quarta-feira, 18 de maio de 2016

No 5º mandato, Vereador Orlando Ferreira, de Ibiporã, atua para deixar um legado como cidadão.

A experiência política do vereador Orlando Ferreira é muito grande. Exercendo o 5º mandato, ele se elegeu em 1977 pelo MDB, onde fez quase 300 votos e ficou por seis anos. Ele recorda que os resquícios da ditadura militar ecoavam por haver apenas dois partidos, o MDB e a Arena. Além disso, o atual prefeito José Maria Ferreira foi seu companheiro de legislatura entre 1977 a 1982. Na época o prefeito era o Francisco Deliberador, o popular Doutor Chiquito. No outro mandato, de 1983 a 1988, o prefeito era o Daniel Pelisson, que atua em Londrina como Secretário de Planejamento, Orçamento e Tecnologia.                                                                                                             

Após uma seqüência de vinte anos como vereador, ele retornou no ultimo pleito, onde fez quase 700 votos. “No primeiro mandato tinha dificuldades porque Ibiporã era desprovida e tinha muitas carências. O Doutor Chiquito pegou a prefeitura numa situação difícil, com dividas e o pagamento dos funcionários atrasado três meses. Para dar uma solução, ele tentou um empréstimo, mas antes devia quitar pendências junto ao antigo INPS, algo feito em parcelas. Com a verba obtida ele asfaltou as principais ruas de Ibiporã, uma vez que a benfeitoria contemplava apenas as avenidas Paraná e Santos Dumont. As vias eram de paralelepípedo ou terra. O Doutor Chiquito fez um trabalho diferenciado, sendo ele que construiu a primeira creche da cidade no Centro Social”, recorda.                                                                                            
Exercendo a segunda legislatura junto ao prefeito Daniel Pelisson, ele cita que muitas obras foram realizadas, como o teatro e outras creches. “Aos poucos as coisas mudaram. Ganhávamos um salário mínimo e não havia assessor. Existia apenas um funcionário na Câmara dos Vereadores, o Jamil Sacca. Ele fazia desde a limpeza ao serviço administrativo. Com as mudanças na lei, hoje se pede mais estrutura para administrar o legislativo”, relata.                                    
Com anos de experiência, ele cita que o vereador tem a função de ajudar o executivo através de muitas ações, como visitar bairros e ter contato direto com o povo a fim de orientá-los no encaminhamento e solução dos problemas. “A demanda é grande e o trabalho depende de empenho e disposição. O vereador é o porta voz que liga a população ao prefeito”, diz. Ele ressalta que se reelegeu devido ao reconhecimento do trabalho e demandas de obras e limpeza, são encaminhadas diretamente por ele ao setor responsável, além de fiscalizar. “Contribuo com o município e exercer o mandato de vereador é um privilegio que me possibilita deixar um legado como cidadão”, diz  

Rua Primavera, em Ibiporã, ganha melhorias relacionadas à drenagem urbana.


