As mudanças que ocorreram no simples nacional nos últimos anos aumentaram a adesão dos micros e pequenos empresários ao programa. Um levantamento feito pelo Governo mostra que em junho de 2007, o programa especial para micro e pequenas empresas cresceu de 1,4 milhões para 3,1 milhões de empresas que optaram pelo regime especial. Somente em janeiro, 407 mil empresas aderiram ao Simples.
A Lei especial para o micro empreendedor é o caminho para se obter a legalização, os benefícios previdenciários, acesso a crédito, capacidade para emitir nota fiscal e conquistar a cidadania. Uma pesquisa revelou que os trabalhadores autônomos, um grupo estimado em 11 milhões de brasileiros, aprovam as iniciativas como estas.
A meta do Governo Federal, a partir de 1º de julho, é colocar na formalidade de 700 mil a dois milhões de autônomos informais, até o fim de 2010.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
“A transformação social se dá através da política”
Segundo Júnior Santos Rosa, “o homem foi criado para viver em comunhão, algo essencial para a vida em comunidade.”
Com apenas 24 anos, poucos recursos financeiros, mas uma vontade imensa de trabalhar em prol dos menos favorecidos, Júnior Santos Rosa obteve a surpreendente marca de 1487 votos na última eleição para vereador. Número expressivo para quem lançou a candidatura pela 1ª vez.
Filho do Pastor Benedito Santos Rosa, Júnior relata que na sua casa, a política sempre foi um assunto a ser esclarecido e levado a sério pelo pai, líder da Igreja Missões Mundiais do Brasil, localizada na Avenida Gines Parra, no Maria Cecília. E, devido o pastor Benedito ser envolvido com ONG´s e associações evangélicas, a influência fez com que os filhos discutissem política na escola e entre amigos.
A familiaridade com o tema trouxe a Júnior, estudante de Teologia, o envolvimento com o movimento estudantil e a participação nos grêmios escolares. Ali mostrou liderança com a promoção de debates pautados em melhorias na escola e na comunidade. “O objetivo era a mudança da sociedade além do estímulo aos esportes e aos estudos. Isto é de grande valia na área pedagógica e deve ser trabalhado por professores e diretores devido à conseqüência ser a formação de jovens lideranças”, diz. Nascido e criado num lar cristão, Júnior desempenha o papel de líder na Igreja Missões Mundiais do Brasil, atuando no Ministério de Louvor e como evangelista, levando a palavra de Deus. “Política e religião caminham juntos, pois ambos são servos da comunidade”, relata.
Com uma sólida base de eleitores e planos para as eleições municipais de 2012, Júnior aprendeu com o pai a necessidade de ajudar a quem precisa através do apoio moral e fortalecimento da estrutura familiar. Porém isso não se constrói apenas com palavras, mas com ações concretas, como a construção de infraestrutura (creches, escolas, postos de saúde, etc.) voltadas ao povo.
Ele reconhece que a marca de 1487 votos se deve aos eleitores conhecerem sua vida, trabalho, família e origens. “Apesar de jovem, não é de hoje o reconhecimento do meu trabalho. Os cristãos são muito unidos e tive imenso apoio deste segmento”, afirma. Para o evangelista, o fator integridade e honestidade contam muito na política. “No atual momento de Londrina, os eleitores devem votar no político com experiência comprovada”, finaliza.
Com apenas 24 anos, poucos recursos financeiros, mas uma vontade imensa de trabalhar em prol dos menos favorecidos, Júnior Santos Rosa obteve a surpreendente marca de 1487 votos na última eleição para vereador. Número expressivo para quem lançou a candidatura pela 1ª vez.
Filho do Pastor Benedito Santos Rosa, Júnior relata que na sua casa, a política sempre foi um assunto a ser esclarecido e levado a sério pelo pai, líder da Igreja Missões Mundiais do Brasil, localizada na Avenida Gines Parra, no Maria Cecília. E, devido o pastor Benedito ser envolvido com ONG´s e associações evangélicas, a influência fez com que os filhos discutissem política na escola e entre amigos.
