segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Após oito anos no Japão, Juvercino Gomes se dedica a atividade de taxista na Rodoviária de Jataizinho.


Juvercino Gomes (58) é taxista e nasceu em Ribeirão Claro. Ele chegou a Jataizinho para trabalhar nas fazendas da Família Vieira como tratador de animais. Com os anos o patriarca Antônio Vieira lhe trouxe para a área urbana para atuar como motorista particular da família. “Nunca trabalhei na cidade. Fui motorista da prefeitura nos caminhões e no gabinete do prefeito. Depois assessorei o deputado Severino Félix. Com o fim do mandato e o casamento com Mitsuko Kano, morei quatro anos no Japão, onde trabalhei Honda como funileiro e produzindo peças”, diz. Com seu retorno há cerca de oito anos, ele montou um ponto de taxi na rodoviária com mais quatro pessoas. Mantendo uma carteira de clientes fixos, ele atende pelo celular e constantemente faz viagens a Londrina, Assaí, Uraí, São Sebastião da Amoreira, Cornélio Procópio e Ibiporã.                                                                                                                               
Nestes anos foram muitas histórias vividas, alegres e tristes, como por exemplo, o dia que sofreu uma tentativa de assalto. “Em torno das 17 horas, dois homens pediram uma corrida da rodoviária até o Cinco Conjuntos em Londrina. Nas imediações do Shopping Norte deram voz de assalto. Com muita tranqüilidade me dirigi ao posto de combustíveis nas imediações e os bandidos saltaram do veículo em movimento e foram presos. Isto foi há dois anos”, recorda. Outra situação comum é o caso de mulheres em trabalho de parto e pessoas com inicio de infarto. Em ambos os casos ele acalma os passageiros.                 

Além de trabalhar na rodoviária, Juvercino é taxista da Família Vieira, pessoas que tem muita consideração e que o trata como membro da família. “Sou grato aos Vieiras. Eles me ajudaram a se formar homem”, pontua. Juvercino diz que interessados em lhe contratar devem ligar no telefone 91017152 ou 84035180.


No Bar e Mercearia Progresso de Jataizinho, até os gatos são fregueses.


Dolores Ferreira Carvalheiro (65) é proprietária do Bar e Mercearia Progresso no Conjunto Antônio José Vieira há 30 anos. O estabelecimento, principal fonte de renda da família, foi construído aos poucos após sair às casas do bairro. Com variedade de produtos, Dolores Carvalheiro comercializa itens de mercearia e bebidas em geral. Do relacionamento de 43 anos com João da Silva Carvalheiro, falecido há cinco anos e no qual era o “amor da sua vida”, resultou nos filhos Antônio, Adriano, Agnaldo e Stefani.             Amante dos animais, Dolores cria gatos e cães, que convivem pacificamente e ainda comem juntos. Além deles, havia um galo bravo e arisco que bicava e corria atrás dos clientes que usavam o banheiro. Outro personagem pitoresco do Bar e Mercearia Progresso é o gato Zé, que senta na cadeira e se escora no balcão para se alimentar. “Os clientes tiram fotos dele ao lado de maços de cigarro e cerveja, mas isto é para ilustrar uma brincadeira, como se o Zé fosse um freguês”, diz aos risos.                                                                    
Com um aspecto antigo e tradicional onde os clientes pedem no balcão, Dolores ainda vende fiado, mas apenas aos fregueses mais antigos. Tudo é marcado numa caderneta. Além disso, no fim de semana o local é bem movimentado por conta da mesa de sinuca e dos violeiros que cantam antigos sucessos. “Toco o bar sozinha e aos fins de semana meus filhos ajudam. Mesmo sendo mulher os clientes não me faltam com respeito, isto porque não aceito que falem bobagens para mim, pois trabalho honestamente”, pontua.


Com ajuda dos enfermeiros, Claudemir Gonçalves, de Jataizinho, está largando a bebida.