Após indicação do vereador Marcos da Ambulância, a Rua Primavera no Jardim Éden (próximo a Ibimóveis) foi asfaltada. Conforme o Secretário de Obras, Alexandre Casagrande, o asfalto era aguardado pela comunidade com anseio. Outra melhoria foi o alargamento da passagem na via férrea, passando de nove para 14 metros, além de aumentar o recuo da calçada, gerando mais segurança a população. Outra obra que contempla o bairro é a construção do ginásio de esportes e a ampliação das galerias pluviais. “Já existe rede de água e captação de esgoto. A ampliação das galerias aumenta a qualidade de vida, valoriza os imóveis e melhora o ambiente, uma vez que há o destino adequado das águas e a preservação do asfalto. A água é a maior inimiga da pavimentação e o produto aplicado (CBUQ) dura mais de vinte anos”, diz.                  
Alexandre Casagrande também é membro da Defesa Civil e relata que a Secretaria de Obras se preocupa com a drenagem urbana devido os alagamentos. Por isto há diversas ações, como a ampliação da coleta de água através do maior número de bueiros, como por exemplo, na Avenida dos Estudantes ou a incansável limpeza das bocas de lobo, onde está se firmando um contrato para executar o serviço através do caminhão hidrojato. “A drenagem é uma preocupação constante devido à questão ambiental. Cabe a população não deixar o lixo obstruir os bueiros e que ele não vá para os rios, causando assoreamento”, relata. Outra ação da Administração Municipal é a troca do piso por paver em locais públicos, como na Prefeitura, na sede do antigo Fórum (onde funcionará a Secretaria de Saúde), na Câmara dos Vereadores e na Praça Pio XII. “O paver ajuda a absorver, numa chuva torrencial, cerca de 30% das águas. Algo muito bom ao meio ambiente e para Ibiporã. Ele melhora a mobilidade urbana, propiciando o deslocamento de pessoas com as mais variadas deficiências. Em breve, mais de 20 mil metros de calçada neste modelo serão implantadas nos espaços públicos, causando resultados imediatos na drenagem urbana”, afirma.                                                                  
Em todo este processo a coleta seletiva é fundamental, onde a população deve se engajar e participar ativamente. O serviço, que é referência e administrado pelo Samae, tem a frente o competente Miguel Gardini. “As garrafas pet, graças ao trabalho da 1ª Dama Eliane Eik, são coletadas e recicladas durante o ano inteiro através de promoções nas escolas. Famílias inteiras se unem para fazer um dos Natais mais bonitos da região com o meio ambiente preservado”, pontua. 

Academia Augusto Semprebom se destaca em eventos de Kung Fu.


A Academia Augusto Semprebom se destacou em duas competições recentes de Kung Fu. A primeira foi o 6º Torneio Regional "Pequeno Tigre" em Assaí, um torneio interno da Associação Yin Yang de Kung Fu, em 24 de abril. Cerca de 50 atletas de Assaí, Ibiporã e São Sebastião da Amoreira participaram. Ibiporã teve 23 competidores da Academia Augusto Semprebom, com idades entre sete a 51 anos e todos levaram medalha. Foram 22 de ouro, 17 de prata e sete de bronze. O torneio antecede o Paranaense e é prévia do 7º Torneio Regional "O Grande Mestre", em 18 de setembro. A Associação Yin Yang de Kung Fu possui cerca de 100 praticantes com idades entre 4 a 90 anos e faz o trabalho de educação e cidadania desde 1992, quando fundada.                   
A outra atuação foi no 9º Campeonato Paranaense de Kung Fu em Ponta Grossa, realizado dia sete e organizado pela Liga Paranaense de Kung Fu. Cerca de 130 atletas de Ponta Grossa, União da Vitória, Lapa, Toledo, Santa Helena, Contenda, Curitiba, Umuarama, Ibiporã, Palmeira, Foz do Iguaçu, Campo Largo, Paulo Freitas e Cascavel estiveram presentes. Ibiporã levou 11 atletas e obteve 13 medalhas de ouro, 4 de prata e 7 de bronze. A delegação participou das modalidades Sundown, Sanshou, Inchu, Taolu com armas longas, Taolu com armas articuladas, Taolu tradicional de mãos livres na divisão mãos do norte e Combate Kuoshu. Nesta modalidade quatro atletas se classificaram para o Brasileiro, previsto para agosto em São Paulo.                        
Bruno Alexandre Vieira, instrutor de Kung Fu e na modalidade há 16 anos, foi uns dos coordenadores da equipe em Assai e Ponta Grossa, junto com o professor Paulo Cesar Barbosa. Ele cita que o Kung Fu não possui idade especifica para lutar, além de ser uma atividade não ligada à violência, mas que prioriza o equilíbrio do corpo, da mente e emocional. “É um esporte que traz confiança. Com o tempo se adquire experiência e outros benefícios como flexibilidade e força nos músculos”, relata.                                                          
A Academia Augusto Semprebom tem 40 alunos e as idades variam de oito a 60 anos. Sendo um esporte barato, o uniforme consiste numa calca preta e camiseta branca. Com o decorrer do treino (que varia de uma hora e meia a duas horas e de duas a três vezes por semana), o aluno pode adquirir kimono, sapatilha e blusão. “O Kung Fu trabalha o corpo inteiro e é uma filosofia milenar que surgiu na China como forma de defesa nos monastérios contra animais selvagens e assaltantes. Ele se modernizou e tem como referencia Bruce Lee, que difundiu a arte no Ocidente”, relata.
                                                                         
