quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Escola Municipal Lúcia Chamilete faz confraternização no Restaurante Cantinho da Costela.

O encerramento das atividades da Escola Municipal Lúcia Chamilete foi comemorado com um grande almoço no Restaurante Cantinho da Costela. Segundo a diretora da escola, Vânia Patricia dos Santos, o objetivo foi comemorar o fim do ano letivo com professores, funcionários, estagiários, além de funcionários da Prefeitura, ligados aos setores de Recursos Humanos, Licitação e Departamento de Esportes. “A confraternização fortalece laços de amizade. Convivemos parte do dia com companheiros de trabalho. Mais tempo que com a própria família. Devemos fortalecer a relação de união e proximidade. Ao mantermos a amizade fora do ambiente da escola, o trabalho flui melhor, devido à descontração e companheirismo”, afirma.
 
A diretora Vânia Patrícia dos Santos cita que a confraternização foi um “natal antecipado” e agradece a colaboração dos companheiros de trabalho, além do vereador Jorge Pereira dos Santos, aos pais dos alunos que estão presentes em vários momentos, equipe pedagógica, secretaria da escola, Secretaria de Educação e Prefeitura. “Todos participam do processo de aprendizado dos alunos”, finaliza.

Aos 72 anos, professora Maria Auxiliadora tem saudades dos anos que lecionava.

A professora Maria Auxiliadora Senra Rodrigues, de 72 anos, nasceu em Minas Gerais, Miraí. Entre as recordações da infância, está a viagem de trem em 1948, quando chegou a Jataizinho junto com os pais e dois irmãos. “O Doutor José Justino Pereira convidou meu pai para administrar a farmácia no distrito de São João. Passado um período, viemos morar na Rua Ivai, número 7, atual Avenida Getúlio Vargas, onde hoje estão construindo um prédio. Saímos de Jataizinho e fomos para Congonhas, em Cornélio Procópio”, recorda. Maria Auxiliadora cita que o pai era farmacêutico prático com licença para atuar fornecida pelos órgãos públicos, já que na época não havia profissionais do ramo formados em universidades. “Meu avô era homeopático e meu pai se espelhou nele. Tinha o dom de curar doenças e tirar dores das pessoas”, recorda. Com o avanço da idade, ele mudou o ramo de atividade, indo trabalhar em postos de saúde e posteriormente voltando para Belo Horizonte. Devido a isso, ela e os dois irmãos ficaram no Paraná. Os que aqui nasceram, ao todo nove, foram para Minas Gerais.

Nesta época, em 1972, passou no vestibular da Universidade Estadual de Londrina, no curso de Direito. “Íamos para Londrina de transporte coletivo. Conclui o curso, mas por ter filhos pequenos e já ser professora, não advoguei”, cita. Maria Auxiliadora era professora primária, nomeada em 1962, sendo que anteriormente havia se qualificado em Jataizinho e Congonhas, no que hoje é conhecido como Magistério (Normal Regional), sendo da primeira turma do curso.

Foi em Congonhas que ela se apaixonou e casou com Antônio Rodrigues, no qual tiveram os filhos Antônio Rodrigues Júnior, Célio Rodrigues, Wellington César Rodrigues, Tatiana Rodrigues e Anderson Rodrigues. Morando há quatro décadas na mesma casa, ela trabalhou por 49 anos no magistério. Por 27 anos trabalhou no primário, onde teve muitos alunos, além de exercer as funções de professora, coordenadora e secretária. Lecionou da primeira a quarta série no Colégio Parigot de Souza e muitas pessoas foram meus alunos, como Luis Carlos Brandão, Humberto Chamilete, Sueli Chamilete, Gumercindo de Melo, Diego Furlan e o diretor da Rádio Nova Geração e Folha de Jataizinho, Odemir Briola. “Para mim é um orgulho. Todos são especiais, não importa a idade, pois avós, pais, filhos e netos foram meus alunos. Ajudei muitos a se formarem e minha alegria é quando um aluno passa no vestibular”, pontua.

Dedicada aos estudos, Maria Auxiliadora se orgulha de ter feito “magistério” e Direito. Além de ter passado na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); estudado Ciências em Presidente Prudente; Biologia em Cornélio Procópio; além de pós graduação em Direito e Legislação e pós graduação em Biologia Vegetal, ambas em Bandeirantes. “Graças a estes cursos, trabalhei em laboratórios e lecionei no 2º grau as disciplinas de Direito e Legislação”.