Claudemir Gonçalves (42) mora no Manoel Novinski e faz tratamento para se curar do álcool. Por anos ele trabalhou em diversas cerâmicas como forneiro e parou de beber há cerca de quatro meses, após ficar internado dois numa clinica de reabilitação em Ponta Grossa e se tratar com remédios. “Quando bebia tive atitudes erradas, como gritar na rua, por exemplo. A bebida foi algo ruim na minha vida, pois não fiz muitas coisas devido o vício”, cita.           
Vivendo com a mãe Maria Gonçalves, Claudemir foi internado por recomendações dos enfermeiros do posto de saúde, que constantemente o viam caindo nas ruas e bêbado. “Os enfermeiros não queriam me ver naquela situação e resolveram me ajudar. Arrependo-me de muitas coisas”, pontua Claudemir, hoje desempregado, mas que alimenta o sonho de obter um emprego, independente da área.


Amante da natureza, Kalú rodou o trecho e quer em ir ao Lata Velha da Rede Globo.


Conhecido por Kalú, Nelson Vicente (53) mora na Vila Frederico. Nascido no distrito de Santa Rosa (próximo a Bela Vista do Paraíso), após o falecimento dos pais, sepultados em Jataizinho, aos 14 anos ele “caiu no mundo para rodar o trecho” a pé, de bicicleta e moto. Neste período conheceu os estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de ter vivido inúmeras histórias, como o dia que lavava roupas num rio em Caçapava (SP) debaixo duma ponte e após uma confusão generaliza, para não entrar na briga ele vestiu a roupa de outra pessoa e saiu correndo. Outro fato pitoresco é a viagem de Belo Horizonte a São Bernardo do Campo de bicicleta. Ele se alimentou com pessoas que jamais tinha visto antes, mostrando que na estrada há solidariedade e uma vida alternativa. “Muitos rodam o trecho. A tendência é aumentar devido o crescente desemprego”, cita.                                                                       
Outra peculiaridade de Nelson Vicente é a paixão pela música e em específico o rock. No trecho ele cantou em diversas bandas, como a Kiss Me em São José dos Campos e que tinha no repertório sucessos de Jerry Adriani, Fernando Mendes, José Augusto, Beatles, Rolling Stones, Phollas, Scorpions, Europe, Metallica, Guns Roses e demais grupos de sucesso. “Infelizmente é raro tocar estas músicas nas rádios”, declara.                                                                        
Devido à idade Nelson saiu do trecho e retornou a Jataizinho para atuar no “Cinturão Verde”, uma espécie de depósito de lixo localizado na saída para Assaí. Ele se vê como um ambientalista e cuidou da reciclagem por oito anos, separando papelão, metais variados, pneus e plásticos. Para lhe ajudar, ele contatou oito pessoas que conheceu no trecho. “O planeta deve ser cuidado e isto cabe ao homem. Fico triste por haver pouca consideração com a natureza devido não haver a prévia separação do lixo nos imóveis. Estão destruindo tudo e cabe a nós mais consciência. A água e as florestas são fundamentais e se os animais não tiverem um local para viver, irão acabar”, relata.                           
Hoje, como ambulante, ele faz bicos variados e tem um caminhão Dodge 75 Trucão ¾ com peças de outros veículos, como motor e carroceria Wolkswagen e câmbio Chevrolet. Ao todo ele investiu cerca de 50 mil no veículo, que foi usado no “Cinturão Verde”, em mudanças e na agricultura. O Dodge ainda funciona, mas está parado. “Meu sonho é ir ao Lata Velha do Luciano Hulk a fim de pintar e trocar os pneus”, pontua Nelson Vicente, que também é apaixonado por bicicletas e gosta de pedalar a noite para “curtir o silêncio, ver a lua e as estrelas”.