O instrutor ressalta que os interessados em conhecer ou praticar o Kung Fu podem fazer uma aula gratuita na academia. Ele também agradece a Prefeitura de Ibiporã que cedeu transporte para os dois eventos; a Ótica Multifocus; a Liga Paranaense de Kung Fu; a Academia Augusto Semprebom pelo apoio e; em especial ao fundador da Associação Yin Yang de Kung Fu, João Ferreira da Silva (Mestre Joca) e aos professores e instrutores que tornaram as conquistas possíveis. A Academia Augusto Semprebom está localizada na Avenida 19 Dezembro, 1661. O contato é pelo 3258-0918. 

Munhecão sedia a 1ª Copa Liogi Suzuki de Judô no último sábado

A Federação Paranaense de Judô e a Delegacia de Judô da Região Norte, numa parceria com a Prefeitura de Ibiporã, Secretaria de Esportes e Academia Augusto Semprebom, realizam no dia 14 de maio a 1ª Copa Liogi Suzuki de Judô. O evento começa as 13hs30min no Ginásio de Esportes Munhecão, localizado na Rua João Fernandes, no Jardim Beltrão. Toda a população está convidada para este grande evento.  

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Com 79 anos, Nelson Ferreira recorda que “roubou” a esposa Lourdes Ferreira.


Vindo de Cornélio Procópio em meados de 1944, aos cinco anos de idade Nelson Ferreira (79) teve seu primeiro emprego como entregador de leite. “Eram 90 litros por dia, onde o retireiro da Chácara Beltrão colocava as sacolas com as garrafas para mim no cavalo. Como o pagamento da mercadoria era mensal, deixava o litro na casa do cliente e recolhia o casco vazio. Nos primeiros dias, como não conhecia a rota, automaticamente o cavalo parava em frente as casas, demonstrando que era adestrado”, recorda. Com o passar do tempo, ele observou que deveria ter uma profissão. Assim, começou no ramo de serraria na fábrica de carrocerias do Antônio Calsavara, onde aprendeu a fazer, além das carrocerias, rodas de carroça e longarinas para caminhões.                                                                                                               
Tocador de vários instrumentos, aos 14 anos ele conheceu a esposa Lourdes Daniel Ferreira num baile onde tocava sanfona. No inicio eram apenas amigos, mas com o tempo se apaixonaram e decidiram namoram. No entanto o pai de Lourdes, Salvador San Daniel, era contra o relacionamento. “O Salvador era muito bravo. Além de fazendeiro era inspetor de quarteirão, uma espécie de delegado na época. Como não havia consentimento fugimos de Sertanópolis, da Água do Tigre, para a Ibiporã, onde morava minha família. Eu tinha 17 anos e ela 14. Com o passar do tempo ela entrou em depressão e todos os dias chorava com saudades da família. Até que num determinado sábado, após chegar do trabalho, resolvemos ir à casa de seus pais. Fomos de ônibus e ainda andamos mais dois quilômetros na estrada de terra para chegar à propriedade. Ao chegarmos sua mãe começou a chorar e ela entrou na casa. Em todo o momento fiquei do lado de fora e como já era tarde, dormi na casa de meus familiares que moravam próximos. No outro dia, pela manhã, meu cunhado me chamou para almoçar e ao chegar à família estava reunida. Salvador Daniel, que estava na cabeceira da mesa armado com um revólver, me fez sentar-se ao seu lado. A minha reação foi a seguinte: caso haja ameaça, tomo o revólver de sua mão e saio correndo. Mas, com o fim do almoço ele pediu para todos saírem e disse: - Você sabe que não gostava de você e não queria o casamento, mas agora queira ou não você é meu genro. Ao menos uma vez por mês você trará a minha filha para ver a mãe. Nossa amizade foi tamanha, que na sua velhice ele vendeu suas propriedades, dividiu o dinheiro para os filhos e veio morar conosco”, recorda.                                       
Com a aceitação do casamento, Nelson Ferreira foi trabalhar na Serraria São Lourenço em Londrina. Nesta época ele conheceu Denir Machado de Bela Vista do Paraiso, que fez várias encomendas de carrocerias para caminhões Dodge, De Soto e Fago. “O trabalho demorava o dia todo e ele aguardou vendo meu trabalho. Disse que serrava manualmente cerca de 12 metros cúbicos de madeira por dia. Ele afirmou que tinha uma serra melhor, mas que cortava apenas três metros cúbicos por dia. Assim ele me convidou para ir a sua serraria em Bela Vista do Paraiso. Propus-me a ir de bicicleta, mas como era longe ele pagou a passagem de ônibus. Na serraria observei que havia muitos erros e devido a isto a produção era pequena. Com os acertos e vendo que melhorei a qualidade e quantidade do corte de madeiras ele me fez uma proposta de trabalho: 20 contos por mês, mais casa, água, lenha e luz. Na época ganhava 15 contos, não era registrado e não recebia horas extras. Pensei muito e fiquei de dar uma resposta posteriormente. Assim, comuniquei a proposta ao meu patrão e de forma irônica disse que era para ter aceitado. Na mesma hora pedi demissão e peguei minhas ferramentas”, afirma.                         
Após um período em Bela Vista do Paraíso ele voltou para Londrina e trabalhou na fábrica de móveis Tupi por três anos. No entanto observava que mesmo com 35 anos de idade não tinha grandes aumentos de salário, mal tirava férias e ainda andava de bicicleta. Com toda esta situação resolver trabalhar por conta. “Arrendei uma oficina em meados de 1960 e estabeleci a Madeireira Mauá, onde tinha em minha clientela muitos fazendeiros que traziam caminhões cheios de toras”, recorda. Hoje, com 79 anos, ele esbanja saúde e ainda recebe muitas propostas de trabalho, o qual recusa todas. “A serraria tornou-se um hobby devido à idade”, pontua Nelson, que é músico e toca vários instrumentos na igreja, como acordon, guitarra e cavaquinho.





quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Jiu Jitsu leva cidadania às crianças do Lourenço Bacarin, Jamil Sacca, Miguel Petri e Mustafá Issa.


“O reconhecimento pessoal é mais válido que o financeiro”. Assim pensa Alex Sandro Oliveira de Queiroz, de 39 anos e morador do Jamil Sacca. Vindo de Niterói há três anos para viver com a esposa Daniele Moraes Machado, ele viu sua rotina mudar completamente. “Vivia para luta e trabalho, onde treinava e dava aulas de Jiu Jitsu”, recorda. A família de Daniele, pioneira da cidade, fechou os negócios em Niterói e retornou para Ibiporã no intuito de cuidar da avó, de idade avançada. Com isso, Alex vinha quinzenalmente ver o filho e a esposa. Acostumado com o Paraná e orientado pelo mestre Marcos Bragança e a mãe Ana Maria, preferiu ficar mais próximo da família e trilhar novos caminhos.                                                                                                                            
Ao se instalar no município ele foi bem recepcionado e quem lhe ajudou primeiramente foi Carlos Alberto de Oliveira, da Associação de Moradores do Ângelo Maggi. “O Carlos veio de São Paulo e sabe as dificuldades de chegar a um lugar e não ter amigos. Hoje somos companheiros”, afirma.                                             
Com projetos no Lourenço Bacarin e Conjuntos Miguel Petri, Mustafá Issa e Jamil Sacca, ele observa que há pessoas carentes nestas regiões sem condições de arcar com matricula e mensalidades numa academia. “Minhas aulas são gratuitas e se tornaram uma oportunidade para as crianças. Se ficarem ociosas pode seguir maus exemplos e trilhar pelo caminho do crime e das drogas. Incentivo o bom exemplo e faço a prevenção”, declara. Com 60 alunos no Mustafá Issa e 30 no Lourenço Bacarin, o trabalho tem mais de um ano e é patrocinado por comerciantes e empresários locais. Além de Jiu Jitsu são ministrados o Judô e Luta Livre. Professor faixa preta graduado, Alex é reconhecido pela Federação de Jiu Jitsu.                                                                    
As aulas no Mustafá Issa são às 3ª e 5ª, das 17hs às 19hs e aos sábados à tarde. No Lourenço Bacarin são às 2ª, 4ª e 6ª, a partir das 19 horas no Centro Comunitário. Para treinar é preciso ser matriculado e ter boas notas. “Não aceito, dentro e fora do tatame, palavrões, piadas e bullyng. Somos irmãos e amigos. Devemos nos unir para ter ajuda mútua. Respeito e companheirismo são cobrados devido à necessidade de concentração. Isto deve ser transferido para escola, o local onde a criança se transformará num cidadão, além de aprender a ler, escrever e interpretar valores como educação, hierarquia e disciplina. O jiu jitsu, como o futebol, skate, capoeira, natação ou outro esporte, é um agente transformador que engaja e muda a concepção social e psicológica”, declara.                                                                                                 
Vindo de Niterói, Alex inova ao trazer um modo diferente de lutar Jiu Jitsu, devido os lutadores estarem acostumados com Judô, Muay Thay e Capoeira. Por conta do currículo ele também é professor da Academia Olympikus, tendo alunos das mais variadas idades e profissões. Além disso, ensina para as idosas do Lourenço Bacarin a Ginástica Fight. “O Jiu Jitsu trabalha a queima da gordura, flexibilidade, postura e respiração. Tenho alunos com mais de 50 anos que estão saudáveis”, declara.                                 
Mesmo com tamanha dedicação Alex tem dificuldades para manter os projetos sociais, devido a custos com tatame e lanches para os alunos carentes, sendo este último um grande incentivo. “Empresários e comerciantes que contribuírem podem deduzir a ajuda no imposto de renda”, declara.                              
Interessados em conhecer o trabalho do Alex Queiroz podem entrar em contato pelo 84278389 ou visitar o perfil no Facebook, que é Alex Queiroz.  

