O termo Região Metropolitana refere-se a uma região densamente urbanizada constituída por municípios que, independente de sua vinculação administrativa, fazem parte de uma mesma comunidade sócio-econômica e cuja interdependência gera a necessidade de coordenação e realização de funções públicas de interesse comum. A Região Metropolitana de Londrina é composta pelas cidades de Londrina, Ibiporã, Cambé, Sertanópolis, Jataizinho, Tamarana, Rolândia e Bela Vista do Paraíso.
A Constituição Federal em seu artigo 25, parágrafo 3º estabelece: "Os Estados poderão, mediante lei complementar, instituir regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum".
A Constituição Estadual, artigo 153, parágrafo primeiro, define Região Metropolitana como o agrupamento de municípios limítrofes que assuma destacada expressão nacional, em razão de elevada densidade demográfica, significativa conurbação e de funções urbanas e regionais com alto grau de diversidade, especialização e integração sócio-econômica, exigindo planejamento integrado e ação conjunta permanente dos entes públicos nela atuantes.
Histórico das Regiões Metropolitanas Internacionais: A iniciativa mais antiga de RM foi a de Londres, mas há outras situações, como Tókio, Cidade do México, Buenos Aires, Toronto, Montreal, Los Angeles, Barcelona. O destaque está para Toronto, com dois milhões e trezentos mil habitantes, a RM mais antiga da América do Norte.
Com a implantação da RM, serviços se tornam mais econômicos quando prestados em maior escala geográfica como resíduos sólidos, parques regionais, tratamento de água, trânsito, assistência social entre outros.
No Brasil, em 1968, o governo gaúcho estabelece a RM de Porto Alegre, compreendendo 13 municípios. Em 1973, a Lei complementar federal nº 14 institui oito regiões metropolitanas: Porto Alegre, São Paulo, Fortaleza, Belém, Recife, Salvador, Curitiba e Belo Horizonte. Posteriormente Rio de Janeiro. Razões políticas objetivando a estabilidade do Regime Militar, fortemente centralizador, para manter a tutela sobre todas as esferas da vida econômica e social da nação levaram a criação dessas regiões, que pela origem antidemocrática e pela falta de legitimidade sua formação não prosperou.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Segundo Marcos de Freitas, a idéia da criação da Região Metropolitana e do Parque Tecnológico nasceu a partir de uma discussão e de um projeto do Deputado Eduardo Trevisan. Seria a primeira Região Metropolitana do interior do Brasil. É importante ressaltar que ainda não é possível realizar/desenvolver atividades econômicas, devido a implicações jurídicas. Com a criação da Região, as ações passariam a ser realizada de uma forma integrada (Meio Ambiente - Saúde - Educação - Transporte) e Karimata, que já foi vereador de Ibiporã por cinco vezes, em 1987, já havia proposta a criação da região. “O desenvolvimento é necessário para que haja a região. Não são necessários muitos recursos, mas sim estrutura de pensamento para a implantação. Devemos observar quais são os projetos/industrias/municípios que possam crescer juntos e pela força de todos, levar a discussão futura sobre o que a região pode levar ao desenvolvimento conjunto”, diz o ex-vereador.
Setecentos mil é o número de habitantes da região. Atualmente existem 25 regiões metropolitanas no Brasil. A de Londrina está entre as 20 maiores. A tarifa telefônica é a mesma para todas as cidades (menos para Sertanópolis, devido ser a última que entrou).
Parque tecnológico: Atração de industrias voltadas à tecnologia. Colocar a região no circuito tecnológico, sendo que a criação deste mercado é essencial.
A Aviepar (Associação de Vereadores do Médio Paranapanema), propõe o intermédio com o governo estadual para a criação da região, porém a entrada de novos municípios não é possível, pois é necessário que a concretização da região esteja realizada.