Brechó da Vila Frederico vende peças a partir de dois reais


De olho no mercado das roupas usadas, Maria Aparecida Seco Barbosa (49) montou um brechó há cinco meses na Vila Frederico. No ramo há cinco anos, ela se motiva pela facilidade de comercializar estes produtos, que tem um valor baixíssimo. “As roupas custam a partir de dois reais. Se o cliente vier na loja com 50 reais, adquire vários itens em bom estado de conservação, como blusas, camisetas, vestidos, calças, bolsas e sapatos. Com pouco dinheiro e tempo para “garimpar”, pode se fazer um visual bonito, principalmente nesta época de frio”, relata.                                                                               
Maria Aparecida também compra roupas usadas e diz que a clientela não se restringe a Vila Frederico e, devido o baixo preço, muitas pessoas vem da área rural para fazer negócio. O brechó está na Rua Bahia 33 e o telefone é o 84929338.  

Exemplo de dedicação, Maria Margarida se formou após os 50 anos


O exemplo de que nunca é tarde para recomeçar se faz presente na vida de Maria Margarida da Silva (64), casada há 47 anos com José Ferreira da Silva (70). Eles se conheceram no ano de 1967 em Assaí, quando aos 15 anos sua família se mudou para aquela cidade e José Ferreira veio de Pernambuco para atuar de “camarada” no campo. O casal namorou por dois anos, se casaram em 1969 e tiveram os filhos Onofre, Cláudio Roberto e Ronaldo Adriano. Com a união, vieram morar na Água Branca, em Rancho Alegre (na Fazenda São José) e em 1984 se mudaram para a Vila Frederico. Na época eles atuavam como bóia fria e fizeram amizade com a família do Diretor da Folha de Jataizinho, Odemir Briola, onde posteriormente João Carlos Ribeiro, o popular Tatu, deu emprego para a família num frigorífico (onde hoje é o Iguatemi) na matança como serviços gerais e depois como Margareff (profissional que atua na faca), cortando e separando miúdos, algo que requer muita cautela. Já José Ferreira trabalhava no digestor tirando subprodutos dos animais, como pele a casco, usados na fabricação de sebo e farinha.                         

Com o fechamento do frigorífico em fevereiro de 1992, Maria Margarida fez concurso público e no mesmo ano começou a trabalhar na creche da Vila Frederico como atendente de berçário. Motivada, aos 57 anos ela se formou em pedagogia, fez a carteira de motorista e hoje atua como inspetora de alunos. “Isto é um exemplo para a juventude e muitos familiares se espelharam em mim, pois também fizeram a habilitação. Quanto à pedagogia, isto me ajudou no desenvolvimento pessoal e profissional. Tive aumento de renda ao lecionar para adultos e idosos no Paraná Alfabetizando por dois anos”, cita.           

Atuante na Igreja Católica, desde 1985 ela ministra catequese na comunidade e foram diversas as turmas que passaram. Muitos adultos que foram seus alunos na infância, lhe cumprimentam e agradecem a oportunidade. Ela ainda mantém fotos da época e além disso, Maria Margarida é Ministra da Eucaristia (pessoa que serve o padre no altar), distribuiu eucaristia aos doentes e dirige grupos de reflexão na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, um dos últimos da Vila Federico. “Trabalho na igreja com um olhar pedagógico onde uno sabedoria e aprendizado. Hoje não devemos apenas acumular riquezas, mas nos aprofundar no conhecimento, na Palavra de Deus e em seus mandamentos”, finaliza.  