A familiaridade com o tema trouxe a Júnior, estudante de Teologia, o envolvimento com o movimento estudantil e a participação nos grêmios escolares. Ali mostrou liderança com a promoção de debates pautados em melhorias na escola e na comunidade. “O objetivo era a mudança da sociedade além do estímulo aos esportes e aos estudos. Isto é de grande valia na área pedagógica e deve ser trabalhado por professores e diretores devido à conseqüência ser a formação de jovens lideranças”, diz. Nascido e criado num lar cristão, Júnior desempenha o papel de líder na Igreja Missões Mundiais do Brasil, atuando no Ministério de Louvor e como evangelista, levando a palavra de Deus. “Política e religião caminham juntos, pois ambos são servos da comunidade”, relata.
Com uma sólida base de eleitores e planos para as eleições municipais de 2012, Júnior aprendeu com o pai a necessidade de ajudar a quem precisa através do apoio moral e fortalecimento da estrutura familiar. Porém isso não se constrói apenas com palavras, mas com ações concretas, como a construção de infraestrutura (creches, escolas, postos de saúde, etc.) voltadas ao povo.
Ele reconhece que a marca de 1487 votos se deve aos eleitores conhecerem sua vida, trabalho, família e origens. “Apesar de jovem, não é de hoje o reconhecimento do meu trabalho. Os cristãos são muito unidos e tive imenso apoio deste segmento”, afirma. Para o evangelista, o fator integridade e honestidade contam muito na política. “No atual momento de Londrina, os eleitores devem votar no político com experiência comprovada”, finaliza.
Jovem e negro, Júnior é comparado a mais nova liderança mundial: Barack Obama.
Simpatizante da política, atuando como cabo eleitoral e tendo relacionamento com assessores e políticos influentes, Júnior foi convidado a se filiar no PSDB. Ali, descobriu quer ser membro de um partido político é diferente da atuação nos grêmios estudantis, devido à discussão de questões no âmbito municipal, estadual e federal.
Com muito humor, lembra que devido o estilo político e carisma, foi comparado, pelo Senador Álvaro Dias, companheiros de partido, pastores e amigos, a uma grande liderança mundial: Barack Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
Com muito humor, lembra que devido o estilo político e carisma, foi comparado, pelo Senador Álvaro Dias, companheiros de partido, pastores e amigos, a uma grande liderança mundial: Barack Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
“O homem está muito só por culpa do individualismo”
Filho de pastor evangélico pentecostal, Júnior vê que o ser humano está muito apegado ao material, esquecendo-se do lado espiritual. “As pessoas precisam de atenção e afeto, pois estão muito a sós. Falta a presença do amigo, irmão e companheiro. O homem foi criado para viver em comunhão, algo essencial da vida em comunidade. A falta disso provoca o egoísmo, dilaceramento e ruína das famílias, implicando em fatores negativos como a corrupção, homicídios, destruição de lares, etc.”, diz.
Júnior Santos Rosa lembra que os povos e a sociedade devem se comprometer e assumir a responsabilidade como indivíduos e cidadãos, com isso, se levantaram novos políticos, homens e mulheres para haver uma transformação social. “Todos devem ter a concepção de fazer política para inferir no processo de transformação. Através da participação todos fazem a diferença”, diz o evangelista, ressaltando que o crescimento da corrupção desacredita o brasileiro, onde muitos eleitores se afastam da política. Porém, isso deve ser mudado e combatido através do voto.
Júnior Santos Rosa lembra que os povos e a sociedade devem se comprometer e assumir a responsabilidade como indivíduos e cidadãos, com isso, se levantaram novos políticos, homens e mulheres para haver uma transformação social. “Todos devem ter a concepção de fazer política para inferir no processo de transformação. Através da participação todos fazem a diferença”, diz o evangelista, ressaltando que o crescimento da corrupção desacredita o brasileiro, onde muitos eleitores se afastam da política. Porém, isso deve ser mudado e combatido através do voto.