Existe uma inter-relação muito grande entre os municípios, porém o governo do Estado não tem muito interesse à criação da região, pois ela pode significar uma grande perca de poder da capital em relação aos municípios que irão compor a mesma. Portanto, pode haver parecer contrário a sua criação.
É importante lembrar que, com a criação da região, haveria mais discussões sobre o destino das verbas para a construção de hospitais e escolas. Deverá haver muitas mudanças políticas e culturais e principalmente na política participativa dos moradores das cidades que compõe a região metropolitana. Outro ponto importante, é que sempre haverá atrelamento as verbas e as políticas do estado.
METRONOR: Citado por Freitas é uma idéia dos anos 70. Seria a criação de uma cidade linear com 100 quilômetros entre Cornélio Procópio e até um pouco depois de Maringá.
A avenida Saul Elkind tem um projeto para ser construídos mais quatro quilômetros de asfalto, assim ela chegaria a Cambé. O outro extremo da Avenida, tem ligação com Ibiporã através da Avenida Londrina (Contorno Norte).
A estrutura administrativa da Região já existe e, para a criação dela é necessário o governo autorizar a ação política (não haveria custo, pois cada município destinaria um técnico). Há problemas relacionados com a regional de Saúde, já que a mesma se encontra no município de Londrina. Os problemas para locomoção também são muito grandes.
O bloco norte, que seria a região metropolitana, aumentaria a força da região, que tem a media de 70 anos.
Setecentos mil é o número de habitantes da região. Atualmente existem 25 regiões metropolitanas no Brasil. A de Londrina está entre as 20 maiores. A tarifa telefônica é a mesma para todas as cidades (menos para Sertanópolis, devido ser a última que entrou).
Parque tecnológico: Atração de industrias voltadas à tecnologia. Colocar a região no circuito tecnológico, sendo que a criação deste mercado é essencial.
A Aviepar (Associação de Vereadores do Médio Paranapanema), propõe o intermédio com o governo estadual para a criação da região, porém a entrada de novos municípios não é possível, pois é necessário que a concretização da região esteja realizada.
Existe uma inter-relação muito grande entre os municípios, porém o governo do Estado não tem muito interesse à criação da região, pois ela pode significar uma grande perca de poder da capital em relação aos municípios que irão compor a mesma. Portanto, pode haver parecer contrário a sua criação.
É importante lembrar que, com a criação da região, haveria mais discussões sobre o destino das verbas para a construção de hospitais e escolas. Deverá haver muitas mudanças políticas e culturais e principalmente na política participativa dos moradores das cidades que compõe a região metropolitana. Outro ponto importante, é que sempre haverá atrelamento as verbas e as políticas do estado.
METRONOR: Citado por Freitas é uma idéia dos anos 70. Seria a criação de uma cidade linear com 100 quilômetros entre Cornélio Procópio e até um pouco depois de Maringá.
A avenida Saul Elkind tem um projeto para ser construídos mais quatro quilômetros de asfalto, assim ela chegaria a Cambé. O outro extremo da Avenida, tem ligação com Ibiporã através da Avenida Londrina (Contorno Norte).
A estrutura administrativa da Região já existe e, para a criação dela é necessário o governo autorizar a ação política (não haveria custo, pois cada município destinaria um técnico). Há problemas relacionados com a regional de Saúde, já que a mesma se encontra no município de Londrina. Os problemas para locomoção também são muito grandes.
O bloco norte, que seria a região metropolitana, aumentaria a força da região, que tem a media de 70 anos.
Há uma proposta para a circulação de trens na região, que atualmente é conhecido como transporte de superfície. Seria utilizando a estrutura de linha, que já existe = Foi proposto pelo BNDES. Pode haver o risco de Londrina trazer mais benefícios: deve ter maior participação igualitária na saúde, saneamento. É importante que os municípios tenham voz, para que o crescimento seja integrado.