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Rua 11 de Outubro, no Jardim União em Cambé foi toda recapeada.


Após a solicitação da Associação de Moradores do Jardim União, junto ao gabinete do vereador Magnata, foi realizado o recape integral da Rua Onze de Outubro. Segundo o líder comunitário e presidente da associação, João Martins, a via é de grande importância, pois abriga imóveis residenciais e comerciais. “Solicitei ao executivo e ao legislativo o recape. Em breve será feito o asfalto da 15 de Novembro. A população do bairro tem cobrado esta demanda devido o fluxo de veículos ser grande. Quem ganha são os empresários, trabalhadores e moradores da região, uma vez que a via em más condições é propicia a acidentes”, declara João Martins. Ele ressalta que o vereador exerceu o papel de líder ao encaminhar as demandas. “O Magnata dá muita atenção aos bairros e é um exemplo ao dar força para a região através de um mandato popular e atuante”, pontua.                                                 
O vereador confirma que o recape da Onze de Outubro se deu após requerimento junto ao Executivo Municipal e COMDEC (Companhia de Desenvolvimento de Cambé). “O pedido se iniciou com o líder popular João Martins. A Associação de Moradores também solicitou o recape de todas as ruas do bairro e o asfalto na 15 de Novembro, o qual existe o projeto”, declara.   

Magnata ressalta que se preocupa com a infra-estrutura no que se relaciona com asfalto e rotatórias. “O papel vereador é atender a comunidade e nosso gabinete é aberto ao povo. A Prefeitura comprou maquinário para fazer asfalto CBUQ (concreto betuminoso usinado quente), que tem durabilidade maior, de ágil execução e sem pedriscos, evitando o entupimento de bueiros. Recentemente foi asfaltada a Rua Adelino Bianchini, onde fica a empresa de bebidas Refriko e em breve os bairros Manella II e Chácaras Santa Maria serão atendidos”, finaliza.  

Famoso no Japão, Restaurante Kyosen de Jataizinho comercializa o delicioso tempurá de legumes.