Manifesto contra a violência fecha as portas do comércio


No último dia 11 de agosto, o comércio de Jataizinho fechou as portas em protesto a constante violência no município. Não apenas os comerciantes, mas os agricultores e moradores da área urbana estão sofrendo com este problema. Diversas pessoas estiveram na manifestação, como o ex-prefeito e agropecuarista Humberto Chamilete (59). Ele diz que a violência é crescente e isto se vê na quantidade de assaltos, que passa de quatro por dia e atinge comércios, residencias e áreas rurais, além das recentes tentativas de explosão a duas agencias bancárias. “A situação está precária e a comunidade urbana e rural sofre. Quando fui prefeito houve apenas o roubo de um caminhão, mas logo foi recuperado. Havia um relacionamento constante com as policias, as rondas eram ostensivas e quatro motocicletas percorriam a cidade. Ações efetivas devem ser implantadas, como a constituição da Guarda Municipal; maior comunicação por rádio; remanejamento de valores pagos a cargos comissionados para o investimento em segurança e; a organização da comunidade através do vizinho solidário”, diz o ex-prefeito. Outro problema, segundo Chamilete, é que após os bandidos serem presos, em pouco tempo são libertos e novamente entram em ação. “Somos mais de 15 mil habitantes e uma solução deve ser tomada. Os comerciantes evitam receber em dinheiro e escondem mercadorias. As autoridades devem tomar as devidas providências”, relata.
Já Neri dos Santos (65) diz que a manifestação dos comerciantes é legitima, além de ser reflexo do descontentamento. “A população evita sair dos imóveis após as 21 horas e os assaltos ocorrem a luz do dia. Nem as igrejas são respeitadas. Muitas foram arrombadas e os ladrões esperam os fiéis sair do culto para agir. A delegacia não funciona e caso haja necessidade do boletim de ocorrência é preciso ir a Ibiporã. Apesar da segurança pública ser de responsabilidade do Estado, o município pode investir em ações efetivas”, declara.

Uma das comerciantes que participou do ato foi Sônia Aparecida Bergamin Schiavon. Ela teve seu comércio assaltado diversas vezes e afirma que há um descaso das autoridades, pois as prisões são efetuadas e num curto período os bandidos são libertos. “Os ladrões são conhecidos da polícia e não há condições deles viverem em sociedade”, afirma a comerciante, que fechou as portas do comércio em apoio ao movimento. “Caso a situação persista, iremos organizar mais atos como este. Há três anos passávamos pelo mesmo problema e fizemos algo parecido. A violência está de volta e cabe a nós se organizar”, declara.

O segmento político esteve presente na manifestação representado pelo vereadores Fábio Morais, Jorge Pereira e Alex Faria. Fábio Morais, atual Presidente da Câmara dos Vereadores, explica que a manifestação tem por objetivo comover o Governo Estadual e Federal para haver aumento de efetivo policial. Ele cita que Jataizinho pertencia ao Batalhão Militar de Cornélio Procópio e a mudança para Londrina apenas agravou a situação. “Estamos a mercê dos bandidos e o povo juntou forças para trazer a solução. Como presidente do legislativo foram diversos ofícios encaminhados a Secretaria de Segurança Pública”, diz. O vereador Jorge Pereira cita que o Poder Público local estuda uma forma de ajudar os policiais, oferecendo combustível e a manutenção das viaturas quando danificadas. “São três viaturas mas apenas dois policiais por turno. Outro problema é o fechamento da delegacia, alegando-se que não há profissionais para trabalhar. Dependemos das equipes de Ibiporã” afirma. Já Alex Faria diz que o crime deve ser oprimido e há diversas iniciativas da Câmara dos Vereadores, no entanto o Governo do Estado se mostra omisso e faz pouco por Jataizinho. “A cidade cresceu na área urbana e a zona rural é extensa. O Governo precisa reformular a segurança no município”, declara.
Além da sociedade civil organizada, comerciantes e políticos, os servidores públicos também se engajaram na causa, como os funcionários do SAAE, representados por Suzan Goto. Atuando na área administrativa, ela afirma que a violência é crescente e a insegurança toma conta da população. “As crianças não brincam nas ruas e estamos trancados dentro de casa. Chegamos ao ponto de haver explosões com dinamites em bancos”, diz. Membro do Conselho da Criança e do Adolescente, o pastor Frank Rodrigues da Silva afirma que o município passa por uma crise na segurança publica. “Nossa igreja sofreu dois arrombamentos este mês, além de uma tentativa de assalto contra fiéis após o culto. Temos que articular ações conjuntas da prefeitura e conselhos para haver suporte as policias, uma vez que os dois policiais lotados no município dão turno de 24 horas, algo exaustivo”, diz Frank. Ele ressalta que o Conselho da Criança e do Adolescente atua com políticas públicas e em breve apresentará um plano de ação ao Executivo local. Ele tem dez anos e é relacionado a educação, trabalho, direito a saúde, à vida e a profissionalização. “São direitos assegurados que se aplicados evitam futuramente situações de violência e criminalidade”, pontua.