Participando da reunião, o vereador Vitor Divino, de Ibiporã, expôs sua opinião quanto aos empregos nas cidades. A ele, já existe e funciona naturalmente, pois muitos cidadãos de Ibiporã trabalham e vice-versa, mostrando a integração entre os municípios. Mas a integração não se restringe aos empregos, é vista no transporte, saúde, meio ambiente, sendo ultimo item fundamental, pois no meio ambiente não existe fronteiras.
Além desses fatores, a educação é um ponto comum, devido muitos alunos se deslocarem para Londrina. Na opinião de alguns presentes, deve-se aumentar o número de vagas e de verbas para as universidades públicas de Londrina, pois não há este tipo de educação. Mas caso vagas, nada impede de estudantes londrinenses de freqüentá-las. “Todos devem se unir e lutar para qualificar esta questão. O ensino é fundamental não apenas a nível superior, mas de outros níveis também”, diz o vereador.
Em relação à posição popular, o vereador diz que infelizmente não há muita participação. Como não houve um debate mais aprofundado, a RM tornou-se uma lei, mas não se colocou em prática nas áreas necessárias que vai além das fronteiras, como o meio ambiente e a saúde, como o exemplo das vagas em UTI´s. “São questões a serem levadas a publico, discutidas e colocadas na prática”, afirma.
Marcos De Freitas, que comandou o debate, disse que a lei da RM de Londrina existe por força de lei desde 1998, no entanto, falta implantá-la de fato com estrutura administrativa, pensando e planejando o dia a dia desses municípios. “A estrutura física, administrativa é um papel do Governo do Estado. Hoje no mundo moderno, não se pode pensar nos municípios crescendo, desenvolvendo, ou solucionando problemas de forma isolada. É mais fácil quando somamos forças para resolver o problema do lixo, do transporte e saúde. Quando se tem um problema de dengue, não há fronteiras. O problema deve ser resolvido de forma integrada”, afirma.
Quanto ao Metronor, ele lembrou que foi um projeto da década de 70 vindo do Governo Federal. Mas, o interior do país não tinha um pensamento voltado ao modelo moderno de desenvolvimento público, através dos órgãos. “O projeto foi de grande dificuldade para os pioneiros. O Metronor seria a primeira cidade linear do mundo, que nascia em Cornélio Procópio, terminando em Maringá. Não houve êxito e o Governo Federal cortou os recursos, devido à cobrança de Curitiba, que viu o crescimento no interior de forma preocupante. Politicamente seríamos mais fortes que a capital. Houve o veto da capital e do interior paulista”, diz.
Participando da reunião, o vereador Vitor Divino, de Ibiporã, expôs sua opinião quanto aos empregos nas cidades. A ele, já existe e funciona naturalmente, pois muitos cidadãos de Ibiporã trabalham e vice-versa, mostrando a integração entre os municípios. Mas a integração não se restringe aos empregos, é vista no transporte, saúde, meio ambiente, sendo ultimo item fundamental, pois no meio ambiente não existe fronteiras.
Além desses fatores, a educação é um ponto comum, devido muitos alunos se deslocarem para Londrina. Na opinião de alguns presentes, deve-se aumentar o número de vagas e de verbas para as universidades públicas de Londrina, pois não há este tipo de educação. Mas caso vagas, nada impede de estudantes londrinenses de freqüentá-las. “Todos devem se unir e lutar para qualificar esta questão. O ensino é fundamental não apenas a nível superior, mas de outros níveis também”, diz o vereador.
Em relação à posição popular, o vereador diz que infelizmente não há muita participação. Como não houve um debate mais aprofundado, a RM tornou-se uma lei, mas não se colocou em prática nas áreas necessárias que vai além das fronteiras, como o meio ambiente e a saúde, como o exemplo das vagas em UTI´s. “São questões a serem levadas a publico, discutidas e colocadas na prática”, afirma.