Aposentada há três anos, ela gostaria de voltar à sala de aula, fazer o que mais gosta: lecionar. “Hoje cuido da casa e dos onze netos, além de trabalhar no ramo comercial. Sinto saudades. Se nascesse outra vez, faria tudo novamente”, finaliza.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Karatê traz excelentes resultados para Ibiporã.

Os resultados em competições de karatê mostram que os atletas locais se dedicam com afinco ao esporte. Nas últimas três etapas do circuito paranaense, a equipe Andrews Rocha Karatê, da Associação Kanzen, que treina na Academia Augusto Semprebom e representa Ibiporã, ficou entre as três melhores no Campeonato Paranaense, fase final, realizada no município de Planalto.

Treinados pelo sensei Andrews Rocha, a equipe teve a participação de Vausdirley Pedro de Godoy (Preto), ouro no Kata e no Kumite; Sabrina Reis, ouro no Kata e no Kumite; Elton Braga, prata no Kumite; Jorge Ferreira, prata no Kumite; Nícolas Medeiros, bronze no Kumite e; Cauê Meleck, 4° colocado no Kumite. Para quem não sabe, Katas são formas e Kumite é a luta.  

Entre os resultados positivos do ano, está as 105 medalhas e o destaque no Open Brasil, em Jaú (SP). O sensei Andrews Rocha ficou em 3° lugar no Kumite e Sabrina Reis ficou em 1º lugar no Kata e Kumite, uma das melhores do país no estilo.

O sensei Andrews Rocha agradece a todos que colaboram com seu trabalho, em especial aos pais que puderam acompanhar os filhos nas etapas; aos atletas, que dedicados, obtêm excelentes resultados; a Academia Augusto Semprebom, onde treinam e sempre tiveram o apoio que precisaram; ao prefeito José Maria Ferreira; a Prefeitura Municipal, que apóia com transporte e; as empresas locais, que ajudam com patrocínios.


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Mini conto: O Sitio das Onças

Na madrugada o que se ouvia era o barulho constante das cobras e cigarras, já que no interior estes insetos e animais são comuns. José Mauro, caboclo que morava no Sitio das Onças e ia todas as noites à escola, localizada na Cidade do Alto. Ele andava cerca de uma hora pela estradinha de terra. Sendo de família humilde, o estudo era a alternativa para melhorar de vida. Assim, tinha a rotina diária: dar comida aos animais e cultivar as plantações durante o dia. Á noite ia á escola. O caminho para chegar até lá era difícil, pois atravessava um rio e caminhava pela estrada. Uns contavam no trecho havia espectros de índios e colonizadores que se banharam em sangue na luta pelo território. Porém, ninguém sabia se era verdade ou lenda. A única certeza eram as cobras e cigarras cantoras que faziam uma grande sinfonia noturna. 

O Sitio das Onças tinha nascido no começo do século passado, foi devido a primeira guerra mundial. Contam os mais antigos que na Europa não havia emprego e os países estavam em recessão. Fizeram um acordo entre várias nações e vários refugiados vieram para cá. Uns foram trabalhar nas industrias devido a experiência na área. Outros trouxeram a experiência no cultivo agrário, enriquecendo ainda mais as formas de cultura.


Buscando explorar o potencial turistico do Rio Tibagi, Espaço Terra Dourada oferece centro de eventos e lazer, passeio a barco, pesca e camping.



O Espaço Terra Dourada é a opção que faltava na região metropolitana, a quem deseja conhecer as águas do Rio Tibagi e não tem possibilidades. Com ampla área verde, o local, que tem como gestor Dorival Pereira Duarte, além dos itens descritos acima, oferece salões para eventos, festas e palestras, com estrutura de cozinha, piscina e churrasqueiras. 

Os salões abrigam 250 e 350 pessoas. Para eventos abertos, cerca de 2000 pessoas. Para os aventureiros, há local para acampar às margens do rio, salão de jogos, campo de futebol suíço, de areia e pesca esportiva (permitida após fevereiro). Com valores acessíveis, o Terra Dourada fica na área urbana de Jataizinho e aos domingos sempre tem música ao vivo, com variados estilos musicais.

A excelente estrutura possibilitou, no último dia 27, o show de Mariana e Mateus. Em breve será a vez de Milionário e José Rico e em fevereiro o Concurso da Garota Verão 2015, sendo todos em parceria e transmitidos pela Rádio Nova Geração.