Um orgulho da comerciante Eiko Kyosen Kaminari (70) é saber que seus pais chegaram do Japão para o Brasil de barco com destino a Cravinhos (SP). Posteriormente vieram morar na Seção Coqueiro, onde atuou na plantação de uva, café e algodão. Desde 2001 ela é proprietária do Restaurante Kyosen, localizado em frente à Praça Frei Timóteo.                                                              

Nascida em Jataizinho e casada com Luiz Kaminari, ela serve o “tempurá”, uma comida típica japonesa que acompanha pratos comerciais e consiste num bolo de legumes fritos numa massa com brócolis, cenoura, cebola, repolho e vagem. “O Kyosen serve comida caseira e o ponto comercial no centro é bom. No período de festas o movimento aumenta consideravelmente, além de termos preços acessíveis e ambiente familiar. O local é aconchegante e uma opção a quem visita a cidade”, diz Eiko, que recebe ajuda na cozinha de Cesira Fagá, Sueli Fagá e Teresa Kyosen.                             

O Kyosen está na Avenida Getútio Vargas, 470 e funciona das 11 h as 14 h de 2ª a sábado. As entregas são gratuitas através do telefone 3259-2861. 

Precisou de frete em Jataizinho? Liga para o 10 que ele vai até você.


Popularmente conhecido por 10 e também por João Mineiro, João de Souza Neto (60) se orgulha por buscar mensalmente a Folha de Jataizinho no Posto Água Branca com a carroça “bi trem”, tracionada pelo cavalo “Bagulho”. Além do “Bagulho”, ele teve as éguas “Droga”, “Maconha” e o cachorro “Traficante”. “É tudo brincadeira” relata João Mineiro, que há 28 anos trabalha com fretes e chama sua carroça de “bi trem” devido ser dois carros, onde cobra vinte reais o carreto. “Levo de tudo, principalmente mulher. Se for bonita vai de graça”, diz aos risos.                                                                                                 

Filiado a partido político, ele sonha em ser vereador. Por isto, há cinco anos parou de beber. “Era servente de pedreiro e vi que a profissão de carroceiro era rentável. Se precisar vou a Ibiporã e a Londrina levar a carga. É só falar com o 10 de Jataizinho”, diz João Mineiro, que já desfilou de carroça no Dia 7 de Setembro, carregou e internou muitos bêbados nos hospitais e perdeu muito dinheiro com fiado, uma vez que “a turma não paga o frete”.                                  

Morador da Rua Brasília, na Vila Frederico, ele informa que os interessados em contratar seus trabalhos podem ligar no telefone 8456-5561.


Estrada das Três Figueiras, que liga Ibiporã a Londrina é asfaltada.


Atendendo a um pedido antigo da população, a Administração Municipal de Ibiporã pavimentou a Estrada das Três Figueiras (continuação da Saul Elkind) no trecho que liga Ibiporã a Londrina pelo Contorno Norte. A obra teve como fiscal a engenheira da secretaria de Obras, Gimeri Corsini Calsavara, foi executada pela construtora Obra Prima Engenharia, que venceu a licitação na modalidade Concorrência Pública. “A pavimentação da Três Figueiras só aconteceu agora devido a priorização de outras obras e serviços no município. Para atender a demanda fizemos grandes esforços financeiros e também de pessoal. A estrada é muito importante na ligação de Ibiporã e Londrina", afirmou o prefeito José Maria.                                                                                     
Para executar a obra usou-se o Concreto Asfáltico Usinado a Quente (CBUQ) de 5 cm de espessura nos 3600 m² de asfalto, sendo investidos cerca de R$ 150 mil. Gimeri Corsini Calsavara diz que o CBUQ foi escolhido porque a estrada tem um tráfego intenso. "Muitos veículos pesados passam na via, por isto a necessidade de uma capa mais espessa. Outro fator para a escolha do acabamento é que a estrada vem com essa espessura de Londrina”, relata.                 
Para o prefeito José Maria, realizar um projetos de infraestrutura e honrar o compromisso firmado com a população é satisfatório. "Em 2016 muitas obras de infraestrutura serão realizadas em Ibiporã. Serão recapeados 344 mil m² de asfalto e construídos mais 60 mil m²”, adiantou o prefeito.                                 
A Estrada das Três Figueiras foi uma das primeiras a ser reestruturada em 2016 pela Prefeitura. Outro projeto em planejamento é a construção da ponte sobre o Ribeirão Lindóia, que dará seqüência à Avenida Londrina e acesso ao Contorno Norte.