Marcos De Freitas, que comandou o debate, disse que a lei da RM de Londrina existe por força de lei desde 1998, no entanto, falta implantá-la de fato com estrutura administrativa, pensando e planejando o dia a dia desses municípios. “A estrutura física, administrativa é um papel do Governo do Estado. Hoje no mundo moderno, não se pode pensar nos municípios crescendo, desenvolvendo, ou solucionando problemas de forma isolada. É mais fácil quando somamos forças para resolver o problema do lixo, do transporte e saúde. Quando se tem um problema de dengue, não há fronteiras. O problema deve ser resolvido de forma integrada”, afirma.
Quanto ao Metronor, ele lembrou que foi um projeto da década de 70 vindo do Governo Federal. Mas, o interior do país não tinha um pensamento voltado ao modelo moderno de desenvolvimento público, através dos órgãos. “O projeto foi de grande dificuldade para os pioneiros. O Metronor seria a primeira cidade linear do mundo, que nascia em Cornélio Procópio, terminando em Maringá. Não houve êxito e o Governo Federal cortou os recursos, devido à cobrança de Curitiba, que viu o crescimento no interior de forma preocupante. Politicamente seríamos mais fortes que a capital. Houve o veto da capital e do interior paulista”, diz.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Presente nas escolas, CADEVI inicia programa que inibe doenças oculares precoces
Funcionando há mais de 20 anos em Ibiporã, graças ao esforço de voluntários e com uma nova sede na Avenida dos Estudantes, próximo ao Fórum, o Centro de Atendimento ao Deficiente Visual de Ibiporã, CADEVI, lança para 2009, junto às escolas do município, o Programa de Prevenção Precoce de Doenças Oculares.
Segundo uma das coordenadores do centro, Maria Ivone Ferreira Ramielli, o programa funciona da seguinte maneira: uma professora do município, especialista em doenças oculares, vai a todas as escolas até a 4ª série, com o objetivo da prevenção a partir de um teste ocular gratuito. “Através da triagem, é detectado quando o aluno tem algum problema visual. Mas, existem circunstâncias empíricas que auxiliam no diagnóstico. Como por exemplo, dificuldades causadas pela refração da luz, o forçar da vista ou em casos de alunos que se sentam muito a frente nas cadeiras escolares. Porém, isso é empírico, tendo o teste mais confiança e exatidão quanto ao diagnóstico.
Feito o teste e detectada a necessidade de consulta, o aluno é encaminhado ao posto de saúde, onde já existe uma consulta agendada. Após a consulta, com o médico oftalmologista Luiz Fernando Cavalieri e diagnosticado alguma dificuldade, o paciente recebe um auxilio óptico, que pode ser tanto um óculos quanto uma lente de contato, conforme o caso.
Maria Ivone, professora da rede pública, explica que nos casos mais graves, como a catarata, leva o médico a realizar o exames mais detalhados na retina, em ambientes escurecidos e com aparelhos modernos. “Tudo isso pode ser evitado e revertido quanto mais cedo se descobre alguma dificuldade visual, propiciando aos alunos inclusão e inserção social”, comenta.
Atingindo em unanimidade e buscando solução para todos os problemas, o CADEVI funciona através do poder público, atendendo 120 alunos. O programa dura o ano todo e visto a necessidade mais grave, o aluno é encaminhado ao centro para se tratar e fazer cursos, como o Braille ou a orientação e mobilidade pela percepção, que ensina aos deficientes visuais totais como ir e vir através da sensibilidade de sons ou fenômenos da natureza como vento e calor. Outra atividade conforme Maria Ivone é a educação musical através de instrumentos como o violão, cavaquinho, órgão e teclado, ministrados pela Fundação Cultural de Ibiporã, que disponibiliza professores especialistas. “Isso resgata a vida do ser humano, pois a igualdade se conquista a partir do respeito às diferenças”.