Dorival Pereira Duarte, ressalta que é permitido fazer churrasco e que pode levar carne, carvão e gelo, sendo o consumo de bebidas feito exclusivamente no bar do Terra Dourada. Quanto ao passeio aquático, ele consiste na descida de cinco quilômetros em botes infláveis. A volta se dá pela mata, num segundo passeio terrestre. Além disso, há acesso ao rio, trilha ecológica e camping.

O Terra Dourada está na BR 369, no km 129. Quem vier de Londrina, ao chegar em Jataizinho deve entrar a direita, antes do pontilhão. Maiores informações no telefone 84332893.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Geni cabeleleira: solidariedade ao próximo.

A história de vida da cabeleireira Geni da Silva, de 59 anos, não se difere de outras que tiveram os pais vindos de outras localidades para trabalhar na área rural do Norte do Paraná. Morando em Jataizinho há 33 anos, Geni da Silva nasceu em Minas Gerais, em Contagem, mas foi registrada em Diamantina. “Meu pai chegou em Sertanópolis para desbravar matas nativas e trabalhar na lavoura. Anos depois, minha família foi para Sorocaba e fiquei apenas eu”, lembra a cabeleireira, que neste período ficou viúva e criou sozinha três filhos.

Devido as adversidades, Geni aprendeu a costurar e sustentou a casa com esta atividade. E, buscando formas de prover o sustento, viu num curso oferecido pelo Senac, a maneira de aumentar sua renda. “Estudei e me transformei em instrutora de costura do Senac, ao mesmo tempo que aprendi a cortar cabelos. Já se passaram 28 anos que estou com o salão de beleza e, mesmo assim, corto e costuro”, afirma.

Durante estes anos, Geni conviveu com uma amiga em especial, que faleceu de câncer. “Após ver seu sofrimento fiquei sensibilizada e tinha que fazer algo. Ali surgiu a ideia de trabalhar para a Ong Viver, através do Dia da Beleza. Já se passou oito anos e a cada dia mais pessoas ajudam, vindas até de outras localidades, como Cornélio Procópio, Apucarana, Rolândia e Londrina. São cabeleireiros e profissionais que revertem 60% do lucro para a ong”, salienta.



O próximo Dia da Beleza, sua 8ª edição, está programado para 3 de agosto. Doze profissionais confirmaram presença e oitenta pessoas são esperadas. Não se corta apenas cabelo, mas se faz pedicure e manicure, escovas variadas, pinturas e ações envolvendo beleza. O Dia da Beleza é amplamente divulgado e a imprensa de Londrina vem ajudar. Outra atração são os palhaços e as brincadeiras para crianças. “O trabalho é fundamental para quem tem câncer. Só de saber que há um local para as mães se hospedarem e dormirem, quando os filhos estão em tratamento, além de fornecerem cesta básica e alimentação, é algo que enobrece nossas almas”, afirma Geni, que se motiva ao lembrar que um dia viu a amiga sofrer. “As pessoas necessitam de ajuda. Mesmo o que faço ainda é pouco”, finaliza.

Sobre a Ong Viver:A Ong Viver, localizada em Londrina (Rua Lucilia Balallai, 391) atende cerca de 240 crianças de Londrina e região, em tratamento ou internadas por intermédio do SUS no Hospital Universitário e no Hospital do Câncer, além de seus familiares, utilizando basicamente de trabalho voluntário. O auxilio se dá atraves do fornecimento de alimentos, leite, suplementação alimentar, medicação fora do internamento, serviço social, próteses ortopédicas, acompanhamento psicológico, nutricional e odontológico. Maiores informaçoes sobre a Ong Viver podem ser obtidas nos telefones 33430044/33150909.

Pioneiros em Ibiporã, família Martins se orgulha de ter cultivado café.

Foi aos cinco anos de idade (em 1943) que chegava a Ibiporã vindo de Bocaiuva (SP), Luiz Salvador Francisco Martins. Filho dos portugueses Manoel Francisco Martins e Ana Rosa de Jesus Martins. Ao lado dos pais e sete irmãos se estabeleceu no sítio São Luiz, localizado na Água da Concórdia, sendo a primeira propriedade adquirida por Manoel Francisco Martins.

No início, a Família Martins iniciou suas atividades agrícolas no ramo cafeeiro. A partir daí, com muito trabalho e dedicação, adquiriram novas propriedades.

Infelizmente, entre 1981 e 1983, faleceram a matriarca e o patriarca da família. Com a divisão dos bens, Luiz herdou uma propriedade próxima a Maringá e o Sítio São Luiz.

