz um trabalho. Porém o mesmo dá errado e ambos (namorado e Pai de Santo) acabam indo à festa. As outras músicas são “Coração vazio” e “Te esperando”.
João Marques, autodidata em relação a música, tem no repertório MPB, samba, sertanejo de raiz e universitário, bailão e rock pop nacional. Isso lhe permite um público variado e eclético. Nessa trajetória, houve shows e festas que tiveram grande público, sendo a mais marcante a Festa Junina em 2009, na Praça Pio XII, onde se apresentou com o Jonny.