Segundo uma das coordenadores do centro, Maria Ivone Ferreira Ramielli, o programa funciona da seguinte maneira: uma professora do município, especialista em doenças oculares, vai a todas as escolas até a 4ª série, com o objetivo da prevenção a partir de um teste ocular gratuito. “Através da triagem, é detectado quando o aluno tem algum problema visual. Mas, existem circunstâncias empíricas que auxiliam no diagnóstico. Como por exemplo, dificuldades causadas pela refração da luz, o forçar da vista ou em casos de alunos que se sentam muito a frente nas cadeiras escolares. Porém, isso é empírico, tendo o teste mais confiança e exatidão quanto ao diagnóstico.
Feito o teste e detectada a necessidade de consulta, o aluno é encaminhado ao posto de saúde, onde já existe uma consulta agendada. Após a consulta, com o médico oftalmologista Luiz Fernando Cavalieri e diagnosticado alguma dificuldade, o paciente recebe um auxilio óptico, que pode ser tanto um óculos quanto uma lente de contato, conforme o caso.
Maria Ivone, professora da rede pública, explica que nos casos mais graves, como a catarata, leva o médico a realizar o exames mais detalhados na retina, em ambientes escurecidos e com aparelhos modernos. “Tudo isso pode ser evitado e revertido quanto mais cedo se descobre alguma dificuldade visual, propiciando aos alunos inclusão e inserção social”, comenta.
Atingindo em unanimidade e buscando solução para todos os problemas, o CADEVI funciona através do poder público, atendendo 120 alunos. O programa dura o ano todo e visto a necessidade mais grave, o aluno é encaminhado ao centro para se tratar e fazer cursos, como o Braille ou a orientação e mobilidade pela percepção, que ensina aos deficientes visuais totais como ir e vir através da sensibilidade de sons ou fenômenos da natureza como vento e calor. Outra atividade conforme Maria Ivone é a educação musical através de instrumentos como o violão, cavaquinho, órgão e teclado, ministrados pela Fundação Cultural de Ibiporã, que disponibiliza professores especialistas. “Isso resgata a vida do ser humano, pois a igualdade se conquista a partir do respeito às diferenças”.
Alguns fatores para reconhecer crianças com déficit visual:
- Aparência dos olhos alterada
- Queixa ou dificuldade para enxergar
- Cefaléia constante
- Aperto ou “arregalo” dos olhos para ver melhor
- Aproximação maior da TV ou dos livros para ler
- Quando ela evita brincadeiras ao ar livre
- Desinteresse pela leitura
- Mudança de comportamento
- Irritabilidade e indisciplina
- Caspas nos cílios, secreção ou lacrimejamento
- Estrabismo
- Tropeça ou esbarra nos móveis
- Queixa ou dificuldade para enxergar
- Cefaléia constante
- Aperto ou “arregalo” dos olhos para ver melhor
- Aproximação maior da TV ou dos livros para ler
- Quando ela evita brincadeiras ao ar livre
- Desinteresse pela leitura
- Mudança de comportamento
- Irritabilidade e indisciplina
- Caspas nos cílios, secreção ou lacrimejamento
- Estrabismo
- Tropeça ou esbarra nos móveis
- Cuidados com os olhos dos recém nascidos
O que indica, nos olhos dos recém nascidos, alteração ocular?
- Presença de olhos vermelhos
- Pus e secreção
- Pupila (menina dos olhos) branca
- Lacrimejamento constante
- Olhos grandes que evitam a luz
- Estrabismo e olhos esbranquiçados
O leite materno cura conjuntivite?
- Não. Somente colírio pode ser usado nos olhos e caso o bebe tenha conjuntivite, a orientação é levá-lo ao oftalmologista.
Como limpar os olhos dos bebês?
- Usar gaze ou pano limpo, molhado em água filtrada ou fervida e fazer movimentos delicados sem apertar os olhos.
O sol faz mal aos olhos do bebê?
- Sim. Quando sair ao sol, proteja os olhos do bebê com uma fralda limpa ou chapéu. O sol das 7hs às 10hs é fundamental para os ossos do bebê, mas, se olhado diretamente a ele, torna-se prejudicial.