Luiz Salvador Francisco Martins se casou com Aparecida Piovesan Martins em 14 de outubro de 1961, na Igreja Matriz Nossa Senhora da Paz. Ela, filha de pai italiano e mãe espanhola, chegou a cidade em agosto de 1960, aos 17 anos, vinda de Lins (SP).

Desde o casamento Luiz e Aparecida viveram no Sítio São Luiz e trabalharam na lavoura de café até a década de oitenta. Com o fim da cultura cafeeira iniciaram o plantio de soja, milho e trigo. Além disso, tiveram sete filhos (seis mulheres e um homem) e possuem quatro netos, quatro netas, dois bisnetos e duas bisnetas. Ao todo, a família é constituída por 33 membros.

Atualmente ele tem 76 anos e Aparecida 71. Ambos estão aposentados e mantêm a propriedade na Água da Concórdia, hoje arrendada. No entanto, diariamente visitam o sítio, onde possuem cabeças de gado e animais domésticos.

Durante esses anos, o casal se manteve firme na escolha em viver em Ibiporã e se orgulham da terra roxa, onde fixaram raízes.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Após cinco anos, filho encontra pai com a ajuda do Jornal Nossa Terra.

Desde 2009 Pedro dos Santos Balbino, que mora e trabalha em Santo André (SP), procurava o pai Luiz Balbino. Com poucas informações e sabendo que ele atuava no ramo hortifruti, em Ibiporã, Pedro viu no site do Jornal Nossa Terra (jornalnossaterra.blogspot.com) um canal para auxiliá-lo nas buscas.

Após cinco anos sem notícias e notas em dois jornais (Nossa Terra e Gazeta de Ibiporã), solicitando ajuda, eis que foram realizados dois contatos que sabiam o paradeiro de Luiz.
Sem esperar, a redação do Jornal Nossa Terra recebeu um telefonema do próprio Luiz Balbino, que passou seu telefone, posteriormente encaminhado ao filho.

Para alegria de todos, na última segunda feira (30/6/14) o Jornal Nossa Terra recebeu a notícia emocionada que Pedro, que após cinco longos anos conversou com o pai.

Das janelas de Jataizinho para o mundo.

Inspirada na paisagem rural de Jataizinho, artista plástica Bia Moreira se orgulha da origem humilde. 
A infância vivida na marcenaria do pai e na área rural de Jataizinho traz boas recordações à artista plástica Bia Moreira. Criada no sistema da psicologia e do trabalho, ela se orgulha de ter crescido em meio a tintas e pincéis. Ali começou a pintar carroças e caminhões e aprendeu a ter coordenação motora, desenvolvendo a técnica “biônica”, que vem de Bia e faz muito sucesso mundo afora. “A técnica biônica traduz e transmite a linguagem de movimento, baseada em algo ensinado pelo meu pai”, afirma Bia Moreira.
Esta infância lhe deu algo mais: a sintonia com a janela. “Perdi minha mãe na infância. Ela estava doente e sabia que iria partir. Colocava-me na janela e mostrava as estrelas, local onde ia morar. Assim, por toda vida tive sintonia com janelas, associado ao que meu pai ensinou. Por vezes se indagava como se pinta o céu, as folhas e os coqueiros. Usava os mesmos movimentos. Assim, nasceu um método através da observação pela janela. Tamanha experiência me deu inspiração para escrever o livro “Deus, da minha janela”, declara.
Quanto às recordações, Bia se lembra de 1969 adiante. “Meu pai, José Brás, mora na mesma casa na Rua Benjamim Javarina. Ele foi um dos primeiros a ter televisão na cidade. Até hoje, aos 84 anos, exerce a carpintaria, construindo e reformando móveis. Este trabalho deixa sua mente ativa. 

Mesmo estudando Magistério e Letras, ela preferiu o ramo da pintura, por incentivo de amigos e professores, recorda a filha dedicada, que após o casamento, para completar a renda, pintava panos de pratos e dava aulas de violão. “A pintura aconteceu na minha vida. Quando você se doa a algo, você não se doa, mas recebe. Ensinei com prazer em Jataizinho. Deus viu meu interesse e abençoou meu trabalho. Nesta jornada gastei muita sola de sapato afim de divulgar meu trabalho. Viajei a trabalho e quando lancei a revista já era conhecida”, diz.