O movimento, encabeçado pela Associação Comercial, também se reuniu com juízes e promotores. Foi ressaltado todas as situações de criminalidade devem ser denunciadas e gerado boletim de ocorrência, uma vez que nas estatísticas os números não aparecem. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Em Ibiporã, comida caseira é no Restaurante Dona Nita.

Você leu o título acima e teve vontade de saborear aquele almoço caseiro? Não passe vontade e vá se deliciar com o cardápio variado oferecido no Restaurante Dona Nita. Funcionando de 2ª a sábado, das 10hs40min às 14hs30min, na Rua Antonieta de Barros, 401 (próximo a Delegacia), o Restaurante Dona Nita serve prato feito, marmitex, sucos e saladas, com preços acessíveis, além de oferecer o sistema self service. Num ambiente familiar, a Dona Nita, há mais de dez anos no ramo, convida a todos para visitar seu estabelecimento. Maiores informações e encomenda de marmitex, podem ser feitas pelo 31581173.


Com projetos voltados a todos os segmentos, Ibiporã se moderniza ao ganhar imóveis verticalizados.


O crescimento vertical em Ibiporã é visto nitidamente com a instalação e concretização de empreendimentos imobiliários que mudam o cenário e a paisagem local, mostrando seu potencial de crescimento.
            