- Presença de olhos vermelhos
- Pus e secreção
- Pupila (menina dos olhos) branca
- Lacrimejamento constante
- Olhos grandes que evitam a luz
- Estrabismo e olhos esbranquiçados
O leite materno cura conjuntivite?
- Não. Somente colírio pode ser usado nos olhos e caso o bebe tenha conjuntivite, a orientação é levá-lo ao oftalmologista.
Como limpar os olhos dos bebês?
- Usar gaze ou pano limpo, molhado em água filtrada ou fervida e fazer movimentos delicados sem apertar os olhos.
O sol faz mal aos olhos do bebê?
- Sim. Quando sair ao sol, proteja os olhos do bebê com uma fralda limpa ou chapéu. O sol das 7hs às 10hs é fundamental para os ossos do bebê, mas, se olhado diretamente a ele, torna-se prejudicial.
Como relacionar-se com a pessoa que tem deficiência visual total?
- Trate-a com naturalidade e com o mesmo respeito e consideração que trata as demais pessoas;
- Ofereça auxilio e pergunte como poderia ajudar;
- Se precisar guiar uma pessoa cega, basta deixá-la segurar em seu cotovelo dobrado. Ele irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você caminha;
- Avise com antecedência a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos durante o trajeto;
- Num corredor estreito, onde só passa uma pessoa, coloque o seu braço para trás de modo que a pessoa com dificuldade possa seguir você;
- Jamais distraia um cão-guia;
- Não fale com a pessoa cega como se ela fosse surda. O fato de não ver, não significa que não ouça bem;
- Não diga que tem pena de um cego, nem lhe mostre exagerada solidariedade. Ela não precisa de piedade e sim de compreensão;
- Para sentar-se, guie-o ao assento, conduza a mão do cego ao encosto do mesmo e informe se o assento possui ou não braços de apoio. Quando encaminhá-lo a um veículo, abra a porta e conduza sua mão até o encosto do banco;
- Cuidado ao fechar portas de veículos, para que não prenda a mão até o encosto do banco;
- Fique a vontade para usar palavras como “veja”, “olhe” pois eles também usam esses termos;
- Fale sempre e diretamente com o deficiente visual, chamando-o pelo nome. Isso ajuda a identificá-lo. Faça o mesmo quando precisar se afastar. Se possível, utilize um aperto de mão.
- Não deixe portas meio abertas onde haja uma pessoas cega. Conserve-as sempre fechadas ou bem encostadas à parede quando abertas. A porta meio aberta é um obstáculo perigoso ao cego.
Lembrete: Algumas conjuntivites são muito perigosas e, se não tratadas precocemente, podem levar a cegueira, como a conjuntivite da gonorréia.
- Ofereça auxilio e pergunte como poderia ajudar;
- Se precisar guiar uma pessoa cega, basta deixá-la segurar em seu cotovelo dobrado. Ele irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você caminha;
- Avise com antecedência a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos durante o trajeto;
- Num corredor estreito, onde só passa uma pessoa, coloque o seu braço para trás de modo que a pessoa com dificuldade possa seguir você;
- Jamais distraia um cão-guia;
- Não fale com a pessoa cega como se ela fosse surda. O fato de não ver, não significa que não ouça bem;
- Não diga que tem pena de um cego, nem lhe mostre exagerada solidariedade. Ela não precisa de piedade e sim de compreensão;
- Para sentar-se, guie-o ao assento, conduza a mão do cego ao encosto do mesmo e informe se o assento possui ou não braços de apoio. Quando encaminhá-lo a um veículo, abra a porta e conduza sua mão até o encosto do banco;
- Cuidado ao fechar portas de veículos, para que não prenda a mão até o encosto do banco;
- Fique a vontade para usar palavras como “veja”, “olhe” pois eles também usam esses termos;
- Fale sempre e diretamente com o deficiente visual, chamando-o pelo nome. Isso ajuda a identificá-lo. Faça o mesmo quando precisar se afastar. Se possível, utilize um aperto de mão.