Enquete: Em 2009 a APAE de Ibiporã comemorou 40 anos. O que as APAE´s representam às famílias dos deficientes?
- Sou motorista de táxi e vejo com grande valia o trabalho da APAE, uma entidade atuante e com excelente estrutura em relação a veículos e prédios. Outro ponto é a educação profissionalizante. - Deleno Lourenço Filho
- Ela ajuda diversas mães. O filho de minha colega tem Síndrome de Down e está matriculado na APAE. No principio ele não andava, não falava e tinha dificuldades na visão. Mas tudo isso foi superado. - Valdete Barbosa
- Se tivesse filho deficiente, com certeza estaria matriculado lá. Além disso, a APAE é o local que mais ajuda os pobres. - Rosilei Antônio dos Santos.
- Ela ajuda diversas mães. O filho de minha colega tem Síndrome de Down e está matriculado na APAE. No principio ele não andava, não falava e tinha dificuldades na visão. Mas tudo isso foi superado. - Valdete Barbosa
- Se tivesse filho deficiente, com certeza estaria matriculado lá. Além disso, a APAE é o local que mais ajuda os pobres. - Rosilei Antônio dos Santos.
APAE comemora 40 anos focada na capacitação profissional
A capacitação profissional é um dos requisitos aos trabalhadores que desejam se inserir no mercado de trabalho ou galgar melhores postos e salários. Pensando nisso, a APAE de Ibiporã, que recentemente comemorou 40 anos, propicia a seus alunos a participação em oficinas profissionalizantes. Conforme o pedagogo e diretor da entidade Paulo Silvério Pereira, a APAE de Ibiporã começou com um trabalho profissionalizante se preocupando para o deficiente ser inserido no mercado de trabalho, atendendo todas as necessidades básicas, que é estar apto e ter resistência para executar o trabalho. Outro ponto é a obediência a hierarquia e as regras, além do respeito aos outros funcionários. "Este modelo coloca a APAE a frente de outras instituições de trabalho", afirma.
De acordo com Carolina Francieli Domingues Lino, professora e responsável pelo SECAP (Centro de Serviço e Encaminhamento, Colocação e Acompanhamento Profissional da Pessoa com Deficiência) o objetivo da entidade é encaminhar todos os alunos ao mercado de trabalho. Após a inserção faz-se o acompanhamento e todas as decisões tramita pelo Conselho de Trabalho, composto por psicólogos, assistentes sociais e diretoria. "Articulamos o direito a inclusão e cotas. A inclusão social é um direito do deficiente", afirma.
Carolina ressalta que os alunos da APAE estudam o ensino fundamental na entidade e, concluído esta fase são direcionados a educação profissional. "A maior parte dos alunos foram matriculados quando crianças. Dentro da família a pessoa com deficiência é monitorada, porém deve-se acreditar no potencial para o deficiente adquirir a condição de eficiente", diz. A professora ressalta a APAE faz um trabalho minucioso de pré-profissionalização e alfabetização. Constatado a existência do perfil para o mercado de trabalho, o aluno acima de 17 anos, é inserido no estágio onde desempenha as funções de atendente, recepcionista, serviços gerais, gráfica, cozinha e vendas na loja instalada na escola. O salário é equiparado, os valores variam conforme a empresa e hoje a APAE conta com 15 alunos no mercado de trabalho e mais 153 estão em processo de formação. "Mesmo quem possui deficiência severa ou grave são encaminhados", ressalta.