Luiz Antônio Maggi, da Imobiliária Maggi & Franzoni Imóveis, que detêm a exclusividade de vendas para a Construtora Favoreto, destaca que é vertiginosa a venda de apartamentos na planta em Ibiporã, além do investimento maciço no segmento. “A cidade ficou sete anos sem construir empreendimentos verticais de maior escala. Haviaconstruções com sete andares com no máximo 15 apartamentos. São de porte pequeno e de limitada aquisição, pois eram feitos por grupos organizados. Vendo isto, entramos no mercadopara abrir o leque de opções e dar oportunidades a quem deseja adquirir um imóvel do tipo”, afirma o imobiliarista.
            Neste sistema, a Favoreto lançou o Bella Itália há cerca de três anos e meio e com previsão de entrega para este ano. Os 45 apartamentos estão todos vendidos. Outro lançamento é o Piazza di Fiore, próximo ao Colégio Olavo Bilac. São 90 apartamentos, quase todos comercializados. Outro empreendimento é o Torre D´Itália, um edifico comercial com 80 salas, onde 50% dos apartamentos já estão vendidos, ainda na fase de construção e, demonstrando que Ibiporã tem aceitação e potencial para desenvolver seu crescimento vertical, mesmo não sendo uma cidade de grande porte.
            Vendo a possibilidade de novos horizontes e a aceitação de seus produtos, a Favoreto investe pesado e adquiriu dois terrenos centrais. Num deles será lançado um edifício de alto padrão com apartamentos de 230 m² e área total de 344m². Ele terá suítes e três vagas na garagem. Seu objetivo é atender quem deseja sair duma casa grande ou sobrado para morar num apartamento e não perder o conforto. “Mesmo sendo apartamentos de alto padrão, já existe grande interesse para a aquisição dos mesmos”, afirma Luiz.
            Para o imobiliarista, o crescimento vertical representa o aumento do poder aquisitivo e maior qualificação profissional. Outro fator é a forma de pagamento e parcelamento, já que o apartamento na planta se adquire antecipadamente com um valor menor. “Quem adquire o imóvel sabe que poupa além daquilo que seria planejado, algo que não se faria numa condição normal. A longo prazo o proprietário observa que guardou mais dinheiro e obteve valorização no imóvel. Os exemplos se multiplicam, as pessoas descobrem e procuram este novo tipo de investimento”, afirma.
            Há outros fatores que influenciam na mudança para o apartamento. Como o aumento da violência; a diminuição do número de pessoas que compõe uma família; casais mais velhos, onde os filhos saíram de casa ao se casarem ou ir estudar em outras cidades; ou mesmo famílias pequenas que não querer mais as casas grandes, pois requer mão de obra, manutenção e limpeza, incentivando a procura do apartamento.
            Quanto à estrutura urbana, os prédios são excelentes para as cidades em relação à coleta de lixo, destinação de esgoto e saneamento, além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), que aumenta conforme a quantidade de apartamentos. “A atual legislação sobre a construção de edifícios exige a obrigatoriedade de vagas na garagem, algo não exigido antigamente e motivo de transtornos a quem mora em prédios antigos. Estas exigências fazem os empreendimentos ficarem melhores, além de atender quem os adquire”, afirma Luiz.
            Proprietário de quatro apartamentos no Piazza de Fiore, José Aldemiro Fiore, de 57 anos, vêcom otimismo o crescimento vertical, o que representa a chegada do progresso, além de mostrar que pessoas de outras cidades estão procurando Ibiporã para se instalar, seja em imóveis residenciais ou comerciais. “A dinâmica moderna do trabalho propicia as pessoas a morarem em apartamentos, pois elas se ausentam, seja a trabalho ou a viagem, de suas residências", afirma. De família pioneira, ele se mostra feliz pelos empreendimentos, revelando a nova tônica do quadrilátero central, que se destaca ao ganhar um visual moderno.
            Com uma variedade de imóveis verticais e para todos segmentos, Luiz cita que a Favoreto começará a trabalhar com construções de 66m² e apartamentos do Programa Minha Casa Minha Vida.
            Luiz convida a todos que desejam conhecer os empreendimentos verticais da Construtora Favoreto a visitar a Imobiliária Maggi & Franzoni Imóveis, na Avenida dos Estudantes, 750, próximo ao Colégio Olavo Bilac. O telefone de contato é o 31585090.


Toda 2ª, 4ª e 6ª, happy hour com música ao vivo é no Açougue Bom Bife de Ibiporã


Funcionando desde 1994 e com happ y hour e música ao vivo desde 2003, o Açougue Bom Bife é uma opçãoa mais de entretenimento aos ibiporãenses. Com várias duplas, as segundas, quartas e sextas, o Bom Bife traz o melhor do sertanejo universitário e de raiz.
Além da música ao vivo, o diferencial é o cardápio variado, que além do chopp, cerveja gelada, sucos e refrigerantes, tem porções de vaca atolada, porco no tacho,costela assada na tábua (acompanhada de mandioca e salada), frango, coxão mole, alcatra, contra file e outras mais. Outra opção são os espetos, com preços a partir de dois reais e nos sabores carne, frango, cafta, linguiça toscana e calabresa, porco, coraçãozinho, pão de alho, tulipa, carneiro e queijo mussarela.
Tendo público variado e até vindos de outras cidades, como Londrina, Jataizinho, Cambé, Rolândia, Sertanópolis e Bela Vista do Paraiso, o Açougue Bom Bife preza pelo ambiente familiar, sendo grande a presença de jovens.

      Com happy hour das 17 às 00 horas e música ao vivo a partir das 20 horas, o Carlinhos, proprietário do Açougue Bom Bife, convida a todos para irem a seu estabelecimento, localizado na Avenida Paraná, 1149, paralela a Mário de Menezes.