- Não deixe portas meio abertas onde haja uma pessoas cega. Conserve-as sempre fechadas ou bem encostadas à parede quando abertas. A porta meio aberta é um obstáculo perigoso ao cego.
Lembrete: Algumas conjuntivites são muito perigosas e, se não tratadas precocemente, podem levar a cegueira, como a conjuntivite da gonorréia.
Secretaria de Esportes de Ibiporã inicia série de atividades para o ano de 2009
Objetivo, segundo diretor de esportes, é a participação da comunidade
Consolidada como um centro de treinamento e formação de atletas, Ibiporã possui uma estrutura invejável na área de ginásios e quadra poliesportivas, cabendo a população o usufruto destes locais. Pensando nisso, a Secretaria de Esportes, com o diretor Jaime Luiz Lino a sua frente, esta desenvolvendo um calendário para estimular diversos esportes, como exemplo os radicais, que agrupa skate, patins e bike. “Convidaremos atletas de várias modalidades para elaboração de provas. Vamos ouvir, em específico, o munícipe”, afirmou.
Uma das primeiras atividades será o Campeonato Citadino de Futsal – Taça Cidade de Ibiporã, onde o congresso técnico, já realizado, definiu as 16 equipes adultas, divididas em quatro grupos de quatro equipes. A grande novidade, para 2009, é a criação da 1ª e 2ª divisão, onde os oito melhores times farão parte da 1ª divisão no 2º semestre. A outra categoria, sub-17, terá a participação de sete equipes e elas se enfrentarão em turno único, classificando-se as quatro melhores colocadas para a semifinal.
Para as categorias de base, Jaime explica que esportes como o basquete, vôlei de areia, tênis de quadra, xadrez, futsal e atividades para crianças, serão estimuladas com atividades nas escolas e no Ginásio de Esportes Carecão, em parceria com entidades como o SESC. “O esporte para as bases propicia uma série de benefícios. Auxilia o rendimento escolar, fator primordial para o desenvolvimento físico, além de ser meio de controle alimentar para crianças obesas”, diz. Lino cita o esporte como fator de sociabilização, ao ensinar as crianças à vivência em grupo e o respeito à individualidade. “Ela aprende a dividir espaços e respeitar limites e regras”.
O bem estar não se restringe apenas as categorias de base. Ele traz saúde principalmente aos idosos, que ao se envolverem em atividades físicas, conhecem pessoas e lugares diferentes. “Muitos se sentem a sós e a atividade física propicia o auxilio psicológico e emocional”, diz.
Outro ponto, citado pelo professor, é o fato de toda prática física, obrigatoriamente, deve ser orientada por profissionais formados em Educação Física. Os mesmos aprendem na faculdade a trabalhar com todas as faixas etárias de maneira segura e sadia, por conhecer e respeitar os limites dos indivíduos.
Consolidada como um centro de treinamento e formação de atletas, Ibiporã possui uma estrutura invejável na área de ginásios e quadra poliesportivas, cabendo a população o usufruto destes locais. Pensando nisso, a Secretaria de Esportes, com o diretor Jaime Luiz Lino a sua frente, esta desenvolvendo um calendário para estimular diversos esportes, como exemplo os radicais, que agrupa skate, patins e bike. “Convidaremos atletas de várias modalidades para elaboração de provas. Vamos ouvir, em específico, o munícipe”, afirmou.
Uma das primeiras atividades será o Campeonato Citadino de Futsal – Taça Cidade de Ibiporã, onde o congresso técnico, já realizado, definiu as 16 equipes adultas, divididas em quatro grupos de quatro equipes. A grande novidade, para 2009, é a criação da 1ª e 2ª divisão, onde os oito melhores times farão parte da 1ª divisão no 2º semestre. A outra categoria, sub-17, terá a participação de sete equipes e elas se enfrentarão em turno único, classificando-se as quatro melhores colocadas para a semifinal.