A professora da APAE, Lourdes Narciso, ressalta que para a colocação no mercado de trabalho é preciso alguns critérios, como estar preparado e apto para exercer a função de acordo com a educação especial. Outro ponto é a abertura de vagas, mas não apenas para o cumprimento da lei, mas com a intenção de contribuir para o desenvolvimento social e a inclusão. "Há um choque na família e no aluno referente ao rompimento e a ida para o mercado de trabalho. Ao se romper o paradigma da deficiência para a eficiência, percebe-se a felicidade, realização e satisfação dos alunos, além da família e da empresa acolhedora", diz.
Esta quebra de paradigma é constatada nas palavras do Gerente de Produção da PVC Brasil, José Nésio Martins. "O deficiente é uma pessoa que precisa de oportunidades. Cabe isso aos empresários, pois a não inclusão levaria muitos a ficar na margem da sociedade. Todo deficiente é eficiente e o resultado se constata pela produção", finaliza.
Cota para deficiente nas empresas
- Até 200 funcionários: 2%
- De 201 a 500: 3%
- De 501 a 1000: 4%
- + de 1001: 5%
De acordo com Carolina Francieli Domingues Lino, professora e responsável pelo SECAP (Centro de Serviço e Encaminhamento, Colocação e Acompanhamento Profissional da Pessoa com Deficiência) o objetivo da entidade é encaminhar todos os alunos ao mercado de trabalho. Após a inserção faz-se o acompanhamento e todas as decisões tramita pelo Conselho de Trabalho, composto por psicólogos, assistentes sociais e diretoria. "Articulamos o direito a inclusão e cotas. A inclusão social é um direito do deficiente", afirma.
Carolina ressalta que os alunos da APAE estudam o ensino fundamental na entidade e, concluído esta fase são direcionados a educação profissional. "A maior parte dos alunos foram matriculados quando crianças. Dentro da família a pessoa com deficiência é monitorada, porém deve-se acreditar no potencial para o deficiente adquirir a condição de eficiente", diz. A professora ressalta a APAE faz um trabalho minucioso de pré-profissionalização e alfabetização. Constatado a existência do perfil para o mercado de trabalho, o aluno acima de 17 anos, é inserido no estágio onde desempenha as funções de atendente, recepcionista, serviços gerais, gráfica, cozinha e vendas na loja instalada na escola. O salário é equiparado, os valores variam conforme a empresa e hoje a APAE conta com 15 alunos no mercado de trabalho e mais 153 estão em processo de formação. "Mesmo quem possui deficiência severa ou grave são encaminhados", ressalta.
A professora da APAE, Lourdes Narciso, ressalta que para a colocação no mercado de trabalho é preciso alguns critérios, como estar preparado e apto para exercer a função de acordo com a educação especial. Outro ponto é a abertura de vagas, mas não apenas para o cumprimento da lei, mas com a intenção de contribuir para o desenvolvimento social e a inclusão. "Há um choque na família e no aluno referente ao rompimento e a ida para o mercado de trabalho. Ao se romper o paradigma da deficiência para a eficiência, percebe-se a felicidade, realização e satisfação dos alunos, além da família e da empresa acolhedora", diz.
Esta quebra de paradigma é constatada nas palavras do Gerente de Produção da PVC Brasil, José Nésio Martins. "O deficiente é uma pessoa que precisa de oportunidades. Cabe isso aos empresários, pois a não inclusão levaria muitos a ficar na margem da sociedade. Todo deficiente é eficiente e o resultado se constata pela produção", finaliza.
Cota para deficiente nas empresas
- Até 200 funcionários: 2%
- De 201 a 500: 3%
- De 501 a 1000: 4%
- + de 1001: 5%
Apesar do esforço das APAE´s, MEC tenta desvalorizá-las
Nestes 40 anos em Ibiporã, a APAE proporcionou suporte aos alunos e suas famílias. Porém, de acordo o diretor da entidade, Paulo Silvério Pereira, o Ministério da Educação deseja apresentar um projeto que obriga o deficiente intelectual a ser matriculado no ensino comum e no contra turno freqüentar o ensino especial. De acordo com o diretor a medida deixaria as APAE´s fragilizadas. "As escolas especiais devem ser resgatadas e valorizadas, além de trazer o valor real à sociedade. O 3º setor não pode ser desqualificado e devem-se as famílias devem questionar o papel feito pelos governantes no passado. Somos contra o desmanche e a favor da manutenção".