A criança dedicada que viveu em Jataizinho, hoje estampa a capa de centenas de revistas mundo afora. Mas a fama não foi por acaso. Foi por conta do trabalho e dedicação. “A televisão me ajudou muito. Fui a um canal, em rede nacional, em 1996, e ensinei o “Bia-bá”. A partir dai lancei a primeira revista do Brasil que ensina pintura. Ela se espalhou rapidamente e permaneceu. Tamanho é o sucesso, que ao visitar Portugal, Ilha da Madeira e Lima, no Peru, tive a oportunidade de saber que estes lugares e vários outros que trabalham com pintura, conhecem meu trabalho. Tenho orgulho de ter vindo de Jataizinho e saber que daqui saem muitos talentos”, afirma.
A partir da revista que ensina pintura, saíram outras publicações nos mais diferenciados segmentos, como crochê e patchwork, além duma variedade que atende os mais diferenciados segmentos das artes plásticas. Atualmente as revistas Bia Moreira circulam nos países de línguas espanhola e portuguesa. A distribuição é pela Editora Abril e atinge mais de 40 mil pontos de vendas. Seu produto não é perecível e vende desde a primeira edição. “Estamos na 99ª edição da Revista Bia Moreira. Pedi a Deus uma revista e hoje possuo mais de 300 edições num projeto que alcança 15 títulos. Minha editora começou em 1994, em Jataizinho, imprimindo mil exemplares. Sinto orgulho de ter lançado um produto inédito que ensina a pintura”, afirma. 
 
Nesta jornada, onde conheceu vários países, levará Bia, em breve, às Ilhas Canárias, Argentina e Uruguai, onde participará de feiras e receberá o público. “São eventos que ensinam a pintar. Pintar é como escrever. Quando se aprende a escrever, se escreve de tudo. Assim é a pintura, onde após aprender as técnicas, se escolhe onde pintar, seja na tela, tecido, papel, madeira e assim por diante. Apesar do tempo escasso, todas as semanas seu pai vem almoçar com ela em Londrina, atual residência. E, mesmo com o sucesso, não deixa a humildade de lado e sente prazer em costurar. “Com o lançamento do segmento patchwork e costura, lancei os tecidos Bia Moreira, disponíveis em mais de 300 estampas. O mercado exige este trabalho. Faço pintura no papel. Ela vira tecido e estampas, utilizadas nos melhores ateliês. 
 
Um diferencial de Bia Moreira, mostrando o valor as suas origens, é o fato de ter ao seu lado, no dia a dia do trabalho, pessoas de Jataizinho. “O pessoal de Jataizinho valoriza e se dedica ao que faz. Só não permaneci lá, pois dependo de maior estrutura para divulgar meus produtos”, diz. Pintando de tudo, sua preferencia é óleo sobre a tela, mas sua sobrevivência se da pela pintura em tecidos, por ser o que coloca a comida na mesa. “A mulher pinta o pano de prato ou a toalha de mesa. Isto vende mais fácil que um quadro. Mas nunca se esquecendo que a estimulação deve estar presente nos trabalhos. Quando mais se trabalha, mais se expande o conhecimento, além da criatividade”. Quanto aos quadros que pinta, eles se inspiram em paisagens e lembranças de Jataizinho, onde estão presentes imagens do campo, casas, rios e estradas que fizeram parte da minha vida. Algo voltado ao interior e que resplandece calma e tranquilidade”, finaliza.


SAMAE de Ibiporã entrega obra de ampliação da Rede de Água da região do Clube de Campo do Café


O SAMAE terminou na última semana o trabalho de ampliação da rede de água que atende a região do Clube de Campo do Café na saída para Jataizinho. Segundo o Diretor Presidente do SAMAE, Claudio Buzeti, havia reclamações de problemas no abastecimento em dias de consumo excessivo, principalmente nos fins de semana, uma vez que a região é composta de chácaras de lazer.

Com a obra, o SAMAE cumpre seu compromisso, quando se prontificou a readequar a rede para a solução rápida do problema. Para executar o serviço de abertura, fechamento de valas e assentamento do encamento de 110 mm, foi contratada uma empresa e o material foi adquirido através de licitação. "A comunidade que vive ou passa o fim de semana na região do Clube de Campo não terão mais problemas com o abastecimento de água", finalizou Buzeti.

Além do Cláudio Buzeti, participaram da inauguração o prefeito José Maria Ferreira, o coordenador de compras Élcio Keller e o vereador Marcos da Ambulância, que se empenhou muito para a execução da melhoria.