Para as categorias de base, Jaime explica que esportes como o basquete, vôlei de areia, tênis de quadra, xadrez, futsal e atividades para crianças, serão estimuladas com atividades nas escolas e no Ginásio de Esportes Carecão, em parceria com entidades como o SESC. “O esporte para as bases propicia uma série de benefícios. Auxilia o rendimento escolar, fator primordial para o desenvolvimento físico, além de ser meio de controle alimentar para crianças obesas”, diz. Lino cita o esporte como fator de sociabilização, ao ensinar as crianças à vivência em grupo e o respeito à individualidade. “Ela aprende a dividir espaços e respeitar limites e regras”.
O bem estar não se restringe apenas as categorias de base. Ele traz saúde principalmente aos idosos, que ao se envolverem em atividades físicas, conhecem pessoas e lugares diferentes. “Muitos se sentem a sós e a atividade física propicia o auxilio psicológico e emocional”, diz.
Outro ponto, citado pelo professor, é o fato de toda prática física, obrigatoriamente, deve ser orientada por profissionais formados em Educação Física. Os mesmos aprendem na faculdade a trabalhar com todas as faixas etárias de maneira segura e sadia, por conhecer e respeitar os limites dos indivíduos.
Jogadoras de Voleibol, formadas em Ibiporã, brilham na Liga Nacional
A tradição de Ibiporã no voleibol paranaense foi conquistada graças ao trabalho do professor Claudinei Benedito, há quatorze anos atuando na iniciação e treinamento de adolescentes. A iniciação, aberta a todos, tem por objetivo o lado social. Dentro deste trabalho, as atletas com maior destaque e aptidão, são convocadas para treinamentos. A partir desta seleção são formadas as equipes representantes de Ibiporã na Liga Estadual e nos jogos oficiais como os da Juventude e os Abertos do Paraná.
A representatividade do município é reconhecida através da conquista dos títulos destes dois últimos eventos no ano passado. “Isso se deve a seqüência do trabalho, investimento e apoio recebidos do município”, diz Claudinei.
Apesar de ser um projeto de cunho social, onde as atletas têm as atividades orientadas, algumas alunas foram convidadas, devido à exposição de trabalhos, a jogar em grandes times brasileiros, como o São Caetano e o Alagoas. “É importante os pais incentivarem os filhos a participar. Isso traz a convivência, a sociabilização, conhecimento, e propicia a interação com equipes de outras cidades. Um dos objetivos da Secretaria de Esportes e da Prefeitura é focar o lado social para formar atletas e cidadãos”, finaliza.
A representatividade do município é reconhecida através da conquista dos títulos destes dois últimos eventos no ano passado. “Isso se deve a seqüência do trabalho, investimento e apoio recebidos do município”, diz Claudinei.
Apesar de ser um projeto de cunho social, onde as atletas têm as atividades orientadas, algumas alunas foram convidadas, devido à exposição de trabalhos, a jogar em grandes times brasileiros, como o São Caetano e o Alagoas. “É importante os pais incentivarem os filhos a participar. Isso traz a convivência, a sociabilização, conhecimento, e propicia a interação com equipes de outras cidades. Um dos objetivos da Secretaria de Esportes e da Prefeitura é focar o lado social para formar atletas e cidadãos”, finaliza.
Artesanato - Mesmo na informalidade, artesão contribui com a Previdência Social.
Os artesãos estão espalhados por todo Brasil e em Ibiporã Ivo Arlindo Flecks encontrou diversos clientes. Natural de Horizontina, no Rio Grande do Sul, ele “corre o trecho” desde os anos 70 e recorda-se dos tempos que trabalhou como garçom e pizzaiolo. “Faço artesanato nas ruas, mas pago INSS”, diz o artesão que aprendeu a trabalhar pela observação. “O artesanato desenvolve a criatividade”, diz o artesão que produz miniaturas de panelas de pressão com temas relacionados ao futebol e a religião.
Assinar:
Postagens (Atom)