Ele alega que as escolas normais não possuem professores qualificados para tratar com o aluno deficiente, além da falta de preparo psicológico e estrutura física, que auxilia na inclusão.
Ele alega que as escolas normais não possuem professores qualificados para tratar com o aluno deficiente, além da falta de preparo psicológico e estrutura física, que auxilia na inclusão.
De 21 a 28 de agosto ocorre a Semana do Excepcional
Todos os anos no mês de agosto acontece a Semana do Excepcional e este ano a semana tem o seguinte tema: "Quebre a resistência e tome uma atitude. Construa acessibilidade para a pessoa com deficiência intelectual". O evento será no Cine Teatro Pe. Zanelli e congregará o Festival Regional Nossa Arte das APAEs.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Universidades de Londrina discutem mídia e paz

Cursos de Comunicação Social propõem um projeto conjunto de divulgação de notícias que provocam mudanças positivas na população
Reuniões entre o coordenador do Conselho Municipal de Cultura de Paz (Compaz), Luiz Cláudio Galhardi, e representantes dos cursos de Jornalismo da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Norte do Paraná (Unopar) e Faculdade Pitágoras põem em prática algumas propostas elaboradas durante a Oitava Semana Municipal da Paz de Londrina, realizada em setembro de 2008.
O objetivo é promover e disponibilizar à imprensa regional e nacional fatos que podem ser notícia e, mais que isso, uma notícia que ajuda a criar melhores possibilidades para as pessoas. "A cultura de paz preserva o reconhecimento do ser humano, da solidariedade e da sustentabilidade da vida", explica Galhardi. Nesse contexto, há a importância de se ressaltarem acontecimentos diferentes do cardápio cotidiano de assuntos violentos. Por isso, a necessidade de se vincular mídia à paz.
As universidades são fontes riquíssimas de pesquisa e conhecimento e têm objetivos comum, como o bem-estar e o progresso da humanidade. Com apoio do movimento Imagens e Vozes da Esperança (IVE), do Rio de Janeiro, carta de intenção divulgada após a Oitava Semana Municipal da Paz de Londrina aponta a importância de as universidades divulgarem notícias que incentivem a sociedade a ter ações mais propositivas.
No fim de março de 2009, a primeira reunião Entre o Compaz e as universidades discutiu a implantação de meios que divulguem, entre outros assuntos, projetos de pesquisa e extensão benefícios às comunidades. Cada universidade pode ter seu próprio site e, além disso, é possível criar um espaço comum, que seja fonte de pautas positivas à imprensa.
A cria ção deste espaço na Internet é o maior objetivo das reuniões. "Nós acreditamos que precisamos gerar uma mídia da não-violência. Como curso de Comunicação, curso de Jornalismo, nós estamos empenhados em fazer essa cultura pela paz, em abordar outras teorias do jornalismo, que não só do agendamento, e trabalhar com outros projetos que não são visíveis na mídia", argumenta a professora da UEL Rosa Abelin.
O projeto Mídia e Paz está em desenvolvimento e pretende ser um mecanismo de interação entre jornalistas e estudantes de comunicação. Segundo o professor de jornalismo da Unopar, Lauriano Benazi, discutir mídia e paz nos cursos de Comunicação é fundamental. "&E acute; importante para o estudante de jornalismo uma nova visão de como a paz pode ser tratada no jornalismo, principalmente no jornalismo diário, onde nós temos uma profusão muito maior para a violência do que pela paz", comenta.
A primeira Reunião entre o Compaz, a UEL e a Unopar e foi acompanhada pela Rádio UEL, que transmitiu uma reportagem sobre o evento. O próximo encontro será no dia 23 de abril, no Departamento de Comunicação da UEL. A consolidação do projeto Mídia e Paz é um dos movimentos que abrem, em 2009, as discussões em Londrina sobre a paz e antecedem a Nona Semana Municipal da Paz de Londrina, que será realizada no final de setembro.
Londrina foi a cidade do país que mais realizou conferências livre, afirmou Atahualpa Coelho
Carta enviada aos Londrinenses quando da abertura da 1º Conferência Municipal ( e eletiva) de Segurança Pública Prezados cidadãos de Londrina, autoridades presentes e demais participantes da Conferência,
Primeiramente, peço desculpas pela minha ausência física neste momento de tamanha importância para o Estado do Paraná e, acima de tudo, para o município de Londrina.
Sei que estas palavras não suprirão minha ausência mas é em sinal de respeito que as escrevo.
Fui convocado pela Coordenadora Nacional da Conferência, Regina Miki, para trabalhar na mobilização durante o III Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O Fórum está sendo realizado na cidade de Vitória do Espírito Santo e suas atividades ocorreram até o dia 4 de abril.
Como minha convocação foi "em cima da hora", não tivemos tempo hábil para designar outro representante do Ministério da Justiça para me substituir.
Sou o mobilizador da Conferência nos Estados do Paraná e do Espírito Santo. Portanto, não tive escolha a não ser participar do referido evento.
Num segundo momento em nome de nossa Coordenadora Nacional, Regina Miki e em nome do Ministro da Justiça, Tarso Genro, gostaria de parabenizá-los pela intensa mobilização, pela coragem e iniciativa de incentivar e fomentar o debate de um tema que envolve a todos os cidadãos, todos os lares, que está nos bairros, universidades, praças, nas manchetes de jornais...: a segurança pública.
Não há desenvolvimento sem segurança pública. Não há paz sem segurança pública. Não há cidadania sem segurança pública.
A Conferência Nacional de Segurança Pública; a primeira Conferência que trata do tema em âmbito nacional, é uma grande opo rtunidade. É a oportunidade da criação de um espaço público de diálogo onde diversos atores tem direito a voz e voto. Um espaço público de interação e integração: Onde o integrante da ONG conversa com o policial militar que, por sua vez, conversa com o delegado da policial federal e assim por diante.
Trata-se de uma oportunidade de reconhecimento mútuo. Onde podemos saber quem está interessado em segurança pública, quem trabalha na área, quem pesquisa o tema, quem está trabalhando com projetos sociais...
Londrina é, hoje, um dos municípios mais mobilizado para a realização da Conferência no Brasil. Afirmo isso embasado em números!
Foi a cidade d o país que, até agora, realizou mais Conferências Livres (de 12 conferências livres no Brasil, 3 foram em Londrina).
Foi o primeiro município do Paraná a Convocar a Etapa Municipal da Conferência.
E é o segundo município do Brasil a realizar uma etapa eletiva da Conferência (a primeira foi Canoas/RS onde o Secretário Municipal de Segurança, Alberto Kopittke, era o Coordenador Nacional da Conferência).
Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer e parabenizar a todos os integrantes da Comissão Organizadora Municipal que tão rapidamente mobilizaram os cidadãos de Londrina ao Prefeito Padre Roque, pela visão e sensibilidade para incentivar o debate e ao amigo Pedro Marcondes, pelo seu conhe cimento e sabedoria no trato do delicado tema da segurança pública;
Concluo minhas palavras dizendo que gostaria muito de estar presente com todos vocês e tenho certeza que, nos próximos dias, estaremos juntos realizando Conferências Livres nas Universidades, nas Escolas, Batalhões, Associações, Conselhos de Segurança e etc.
Desejo a todos uma excelente Conferência com muita paz e intensa participação.
Um grande abraço!
ATAHUALPA COELHO
Mobilizador da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública - Paraná e Espírito Santo
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